A FAMILIA ARANTES
e os 5 TITULARES no BRASIL IMPÉRIO
1º Barão de Cabo Verde, Visconde de Arantes, Barão de Piumhi,
2ª Baronesa de Cajurú, Baronesa de Christina
Autor: Aníbal de Almeida Fernandes, 13o neto de João de Arantes e 5o neto de Antonio de Arantes Marques, Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca, MG, 22 de Agosto, 2008.
1) João de Arantes, o 1o Arantes, nascido no Século XV, Portugal.
A importante pesquisa do engenheiro lisboeta, Eduardo de Arantes e Oliveira que está descrita no trabalho Nantes ou Anantes ou Danantes (que hoje he Arantes) e que está registrada na pg. 1.024 do Livro da Família Arantes de Américo Arantes Pereira, serve de base para este resumo da origem dos Arantes, que identificou o primeiro Arantes que está registrado no Nobiliário “Coleção de Memórias Genealógicas”, (2º volume), manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga, de autoria do Padre Marcelino Pereira que viveu no século XVIII, era ele: João de Arantes que, no século XV, era João de Nantes, cujo sobrenome ficou assim até D. João IV, o Restaurador (1604-1656), 21o Rei de Portugal. Depois o sobrenome mudou para D’Anantes. Na segunda metade do século XVII o sobrenome passa a d'Arantes, ou de Arantes, forma moderna sob a qual passará a ser escrito e o é, até hoje. O sobrenome acompanha a evolução do nome desse lugarejo do Conselho de Chaves, Vila que pertencia à Casa dos Duques de Bragança. João de Arantes era c.c. Genebra de São Payo, eles aparecem oficialmente na história registrados no Arquivo Distrital de Braga, numa escritura feita a 16/02/1509 relativa ao aprazamento do casal de Remonte sito na freguesia de Arentim.
João de Arantes que é o 1o Arantes nasceu, cerca de 1460, sob o reinado de Afonso V, 1432-1481, 12o Rei de Portugal e, conforme a carta de nomeação encontrada, foi nomeado a 02/01/1488 “Condestável dos Espingardeiros do Reino" (o que equivalia a Ministro da Guerra), no turbulento reinado de D. João II (filho de Afonso V) de quem foi Cavaleiro da Casa Real. D. João II, 13o Rei de Portugal entre 1481-1495, o Príncipe Perfeito, (que teria servido de modelo para Maquiavel ao escrever O Príncipe), que assina o Tratado de Tordesilhas a 7/6/1494 e é o maior incentivador da 1ª ação globalizante da humanidade, o Ciclo das Descobertas Marítimas, ele é considerado o Grande Rei de Portugal, pois quando sobe ao trono trata de fortalecer o poder real aliando-se à burguesia mercantil de Lisboa e irritando a alta nobreza portuguesa que procura aliança com a Espanha. Entre eles, seu primo D. Fernando II, 3o Duque de Bragança[1], o maior e mais rico senhor de terras de Portugal, Castela, Navarra e Aragão que, por essa atitude, é degolado em Évora em 1483, a mando de D. João II, que confisca para a Coroa os riquíssimos bens da Casa de Bragança, a mais opulenta de Portugal. Os Bragança fogem para Castela, para o abrigo da rainha Isabel (aquela rainha que financiou Cristóvão Colombo na descoberta da América), e só voltam em 1497, quando D. Manoel I, que era tio de D. João II e irmão de D. Afonso V, assume o trono e restitui os bens da Casa de Bragança a D. Jaime, filho de D. Fernando II, que se torna o 4o Duque de Bragança.
João de Arantes, o 1o Arantes, foi o Senhor da Quinta de Romay (o Padre Marcelino Pereira, séc. XVIII, cita o Livro do pão que se pagava ao Cabido de Braga para provar que os Anantes/Arantes eram senhores da Quinta de Romay) que pertencera à Casa de Castro que, como diz o Marquês de Montebello, "era o solar de que todos os reis da Europa descendem". O nome Romay vem do Conde D. Romão, filho ilegítimo d’El Rey D. Fruella e neto d´El Rey D. Afonso, o Católico, no século VIII, Reis das Astúrias. Nós ficamos sabendo pelas Notas do Marquês de Montebello ao Nobiliário do Conde D. Pedro, (que é o trabalho citado pelo engenheiro Eduardo de Arantes e Oliveira em seu importante estudo), que a Quinta de Romay veio para a Casa dos Machados, pela mãe de Vasco Machado, Dona Mayor Mendes de Vasconcelos e que o aforamento do senhorio da Quinta de Romay a João de Arantes pode significar uma compensação pela transferência da Quinta de Nantes ao ramo primogênito e, nesse caso, os Arantes poderiam estar ligados aos Machados, que tem origem no Cavaleiro D. Mem Moniz de Gandarei conquistador de Santarém, (onde está enterrado Pedro Álvares Cabral) que tomou essa vila aos mouros rompendo com um machado as portas da cidade vindo, desse jeito, aos descendentes o apelido de Machado. Os Machados eram: Senhores de Nantes, do Solar dos Vasconcelos, da Torre de Geraz, de Cávado, Riba de Vizela, Passo, Pinho, Senhores da Casa de Castro e Senhores de Matosinhos. Portanto, é possível concluir com certeza que João de Arantes era, ele próprio, nobre por ser um Cavaleiro Fidalgo de sangue e espada, Senhor da Quinta de Romay e Morador da Casa Real. (Felgueiras Gayo, informa que o foro de cavaleiro e escudeiro era sinal de nobreza; principalmente quando o titulo já era usado antes da reforma feita por D. Sebastião, em 1572, que abrandou as exigências para a concessão dos títulos).
Atenção primos Arantes: em relação a todas as famílias brasileiras que eu pesquisei nos registros do Pedro Taques e do Silva Leme, nenhuma outra família descrita começa com um Condestável, Fidalgo de sangue e espada, Senhor da Quinta de Romay, Morador da Casa Real e todas essas qualificações são sinais inequívocos de nobreza e tudo isto com significativa antiguidade já que aconteceu em pleno século XV, ou seja, antes da descoberta do Brasil. Condestável substituiu na hierarquia militar o alferes-mor, e as suas funções aproximavam-se das que modernamente tem o chefe de estado-maior e, mais ainda, das dos mestres-de-campo-generais dos séc. XVI e XVII (Verbo, Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, vol. IV, 1279). E os soberanos que governavam mais de um reino ou senhorio tinham, em regra, um Condestável para cada um desses estados, como acontecia em Inglaterra.
