Felgueiras Gayo em seu Nobiliário de Famílias de Portugal, dá a origem dos ALMEIDAS, em Payo Paes Guterres, fundador do Morgado de Tibães, Rico Homem do Conde Henrique da Borgonha, (1035-1114), c.c. Teresa, (fal. 1130), filha de Afonso VI, Rei de Leão e Castela, de quem recebe o título de Conde de Portugal. Esse Payo Guterres, Senhor do Castelo de Leiria, c.c. Moninha Dama da Rainha Dona Teresa, tem um neto, Payo Guterres, Senhor do Castelo de Almeida que ele conquistou dos árabes em Riba Coa, ao tempo de Sancho I, (1154-1211 = 2o Rei de Portugal) e que legou aos seus descendentes, que tomaram do nome deste Castelo o sobrenome de família ALMEIDA. João Fernandes de Almeida é o 1o a aparecer na história com esse sobrenome nas Inquirições de 1258, pois fundou no termo de Azurara da Beira, hoje Concelho de Mangualde, nas terras da Herdade da Cavalaria que recebera com muitos privilégios d’El Rei Sancho I, a vila de ALMEIDA, entre 1223 e 1245. João Fernandes de Almeida é filho de Fernão Canelas que era Senhor das Quintas de Pinheiro e Canelas. Seu neto, Lourenço Anes de Almeida, foi Alcaide-Mor de Linhares e Castelo Novo. Há, também, Fernão Alvares de Almeida, Alcaide-Mor de Abrantes, aio dos filhos de D. João I, o Mestre de Avis, (1357-1433, 10o Rei de Portugal), seu filho, Diogo Fernandes de Almeida está sepultado na igreja de Sta. Maria do Castelo e seus descendentes recebem em 1476, o título de Conde de Abrantes, extinto em 1530 e renovado entre 1645-1656 com Miguel de Almeida, que foi um dos 40 Fidalgos da Restauração dos Braganças, em 1640. Dos Condes de Abrantes, descende outro Diogo Fernandes de Almeida, Prior do Crato, cujo filho, Lopo de Almeida, tem entre seus descendentes: a Casa dos Condes de Avintes, cuja varonia Almeida se conservou até o 8o Conde de Avintes, e a Casa dos Condes de Assumar, sendo que o neto do 1o Conde de Assumar, Pedro de Almeida, foi feito Vice Rei das Índias e recebe, em 1744, o título de Marquês de Castelo Novo, (onde fora Alcaide-Mor, Lourenço, que é neto de João Fernandes de Almeida, o 1o Almeida) o título é, em 1748, mudado para Marquês de Alorna por ter, Pedro de Almeida, conquistado essa praça de guerra. A varonia Almeida se conserva até o neto do Marquês de Alorna. No Brasil tivemos Dom Pedro Miguel de Almeida Portugal, nascido a 17/10/l688, com 28 anos separou-se da família para vir ao Brasil, em 1717, como 3º governador da nova Capitania de São Paulo e Minas do Ouro. Tornou-se, em 1718, 2º Conde de Assumar, título herdado de seu pai e foi, mais tarde, Marquês de Alorna.
BRASÃO DE ARMAS: De vermelho, com uma dobre cruz acompanhada de seis besantes, tudo de ouro; e bordadura do mesmo. Timbre: uma águia estendida de vermelho, ou de negro, carregada de nove besantes de ouro, três no peito e três em cada asa, também com os nove besantes. Brasão de armas da família Almeida foi concedido a 01/03/1494 e está na Sala dos Brasões do palácio de Sintra, entre as famílias da alta nobreza de Portugal qualificadas D. Manuel I, o Venturoso, (1469-1521), 14o Rei de Portugal de 1495 a 1521.
O nome Almeida é composto por 2 palavras árabes:
Al = o, a, os, as e Mâjd = glória, com os adjetivos: Majíd = glorioso ou Majida = gloriosa
Na evolução do árabe para o português temos:
Al majída >=> Almajída >=> Almaída >=> Almaida >=> Almeida
Neste caso a interpretação é: o castelo é uma: morada gloriosa, ou uma conquista gloriosa
Fontes: Anuário Genealógico Brasileiro, Vol. IX, 1947; Nobiliário de Famílias de Portugal, Manuel José da Costa Felgueiras Gayo, Braga, 1990; Dicionário das Famílias Brasileiras, Cunha Bueno/Carlos Barata, 2000, O Árabe Prático, Luiz Haiek, (Nota: mesa em árabe é tráuli). Anibal de Almeida Fernandes, Outubro, 2006.
