ARTISTAS E SUAS OBRAS
Obras em tela, aquarela, afrescos, porcelanas, xilogravuras...
TENENTE PINTOR

Antenor Rodrigues
(Tenente Pintor)
(20 de abril de 1903 - 26 de julho de 1973)
O “Círcolo Italo-Brasileiro di Itapira” conseguiu em fevereiro de 1997, levar mais um evento cultural e artístisco em seus espaços com o aval de seu diretor Walter Ricciluca.
Atendendo o trabalho conjunto dos abnegados itapirenses Dr. Paulo Fernandes, Paulo Martins Santiago e Jácomo Mandatto foi levado a efeito uma homenagem póstuma, não mais que merecida ao conhecido pintor Antenor Rodrigues, o popular “Tenente Pintor”.Não se sabia quantas telas estava por aí alhures até começarem a fluir de muitas famílias obras lindíssimas e de grande valor Artístico e histórico para a nossa cidade.
Cerca de 40 obras foram reunidas através do chamamento dos organizadores do evento.Cada qual tinha uma história do porque as telas do “tenente” estavam em seu poder, no entanto, nada melhor que parafrasear o Dr. Paulo Fernandes em seu discurso de agradecimento: “...E pergunto , porque estes quadros, de um pintor tão pobre, tão solitário (feitos de material tão rústico, tão tosco), foram guardados e preservados por mais de trinta ou quarenta anos? A resposta só pode estar na beleza da obra.Falar de arte é trair a própria arte: ela fala sozinha...”.
Essa mostra deverá ficar registrada para a posteridade se harmonizar com a humildade e o talento artístico que emergiu da alma do “Tenente Pintor” durante tanto tempo.Que eventos como esse possam cada vez mais abrilhantar a tradição conservadora e a admiração pela cultura artística de nossa terra.
N.A – Em “matérias do autor”, neste mesmo site podemos ver a história completa do “Tenente Pintor”.

Casa em ruínas em 1978 onde morou o "Tenente Pintor", nos fundos da casa do Tatico de Almeida

Casa do "Tatico", ainda não demolida.Tenente morou nos fundos dessa casa

Vista do que restou da casa do Erasto de Almeida (Tático).
Podemos ver o portão de entrada decorado com os pilares laterais e o muro também com pilares sequenciando a casa e o terreno fazendo esquina com a praça do "Tenente Pintor"
Algumas Telas do Tenente

Tela mostrando a represa do rio da PenhaA e casa de máquinas no Cubatão e linda paisagem rural

Residência de José Venturini, na arte de Tenente Pintor e quadro do acervo de Dr.Fernando Serra.

Paisagem bucólica - Obra pertencente ao autor da página datada da década de 70 -
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PAULINO SANTIAGO