Faço um enquadramento histórico para facilitar a compreensão desta minha afirmação, pois numa monarquia absoluta regida pela lei estamental (onde o Rei é dono de tudo e de todos no reino e faz o que quer) estas 3 qualificações sociais dão nobreza ao 1o Arantes, pois ele era Cavaleiro Fidalgo de sangue e espada, Senhor da Quinta de Romay, Morador da Casa Real. Eu comparo esta importante origem do 1o Arantes no séc. XV com a origem da atual família Real da Suécia no séc. XIX, uma vez que o atual Rei Sueco descende de um General de Napoleão Bonaparte chamado Bernadotte (que era casado com Desirée Clary, filha de um comerciante, que fora noiva de Napoleão e era irmã de da mulher de José Napoleão que foi o rei imposto à Espanha por Napoleão, irmão de José), que foi chamado pelos suecos para ser Rei da Suécia para agradar a Napoleão. Isto aconteceu no início de 1800, ou seja, mais de 300 anos após o nosso avô João de Arantes já ser Condestável d´El Rei, Fidalgo de sangue e espada, Morador da Casa Real e Senhor de Romay. Mais um detalhe: os pais e avós deste Bernadotte eram camponeses.
Segue abaixo a descendência de João de Arantes até seu 6o neto, Domingos de Arantes.
1: João de Arantes, o 1o Arantes, Condestável dos Espingardeiros, Cavaleiro Fidalgo de sangue e espada, Senhor da Quinta de Romay, Morador da Casa Real e sua mulher, Genebra de São Payo, devem ter nascido, entre 1460 e 1470, no reinado de D.Afonso V[2], João e Genebra tiveram, pelo menos, 3 filhos: João, o primogênito que herdou a Quinta de Romay, c.c. Francisca Macedo, da Casa de Samaça, Antonio (que recebeu Ordens Menores em 1511) e Diogo (de quem descendem os mais de 30.000 Arantes brasileiros) e cuja descendência segue abaixo até Domingos de Arantes:
2: Diogo de Arantes, Escudeiro Fidalgo do Rei e Morador da Casa Real, (estas qualificações constam da carta de nomeação como Escrivão e são sinais inequívocos de nobreza), ele foi nomeado, três vezes, Escrivão dos Órfãos e Tabelião de Entre Homem e Cávado, a 11/03/1511 e 18/02/1516 por D. Manoel e a 09/09/1522 por D. João III. Casou-se com Maria Pires de São Payo de Besteiros, pais de 5 filhos: Gaspar (n. 1530 e f. 23/9/1615 que sucedeu ao pai como Escrivão dos Órfãos), Simão, Gaspar Quinteiro (Abade de Carrazedo), Ana e Violante que segue:
3: Violante de Arantes, fal. 12/05/1622, casada com Simão Gonçalves, senhor da Casa e da Quinta da
Espinheira, onde ela viveu até a morte, pais de:
4: Margarida de Arantes, casada a 14/08/1585 com Gaspar Rodrigues, em Besteiros, pais de:
5: Maria de Arantes, casada a 11/02/1624 com Manuel Lopes, em Besteiros, pais de:
6: Maria, de Arantes, bat. 6/02/1625, casada a 12/08/1646 com Antonio Gonçalves Ferreira, pais de:
7: Francisco de Arantes, bat. a 21/08/1659, fal. 6/04/1733, manteve o sobrenome Arantes, foi Juiz, em 1732, na freguesia da Porta e de São Salvador do Couto do Souto, Distrito de Braga. Casou-se com Úrsula Gonçalves, (ou Fernandes), pais do filho único:
8: Domingos de Arantes, bat. 30/8/1693, 6o neto de João de Arantes. Casado a 06/08/1719 na freguesia do Souto, pertencente ao Concelho de Terras do Bouro, Distrito de Braga, com Josefa Marques, b. 18/3/1699, pais de 10 filhos: (1º) Maria (1720), Helena (1722), (2º) João (1724), Domingos (1726), Domingas (1729), (4º) José (1730), Manuel (1732), Francisco (1734), (3º) Antonio (1738), Jerônimo (1741).
Esses 3 filhos: 1º Maria (apenas o seu neto João Manoel veio ao Brasil), 2º João e 3º o Capitão-Mor Antonio, são os Patriarcas dos 3 troncos dos Arantes no Brasil que tem sua descendência esclarecida até João de Arantes, o 1o Arantes.
O 4º filho, José, veio para o Brasil e também se radicou em Aiuruoca, MG, onde ditou seu testamento a 5/5/1788, aberto em agosto do mesmo ano e nele reconhece 5 filhos. José nomeou por testamenteiro o seu irmão, o Capitão-Mor Antonio e deixou um legado ao sobrinho Antonio Joaquim, para sua ordenação como padre. (sic)
“Constituo por meus herdeiros a Joaquim, Francisco, Josefa e Mariana filhos de Ana Páscoa, crioula forra, escrava que foi de Dona Brizida Maria de Conceição e também a Antonia, filha de Ana Correia, crioula forra, a qual esta casada com Pedro Rodrigues Braga, pardo forro a qual Antonia e os quatro acima nomeados, declaro e constituo meus filhos e herdeiros das duas partes de meus bens e do remanescente de minha terça.”
2) Os 3 Troncos Arantes no Brasil, com descendência estabelecida até João de Arantes, o 1o Arantes, através de seu 6o neto Domingos de Arantes, que é o Patriarca comum aos 3 Troncos e os 23 Ramos Básicos que deles descendem.
►1o Tronco: Arantes de Formiga, MG. pg. 28 até pg. 142 do livro Família Arantes.
Descende de João, o Patriarca do Tronco Arantes-Formiga, nascido a 25/4/1724, 3º filho de Domingos e 7o neto de João de Arantes. Ele veio para o Brasil, não se sabe a época, e foi dono da sesmaria Serra de Piumhy (Códice 156-160 do Arquivo Público Mineiro) próximo a Formiga. Casou-se com Margarida Maurícia do Sacramento, nascida na Vila de São José, e falecida em 1798. Tiveram 7 filhos que são 8os netos de João de Arantes e se constituem nos 7 Ramos Básicos de Formiga, MG:
1)Antônio Joaquim c.c. Silvéria Luiza da Encarnação, pais de 2 filhos Margarida e Antonio:
1º) Margarida c.c. Bernardino de Faria Pereira pais de 9 filhos: 1)João Marciano de Faria Pereira, Barão de Piumhi a 27/6/1888, nascido a 1/1/1828, falecido a 7/12/1910. O Barão casou em 1as núpcias com sua prima Maria Justina de Arantes falecida sem geração. O Barão casou em 2as núpcias com Maria Carolina Alves de Souza Rangel com 4 filhos: Bernardino, João Nepomuceno, Olimpio e Floricena. 2)Luiz Antonio, 3)Joaquim, 4)Maria Cândida, 5)Bernardino, 6)Maria Madalena, 7)Margarida, 8)Luisa e 9)Honorato.
2º) Antonio c.c. Maria Tomásia Terra pais de 9 filhos: 1)Antonio Teodoro, 2)Alexandre, 3)Modesto Pantaleão, 4)Margarida, 5)Wenceslau, 6)Francisco, 7)Maria Justina, 8)Afonso, 9)Tomásia.
2) Maria Madalena c.c. Manoel Antonio de Faria. Tem 10 filhos: Ana Rosa, Manoel Antonio, Antonio Manoel, Maria Luiza, José (Padre), Francisco, Modesto, Rita, Antonia e Francisca.
3) Antonia Catarina c.c. José Teixeira da Mota. Tem 4 filhos: Antonio, Maria Inácia, José, Jesuína.
