Músicas Sertanejas

                                

Sem sombra de dúvidas as músicas sertanejas as duplas caipiras e os trios e tem sua origem nos meios rurais de todos os município brasileiros. Essas músicas raiz não foram aprendidas em ouvindo rádios de outras cidades e mesmo daqui pela rádio Clube de Itapira e por meio de revistinhas publicadas por especialmente para esse fim. Quando aos instumentos tudo começou com as violas e violões, sanfonas etc. A princípio chegou-se mesmo a construir esses instrumentos manualmente e depois a fabricação em série pelas fábricas Del Vecchio, Giannini, Di Giorgio e outras, passaram a ser comercializadas e vendidas as duplas sertanejas.Alcançaram grande aceitação devido a sonoridade e o modo com que eram fabricadas, com todo aparato sonoro e técnico.

Foram surgindo assim milhares de duplas, trios e quartetos, por todo o Brasil. Em Itapira não poderia deixar de ser diferente.Centenas de violeiros as zonas rurais e da cidade passaram a compor e a cantar, expondo seus dotes musicais, que eram aprendidos na maioria das vezes com os próprios pais, também já violeiros. Assim uma plêiade de artistas da música sertaneja passou a se apresentar em bares, festas, rádios e todo tipo de ambiente onde se apreciava esse estilo musical.

Aqui em Itapira podemos citar inúmeros cantores sertanejos tais como: Vadico e Vidoco, Raulzito, Hermes Martins Correa (filho do casal Antonia Francioso e José Martins Correa); Hermes fez dupla caipira. com José Carlos Bellini (Nego Bellini). O sanfoneiro.Alcides Filetti fazia parte também e formavam o trio juntamente com esses dois amigos com seu amigo Nêgo. Cantou em dupla também com  sua esposa Hercilia Éster Durante, formando do Duo Tangará – Lolita e Ribeira, quando integravam o elenco musical da Rádio independência de S.Bernardo do Campo.Outra dupla de relevo que se formou em Itapira e até hoje alguns estão na ativa foram os itapirenses José Stringuetti (Zé Londrino) e Ailton D’Aro Sanches. Estes gravaram um CD com o título “Homenagem ao Roceiro” onde estão gravados para a posteridade os seus maiores sucessos, “Cicatriz de uma Saudade”, “ Baião da Verdade”, “Homenagem à Itapira”, “No meu Sertão”, “Inquilina do Coração” (autoria de Paulistinha), “Saudade de um Berrante”, Zé Londrino e Conceição Pavezzi), e muitas outras. Quase todas as outras músicas são de autoria do saudoso Acil Peres (Zé Coqueiro).

         

1 - Goianinho e Ribeira  2 - Dupla Beija-Flor  3 - Duo Tangará

Os dois Zé Londrino e Ilton D’Aro Sanchez aprenderam a tocar de ouvido e seu valor aumenta ainda mais por esse fato.Eram autodidatas da música e possuidores de dores vocais mais apurados que já se ouviu; A dupla além de viola e violão tocava, cavaquinho e gaita de boca, pandeiro e afoxé. Foram ouvidos pelo governador Paulo Egídio Martins quando em este esteve visitando Barretos. Foram apresentados pela TV Cultura e EPTV quando faziam parte da antiga “Orquestra de Violeiro de Itapira.  Zé Londrino fez dupla, tocando viola e violão com Agenor Gonçalves (o Paulistinha, com Marianito, Zé e Ilzinho e finalmente com Ilton Sanches.Outras duplas sertanejas tais como: Os Irmãos Siqueira, Pedro Barbosa, Mario Santa Luzia, Antonio Lameu, Albano e Albaninho, Mineiro e Mineirinho e Paulistinha, Pinheirinho e Paulistinha,  Dário Buscariolli, Aparecido Marcelino, Dourado da Santa Casa, com seu característico violino e cavaquinho.

   

Também a Orquestra Sertaneja Itapirense” teve a presença marcante do Zé Fronteira com toda a maestria da sua voz harmoniosa e soberba. Zé Fronteira nasceu em 5 de agosto de 1931 e faleceu em 23 de junho de 1998.