BRASÃO AVELAR
AVELAR: é da Quinta de Avelar, na freguesia de São Lourenço das Pias, Concelho de Louzada, o solar de onde esta família tomou o apelido, (Sanches de Baena, XVII). O Conde Dom Pedro diz que esta família procede de Diogo Gonçalves, filho de Gonçalo Oveques, que fundou o mosteiro de Cete e faleceu em 1139, na batalha de Campo Ourique (Anuário Genealógico Brasileiro, n° VI, pg, 220). Diogo Gonçalves foi casado com Urraca Mendes de Bragança, bisneta de Afonso VI, (1035 – 1109), 14o Rei de Leão e 3o Rei de Castela. Urraca é filha de Mendo Fernandes de Bragança, que é primo-irmão de Afonso Henriques, (*25/7/1109 - +6/12/1185), 1o Rei de Portugal a 25/7/1139 o qual, por sua vez, é neto de Afonso VI, (bisavô de Urraca, retro citada). Afonso Henriques, em 1146, casou com Mafalda de Sabóia, filha de Amadeu III, Conde de Sabóia. (Baena, XVII), pais de Sancho I, 2o Rei.
Urraca Mendes de Bragança é trineta de Felipe 1o de Valois, Rei de França (1053-1108), Urraca é 5a neta de Yeroslav, 1o Grão Duque de Moscou, de quem descende Pedro, o Grande, Romanov Czar de todas as Rússias. Urraca é 6a neta de Hugo Capeto (940-996) rei de França que, em 987, fundou a 3a Dinastia Real de França da qual descendem os Capetos, Valois, Bourbons e Orleãns, entre eles a Família Imperial Brasileira, Orleãns e Bragança.
A família Avellar e Almeida de Vassouras, RJ, descende de Urraca Mendes de Bragança c.c. Diogo Gonçalves, retro-citados, e tem os seguintes titulares brasileiros: Barão de Avelar e Almeida, Barão do Ribeirão, Barão de Massambará, Visconde de Cananéia, 2o Barão do Rio das Flores, 1a Baronesa do Rio das Flores e Baronesa de Werneck.
Heráldica: Escudo: em campo de ouro três faixas vermelhas, carregadas cada uma de três estrelas de prata. Timbre: três espadas de prata, com guarnições de ouro e punhos vermelhos, fincadas com as pontas no elmo e postas em roquete. (Gonçalo Pimenta, século XVI).
Referência documental: Anuário Genealógico Latino, Vol. 1, 1949, Origem das Famílias Portuguesas com Brasão de Armas, pg. 13.
Bibliografia: Antoponimia Portuguesa, de Leite de Vasconcelos. Armorial Português, de Santos Ferreira.
Archivo Heráldico Genealógico, do Visconde Sanches de Baena. Nobiliarchia Portuguesa, deAntonio Vilas Boas de Sampaio.
Anuário Genealógico Brasileiro, Vol. IX, 1947. Dicionário das Famílias Brasileiras, de Cunha Bueno, 2000.
Anibal de Almeida Fernandes, Dezembro, 2006.

Brasão Avellar e Almeida
Carta de Brasão concedida a 22/11/1881, registrada no Livro II, fls. 9/11, do Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império da Brasil.
BARÃO de AVELLAR e ALMEIDA a 7/1/1881
Anibal de Almeida Fernandes, Novembro 2004.
Este Escudo de Armas deriva diretamente do Brasão da família AVELAR nas cores e estrelas e do Brasão da família ALMEIDA nas cores.
►A “Banda” diagonal vermelha com 3 estrelas de prata, postas em pala, representa trabalho árduo o que se confirma na “Abelha”, à direita, simbolizando operosidade.
►O “Cafeeiro”, à esquerda, mostra a atividade do Barão de Avellar e Almeida, título concedido pelo Imperador Pedro II ad personam sul cognome (que permite o uso do Brasão pelos familiares) a Laurindo de Avellar e Almeida que era fazendeiro de café como toda a família AVELLAR e ALMEIDA que tem mais outros 6 titulares: Barão do Ribeirão, Barão de Massambará, Barão e Visconde de Cananéia, 2o Barão do Rio das Flores, a 1a Baronesa do Rio das Flores e a Baronesa de Werneck. O Patriarca da família AVELLAR e ALMEIDA é Manoel de Avelar e Almeida casado com sua prima Susana Maria de Jesus, radicados no século XIX em Vassouras, RJ, que são meus tetravós.
Nos 67 anos do Império do Brasil, com o 1o Reinado de 1822 a 7/4/1831 e o 2o Reinado de 1840 a 15/11/1889 foram agraciados 986 titulares, prioritariamente os fazendeiros, depois os ocupantes de cargos públicos, os comerciantes, os negociantes e, por fim, os intelectuais e capitalistas.