4) Francisco (Padre).
5} João Carlos Valentim c.c. Maria Inacia de Nazareth Franco. Tem 11 filhos: Maria Rosa, Francisca, Helena, Manoel Carlos, Francisca, Antonio Carlos, João Carlos (2 casamentos), Francisco Carlos, Maria Carolina, Maria Julia, Ana Arantes. João Carlos teve em solteiro Benedito Carlos.
6) Manuel c.c. Josefa Maria da Conceição. Tem 2 filhos: Manoel Bento e Ana Simplício.
7) Francisca Xavier c.c. Antonio Afonso Lamounier. Tem 4 filhos: Antonia, Ana, Antonio e Margarida
42º Tronco: Arantes de Aiuruoca, MG. pg. 143 até pg. 561 do livro Família Arantes.
Provas Documentais: Matriz de Aiuruoca: autos do Inventário pg. 84, maço 5, Maio, 1814 e Testamento de 30/12/1800 de Antonio de Arantes Marques, (fal. 17/5/1801), Fazenda da Conquista, que consta de livro de Óbitos nº 7, pg. 179 verso, Aiuruoca, certificado a 29/8/1814 pelo presbítero: Cassiano Accioli d´Albuquerque. Museu Regional de São João del Rei, Tipo de Documento: Inventário, Ano: 1816, Caixa: 05
Descende do Capitão-Mor, Antonio de Arantes Marques, o Patriarca do Tronco Arantes Aiuruoca, nascido a 17/7/1738 f. a 17/05/1801, sepultado a 18/5/1801 na antiga Matriz de Aiuruoca, (conforme consta dos autos do Inventário pg. 84, maço, Maio=1814), 9º filho de Domingos e 7o neto de João de Arantes. Ele veio para o Brasil fundou a fazenda Conquista, no século XVIII, em Aiuruoca, MG. Casou-se com Ana da Cunha de Carvalho (bat. em Serranos, freguesia de Aiuruoca, aos 24/4/1747), que é filha do Coronel Antonio da Cunha Carvalho e de Bernarda Dutra da Silveira, esta natural de Barbacena, filha de Francisco Furtado Dutra, açoriano da Ilha do Fayal, nascido cerca de 1700, e de Florência Francisca das Neves, descendente de Baltazar de Moraes de Antas, que veio para o Brasil em 1556 trazendo Carta de Nobreza passada perante o Juiz de Mogadouro a 11/09/1579 e fez essa carta ser reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia, Cosme Rangel de Macedo. Esta carta está registrada nos Títulos 1530-1805 do Arquivo Heráldico e Genealógico do Visconde Sanches de Baena. Baltazar foi Juiz em São Paulo de Piratininga em 1579, foi casado com Brites Rodrigues Annes, e tiveram 4 filhos: Pedro, Baltazar, Ana, Isabel de quem descendem, Ana da Cunha de Carvalho, e sua mãe Bernarda que tem uma irmã também chamada Isabel de Moraes de Antas.
Este ascendente Baltazar de Moraes de Antas torna os Arantes do Tronco Arantes-Aiuruoca, quatrocentões paulistas!
Antonio e Ana tiveram 11 filhos que são 8os netos de João de Arantes e se constituem nos 11 Ramos Básicos de Aiuruoca, MG:
1) Francisco, bat. 19/6/1769, faleceu antes de 1831, c.c. Anacleta Felisbina do Sacramento.
O livro tem 11 filhos, pgs 144 a 181: Delfina, Justino, José, Francisco, Maria, Antonio, Leonardo, Josefa, Carlota, Carlos, Ana.
O site tem: 10 filhos: Delfina, Justino, Maria, João Carlos, Ana, Leonarda, Carlos, Francisco, Genoveva Clara, Carlota Carolina.
2) Thomaz Joaquim, bat. 28/4/1772, com 3 casamentos, pgs. 182 a 441 e descendência nos três.
1o casamento com Maria Ferreira de Souza com 1 filho: Antonio.
2o casamento com Tereza de Carvalho Duarte 2 filhos: Jose Thomaz e João Thomaz.
3o casamento com Lucia Cândida Fidelis com 9 filhos: Domiciano, Mariana, Thomaz Joaquim, Osório, Ezequiel, Ana Adelaide, Flora Augusta, Maria da Graça, Tristão Joaquim.
O site não informa filho em nenhum dos 3 casamentos.
3) Antonio Joaquim, bat. a 9/9/1774, pgs. 442 a 479, com 1 filho: Antonio Belfort de Arantes, 1o Barão de Cabo Verde, c.c. Maria Custódia de Paula Ribeiro do Valle, minha tia 4ª avó, (filha do Capitão Ignácio Ribeiro do Valle e Ana Custódia da Conceição, meus 5os avós), tem 7 filhos: Antonio (Visconde de Arantes), Alexandre, Theófilo, Henrique, (2 casamentos), Carlos, Maria Cândida (2a Baronesa de Cajurú), Mathilde Cândida.
O site não informa nenhum filho.
4) Jerônimo c.c. Francisca de Paula Araújo.
O livro tem 8 filhos, pgs 479 a 485: Jerônimo, Ana Umbelina, Margarida Cândida, Maria Magdalena, Maria Eugenia, Francisco (com 2 casamentos) Emílio, Francisca.
O site tem 3 filhos: Maria Madalena, Ana Umbelina e Francisco de Assis Arantes.
5) Maria Magdalena, pg. 485, c.c. José Correa Neto conforme Testamento lavrado a 15/7/1835, em São João d´El Rei. Não tiveram filhos, porem criaram 4 meninas: Cândida Jesuína, Mathilde Maria, Maria Clementina c.c. Hermenegildo de Souza e Claudina.
O site não informa nenhum filho.
6) Manoel Rufino (meu 4o avô), livro/testamento/inventário: batizado em Aiuruoca a 25/11/1784, pgs. 485 a 508, (aparece no site compartilhar como 8º filho, batizado em Serranos a 01/11/1782), c.c. Ana Joaquina de Carvalho, irmã de João Gualberto de Carvalho 1o Barão de Cajurú (a 30/6/1860, Juiz de Paz do Distrito e Tenente Coronel da Guarda Nacional da Vila Bela do Turvo, com destacada atuação na Revolução Liberal de 1842. Em maio de 1849 recebeu a mercê honorífica da Imperial Ordem da Rosa como Comendador, era Comendador da Real Ordem de Cristo), que são netos de Caetano de Carvalho Duarte e Catarina de São José, eles eram bisnetos de Manuel Gonçalves da Fonseca e da Ilhoa Antonia da Graça. Tem 10 filhos: Manoel Rufino Filho (bat. na capela do Favacho a 19/12/1803), Francisca Firmina (bat. a 1/7/1821), Maria, Caetano (bat. a 3/8/1805), João (bat. a 10/12/1809), Leonardo (bat. a 21/7/1811) Quintiliano (bat. a 27/2/1813), Joaquim (meu 3o avô, bat. em Aiuruoca a 1/1/1816), Bárbara# (bat. a 11/1/1818, que foi a 2a esposa do capitão Inácio Ribeiro do Valle que também é meu 5o avô e é o pai da 1a Baronesa de Cabo Verde e da 1a Baronesa de Cajurú que é minha 4ª avó) e Iria (bat. a 8/3/1823).