Paulino Martins Santiago
( 25-01-1919 - 07-10-2003)
Pessoa muito conhecida e estimadíssima em Itapira. Desde garoto começou a se interessar pela arte da fotografia, tendo herdado de seu pai José Martins Santiago essa verve artística. Tanto seu pai quanto Paulino fotografaram cada qual no seu tempo muito do povo e da historia de Itapira, tendo nos legado imagens primorosas dos primórdios de nossa história. Com apenas 14 anos Paulino já se iniciara na arte fotográfica. Nasceu em 25 de janeiro de 1919 e era filho de José Martins Santiago e dona. Maria Cestaro, tendo as irmãs Hilde, casada com Antonio Salomão; Clarinha viúva de Benedito Leite de Morais. Casou-se com dona Maria de Lourdes Alvarenga em 26 de julho de 1952. São filhos de Paulino e dona Maria de Lourdes: André Luiz, casado com Roseli Bueno; Rita de Cássia; Paulinho (falecido); José Theodoro e Luiz Otávio, casado com Ana Luiza Franklin da Cunha. Paulino se destacou no teatro, tanto como fundador do Teatro que leva seu nome, quanto ator dos mais brilhantes. Encenou muitas peças desde os tempos do GTIB, fundados por José Marella (Bepe) e Romilda Boretti já enfocado por mim nesta página sob o título “matérias do autor”.Paulino também se dedicou à pintura e à escultura tendo legado inúmeras telas que descansam hoje em muitos acervos particulares. Algumas das últimas obras foram realizadas a pedido do Dr. Paulo Fernandes, tendo sido criada comissão composta do historiador Jácomo Mandatto, Dr. Sérgio de Freitas, Leonor Rodrigues Gomes Lopes e a professora (e irmã do Paulino), Clarinha Martins Santiago Leite de Morais. O espaço foi cedido pela diretoria do Colégio Anglo. Assim as telas do “padre Amorim”, do “Delegado Joaquim Firmino” e do “cel Francisco Vieira” hoje figuram expostas na entrada daquela exemplar casa de ensino. Durante a exposição dessas obras foram realizadas homenagens a esses vultos célebres de nossa história tendo também engrandecido o próprio autor desse riquíssimo acervo.
Paulino foi homem do esporte tendo colaborado desde há muito tempo, sempre retratando os times de futebol e as atividades esportivas em diferentes épocas que passaram se apresentaram nos gramados de nossa terra. Essas fotos hoje se transformaram em verdadeiras relíquias do passado e são a memória viva legadas por esse homem dos 7 instrumentos que foi Paulino Santiago. O estúdio fotográfico do Paulino no passado ficava na rua João de Morais e todos conheciam aquele cantinho onde os “retratos” eram tirados principalmente nos dias de folga pelas famílias. Alí afluíam para os que queriam guardar de lembranças as fotos, seja em dias de alguma comemoração, aniversários, casamentos, batizados, noivados, fotos de namorados, etc. Paulino era frequentemente chamado para fotografar eventos os mais diversos possíveis e cumpria religiosamente todas a tarefas com muito dinamismo e humor. A pescaria fazia parte do descanso do Paulino e vez ou outra estava indo ele lá pelas bandas de Goiás e Mato Grosso. Há muitas fotografias tiradas pelo Paulino nessas pescarias e caçadas. Seus companheiros eram pessoas seletas de seu circulo de amizades e sempre participavam tendo o Paulino