Foram registrados apenas 238 brasões, dos quais apenas 5 contém o cafeeiro: os Brasões dos Barões de: Avelar e Almeida, Bemposta, Vargem Alegre, Silveiras e do Visconde de Aguiar Toledo. Outros 18 Brasões contém apenas o ramo do cafeeiro.
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FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA
Genealogia
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Ascendência de Anibal de Almeida Fernandes = 3 Ilhoas
1) Antonia da Graça (3 Ilhoas), minha 7a avó, c.c. Manoel Gonçalves da Fonseca, vieram para, São João d’El Rey, MG, em 1723, com 2 filhas:
[1a filha = Maria Tereza, c.c. Inácio Franco = pais de Helena Maria c.c. João Francisco, o da Junqueira, casal tronco de todos os Junqueiras].
2a filha = Catarina de São José, minha 6a avó, em 1736 c.c. Caetano de Carvalho Duarte, pais de:
3) Caetano de Carvalho Duarte Filho, meu 5o avô, c.c. Ana Joaquina, pais de:
4) João Gualberto (1797-21/2/1869) meu 4o avô, c.c. Ana Inácia Ribeiro do Valle (24/8/1804-11/1/1889), fazenda das Bicas em Andrelândia, 1830, Comendador da Ordem das Rosas em 1849, 1o Barão de Cajurú, por título concedido pelo Imperador a 30/6/1860, pais de 9 filhos: 1o) Maria Brasilina c.c. Manoel Pinheiro, 2o) Ana Eliza, minha 3a avó, que segue, 3o) Militão, 2o Barão de Cajurú a 10/71889, 1o c.c. Maria de Arantes, sua prima irmã, 4o) Libânia, c.c. Antonio de Arantes, Barão de Arantes a 19/71879 e Visconde de Arantes a 18/7/1888, 5o) Inácio Caetano c.c. Ana Tereza dono da fazenda Santa Tereza em Volta Redonda, 6o) Custódio c.c. Francisca Teixeira, 7o) Guilhermina c.c. Eduardo Pereira da Silva Barão de São João d’El Rey a 13/91871, 8o) João Pedro, junto com a mulher, está enterrado na capela da Fazenda Santana que pertencia a Manoel Ribeiro, seu sogro; ele fez enterrar os ossos do pai, o 1o Barão de Cajurú, nesta mesma fazenda Santana, em túmulo que existe até hoje em grande abandono e 9o) José.
5) Ana Eliza, minha 3a avó, 1o c.c. Joaquim Carvalho de Arantes, pais de:
6) Ana Margarida, minha 2a avó, c.c. João Antonio de Avellar e Almeida, irmão da 1a Baronesa do Rio das Flores, Vassouras, RJ, pais de:
7) Bernardina, minha avó, c.c. Joaquim Rodrigues d’Almeida, primo do Barão de Almeida Ramos pais de:
8) Anna, c.c. Anibal de Barros Fernandes, pais de:
9) Anibal de Almeida Fernandes, c.c. Maria José Giordano Del Grande, sobrinha bisneta do Barão Barra, pais de:
10) Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes.
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AVELAR E ALMEIDA
História e Genealogia
AVELLAR e ALMEIDA, Importante família de abastados proprietários rurais, fazendeiros de café, oriundos da Ilha das Flores, bispado de Angra do Heroísmo, nos Açores, estabelecidos na região centro-sul fluminense (Vale do Paraíba), do Estado do Rio de Janeiro. Teve princípio no do Heroísmo, nos Açores, estabelecidos na região centro-sul fluminense (Vale do Paraíba), do Estado do Rio de Janeiro. Teve princípio no Alferes Manuel Coelho de Avelar [c.1742, Freg. de S. Pedro da Ponta Delgada, da Ilha das Flores -], que deixou geração do seu cas. com Maria Rosa de Almeida, natural da mesma freguesia - por onde ocorreu a união dos dois sobrenomes. Entre os descendentes daquele patriarca português, destacamos: I - o filho, Manuel de Avelar e Almeida [* c.1767, Freg. S. Pedro da Ponta Delgada, da Ilha das Flores, Açores - + 27.04.1848], que passou para o Brasil, estabelecendo-se