Um trio que marcou época em Itapira foi o Trio Mexe-mexe composto por Renato de Oliveira, que foi funcionário da Prefeitura como tesoureiro e setor  de lançadoria), Eugênio de Oliveira Netto e Orlando Costa.(maestro Cipó). Essa figura notória de nossa história pertenceu ao cast da Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, e fez grande sucesso na época, levando o nome de Itapira para todo o Brasil. Zé Londrino ainda fez parte do trio Maringá composto por Campo Belo (Alair Moreira) e Nininho (Ângelo Zago), quando se apresentavam na Rádio Bandeirantes da Capital, patrocinado pelo Expresso Cristália, dos saudoso José Benedito Coloço.Como dissemos inúmeras foram as duplas sertanejas que passaram  e que ainda estão presentes em Itapira. Passamos a citar mais algumas duplas, de muita audiência pela Radio Clube e pelos bares de Itapira: Souza e Godoy, Cardoso e Cardozinho, Girassol e Jaguari Totti e Alair Moreira, Zé Fronteira, (ou José Leonello ou ainda Zé Patativa) formou dupla com muitos parceiros. Com o José Carlos Bellini formou a dupla “Goianinho e Patativa”; com o Ângelo Zago (Ninim) e o Alair Moreira, formando do trio Maringá; Campo Belo, Zé Fronteira e Ninim Zago; com Noé Diniz formou a dupla Patativa e Beija-Flor.

1 - Zé Londrino e Ílton Sanches na capa do Cd lançado em 2003  2 - Zé Londrino e Paulistinha

       

1 - Trio Maringá  2 - Zézinho e Paulistinha

 Comandou programas sertanejos pela Rádio Clube de Itapira em 1980 tais como “A Paineira da Fazenda” (programa iniciado por José Carlos Bellini, Angélica sua esposa e Arlindo Bellini. Ficou tempos no ar como os programas “Noite Cabocla”; “Boa Noite Sertão”; “Meu Rincão” e “Domingão Sertanejo”.

 Merece citação  nesta matéria o “Trio da Saudade, pela sua afinadas vozes e pelo uso magistral do violão e da viola e da sanfona que desde cedo aprenderam  a tocar. Seus componentes  eram o seu José e Oswaldo Bittencourt (irmãos) que nasceram em Careaçu, Minas Gerais. Desde muito cedo aprenderam a dedilhar os instrumentos de cordas  e a se apresentar em rodinhas de amigos e nas festas e bailes da fazenda que administrava.Passaram a cantar na Rádio Transmissora de Serra Negra com o nome de dupla da saudade e faziam muito sucesso naqueles idos da década de 1950. A dupla Zezé e Oswaldo receberam em 13 de junho de 1954, premiação na Rádio Emissora de Serra Negra e de lá para cá fizeram muito sucesso. Sua mudança para Itapira se seu deu em 1951 e fala com saudade da Rádio Clube de Itapira, do Zé Coqueiro, do Circo Teatro Irmãos Almeida. José Bittencourt administra o “Palace Hotel” de sua propriedade ao lado do Mercado Municipal de Itapira e vive com muitas lembranças pelas suas incursões no mundo da música sertaneja o que lhe trouxe muita alegria e a felicidade. Foi sem sombra de dúvida um dos famosos cantores de música sertaneja da região juntamente com seu irmão Oswaldo.

            

1 - Trio da Saudade  2 - Dupla Zezé e Oswaldo da Rádio de Serra Negra em 1950

Radicado em Itapira desde 1951

Após os anos 50 a 70 em diante muitos outros conjuntos e duplas sertanejas pipocaram por Itapira.Fica impossível discorrer sobre todas nesse espaço, no entanto sempre é bom lembrar que essa música raiz fruto da terra vem renascendo aos poucos e nas festas de peão boaideiro muitas músicas são lembradas. Emissoras de TV, rádios e ainda nos palcos auditórios, bares, festas, comemorações... contiuam a sua trajetória alegrando e relembrando com emoção antigos sucessos de duplas sertanejas existentes pelo Brasil afora. Que esse tipo de ritmo fruto de nossas origens possam continuar a merecer de todos o incentivo e o patrocínio de pessoas e empresas aficionadas às mais puras de nossas músicas.