#(sic) A desenove de Janeiro de mil oito centos e quarenta e dois nesta Matris do Turvo, as tres horas da tarde, e em prezença das Testemunhas João Gualberto de Carvalho, e Francisco Ribeiro d’Assis, da Freguezia Chapeo d’Uvas, e feitas as deligencias do estilo recebi em Matrimonio os Contrahentes Ignacio Ribeiro do Valle, Viúvo de Anna Custodia, e Barbara d’Arantes, natural da Freguezia d’Aiuruoca, filha legitima de Manoel Rofino d’Arantes, e Anna Joaquina de Carvalho, de que para constar fis este assento.
Todos os descendentes destes 10 filhos do casal Manoel Rufino e Ana Joaquina descendem, pela mãe, de Antonia da Graça (3 Ilhoas) e de Caetano de Carvalho Duarte, Patriarca do Tronco, Carvalho Duarte de São Miguel de Cajurú, MG.
O site tem 12 filhos: Manoel, Caetano, Ana, João, Leonardo, Quintiliano, Bárbara, Felizarda, Francisca, Iria, Antonio e Maria Joaquina.
7) Theodózio c.c. Antonia da Cunha Vasconcelos.
O livro tem 4 filhos pgs 508 a 536: Jeremias, Leocádia, Proto e Carlos. (Atenção: nenhum é Tristão??)
O site só tem 1 filho: Tristão batizado em 09-10-1819.
8) João c.c. Emilia Flavia Pedroso de Barros.
O livro tem 2 filhos, pg. 536 a 541: Constancia Flávia e Umbelina Flávia.
O site não cita nenhum filho e informa que João não é citado no Testamento??
9) Joaquim c.c. Inácia da Cunha.
O livro tem 2 filho, pg. 541: Veríssimo e Generosa.
O site só tem 1 filho: Veríssimo, com 5 anos em 1816.
10) Veríssimo Plácido c.c. Escolástica Joaquina do Nascimento.
O livro tem 9 filhos pgs 541 a 556: Máximo, Cândida, Antonio, José, João, Maria, Lina Dina, Francisco, (2 casamentos e do 2º descende Altino Arantes, Governador de São Paulo, 1916-1920), Francisca. (Atenção: nenhum é Aureliano??).
O site tem 3 filhos: Máximo, Cândida e Aureliano.
11) Raimundo Penaforte c.c. Francisca Theodora Rodrigues de Vasconcelos.
O livro tem 4 filhos pgs 556 a 561: José Antonio, José, Manoela Teodora, Bernarda Teodósia.
O site tem 11 filhos: Ana Francisca, Maria Umbelina, Antonio Joaquim, Bernarda Theodora, Francisca Theodora, Cassiano, Emerenciana Theodora, Manoel, Emanoela Theodora, José Antonio, Mathildes.
►Antonio de Arantes Marques pg. 561, quando solteiro teve com Inácia N. de Rosa 1 filho: Manoel de Arantes Marques que ele reconheceu e foi co-herdeiro em seu testamento e tem descendência em Aiuruoca, MG. Com 2 filhos: Claudina e José. O site e o Livro apontam os 2 filhos com o mesmo nome.
O site compartilhar informa que encontrou provas documentais dos seguintes 13 filhos+1 filho natural: Francisco, Thomas Joaquim, Antonio, Joseph, Domingos, Jerônimo, Maria Magdalena, Manoel Rufino (meu 4º avô), Theodózio, Joaquim, João, Veríssimo Plácido, Raimundo, Manoel (natural) = 14 filhos.
Atenção o site cita 2 filhos, Joseph e Domingos, que não aparecem no Testamento, de 30/12/1800 de Antonio de Arantes Marques, (fal. 17/5/1801), Fazenda da Conquista, que consta de livro de Óbitos nº 7, pg. 179 verso, Aiuruoca, certificado a 29/8/1814 pelo presbítero: Cassiano Accioli d´Albuquerque e no Inventário do Cartório de 1º Ofício de Aiuruoca, à pg. 12 verso, e com Formal de Partilha transitada em julgado a 27/10/1814. Tanto o Testamento, Inventário e Partilha, citam o filho João, porem o site diz que ele não é citado no testamento???
►3o Tronco: Arantes de Cunha, SP. pg. 564 até pg. 608 do livro Família Arantes.
Descende de um neto de Maria, nascida a 11/08/1720, 1º filho de Domingos, ela não veio para o Brasil. O seu neto, João Manoel de Souza Arantes, 9o neto de João de Arantes, que é filho de Francisco de Souza e de Elena Martins Arantes que é filha de Maria. João Manoel, neto de Maria, veio para o Brasil com D. João VI, recebeu a 1/9/1809 carta para exercer a Arte da Cirurgia no Reino, radicou-se em Cunha e mudou-se para Queluz em 1820. Casou-se com Lauriânia Constância de Oliveira.
Tiveram 5 filhos que são 10os netos de João de Arantes que se constituem nos 5 Ramos Básicos de Cunha, RJ:
1) João Constantino, c.c. Jesuína Eufrásia de Oliveira Abranches.
Tem 5 filhos: João, Jose Manoel, Laureana, Tereza, Antonio Augusto.
2) Delfina Eduarda, c.c. Antonio José Ferreira.
3) José Wenceslau, c.c. Tereza do Carmo Ribeiro.
Tem 11 filhos: Francisca, Laureana, Jose Wenceslau, Pedro, Custódio, Tereza, Maria, Delfina, Helena, Joaquim, Josefina.
4) Thereza Joaquina.
5) Joaquina Constança c.c. João Gomes de Siqueira Reis.
Tem 7 filhos: João, João Manoel, Jose, Tereza, Maria Guilhermina, Laureana Constança (Yayá) (Baronesa de Christina pelo casamento com Francisco Ribeiro Junqueira) e Joaquim.
3) Descendência de João de Arantes (século XV) até Aníbal (século XX)
Estrutura numérica: 1 é o Patriarca, 2 é filho, 3 é neto, 4 é bisneto, 5 é trineto, 6 é 4o neto, 7 é 5o neto, 8 é 6o neto, 9 é 7o neto, 10 é 8o neto, 11 é 9o neto, 12 é 10o neto, etc.