na região centro-sul do Estado do Rio de Janeiro. Conforme seu Inventário, feito a 7/6/1848, e registrado no Cartório José Maria da Costa, Vassouras, deixou uma + 27.04.1848], que passou para o Brasil, estabelecendo-se na região centro-sul do Estado do Rio de Janeiro. Conforme seu Inventário, feito a 7/6/1848, e registrado no Cartório José Maria da Costa, Vassouras, deixou uma prole de 10 filhos, do seu cas., c.1792, com sua prima Suzana Maria de Jesus [* c.1769, Freg. S. Pedro da sua prima Suzana Maria de Jesus [* c.1769, Freg. S. Pedro da Ponta Delgada, da Ilha das Flores, Açores - + 23.06.1839], + 23.06.1839], filha de Manuel Henriques e de Maria Coelho; II - o neto, Marcelino José de Avellar, filho do anterior. Proprietário da fazenda da Paraíba (depois Concórdia), com 1.000 braças de testada sobre o rio Paraíba, cas. com Francisca de Paula Correia e Castro filha do Barão de Campo Belo; III - o cas. com Francisca de Paula Correia e Castro filha do Barão de Campo Belo; III - o neto, José de Avellar e Almeida, José de Avellar e Almeida, barão do Ribeirão, irmão do anterior, que vai denominado adiante; IV - a bisneta, Francisca de Paula Avelar [c.1830-], que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da família Avelar Brandão (v.s.), a mesma região; V - a bisneta, Carolina de Avelar e Almeida, que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da família Avelar Fernandes (v.s.), da mesma região; VI - o bisneto, Visconde de Cananéia, que vai denominado adiante; VII - o bisneto, barão de Massambará, que vai denominado adiante; VIII - o bisneto, José de Avelar e Almeida Júnior, nat. de Vassouras, proprietário da fazenda de Mato Dentro, IX – a neta Ana Maria c.c. Bernardino José da Costa, X - a neta Inácia Maria c.c. Manoel Inácio de Azevedo, XI – a neta Mariana Rosa c.c Antonio Inácio Botelho, XII – a neta Luisa Maria, 1o c.c. Antonio José da Silva com prole de 2 filhos: Maria Salomé, c.c. seu primo José Vieira Machado da Cunha, 1o Barão do Rio das Flores e de João Antonio c.c. Ana Margarida Carvalho de Arantes neta de João Gualberto de Carvalho e de Ana Inácia Ribeiro do Valle, 1os Barões de Cajurú; Luisa Maria, 2o c.c. Anastácio José Gonçalves Figueira com prole de 5 filhos, XIII - a neta Rita Maria c.c. José Maria Lisboa, XIV – a neta Maria Rosa c.c. seu tio Eleutério Rodrigues Barbosa, XV – a neta Isabel Maria c.c. José Pedro Teixeira Coelho, XVI – a neta Francisca Maria c.c. seu tio Francisco Rodrigues Barbosa. Nobreza Titular: I - José de Avelar e Almeida [- 26.03.1874, Vassouras, RJ], citado acima. Foi agraciado, por Dec. de 22 de Junho de 1867, com o título de barão de Ribeirão. Fazendeiro na província do Rio de Janeiro. Deixou prole de 13 filhos, do seu cas. com Ana Barbosa de Sá [- 12.08.1868, Vassouras, RJ], prole de 13 filhos, do seu cas. com Ana Barbosa de Sá [- 12.08.1868, Vassouras, RJ], baronesa de Ribeirão, irmã do 1o Barão de Santa Justa, da importante irmã do 1o Barão de Santa Justa, da importante família Rodrigues Barbosa (v.s.), da região centro-sul fluminense do Estado do Rio de Janeiro; II - Bernardino Rodrigues de Avelar [bat. 13.10.1823, Vassouras, RJ - 11.04.1896, Vassouras, RJ], citado acima, Foi agraciado, sucessivamente, com os títulos de barão de Cananéia [Dec. 15.10.1868], elevado a Visconde de Cananéia [Dec. 18.09.1886]. Deixou prole de 4 filhos de seu 1o casamento, com sua prole de 4 filhos de seu 1o casamento, com