Raul Rodrigues Geraldi (Raulzito)

Raulzito na Capa de seu CD gravado em fevereiro de 1985

 

Girassol e Jaguarí - Nelson Rodrigues de Campos

Nasceu em Mogi Guaçu aos 22 de abril de 1944. Portador de Paralisia infantil desde o primeiro ano de vida. De lá pra cá só após complicações com outras doenças e obesidade, viveu em cadeira de rodas. Apesar disso não deixou de aprender a tocar e a cantar músicas sertanejas. Veio residir em Itapira com 12 anos e aos 14 começou dedilhar seu violão e sua viola. Naquela época seu pai lhe deu uma viola comprada na casa Teté e de lá pra cá fez muito sucesso, e  alegrou até bem pouco tempo as sessões domingueiras se apresentando na rádio Clube de Itapira. Formou a dupla Girassol e Jaguari, onde ele era o Girassol. Depois de desfeita a dupla, assumiu o nome de Jaguari, onde passou a cantar com Darley , seu primo. Há cerca de 2 anos Jaguari gravou um CD onde muitas músicas ali estão gravadas dentre as quais:”No meu Sertão”, “Felicidade Morta”, “A Esperança é a Última que Morre”...

Jaguari faleceu em setembro de 2007, deixando um enorme vazio na música sertaneja de nossa região.

Foto do ano de 2000 vendo-se Jaguari, sendo homenageado pelo José Luiz Palandi, líder do programa "Domingão Sertanejo"

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Fanfarras

As primeiras fanfarras itapirenses tiveram sua origem nas primeiras escolas que foram criadas em nossa cidade (década de 50). A primeira que temos conhecimento foi a fanfarra do EEESO. Anexamos, conforme se vê em matéria do site do Dr. João Carlos de Oliveira os princípios históricos dessa casa de ensino e mais abaixo o histórico sobre as fanfarras de Itapira.

"A hoje EEESO, foi fundada em 28/11/39 por decreto de 21/11/39 assinado pelo Sr. Interventor do Estado de São Paulo, Dr. Adhemar de Barros.
Instalou-se inicialmente à Rua João de Moraes, 490 (antiga Casa de Saúde e hoje nossa Prefeitura Municipal), lá ficando até 1951. Transferiu-se em 1952 para o majestoso imóvel à praça Mogi Mirim s/n, de arquitetura sempre atual. Teve varias denominações nos seus quase 67 anos de vida, conforme recordamos a seguir. Recordemos: Ginásio Estadual de Itapira, Ginásio Estadual e Escola Normal, Colégio Estadual e Escola Normal Da. Elvira Santos Oliveira, IEEESO, EE 1º e 2º Graus, EE 2º Grau Da.Elvira Santos Oliveira e atualmente EEESO.
A nós ex-alunos cumpre-nos agradecer e reconhecer a excelente qualidade de ensino que recebemos através de Corpos Docentes sempre qualificados, dedicados e confiantes nos seus discípulos, transmitindo-nos e estimulando-nos com alegria e prazer seus ensinamentos.

Com o tempo nos resignamos, que de fato A Educação é o Único Caminho como plantaram em nossas mentes aqueles Mestres.
Cumpre-nos ainda reconhecer e exaltar a importância desde a concepção até a conquista exercida a época pelo Exmo. Sr. Prefeito Municipal Sr. Caetano Munhoz que através de sua liderança política, como porta voz da população itapirense e do seu bom relacionamento como Sr. Interventor do Estado de São Paulo Dr. Adhemar de Barros, de forma convincente e perseverante, própria do seu perfil de grande homem publico, atingiu os objetivos de então, trazendo-nos o tão sonhado Ginásio do Estado, obra muito disputada por outras cidades.
Agradecemos ainda ao povo de Itapira, que cientes da importância da escola uniu-se ao clamor que partia dos quatros cantos da cidade e por cerca de 1 ano colaborou através de campanhas, festas, quermesses, almoços, donativos para a manutenção dos serviços, bem como dos salários dos professores e funcionários.
Devemos ainda a nossa gratidão ao Exmo. Sr. Antonio Serra quando, em 1946 enquanto Interventor municipal, envidou esforços dedicação e trabalho anexando a Escola Normal, responsável pela formação de vários professores locais e da região.