a tiracolo para essas incursões. Eram eles: Dudu Camargo, (da loja de sapatos), Neno Coraça, Heládio Soares de Alvarenga (farmacêutico e funcionário do posto de saúde), Odil Odorico Alvarenga, Siqueira e muitos outros. Sempre foi ótimo pai de família e legou ao seus filhos André Luiz Santiago, José e Luiz a continuidade de sua arte. Todos eles exímios artistas fotográficos de cuja verve frutificará. Um último trabalho realizado foi em uma tela a óleo encomendado por Francisco Antonio Siqueira (Chico Brígida), pai do Vladimir Siqueira e que já está ´pronta em seu ateliê. Em data recente Paulino foi homenageado pelo Rotary Clube de Itapira, através de seu presidente José Tenório que lhe ofertou um belíssimo diploma em homenagem ao Dia Internacional da Fotografia. Paulino faleceu no dia 07 de Outubro de 2003 e deixou lágrimas na alma e nos corações de todos incluindo e principalmente daqueles que não puderam comparecer durante o seu velório. Assim partem as boas almas e deixam aos que ficam um hiato que jamais poderá ser preenchido. Por certo lá, onde quer que esteja, estará levando a sua arte, suas anedotas e os casos contados ao pé da orelha sempre com muito humor e "marotice". Por certo está reencontrado com mestres de seu passado e se maravilhando com as cores, brilhos, e novas perspectivas do imaginário mundo das imagens que aqui soube tão bem expressar. Paulino sempre foi uma criança perante a vida e não passou em brancas nuvens, tendo vivido cada momento com humor e alegria, mesmo nas atribulações.
Eis aí a criança com dois anos apenas, que nasceu para ser Paulino Martins Santiago.
"Sempre foi uma criança perante a vida..."
Na
semana Juca Mulato Paulino foi
homenageado e foi premiado com uma Exposição de Artes Plásticas de suas mais
famosas obras. O acontecimento se deu no dia 24 de agosto de 1999 na Casa da
Cultura “João Torrecillas Filho”. Paulino fez uma pré-seleção e anunciou
uma galeria com algum toque de humor. Alem de suas mais importantes obras
apresentou painéis com pinceladas de seu pincel mágico e muita criatividade as
figuras notórias de nossa história. Assim num transformismo bastante expressivo
cultua os vultos de Jácomo Mandato que aparece com um “mega-topete sem
transfiguração da fisionomia característica do historiador. Reproduziu ainda
a mim, autor da página como "desbravador de Eleutério", com roupas de
bandeirante, motivado pelas nossas incursões em busca de novos ângulos históricos
e fotográficos naquelas paragens...Menotti Del Picchia e Olga (Doda) Serra, também
tiveram suas expressões indelevelmente modeladas criando a sensação de um
transformismo amolecido tal qual Salvador Dali representou em muitas das suas
obras.
Na semana Juca Mulato Paulino foi homenageado
Da esquerda para a direita vemos: Olga (Doda) Serra, artista plástica, Roseli Ap. Bueno, esposa do André Luiz, nora do Paulino, André Luiz, fotógrafo, filho do Paulino, Paulino Santiago, Sergio de Freitas, Tiago Menezes, escritor, Totonho Munhoz, prefeito municipal, Jácomo Mandatto, historiador, Lillia Ap Pereira da Silva, escritora e poetisa, e Kali diretor do DECET.
Obras caricatas e transformistas de Paulino