sua prima, Carlota Elisa de Avelar, natural de Vassouras, filha de Marcelino José de Avelar, da fazenda da Paraíba, acima denominado; viscondessa de Cananéia; ao ficar viúvo o Visconde se casou novamente tendo uma filha única, Maria Virgília, que se casou com Carlos França Carvalho neto de Vicente de Souza Queiros, barão de Limeira, III Marcelino de Avelar e Almeida [1822 - 31.08.1898, Rio, RJ], citado acima. Foi agraciado com o título [Dec. 04.09.1867] de barão de Massambará. Foi casado duas vezes: a primeira, com sua prima Ana Rita de Avellar [- 05.06.1868], 1ª baronesa de Massambará, filha de seu tio Marcelino José de Avelar, da fazenda da Paraíba, acima denominado; e a segunda, com Maria Luiza de Azevedo Carvalho [c.1843 - 21.10.1912, Rio, RJ], 2ª baronesa de Massambará; filha de Carlos Antonio de Carvalho e IV - Laurindo de Avelar e Almeida [05.12.1849, Vassouras, RJ - 25.11.1902, Rio, RJ], citado acima. Foi agraciado a 07.01.1881, com o título de filha de Carlos Antonio de Carvalho e IV - Laurindo de Avelar e Almeida [05.12.1849, Vassouras, RJ - 25.11.1902, Rio, RJ], citado acima. Foi agraciado a 07.01.1881, com o título de barão de Avelar e Almeida. Fazendeiro de café na província do Rio de Janeiro. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas. Foi casado três vezes: em primeiras núpcias, com sua sobrinha, Maria José de Avelar, filha do citado fazendeiro José de Avelar e Almeida Júnior; em segundas núpcias, com outra sobrinha, Laurinda de Avelar Werneck [bat. 25.12.1851, Vassouras, RJ -], filha de Inácio José de Souza Werneck e de Bernardina de Avelar e Almeida - da importante família Werneck (v.s.), da região centro-sul fluminense do Estado do Rio de Janeiro, e, em terceiras núpcias, a 02.06.1880, no Rio, RJ, com Maria Ursulina Peçanha da Silva [21.10.1846, Rio, RJ - 16.12.1942, Vassouras, RJ], Peçanha da Silva [21.10.1846, Rio, RJ - 16.12.1942, Vassouras, RJ], baronesa de Avelar e Almeida (ver este título). Heráldica: O citado barão de Avelar e Almeida requereu armas a 17.01.1881, que lhe foram passadas a 22.01.1881, a saber: um escudo em campo de ouro, uma banda de vermelho carregada de três estrelas de prata, acompanhada, à destra, de um cafeeiro de verde frutado de vermelho, e, à destra, de uma abelha de verde. Divisa: Virtude et Honore. cafeeiro de verde frutado de vermelho, e, à destra, de uma abelha de verde. Divisa: Virtude et Honore. Coronel de barão (Registrada no Livro II, a fls. 9/11, sob o n.º 3).
Fontes:
Francisco Klörs Werneck, Primeiros Povoadores de Vassouras.
Francisco Klörs Werneck, História e Genealogia Fluminense.
Francisco Klörs Werneck, Nobiliarquia Fluminense.
Ignácio Raposo, História de Vassouras.
Greenhalg Faria Braga, De Vassouras, Histórias, Fatos e Gente.
Greenhalg Faria Braga, Vassouras de Ontem.
Rudy Mattos da Silva, Galeria Vassourense.
Carlos Rheingantz, Titulares do Império.
IGB-Instituto Genealógico Brasileiro: Anuário Genealógico Brasileiro, Anos: I (pgs: 74, 84, 99, 106,
233, 318, 341, 347, II (pgs: 25, 58, 74), III (pgs: 158, 309, 323, 545), IV (pgs: 88, 95, 227 a 264, 277, 278), VI (pg: 15), VII (pg: 183), e IX (pgs: 452, 464, 465, 469).
Informações de José Carlos Braga de Avellar, trineto do Visconde de Cananéia
Informações de Anibal de Almeida Fernandes, 5o neto do Alferes Manuel Coelho de Avellar
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ARANTES
ENVIADO a ANTONIO HENRIQUE CUNHA BUENO em MARÇO 2005.