1 - João de Arantes, o 1o Arantes, é meu 13o avô, registrado no Nobiliário “Coleção de Memórias Genealógicas”, (2º volume), manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga, de autoria do Padre Marcelino Pereira, Cavaleiro Fidalgo de sangue e espada, Senhor da Quinta de Romay, Morador da Casa Real, Condestável dos Espingardeiros do Rei D. João II por carta de nomeação registrada a 2/1/1488, Reino de Portugal, n. cerca de 1460, séc. XV, c.c. Genebra de São Payo, eles aparecem oficialmente na história, numa escritura feita a 16/02/1509. Pais de:
2 - Diogo de Arantes, Escudeiro Fidalgo de sangue e Escrivão dos Órfãos e Tabelião dos Reis[3] D. Manoel e D. João III c.c. Maria de São Payo de Besteyros, pai de:
3- Violante, f. 12/5/1622, c.c. Simão Gonçalves, Senhor da Quinta Espinheira, pais de:
4- Margarida, a 14/8/1585 c.c. Gaspar Rodrigues, pais de:
5- Maria, a 10/2/1624, c.c.Manuel Lopes, pais de:
6- Maria, b. 6/2/1625, f. 4/5/1709, a 12/8/1646 c.c. Antonio Ferreira, pais de:
7- Francisco de Arantes, b. 21/8/1659, f. 6/4/1733, Juiz nas freguesias da Porta e Salvador do Couto do Souto, Distrito de Braga, c.c. Ursula Gonçalves, pais do filho único:
8- Domingos de Arantes, b. 30/7/1693, Salvador do Couto do Souto, Distrito de Braga, c.c. Josefa Marques, pais de:
9- Antonio de Arantes Marques (Capitão-Mor) é o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca, n. 1738, c.c. Ana da Cunha Carvalho, filha de Antonio da Cunha Carvalho, pais de:
10- Manuel Rufino de Arantes, c.c. Ana Joaquina, irmã do 1º Barão de Cajurú, pais de:
11- Joaquim Carvalho de Arantes, c.c. Ana filha do 1º Barão de Cajurú, pais de:
12- Ana Margarida, c.c. João Antônio de Avellar e Almeida e Silva, neto de Manoel de Avellar e Almeida, Vassouras, Rio de Janeiro, Patriarca da família Avellar e Almeida, pais de:
13 - Bernardina, nascida em 1869, c.c. Joaquim Rodrigues d' Almeida, filho de Albino Rodrigues d' Almeida e neto de José Rodrigues d'Almeida, Viseu, Portugal, século XVIII, pais de:
14 - Anna, n. em 1907, c.c. Aníbal de Barros Fernandes, filho de João Antonio Fernandes e Ana Joaquina de Barros, neto de Antonio José Fernandes e Ana Joaquina Adão, neto, por parte de mãe, de André Gonçalves e Maria Francisca de Barros, irmã do Dr. Adriano Júlio de Barros, médico, presidente da Câmara Municipal de Campinas, no século XIX, pais de:
15- Anibal de Almeida Fernandes, n. em 1944, c.c. Maria José Giordano Del Grande, pais de:
16 - Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, n. em 1977, 15º geração, após João de Arantes, seu 14º avô, numa linhagem contínua de 517 anos com 32,31 anos, em média, por geração, do Século XV (1460) até o Século XX (1977), a 24/8/2007, c.c. Felipe Augusto Alonso, filho de Geraldo Alonso Filho e Ana Regina Alonso. Passa a assinar Ana Tereza Arantes de Almeida Alonso.
4) Identificação das 3 Ilhoas que vieram da Ilha do Fayal, Açores, século XVIII para Minas Gerais:
1ª) Júlia Maria da Caridade, (é irmã de Helena Maria, filhas de Maria Nunes e Manuel Gonçalves Correa, o Burgão) batizada em 1707 (é afilhada de Manuel e Antonia da Graça), casada, a 29/06/1724, com Diogo Garcia, tiveram 14 filhos: Ana Maria, Helena, Maria do Espírito Santo, José, Julia, Diogo, Teresa, João Luís, Madalena, Manuel (Padre), Antonio, Francisca e Mateus.
2ª) Helena Maria de Rezende (é irmã de Júlia Maria da Caridade, filhas de Maria Nunes e Manuel Gonçalves Correa, o Burgão), casada a 3/10/1726 com João Rezende da Costa, tiveram 13 filhos, entre eles: João, Gabriel, Julião, Joaquim, Maria Helena, Manuel.
3ª) Antonia da Graça, nascida provavelmente em 1687, (madrinha de Júlia Maria da Caridade), casou-se com Manuel Gonçalves da Fonseca, vieram para o Brasil em 1723 com apenas 2 filhas: Maria Tereza de Jesus (de cuja filha Helena Maria descendem todos os Junqueira) e Catarina de São José, de quem descendem os filhos de Manuel Rufino de Arantes casado com Ana Joaquina de Carvalho que é neta de Catarina de São José. Manoel Gonçalves da Fonseca e sua mulher Antonia da Graça, são meus 7os avós, eles vieram para o Rio de Janeiro da Ilha do Faial, Açores, cerca de 1723, trazendo 2 filhas, Maria Teresa e Catarina de São José, esta com 2 anos de idade. Foram conduzidos pelo conterrâneo Diogo Garcia, que já estava no Brasil há algum tempo (acima citado, marido de Julia Maria da Caridade que é afilhada de Manoel e Antonia), para sua casa de Rio das Mortes Pequeno, em São João d’El Rei. Antonia da Graça ainda vivia em São João d’El Rei em 1745 e sobreviveu ao marido.
Entrelaçamento Arantes-Junqueira através de Antonia da Graça, avó comum dos Arantes e Junqueiras.
Todos os Junqueiras são descendentes da neta de Antonia da Graça Helena Maria, casada a 16/01/1758 com João Francisco, português da Freguesia de Junqueira. Helena Maria e João Francisco que é o Patriarca dos Junqueiras brasileiros e cujo sobrenome veio da incorporação do nome de sua aldeia ao seu próprio nome, pois era conhecido, no início, como João Francisco, o da Freguesia de Junqueira e, depois, passa a ser João Francisco da Junqueira.
Nota: o mesmo aconteceu com a família Silva Prado, com origem no português João da Silva, da Freguesia do Prado que, com o passar do tempo, converteu-se em João da Silva Prado.
5) Descendência da Ilhoa Antonia da Graça (séc. XVII), até Aníbal (séc. XX)
Estrutura numérica: 1 é o Patriarca, 2 é filho, 3 é neto, 4 é bisneto, 5 é trineto, 6 é 4o neto, 7 é 5o neto, 8 é 6o neto, 9 é 7o neto, 10 é 8o neto, etc.
1º- Antonia da Graça, minha 7a avó, n. cerca de 1687, c.c. Manuel Gonçalves da Fonseca, pais de:
2º- Catarina de São José, c.c. Caetano de Carvalho Duarte, nas: 24/12/1702, Patriarca da Família Carvalho Duarte-Cajurú, pais de:
3º- Caetano de Carvalho Duarte Filho (irmão de José de Carvalho Duarte, da Fazenda Engenho dos Carvalhos do Cajurú, São João d´El Rei, MG), c.c. Ana Maria Joaquina, (filha de Estácio da Costa e Felícia Tereza de Jesus); Caetano e sua mulher Ana Maria Joaquina foram proprietários da Fazenda Vão do Jacaré, Aplicação de São João Batista, no termo da Vila de São José, comprada a Manoel Mendes dos Santos, pais de:
4º- Ana Joaquina, irmã do 1º Barão de Cajurú, c.c.Manuel Rufino de Arantes, pais de:
5º- Joaquim Carvalho de Arantes, c.c. Ana Carvalho, filha do 1º Barão de Cajurú, pais de:
6º- Ana Margarida, c.c. João Antonio de Avellar e Almeida e Silva, pais de:
7º- Bernardina, c.c. Joaquim Rodrigues d' Almeida, pais de:
8º- Anna, c.c. Aníbal de Barros Fernandes, pais de:
9º- Anibal de Almeida Fernandes, c.c. Maria José, pais de:
10º- Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, n. em 1977, 9ª geração, após Antonia da Graça, sua 8ª avó, numa linhagem contínua de 290 anos com 29,00 anos, em média, por geração, do século XVII (1687) até o século XX (1977), a 24/8/2007, c.c. Felipe Augusto Alonso, filho de Geraldo Alonso Filho e Ana Regina Alonso. Passa a assinar Ana Tereza Arantes de Almeida Alonso.