Menotti Del Picchia, Jácomo Mandatto com seu "mega-topete" e Odete com Henricão e o Rei Nabor mais abaixo no quadro

Olga (Doda) Serra, artísta plástica com estágio de ascensão, Lília Ap. Pereira da Silva e
Sérgio de Freitas, como "fundador de Eleutério" em seu traje de bandeirante

Tela sobre óleo retratando a Clínica Cristália no início de sua fundação

1 - Vista do parque Av.dos Biris no “Juca Mulato” 2 - Escadão que dava acesso à “Pinguela” 3 – “Fazenda do Cedro”

Joaquim Firmino, Cel Francisco Vieira e Padre Amorim
Essas obras estão expostas na porta de entrada do Colégio Anglo de Itapira

A ponte de madeira, a famosa Pinguela retratada por Paulino, usada para cruzar o rio da Penha
Essa ponte localizava-se no local chamado "coloninha do Feriam e foi substituida hoje por outra ponte de concreto que liga a Av. dos Italianos ao Cubatão.
2 - Bandeiras das Congadas itapirenses: A estampa de São Benedito foi pintada por Paulino Santiago.

Santa Ceia, obra prima de Paulino, presenteada à Lucia mulher do autor da página
Paulino e o Teatro
Troféu
“Paulino Santiago”
Além de todas as suas virtudes artísticas já aqui enumeradas Paulino também foi um excelente ator, fazendo uso de suas técnicas como pintor nos próprios cenários teatrais, ajudando inclusive na sua montagem. Paulino foi tão produtivo nessa arte cênica que motivou a criação em 1981 do troféu “Paulino Santiago”, promovido pela Prefeitura Municipal de Itapira através do Departamento de Educação e Cultura, setor de Coordenação Artística e Cultural do Município.
Em 26 de dezembro de 1981, nos salões do Clube XV de Novembro foi realizado um baile de gala, abrilhantado por “Toninho e sua Orquestra”, durante o qual foram entregues os troféu “Paulino Santiago” aos melhores do teatro desse ano. ”Estiveram presentes prestigiando o acontecimento, os atores teatrais de nossa cidade, autoridades, simpatizantes da arte cênica, familiares dos homenageados, delegações de Rio Claro e Campinas, que veio demonstrar a importância dessa promoção e o quanto o homenageado “Paulino Santiago” é querido e admirado no cenário artístico de Itapira e região”. Muitos grupos participaram e foram agraciados pelo troféu de Paulino Martins Santiago. A apresentação ficou a cargo de Thiers Camargo e Cristina Trigo Martins.
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ELENYR BORETTI E MARIA LUCIA FERREIRA NOBRE