Família de abastados proprietários de fazendas de café estabelecida em Minas Gerais. Tem origem em Portugal, no século XV, em João de Arantes, o 1o Arantes e patriarca da Tem origem em Portugal, no século XV, em João de Arantes, o 1o Arantes e patriarca da família Arantes, que foi Condestável dos Espingardeiros do Rei D. João II, com Carta de Nomeação registrada a 2/1/1488, no Nobiliário de Memórias Genealógicas, manuscrito no 876 do Arquivo Distrital de Braga, de autoria do Padre. Marcelino Pereira, séc. XVII. Foi casado com Genebra de São Payo, conforme está registrado em escritura feita a 16/2/1509, o filho Diogo de Arantes foi nomeado Tabelião de Entre Homem e Cávado por D. Manoel I a 11/3/1511 e 18/2/1516 e por João III a 9/9/1522; o 4o neto, Francisco de Arantes, bat. a 21/8/1659, foi Juiz na Freguesia de São Salvador do Couto do Souto, [Comarca de Viana, Braga Portugal], cas. com Úrsula Fernandes; o 5o neto, Domingos de Arantes [1693, que foi Condestável dos Espingardeiros do Rei D. João II, com Carta de Nomeação registrada a 2/1/1488, no Nobiliário de Memórias Genealógicas, manuscrito no 876 do Arquivo Distrital de Braga, de autoria do Padre. Marcelino Pereira, séc. XVII. Foi casado com Genebra de São Payo, conforme está registrado em escritura feita a 16/2/1509, o filho Diogo de Arantes foi nomeado Tabelião de Entre Homem e Cávado por D. Manoel I a 11/3/1511 e 18/2/1516 e por João III a 9/9/1522; o 4o neto, Francisco de Arantes, bat. a 21/8/1659, foi Juiz na Freguesia de São Salvador do Couto do Souto, [Comarca de Viana, Braga Portugal], cas. com Úrsula Fernandes; o 5o neto, Domingos de Arantes [1693, freguesia de São Salvador do Souto, comarca de Viana, Braga, Portugal] deixou numerosa descendência, pela qual correm os sobrenomes Arantes e Arantes Marques, (v.s.), de Minas Gerais de seu cas., a 6/8/1719, com Josefa Marques, 6/8/1719, com Josefa Marques, filha de João Francisco e de Maria Marques. O casal teve 10 filhos, Maria [1720], Helena [1722], João [1724], Domingos [1726], Domingas [1729], José [1730], Manoel [1732], Francisco [1734], Antonio [1738], Jerônimo [1741], todos nascidos em São Salvador do Souto. Destes, dois vieram para o Brasil estabelecendo-se em Minas Gerais, onde deixaram larga Maria [1720], Helena [1722], João [1724], Domingos [1726], Domingas [1729], José [1730], Manoel [1732], Francisco [1734], Antonio [1738], Jerônimo [1741], todos nascidos em São Salvador do Souto. Destes, dois vieram para o Brasil estabelecendo-se em Minas Gerais, onde deixaram larga descendência que deu continuidade ao sobrenome Arantes e Arantes Marques: João de Arantes Marques (nasc. a 25/4/1724-) patriarca do Ramo Arantes de Formiga, MG, cas. com Margarida Maurícia do Sacramento com 7 filhos, Antonio, Maria, Antonia, Francisco (Padre),João Carlos, Manoel e Francisca; e Antônio de Arantes Marques [nasc. a 17/7/1738, Braga – fal. 1801, Aiuruoca, MG], patriarca do Ramo Arantes de Aiuruoca, MG, onde fundou a fazenda Conquista no séc. XVIII, até hoje pertencente à família Arantes, cas. com Ana da Cunha Carvalho filha do Coronel Antonio da Cunha Carvalho e Bernarda Dutra da Silveira que descende de Baltasar de Moraes de Antas, Juiz em São Paulo a partir de 1579. O casal teve 11 filhos, Francisco, Thomaz, Antonio, Jerônimo, Maria, Manoel Rufino, Theodósio, João, Joaquim, Veríssimo e Raimundo. Entre os descendentes de Antonio, cabe registrar: I – o filho Manoel Rufino Carvalho de Arantes herdeiro da fazenda Conquista, cas. a 25/11/1784 com Ana Joaquina de Carvalho, irmã do 1o barão de Cajurú, II - o neto, Antônio Belfort de Arantes Marques [1804, Aiuruoca, MG - 19.07.1885, Andrelândia, MG], que foi agraciado com o título [Dec. 15.06. 1881] de 1o Andrelândia, MG], que foi agraciado com o título [Dec. 15.06. 