Para finalizar fazemos o nosso agradecimento especial para este grande Itapirense, um grande mecenas, o nosso maior filantropo “Comendador Virgolino de Oliveira”, que como sempre, de forma altruísta se fez presente, em todas as iniciativas da nossa Escola, emprestando-nos seu apoio, suas idéias e seu prestigio político.

Em suma, pela educação recebida: Fomos Felizes e o sabemos, parafraseando Ataulfo.

Matéria extraída do site do Dr. João Carlos de Oliveira

http:// www.aexaeso.com "

 Associação dos Ex-alunos do EEESO

 A Associação dos Ex-alunos da EEESO é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 18/12/05 sob a inspiração e iniciativa do Professor Jose de Oliveira Barretto Sobrinho, com a finalidade precípua de colaborar com o esporte, bem como com outras atividades sociais de relevância tanto na nossa "EEESO" quanto na comunidade itapirense, através de seus grupos de assessoramento.

Também tem como finalidade marcante, promover o congraçamento dos ex-alunos da EEESO através dos jogos olímpicos anuais os quais culminarão com a Festa de Encerramento nos salões de festa do Clube de Campo Santa-Fé, até que se construa a tão sonhada sede própria (sonhar não custa nada quando cremos na determinação e desprendimento de tão nobres e operosas gerações que se sucederam).

1ª Diretoria Administrativa para o biênio de 2006/2007.

Para aqueles que cultivam a nobre arte da política, disponibilizamos nosso estatuto para que o mesmo norteie as próximas duzentas eleições bianuais, dentro do senso ético que o mesmo foi concebido.
Download do Estatuto.

Mas lembre-se que a participação de todos nos nossos eventos é fundamental.
 

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Histórico da fundação das fanfarras

A história da fundação das fanfarras do EEESO e ETC de Itapira provavelmente se perdeu por aí e está em alguma matéria ou encarcerada na memória de um ou outro estudante que passaram por essas nossas escolas. Mas, podemos ver em matéria do historiador Jácomo Mandatto, (Livro  "A História Ilustrada de Itapira", editado em 1996, à página 55) o seguinte relato:

“...Em 1944, a 8 de dezembro, foi fundada a ETC de Itapira. Um de seus professores e futuro diretor, Fenízio Marchini, organizou magníficos desfiles, introduzindo a baliza diante da fanfarra da escola. Salvo engano da minha parte (do historiador Jácomo), a primeira baliza em 1953, foi Teresinha Costa Pinto, sra. Osmar Simões. Entre outras balizas que se destacaram pela graça e beleza de suas evoluções estão Maria Guimarães Leite e Ângela Moura (filha do diretor do Grupos Julio Mesquita Cândido Moura). Suas apresentações nos anos 50, marcaram época. Ângela Moura era baliza do Colégio Estadual e Escola Normal D. Elvira Santos de Oliveira...”

Vemos portanto que as fanfarras em Itapira foram fundadas na década de 50 e até hoje estão aí trazendo muita a alegria nas comemorações e festejando as datas mais importantes do Brasil e de nossa cidade.

Fanfarra do EEESO (Escola Estadual Elvira Santos de Oliveira)

Foto do desfile dos alunos do Instituto de Educação Elvira Santos Oliveira – IEESO, por ocasião do aniversário de Itapira, em 24 de outubro de 1973, quando estavam chegando em nossa praça central, Bernardino de Campos. Na frente está José Henrique Bacchin, Salete Riboldi e Pedro Rogatto, entre outros alunos.

    

1 -Foto do desfile da década de 1950 e de 1964 (essas estudantes não foram reconhecidas) 

2 - Na foto de 1964 podemos ver as candidatas à "mais bela desportita" da Olímpíada do EEESO.