Elenyr Boretti e o autor da página
Itapirense, nascida aos 29 de maio de 1919, filha do casal Clodomiro Boretti e de Luigia Casarini. Pertence ao clã dos Boretti, tradicional família de nossa cidade. Casou-se com o dr. Natanael Ferreira Nobre, advogado (1914-1997) e teve as filhas Maristela e Maria Lucia Ferreira Nobre que é casada com o dr. Rubens Falco Alati, também advogado.
Elenyr há mais de 50 anos vem se dedicando a pintura de telas, porcelanas, e toda sorte de material que possa servir para apor sua sensibilidade artística. A partir de um certo estágio de sua vida, por volta de 1990, começou, como soe acontecer com todo mestre, a ministrar aulas. Muitos alunos itapirenses puderam absorver com técnica e desenvoltura e sensibilidade toda sorte de ensinamentos da professora Elenyr Boretti.
Elenyr sempre demonstrou tendências para as atividades artísticas de um modo geral. Teve aulas durante 3 anos com o famoso artista plástico Durval Pereira. Diz que foi muito difícil conseguir se matricular na escola do sr. Durval, já que ele não tinha mais vaga para alunos de pintura e que seu ateliê não tinha mais espaço para abrigar as obras produzidas. Como muito jeito e a pedido de outras alunas, conseguiu seu intento. De lá para cá só viu crescer suas habilidades com uma rica produção de telas e outras obras artísticas.Há mais de 50 anos vem ministrando suas aulas a uma plêiade de alunos, hoje já famosos tal e qual a mestra. Tantas foram as suas produções e suas exposições que hoje fez escola tendo inúmeros alunos sobejamente conhecidos em nossa cidade. Muitos desses discípulos de Elenyr já tendo expostos suas telas com muita maestria beleza e sensibilidade. Cada um em seus estilos próprios buscou na mestra Elenir os passos básicos para elaborar suas virtudes artísticas. Tem produzido maravilhosas peças de porcelana de cujas pinturas sobressaem a leveza e as cores em matizes. Suas telas emolduram residências de vultos famosos tais como D.Carmem Ruete, em Itapira, Cely Campello, famosa cantora dos anos 60 de São Paulo e muitos outros
Apenas para lembrar, mais de uma centena de alunos receberam orientações e aprendizado sobre arte de Elenyr. Seria impossível, diz Elenyr, lembrar-se todos e como uma pequena amostragem cita-se: Angélica Moises, Marina Clara Vieira de Godoy, esposa do atual prefeito Antonio Helio Nicolai, Maria Marcatti, Andréia Stevanatto, Sonia Boretti, Neia Carvalho, Fany de Mello Sartori, esposa do Dr. Mello (de saudosa memória), Lina Ribeiro, Andréia Bataglini, Ana Carolina Campana, Paola (neta de Elenyr) José A.Tenório, Rosangela Pavinatto, Valéria Fochesatto, Marina Mendes, esposa de Alberto Mendes, Larissa Riberti, Cibele Oliveira, Ivone Pompeu, Elaine Alcici...
Sua casa é um verdadeiro ateliê e pode-se admirar por todos os cômodos, dezenas de telas, pinturas em porcelana e medalhas outorgadas em exposições em várias cidades brasileiras incluindo São Paulo. As imagens abaixo dizem melhor dessas plenitudes. Obras à óleo sobre tela, compondo lindas “rosas. Os marítimos”: um deles premiado com medalha de ouro em São Paulo, outros com medalhas de prata e menção honrosa..., personagens solitários testemunhando uma solidez de estilo diferenciado, De outra tela extraímos um saudosismo de ambientes, de calmarias, lembrando um passado remoto, com pouco movimento e deixando o julgamento para aqueles que podem ver fundo a psicologia do descanso. Impossível penetrar nesse mundo e caracterizar tudo apenas com a palavra. Os sentimentos não encontram expressividade para esse mergulho e fica para o nosso íntimo recolhimento a reflexão do admirável mundo interior. Dizia São Thomaz de Aquino: “O belo é tudo aquilo agrada a visão”, Acrescento que não há como perceber o belo, sem a participação do outro. Ambos, na plenitude da admiração contemplam em uníssono o ruído do silêncio. A arte se encontra aí incrustada na leveza dos momentos mais sublimes e das mais nobres introspecções da alma. Elenyr Boretti, é uma dessas artistas que transcendem as expectativas do mundo real para se permitir ser iluminada e brilhar eternamente na posteridade.
Boníssima, bem humorada, sorridente, sempre deixando transparecer uma felicidade e uma paz inesgotáveis. Fala de suas obras como se falasse de seus filhos e as memórias, ressoam em suas adrenalinas num gotejar constante de suas lembranças. Apraz-nos ouví-la e senti-la ainda como uma criança, tal a sua vibração por ter produzido com tanto carinho milhares de obras artísticas. Reverenciamos sua personalidade artística e nos colocamos em posição de respeito e gratidão por ela ter brindado Itapira com a majestade de sua presença há mais de 50 anos.
Obras e Prêmios
Porcelanas