6) Nobreza Titular: os 5 Titulares com sangue Arantes no Império do Brasil.
4Tronco Arantes-Formiga com 1 titular:
Barão de Piumhi
João Marciano de Faria Pereira, Barão de Piumhi a 27/6/1888, nascido a 1/1/1828, falecido a 7/12/1910. Filho de Bernardino de Faria Pereira e Margarida Maurícia de Arantes que é neta de João de Arantes Marques (n. 25/4/1724) Patriarca do Tronco Arantes-Formiga. O Barão é 3º neto de Domingos de Arantes e 10o neto paterno de João de Arantes, o 1o Arantes. O Barão casou em 1as núpcias com sua prima Maria Justina falecida sem geração. O Barão casou em 2as núpcias com Maria Carolina Alves de Souza Rangel com 4 filhos: Bernardino, João Nepomuceno, Olimpio e Floricena. O Barão era fazendeiro e capitalista dos mais importantes de Formiga MG, pois na falta dos bancos, era aos capitalistas que se recorria para movimentar a conservadora e auto-suficiente economia mineira. Um dos irmãos do Barão, o Comendador Bernardino de Faria Pereira, foi avô do Dr. Washington Ferreira Pires, deputado estadual e ministro de Vargas que era filho do Dr. José Ferreira Pires, médico que levou para Formiga a primeira máquina de raios-X da América Latina. O Barão foi Presidente da Câmara Municipal de Formiga de 1892 a 1897.
►Tronco Arantes-Aiuruoca com 3 titulares:
1o Barão de Cabo Verde: Vereador da Câmara Municipal de Aiuruoca, MG.
Antonio Belfort de Arantes, 1o Barão de Cabo Verde a 15/61881, nascido na fazenda “Pedras” em Aiuruoca, em 1804, falecido a 19/7/1885, em Andrelândia, MG. Filho de Antonio Joaquim de Arantes, nascido em 1774 que é o 3o filho do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques (1738-1801), Patriarca do Tronco Arantes de Aiuruoca fundador da fazenda “Conquista”, casado com Ana da Cunha de Carvalho; bisneto paterno de Domingos de Arantes e de sua mulher Josefa Marques. O Barão é 9o neto paterno de João de Arantes, o 1o Arantes. O Barão é bisneto materno do Coronel Antonio da Cunha Carvalho e de sua mulher Bernarda Dutra da Silveira, que descende de Baltasar de Moraes de Antas, que veio para o Brasil, cerca de 1556, e foi juiz em São Paulo em 1579 e tem Carta de Nobreza reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia, a 11/9/1579. O Barão era casado com Maria Custódia de Paula Ribeiro do Valle, filha do Capitão Inácio Ribeiro do Valle (meu 5o avô) e de sua mulher Ana Custódia da Conceição. A Baronesa de Cabo Verde é irmã da 1a Baronesa de Cajurú, (minha 4a avó). O Barão em 1834 fixou residência na fazenda Paraíba em Andrelândia, MG. Tiveram 7 filhos: 1o) Antonio = Visconde de Arantes (ver a seguir), 2o) Alexandre, 3o) Theófilo, 4o) Henrique, 5o) Carlos, 6o) Maria = 2a Baronesa de Cajurú, (ver a seguir) e 7o) Mathilde.
Visconde de Arantes: Oficial da Imperial Ordem da Rosa, Tenente Coronel da Guarda Nacional, Vereador da Câmara Municipal de Aiuruoca, Deputado Federal.
Antonio Belfort Ribeiro Arantes, Barão de Arantes, a 19/7/1879, e Visconde de Arantes, a 18/7/1888, nascido em 1831, em Aiuruoca, MG, falecido a 30/9/1908, Andrelândia, MG, onde tem seu busto em praça pública. Filho de Antonio Belfort de Arantes, 1o Barão de Cabo Verde (1881), e de sua mulher Maria Custódia Ribeiro do Valle, que é irmã da 1a Baronesa de Cajurú; neto paterno de Antonio Joaquim de Arantes Marques que é o 3o filho do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques, Patriarca do Tronco Arantes Aiuruoca e de sua mulher Ana da Cunha de Carvalho que, por sua mãe Bernarda Dutra da Silveira, descende de Baltasar de Moraes de Antas que foi Juiz em São Paulo, em 1579, e tem Carta de Nobreza reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia, a 11/9/1579. O Visconde é 10o neto paterno de João de Arantes, o 1o Arantes. O Visconde é neto materno do Capitão Ignácio Ribeiro do Valle. O Visconde foi Presidente da Câmara de Andrelândia em 3 períodos: 1869-72, 1891-94, 1905-07, e Deputado Federal. Foi Comendador da Imperial Ordem da Rosa. O Visconde de Arantes foi casado com Libania Jesuina Carolina de Carvalho, que é filha de João Gualberto de Carvalho e de sua mulher Ana Ignácia Ribeiro do Valle, (1os Barões do Cajurú a 30/6/1860 e meus 4os avós) Libania Jesuina é irmã do 2o Barão do Cajurú (1889) e da Baronesa de São João d’El Rei. Tiveram 2 filhas: Ambrosina e Maria.
2a Baronesa de Cajurú
Maria Cândida Belfort Ribeiro de Arantes, 6a filha do 1o Barão de Cabo Verde, Antonio Belfort de Arantes e sua mulher Maria Custódia Ribeiro do Valle (irmã da 1a Baronesa de Cajurú), a Baronesa é neta paterna de Antonio Joaquim de Arantes Marques que é o 3o filho do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques, Patriarca do Tronco Arantes Aiuruoca e é 10a neta paterna de João de Arantes, o 1o Arantes. Casada a 18/9/1853 com seu primo-irmão Militão Honório de Carvalho, 2o Barão de Cajurú a 26/07/1889, que era Comendador da Imperial Ordem da Rosa e herdou a Fazenda das Bicas de seu pai, João Gualberto de Carvalho, 1o Barão de Cajurú a 30/6/1860 meu 4o avô, no município do Turvo (atual Andrelândia, MG). A 2a Baronesa de Cajurú é irmã do Visconde de Arantes e é cunhada e prima-irmã da Baronesa de São João d’El Rei. Maria Cândida e Militão Honório têm 10 filhos: 1o) Maria Isabel c.c. Prudente de Andrade Reis com 4 filhas: Josefina, Mariana, Maria Isabel e Ana Isabel, 2o) Ignácio fal. solteiro, 3o) Eduardo fal. solteiro, 4o) Adelaide c.c. Franklin Camilo de Campos com 7 filhos: Corina, Carmella, Maria, Armantina, Anibal, Alexandre e Franklin, 5o) Josina c.c. Augusto Campos com 3 filhos: Orlando, Maria Cândida e Libania, 6o) Guilhermina c.c. Quirino de Andrade Reis com 6 filhos: Maria, Severino, Iria, Virgílio, Horácio e Antonieta, 7o) Antonio c.c. Maria de Arantes, 8o) João Gualberto c.c. Anália Campos, 9o) Ana c.c. Adolfo Santos, 10o) Martiniano c.c. Cecília Camila Campos com 6 filhos: Olegário, Nestor, Olga, Cecília, Cristiano e Militão Honório.