1881] de 1o barão de Cabo Verde. Deixou geração do seu cas. com Maria Custódia de Paula, filha do Cap. Inácio Ribeiro do Vale, da importante família Ribeiro do Vale (v.s.), de Minas Gerais. Em 1834, estabeleceu-se na fazenda da Paraíba, que confrontava com a fazenda das Bicas, de seu cunhado, João Gualberto de Carvalho, o 1o 1o barão de Cajurú cas. com Ana Inácia Ribeiro do Valle filha do citado Capitão Inácio Ribeiro do Valle.; III -o cas. com Ana Inácia Ribeiro do Valle filha do citado Capitão Inácio Ribeiro do Valle.; III -o bisneto Antônio Ribeiro Belfort de Arantes [1818, Turvo, MG - 01.10.1908, Turvo, MG], Ribeiro Belfort de Arantes [1818, Turvo, MG - 01.10.1908, Turvo, MG], filho do anterior, que foi agraciado, sucessivamente, com os títulos de barão de Arantes [Dec. 19.07.1879] e de visconde de Arantes [18.07.1888]. Juiz Municipal, suplente, da cidade de Turvo (MG). Deputado por Minas Gerais à Constituinte de 1891. Fazendeiro. Comendador. Oficial da Ordem da Rosa. Deixou geração do seu cas., com sua prima legítima, Libânia Jesuína de Carvalho, viscondessa de Arantes, filha do 1o Barão de Cajurú (v.s.), de Minas Gerais; IV - o filha do 1o Barão de Cajurú (v.s.), de Minas Gerais; IV - o bisneto, Teófilo Belfort Ribeiro de Arantes, Presidente da Câmara Municipal de Andrelândia [1878-1880]; V - a bisneta, Maria Cândida Belfort de Arantes, que foi casada com Militão Honório de Carvalho, 2º barão de Cajurú [Dec. 20/7/1889], filho do 1o barão de Cajurú .; VI - Euro Luiz Arantes [07.03.1927, Guidoval, MG], advogado, fundador e diretor do semanário Binômio. Deputado estadual, por Minas Gerais [1958]. Cidadão Honorário da cidade de Pirapora, MG. VII – o trineto Altino de Arantes Marques, Secretário do Interior, Secretário da Fazenda, Deputado Federal e Presidente do Estado de São Paulo, [1916-1920], VIII – o 4o neto Mário Arantes de Almeida [1893 – 25/7/1958], advogado, Presidente da 5a Seção de Araraquara da OAB, Vereador e Prefeito de Araraquara, SP, onde é nome de rua. Nobreza Titular: I - Antônio Belfort de Arantes Marques, barão de Cabo Verde - citado acima; II - Antônio Ribeiro Belfort de Arantes, barão e barão e visconde de Arantes - citado acima. O lugar de Arantes fica no município de Lavras, perto de Carrancas. (A - Família Arantes) (Anuário Genealógico Brasileiro, I, 74, 99)
Fontes:
Nantes ou Arantes ou D’Anantes, que hoje He Arantes, Eduardo de Arantes e Oliveira, Portugal.
A Família Arantes, Américo Arantes Pereira, Legis Summa Ltda, Ribeirão Preto, 1993.
Titulares do Império, Carlos Rheinganntz, Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, 1960.
Notas para a História da Vila de Pati do Alferes Frei Aurélio Stulzer, Rio de Janeiro, 1944.
História da Casa de Bragança http~ip200650/bragança.html
As Ilhoas José Guimarães, Revista Genealógica Latina, Vol. XII, SP, 1960.
José Guimarães, dados fornecidos, e Mário Arantes de Almeida, dados fornecidos.
Publicações do Instituto Genealógico Brasileiro – IGB -.
Anibal de Almeida Fernandes, Março, 2005.
VISCONDE de ARANTES

Antonio Belfort Ribeiro de Arantes: Visconde de Arantes, a 18/7/1888
Oficial da Imperial Ordem da Rosa a 19/7/1879
e Coronel da Guarda Nacional a 5/4/1879.
Autor: Anibal de Almeida Fernandes, sobrinho-trineto do Visconde.
Atualizado Agosto, 2008.
Barão de Arantes, a 19/7/1879, e Visconde de Arantes, a 18/7/1888, Antonio Belfort Ribeiro de Arantes, nascido em 1831, em Aiuruoca, MG, falecido a 30/9/1908, Andrelândia, MG, onde teve seu busto inaugurado, a 20/7/1991, em praça pública. Filho de Antonio Belfort de Arantes, 1o Barão de Cabo Verde (Decr. 1881), e de sua mulher Maria Custódia Ribeiro do Valle (que é irmã de Ana Ignácia, 1a Baronesa de Cajurú); neto paterno de Antonio Joaquim de Arantes Marques, bisneto paterno do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques, Patriarca do Tronco Arantes de Aiuruoca e de sua mulher Ana da Cunha de Carvalho que, por sua mãe Bernarda Dutra da Silveira, descende de Baltasar de Moraes de Antas, vindo para o Brasil cerca de 1556, que foi Juiz em São Paulo, a partir de 1579, e tem Carta de Nobreza reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia, a 11/9/1579.
O Visconde de Arantes é 10o neto-paterno de João de Arantes, (que está registrado no Nobiliário “Coleção de Memórias Genealógicas”, (2º volume), manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga, de autoria do Padre Marcelino Pereira que viveu no século XVIII) é o 1º Arantes que aparece na história de Portugal, Cavaleiro Fidalgo de sangue e espada, Morador da Casa Real, Senhor da Quinta de Romay, que foi nomeado a 2/1/1488, Condestável dos Espingardeiros d’El Rei D. João II, (13o Rei de Portugal 1481-1497), o Príncipe Perfeito, e grande rei português, pois sedimentou a autoridade real sobre os senhores feudais portugueses.