Óleo sobre telas



Prêmios

D.Elenyr Boretti e o Livro "Artes Plásticas - Brasil 90 -"
Capa do Livro "Artes Plásticas - Brasil 90 -" e da separata onde Elenyr Boretti Nobre é citada e biografada
Sérgio Telles - 1ª Edição, 1989
Cursos e Exposições
Curso
de pintura em porcelana nas cidades de Campinas e São Paulo, com os professores
Mário Watanabo e Luís Wakau ;
Curso
de pintura na cidade de São Paulo, com a professora Lize Forel Primitivo ;
Participações
e Prêmios
Participação
em diversas exposições de pintura em Porcelana
1975
– I Salão de Artes Plásticas de Itapira – Menção Honrosa
1976
– II Salão de Artes Plásticas de Itapira – Menção Honrosa
1979
– Salão de Artes Plásticas de Amparo
1979
– Salão Limeirense de Arte Contemporânea
1979
– Salão Paulista de Belas Artes
1980
– Exposição de Porcelana na cidade de São Paulo
1981
– Centro de Convivência Cultural de Campinas, individual, mediante aprovação
dos trabalhos
1983
– Salão de Artes Plásticas de Rio Claro
1983
– Salão da Primavera do Rio de Janeiro
1983
– Salão de Artes Plásticas de Ribeirão Preto
1983
– Salão Valenciano de Artes Plásticas – Valença (Rio de Janeiro)
1983
– Salão de Artes Plásticas de Araraquara
1983
– Salão Brigadeiro Eduardo Gomes, no Ibirapuera, na cidade de São Paulo –
Grande Medalha de Prata
1984
– Salão Pablo Picasso – São Paulo – Pequena Medalha de Prata
1987
– Salão Círculo Militar, na cidade de São Paulo – Grande Medalha de Prata
1987
– Salão do Cosario São Paulo – Medalha de Bronze
1988
– Semana Euclidiana na cidade de São José do Rio Pardo
1989
– I Salão de Artes de Mogi Mirim
1989 – Exposição Juca Mulato na cidade de Itapira – 1º Lugar : Prêmio
Aquisição – Tema : Itapira
1990
– II Salão de Artes de Mogi Mirim
1991
– Exposição no SENAC, na cidade de Itapira
Ainda sobre Elenyr Boretti e Maria Lucia sua filha...
Lília diz que:...
Lília visitou recentemente as artistas plásticas Elenyr Boretti e sua filha Maria Lucia Ferreira Alati e define com toda a sua sensibilidade crítica as obras dessas duas itapirenses de almas inquietas. Ficou maravilhada o que mereceu o belo texto publicado no jornal "Tribuna de Itapira"no domingo p.p. (19 de agosto de 2007). No seu entendimento abalizado nesses misteres, Lília deixa transbordar aos borbotões suas palavras de grande mestre. Assim nossa arttsta plástica de renome internacional busca definir as obras de Elenyr,
e discorre , “...com suavidade e leveza, sobre as borboletas pinceladas em jarras, as faianças (em baixo esmalte), com motivos húngaros, craquilados, onde extravasa a criatividade num pé de abajur que virou vaso...” E continua Lília...”Noutro conjunto de cerâmica em estilos variados (aqui), vasos que servem de abajures... Elenyr pintou mais de 30 aparelhos entre jantar, chá, café, bolo, a pedidos itapirenses. Também retratos em cerâmica, porcelana, através de um modelo de rosto que aprendeu, antes de enviar peças para expô-las na capital. Pintou azulejos para piscinas, mas acabou não dando certo devido ao cloro cáustico.Produziram ainda mãe e filha trabalhos artísticos em madeira (decuplagem), caixas forradas com interessantes por dentro, látex, e verniz.Também os porta velas artísticos, tampa de caixa com relevo em telas pequenas, bandejas de eucatex ‘MDF’; tampas de lixinhos, cestas de ‘biscuit’, placas com pintura e números de rua e pintura em relógio antigo...”.
Tudo isso num ateliê que acabou tomando a casa toda tal a imensa fartura de objetos de arte e a avassaladora sede de produzir-se mais.A arte emana em jorros dessas duas famosas itapirenses.
E continua Lília retratando agora, Maria Lucia que é também professora de pintura, como sua mãe Elenyr e tem turmas no período da manhã e à tarde. Já passaram pelos seus ensinamentos inúmeras alunas e cada qual hoje continua produzindo em seus estilos próprios. Maria Lucia tem preferência pelas paisagens e pela natureza morta. Vai do academicismo ao neoclassicismo e sofre influência e cita Lucilo de Albuquerque nesse estilo. Tem nas águas uma fixação e as paisagens marinhas, traz à nossa mente calmaria, admiração e leveza.
Maria Lúcia também tem trabalhos artísticos que vão desde pratos, telas no estilo “natureza morta” com enfoque em frutas, garrafas, jarras, latões de leite, balaios, queijos, vidros, etc até sopeiras em porcelana e molheiras com ouro. Elenyr mostrava ainda seus trabalhos a Lília, enquanto falava sobre como os pendores artísticos passou a fazer parte de sua história. Conta que que desde cedo se interessou como a mãe Elenyr, tendo sido ela a sua primeira professora de artes.
Em Campinas continuou seu aprendizado, tendo aulas de pintura emporcelana com os professores Cecília Yochida, Miriam Verga, Mario Watanabe, Geraldo Otero (seminário), Arlete Sarkis, (worshop), Toninha Linhares Ferro, Luis Wakao (dois seminários), e Ester Batista Silva (seminário).Participou das seguintes exposições: Associação Brasileira de Pintores em Porcelana; Associação Brasileira de Artistas em Porcelana (em São Paulo) –UBAP; Exposição em Águas de São Pedro (individual porcelana); várias exposições em Itapira; exposições em Mogi Mirim – óleo sobre tela. Outros cursos: batik – pintura em seda; diversos cursos de artesanato; cerâmica – baixo esmalte – “decoupage”; faiança (professora M.Filomena Junqueira Ruiz); óleo sobre tela (professora Elenyr Boretti Nobre; óleo sobre tela (professor Clóvis Pércio).’
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Leonor Rodrigues Gomes Lopes