►Tronco Arantes-Cunha com 1 titular
Baronesa de Christina
Laureana Constança Gomes dos Reis (Yayá), n. a 27/12/1844 em São José do Barreiro, f. 18/1/1912, 6a filha de Joaquina Constança c.c. João Gomes de Siqueira Reis. Nasceu em São José do Barreiro, filha do major João Gomes de Siqueira Reis e de Joaquina Constança de Oliveira, é neta materna de João Manoel de Souza Arantes, Patriarca do Tronco Arantes-Cunha e é 4ª neta de Domingos de Arantes e 11a neta materna de João de Arantes, o 1o Arantes. Casou-se com o coronel Francisco Ribeiro Junqueira, Barão de Christina a 25/9/1889, 11º filho de Antonio José Ribeiro de Carvalho e de Helena Nicésia de Andrade Junqueira, filha do 1º Barão de Alfenas (Gabriel Francisco Junqueira que é bisneto do casal Antonia da Graça (3 Ilhoas) e Manuel Gonçalves da Fonseca). Proprietário da fazenda Cachoeira, em Cristina, MG. A Baronesa de Cristina faleceu em 1912. O Barão faleceu em Carmo de Minas, comarca de São Lourenço, no Estado de Minas Gerais, no dia 20/2/1921, aos setenta e nove anos de idade. Tiveram 3 filhos: 1o) Miguel fal. solteiro, 2o) Joaquina c.c. seu primo Gabriel Francisco Ribeiro Junqueira, tiveram 5 filhos: Joaquim, Helena, Stela, Maria José, Álvaro 3o) Pedro c.c. Ana Ribeiro dos Reis, tiveram 3 filhos: Francisco Pedro, Petronilha e José Pedro.
Atenção: A nobreza brasileira não era hereditária[4], nesse caso, nem o título ad personan, (que significa título dado apenas à pessoa que recebe o título, não é dado à família, que era patrimônio do Império e, portanto, o Imperador podia concedê-lo a quem se qualificasse para a honra e sem nenhum direito à sucessão) nem o brasão, podiam ser usados pelos filhos a menos que, fosse requerido o uso ao Imperador e fosse concedida a autorização específica ao requerente por Carta de Brasão de Armas de Nobreza e Fidalguia. O fato do 1º Barão de Cajurú ser pai do 2º Barão de Cajurú e do 1º Barão do Rio das Flores ser pai do 2º Barão do Rio das Flores não era uma regra, pois outras seqüências houve que não tinham nenhum grau de parentesco entre os agraciados, como exemplo: 1º Barão de Campinas, 2º Baronesa de Campinas, 3º Barão de Campinas e o 1º Barão de Cabo Verde e o 2º Barão de Cabo Verde e muitos outros mais que não tinham nenhum parentesco entre si.
7) Outros Arantes na história do Brasil:
Joaquim da Silva Arantes, outro Arantes do Brasil, foi feito Cavaleiro Fidalgo da Casa Real, em 1872, por D. Luiz, (1838-1889, 31o Rei de Portugal), era Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, porém não há como encaixá-lo entre os Arantes dos 3 Troncos relacionados neste trabalho. No livro da “Família Arantes”, Legis Summa, 1993, pg. 927, há um Joaquim Silva Arantes, natural do Porto, 20 anos, solteiro, tendo chegado a 28/2/1826.
Políticos Arantes
a) Tronco Arantes-Aiuruoca na República do Brasil.
Altino Arantes Marques, neto de Veríssimo, (10º filho de Antonio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca), advogado pelo Largo de São Francisco, Secretário do Interior em 2 períodos: 1911 e em 1912, Secretário da Fazenda e Agricultura, Presidente (Governador) do Estado de São Paulo, 1916 a 1920, Deputado Federal, 1921-1930. Foi o fundador e primeiro presidente do Banco do Estado de São Paulo, tornou-se membro e presidente da Academia Paulista de Letras (ABL) e membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
José Arantes Junqueira, bisneto de Veríssimo, (10º filho de Antonio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca), deputado estadual por São Paulo.
Mário Arantes de Almeida, trineto de Manuel Rufino, (6º filho de Antonio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca), estudou engenharia em Liège, Bélgica, s.g., estudou em Liège, Bélgica, (diploma 24/10/1913, voltou por conta da 1ª Guerra Mundial), formou-se advogado no Largo São Francisco, presidente da OAB/Araraquara, Vereador e Prefeito, de Araraquara, SP, na década de 30 do século XX, foi correligionário político de seu primo Altino Arantes Marques, de Armando de Salles Oliveira e Honório Monteiro. Ele é meu tio e é nome de rua em Araraquara, SP, onde faleceu, sem geração, em 1958, seu falecimento foi registrado na Câmara de São Paulo pelo Requerimento de nº 486 de 20/7/1958 do vereador Scalamandré Sobrinho.
Roberto Arantes Lanhoso, trineto de Jerônimo, (4o filho de Antonio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca) Vereador e Prefeito de Itatiba, SP, por três períodos: 1969-1972, 1977-1982 e 1989-1992.
Raul de Andrade Carvalho, tetraneto de Antonio Joaquim, (3o filho de Antonio de Arantes Marques o Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca), Prefeito de Andrelândia, MG, de 1959-1963.
b) Tronco Arantes-Formiga na República do Brasil.
Israel Pinheiro da Silva, 4º neto de João Carlos Valentim, (5º filho de João de Arantes Marques, o Patriarca do Tronco Arantes-Formiga), Deputado federal e Governador de Minas Gerais (1966-1971).
8) Outros Arantes encontrados no Brasil: 1 Tronco e 60 Ramos, pg. 609 até pg. 920 do livro Família Arantes.
Nota: esses 1 Tronco e 60 Ramos ainda não tem sua ascendência esclarecida até o João de Arantes, 1o Arantes no séc. XV, são eles:
1 Tronco Arantes em Três Pontas, (MG), pg. 609, tendo como Patriarca José Joaquim de Arantes bat. a 29/4/1788 em Viana do Castelo, Portugal, sem relação ainda conhecida com os 3 troncos já relatados.