Vemos da esquerda par a direita: Elizabete Rizzo de Oliveira, Regina Fecci, Vânia Caio, 

Regina Helena Ulhôa Canto (vencedora), Maria Salete Barreta e Lucia de Souza

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Fanfarra da 

Escola Técnica de Comércio de Itapira 

(ver matéria em outro local deste site.

 

             

 

1 - Fanfarras da ETC nas décadas de em 1954

Vemos na foto da direita Terezinha Costa Pinto à frente da fanfarra da ETC, em 1954. Aparecem: Ricardo Passarella Filho, Edgar Bagatella, Guilherme de ulhôa Cintra Pereira, Benedito Leite de Moraes, Gilberto Monezzi, Virgilio Barreta Moino (Nino) e Israel Bologna

No dia 8 de dezembro de 1944 era fundada em Itapira uma Escola Técnica de Comércio, pelos professores Benedito Nascimento Rosa e Orestes de Jácomo, sendo instalada no sobrado localizado na esquina das ruas Comendador João Cintra com Bento da Rocha, prédio eese que pertenceu à família Butti.

Funcionando por mais de um quarto de século, a Escola teve como diretores os professores: Jerônimo Terra, Benedito Flores de Azevedo, Orestes de Jácomo, Alvarino Lopes Pinheiro, Fenízio Marchini, Terezinha Cescon, Celina M.Pereira Ulbricht Lapa e Cecília Barel.Foi iniciada

O jornal “Folha de Itapira” registrando o transcurso do 24º aniversário de fundação da Escola, completava a noticia anunciando que o próximo ano de 1969, seria dos “mais festivos para a Escola, face a ocorrência do seu jubileu de Prata.Talvez então já possa estar instalada em prédio mais adequado a seu funcionamento, pois cuida-se da cessão pelo Estado do prédio do antigo Fórum – Casa da Cultura, junto ao Parque Juca Mulato.Aí então terá a Escola Técnica de Comércio meios para atender maior número de jovens e ampliar seus cursos”.

Não foi o que aconteceu. A Escola continuou instalada no antigo e belo sobrado durante mais alguns anos, quando então cerrou suas atividades.Nessa ocasião o estabelecimento pertencia a professores de Ouro Fino (MG).Registre-se aqui o empenho dos srs. João Manoel Galdi e Evaristo Ramos de Oliveira além do apoio da Associação Comercial de Itapira, na implantação da Escola Técnica de Comércio, desde 1944 até 1979, quando infelizmente foi extinta. O prof.Alvarinho Lopes Pinheiro foi, também, um grande batalhador para que a escola sobrevivesse.

Foi iniciada pelo empreendedor Evaristo Ramos de Oliveira, prof. Benedito Nascimentos Rosas, João Batista Rossi e outros.

Em 1947 formou-se a primeira turma da ETC e na época era seu diretor Benedito Flores de Azevedo, Orestes de Jácomo, secretário. O paraninfo foi o sr. Evaristo Ramos de Oliveira. Estiveram presentes os professores: Mario Fonseca Filho, prof. De Português e Francês; Sebastião Bretãs, prof. de Física e Química; Diva Riboldi, profa.. Jurídica e Estatística; Mauro Xavier de Souza, prof.de Contabilidade e inglês; Carlos Eduardo Ornelas, prof. de Matemática e História.Estavam presentes ainda o sr. José Elias Souza Filho, Inspetor Federal, Dr. Célio de Melo Almada.

Os formandos eram os srs. Aylton Brandão, Acylio de Souza Faria, Gilberto Vasconcellos Pereira, Murilo Arruda, Neusa de Almeida Peres, Florêncio Avancini, José Gimenes Soares, Nelson Valério,Gelda Guimarães, Maria Salomé Guimarães Leme e Idalo Olivo Paschoal.

Fanfarras Diversas

       

2 momentos da fanfarra D. Izaura da Silva Vieira 

  

1 - Escola Prof.João Simoes  2 - Grupo Escoteiro de Itapira, dirigido pelo prof.Fenizio Marchini em 1964

Fanfarra do Grupo Escolar “Júlio Mesquita” no desfile de 24 de outubro de 1970

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