Uma de suas obras em exposição
Leonor Rodrigues Gomes Lopes, (viúva de Anísio Lopes que era funcionário do então Posto de Saúde do Parque “Juca Mulato”) onde hoje funciona o PPA Central, é itapirense e conforme Lília, começou a se interessar por pinturas em porcelanas e depois para tela desde 1974. Teve seu mestre no professor Clóvis Pescio (catalogado) e Maria Tereza Vilela (Campinas) Teve cursos sobre artes plásticas por mais ou menos 4 anos e acabou por produzir sensíveis e lindas obras a partir de então.Leonor se espelha nos ambientes e formas ecológicas, da natureza morta. Suas telas à óleo exibe com maestria e bom gosto copos de leite gigantes, rosas com três botões, hortências, “Rosa Única”, “Duas Rosas”, “Lavadeiras”, “Girassóis”, “Antúrios”, “Veneza” “Afros”, etc. Possui em seu acervo inúmeras miniaturas em porcelana. Diz Leonor à Lília que em um ano pintou 76 telas, na época que perdeu seu filho Anísio Lopes Filho.
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Creusa Tofanello

Obras em exposição
Creusa Tofanello é itapirense, filha do casal Pedro Tofanello e Maria Conceição Alves.Tem se dedicado às artes e a pintura é um dos destaques de sua sensibilidade. Aí estão alguns exemplos de natureza morta e flores.
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Marina Mendes
Marina não é itapirense, mas está radicada aqui há muito tempo. É casada com o sr. Alberto Mendes, que já foi candidato a Prefeito e atualmente tem cargo de destaque na Prefeitura Municipal de itapira. Vencedora por diversas vezes do prêmio instituído por Lília em Itapira, essa artista plástica merece elogios sinceros e nas palavras de Lília tem expressividade maior as telas sobre óleo com diferentes texturas e material novo. Dessa maneira a “Igreja de Ouro Preto”, a “Pousada dos Imigrantes” (Santos), a “Igreja da Estrada da Fazenda do Salto”, a “Matriz de Nossa Senhora da Penha”, demolida em 1955 e muitas outras que se perfilam pelo ateliê repleto de lindas obras em tela...Ali estão presentes as suas telas com motivos floridos, uma delas tendo recebido a medalha de ouro em Serra Negra com o título de “Casario da Estrada de Amparo”. Produz inúmeras cópias de paisagens. Assim vê-se também por ali “Paisagens do Rio”, “Praia do Forte de Santos”. Equilibra os tons, matizando-os nos padrões artísticos mais requintados.
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Elisabeth de Castro

Exposição das obras óleo sobre tela de Elisabeth na Casa da Cultura de Itapira. Nesse dia esecutou mais de 30 telas de pessoas de vários segmentos da sociedade.
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Artistas diversos

Obras em óleo sobre tela de Leonor Lopes, Néia Sanfins Carvalho, Lourdes Iamarino e Elizabeth de Castro e os trabalhos em abrolhos de Wilma Miranda.Essas obras foram expostas no Panorama Gallery para visitação.
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Sidinéia Nogueira
Maria Sidinéia Puggina de Freitas, é itapirense, filha do casal Bernardo Puggina e Sebastiana de Lima. É casada com Décio Nogueira de Freitas
e vem desde há muito tempo evoluindo sua sensibilidade nas artes plásticas. Tem inúmeros quadros a óleo sobre tela produzidos e já expostos em muitos ambientes culturais. Em 2003 deixou sua marca registrada quando da inauguração da "Rosa Rose Modas", situada no "Comercial Sarkis Center".

A decoração em tons de rosa permitiu que Sidinéia alí registrasse com um painel
o destaque uma linda rosa que mostramos nessa imagem
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