31 Ramos Arantes em Minas Gerais sem relação ainda conhecida com os 4 troncos já relatados e sem relação entre si nas cidades de:Três Pontas, Aiuruoca = com 3 Ramos, Arcos = com 2 Ramos, Areados, Baependi, Belo Horizonte, Bocaina de Minas Gerais = com 2 Ramos, Carangola, Caxambu = com 3 Ramos, Monte Alegre = com 3 Ramos, Monte Santo de Minas, Natércia, Pains, Pedralva, Piumhi = com 2 Ramos, Prata, Ribeirão Vermelho, Seritinga, São Gonçalo do Sapucaí, Serranos, Soledade de Minas, Uberlândia.
20 Ramos Arantes em São Paulo sem relação ainda conhecida com os 4 troncos já relatados e sem relação entre si nas cidades de:Aparecida do Norte, Botucatu, Batatais = com 3 Ramos, Brodowski = 3 ramos, Caconde, Cunha, Fartura, Igarapava = com 3 Ramos, Piquete, Ribeirão Preto = com 2 Ramos, Santa Isabel, São José dos Campos, Serrinha.
1 Ramo Arantes no Estado do Rio de Janeiro sem relação ainda conhecida com os 4 troncos já relatados.
1 Ramo Arantes em Fortaleza (Ceará) sem relação ainda conhecida com os 4 troncos já relatados.
1 Ramo Arantes em Belém (Pará) sem relação ainda conhecida com os 4 troncos já relatados.
1 Ramo Arantes em Santa Catarina sem relação ainda conhecida com os 4 troncos já relatados.
4 Ramos Arantes no Estado de Pernambuco sem relação ainda conhecida com os 4 troncos já relatados e sem relação entre si.
1 Ramo Arantes no Estado da Bahia sem relação ainda conhecida com os 4 troncos já relatados e sem relação entre si.
Lembramos que Genealogia é uma matéria viva e em constante modificação, portanto deve haver muitos outros ramos Arantes a serem documentados e é possível que logo se elucidem ligações entre esses 4 Troncos e 60 Ramos e o 1o Arantes.
BIBLIOGRAFIA consultada para estruturar este trabalho:
. Provas Documentais: Matriz de Aiuruoca: autos do Inventário, pg. 84, maço 5, Maio=1814 e Testamento, de 30/12/1800 de Antonio de Arantes Marques, (fal. 17/5/1801), Fazenda da Conquista, que consta de livro de Óbitos nº 7, pg. 179 verso, Aiuruoca, certificado a 29/8/1814 pelo presbítero: Cassiano Accioli d´Albuquerque. Museu Regional de São João del Rei, Tipo de Documento: Inventário, Ano: 1816, Caixa: 05.
. Arantes e Oliveira, Engenheiro Eduardo de - Nantes ou Arantes ou D’anantes, que hoje He Arantes, 1994, Lisboa, trabalho do autor (não publicado).
. Pereira, Américo Arantes - A Família Arantes, estudo genealógico, Editora Legis Summa Ltda., Ribeirão Preto, 1993, editado por Flávia Meirelles Pereira Ferriani, filha do autor.
. Arantes, Arnaldo - A Família Arantes, Saraiva S.A., SP, 1953.
. Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de Braga, a 19/11/1946, carta do Diretor Francisco Lopes Teixeira, informa que os Arantes, são oriundos das Freguesias do Salvador do Couto do Souto e São Mateus da Ribeira, hoje pertencentes ao Concelho de Terras do Bouro, Distrito de Braga.
. Rheingantz, Carlos G. - Titulares do Império, Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, RJ, 1960.
. Guimarães, José - As Ilhoas, pg. 65, Revista Genealógica Latina, Vol.XII, IGB, SP, 1960.
. Stulzer, Frei Aurélio - Notas para a História da Vila de Pati do Alferes, Lito-Tipo Guanabara Ltda., RJ, 1944.
. Fernandes, José de Avellar - Os Morais de São Paulo, Anuário Genealógico Latino,Vol.4 IGB, pgs: 65, 66, 67, 68, 69, 70, 71, 72, 76, 77, SP, 1952.
. Anuário Genealógico Brasileiro (AGB) do IGB: Anos: I, II, III (fl. 397), IV, VI, VII e IX.
. Cláudio Fortes, autor do Estudo Genealógico ”A Grande Família”, dados fornecidos.
. Mário Arantes de Almeida, fonte primária: anotações sobre A Família Arantes Ramo de Araraquara.
. José Guimarães, dados fornecidos pelo insígne Genealogista de Ouro Fino, MG, sobre a ascendência de Ana da Cunha de Carvalho/Baltazar de Moraes de Antas.
. Testamento da 1a Baronesa de Cajurú: Cartório do 1o Ofício, Livro 2, fls. 42v-45, Andrelândia, MG.
. Dicionário das Famílias Brasileiras, Antonio Carlos Cunha Bueno/Carlos Barata, Brasília, 2a Edição.
. História da Casa de Bragança, http~ip200650/braganca.html.
. Terra de André do autor Marcos Paulo Souza Miranda.
. Brasil: Terra à Vista, Eduardo Bueno, L&PM, 2003.
. Família Junqueira, José Américo Junqueira de Mattos, 2004, pg 1311 a 1442.
. Testamento e Inventário do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques: 19/10/1816, Caixa 5, Museu Regional de São João d´El Rei, pesquisado por Gilberto Alves Furriel da Silva, pesquisador in situ, Aiuruoca, MG, 2003.
www.sfreinobreza.com/NobAZ.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar6/antoniodearantesmarques1816.htm http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudooscarvalhoduartenosuldeminas.htm
Os Carvalho Duarte no Sul de Minas (atualizado em 06-Abril-2008)
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoDomingosdaCostaGuimaraes.htm
[1] D. João I, o Mestre d´Aviz, criou para 2 de seus filhos os primeiros Ducados de Portugal: o 1o Ducado foi o de Coimbra para D. Pedro, o 2o Ducado foi o de Viseu para D. Henrique, (seus filhos legítimos) após a vitória de Ceuta em 1415. Depois D. Pedro, Duque de Coimbra, regente de Portugal entre 1439 e 1446, cria o 3o Ducado em 1442, o de Bragança, para seu irmão bastardo Afonso, Conde de Barcelos, nasc. em 1370, legitimado em 1401.
[2] Afonso V, 12o Rei (1432-1481), pai de João II, 13o Rei (1455-1495 sem sucessor). D. Manuel, o Venturoso, 14o Rei, (1469-1521) é irmão de Afonso V e pai de João III (1502-1557), 15o Rei.
[3] Felgueiras Gayo, informa que o foro de cavaleiro e escudeiro era sinal de nobreza; principalmente quando o titulo já era usado antes da reforma feita por D. Sebastião, em 1572, que abrandou as exigências para a concessão dos títulos.
[4] Alves Barbosa, de Vassouras é a única família brasileira, nos 67 anos do Império que teve 3 gerações com a mesma designação em 4 títulos: 1º, 2o, e 3º Barões de Santa Justa e a Viscondessa de Santa Justa; são meus contra-parentes pelo lado Avellar e Almeida, de Vassouras, RJ.