O Visconde de Arantes é neto-materno do Capitão Ignácio Ribeiro do Valle, (n. em 1783 e f. a 15/3/1853 em Andrelândia) e que no seu 2º casamento foi casado com Bárbara de Arantes (bat. a 11/1/1818), filha de Manoel Rufino de Arantes, meu 4º avô, que é o 6º filho do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques, Patriarca do Tronco Arantes de Aiuruoca.
O Visconde de Arantes era dono de imensa quantidade de terras e muitas casas na cidade de Andrelândia (antiga Vila Bela do Turvo, desde 21/10/1866) que ajudou a desenvolver com uma série de melhoramentos: a Casa da Câmara, a Cadeia Municipal e o pionerismo da instalação de água encanada que foi uma formidável aquisição para a cidade no fim do sec. XIX, ele foi Presidente da Câmara de Andrelândia em 4 gestões (1869-1872, 1883-1886, 1891-1894 e 1905-1907) e Deputado Federal em 1892. Na República teve mais uma importantíssima contribuição para o desenvolvimento do município ao interceder junto ao presidente de Minas (João Pinheiro) e ao presidente da República (Afonso Pena) e fazer a estrada de ferro Oeste de Minas passar por Andrelândia.
O Visconde de Arantes foi casado com, sua prima-irmã Libania Jesuina Carolina de Carvalho, Viscondessa de Arantes, minha tia-trisavó, que é filha de João Gualberto de Carvalho e de sua mulher Ana Ignácia Ribeiro do Valle, 1os Barões do Cajurú (Decr. 30/6/1860), meus 4os avós.
Libânia, Viscondessa de Arantes, é irmã do 2o Barão do Cajurú (Decr. 1889) e da Baronesa de São João d’El Rei.
O Visconde de Arantes e sua mulher Libania tiveram 2 filhas:
41ª Ambrosina c.c. Ernesto da Silva Braga (médico pela 1ª turma da faculdade de medicina da Praia Vermelha, RJ, foi diretor da Santa Casa de Andrelândia construída pelo Visconde de Arantes, Presidente da Câmara de Andrelândia, 1881/82 e 1887/90 e Deputado Estadual), pais de 7 filhos:
1) Libânia c.c. Augusto Campos, pais do filho único Gastão Braga de Campos c.c. Benedita Chaves pais de 15 filhos: João, José, Jair (radicado em Volta Redonda, RJ, c.c. Celine Gaspar com 4 filhos: Mauro, fal. Maio/08 (c.c. Maria Cecília Salgado Carvalho pais de 2 filhos: Bruno e Ricardo); Luiz Renato, Jaime e Sérgio), Jaime, Maria Teresa, Maria Aparecida, Maria Celina, Gentil, Jorge, Laerte, Afrânio, Benedito, Evaristo, Maria Helena, Ana Lúcia.
2) Mari, (Cocota), c.c. seu primo-irmão Antonio Belfort de Carvalho (filho do 2º Barão de Cajurú) pais de 6 filhos: José, Maria, Ambrosina, Sebastiana, Geraldo e Maria Aparecida.
3) Ernestina c.c. Luis Monteiro de Castro, pais de 6 filhos: Luiz, Ernesto, Maria de Lourdes, Ivone, Honório e Maria Aparecida.
4) Antonio, f.s. 5) Ernesto, f.s. 6) Márcia c.c. Antenor Fagundes pais de 1 filha: Maria do Carmo,
7) Olga c.c. Augusto Pereira de Andrade pais de 4 filhos: Walter, Aparecida, José Sebastião, Geraldo.
42ª Maria c.c. Isidoro Pereira de Azevedo, Rio de Janeiro, pais de 6 filhos:
1) Esther, f.s. 2) Maria da Conceição, f.s. 3) Ernesto, f.s. 4) Libânia. 5) Stella, sem sucessão. 6) Ivete, f.s.
Fontes pesquisadas para estruturar este trabalho:
Anuário Genealógico Brasileiro, IGB, Ano: I, II, III, IV, VI, VII e IX.
A Família Arantes, Américo Arantes Pereira, pgs: 443 a 459, 2a Edição, 1993, editado por sua filha, Flávia Pereira Ferriani.
Nantes ou D’Nantes que hoje He Arantes, Eduardo de Arantes e Oliveira, Portugal, 1994, trabalho de autor não publicado.
A Família Arantes, Arnaldo Arantes, pgs. 96 a 100, 1953.
José Guimarães, informação sobre Bernarda Dutra da Silveira, Ouro Fino, MG.
Titulares do Império, Carlos Rheingantz, 1960.
José Guido de Andrade, 20/7/2003, Discurso de entrega da Comenda do Visconde de Arantes.
http://br.geocities.com/projetocompartilhar6/antoniodearantesmarques1816.htm
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