P-2
====================================================================
PETROLINA

barão e baronesa de Petrolina
O barão de PETROLINA foi Bernardino de Senna Pontual, natural de PE onde nasceu em 1841 e ai faleceu em 1896.Era filho de João Manuel Pontual e de Teresa dos Santos Pontual. Era irmão do barão de FRECHEIRAS. Casou com Sophia da Costa Pontual, filha de Bento José da Costa e de Emilia Pires Ferreira da Costa. Era negociante na cidade do Recife em PE e Comendador da imperial Ordem da Rosa.
Colaboradora com adendas,fotos e fontes: Regina Cascão
Bernardino de Sena Pontual - agraciado com título toponímico (Dec 21.10.1882) de Barão de Petrolina, em substituição ao anterior título de Barão de Parnamirim, onde possuía propriedade (hoje, bairro do Recife). Irmão de Antonio dos Santos Pontual - Barão de Frecheiras, ambos filhos de João Manuel Pontual, "Pai João", que veio para o Recife em 1830 (juntamente com seu irmão Francisco), de casamento tratado com Tereza Rodrigues de Sena, "Mãe Teté". Comerciante no Recife; Senhor de Engenho; Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Casou-se no Recife com Sophia Serafina Prisca da Costa, nascida em 1843 na freguesia da Boa Vista, Recife, e falecida na mesma cidade. Com geração.
Envio da foto dos barões. Fonte: Foto da Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
Fonte: " Mística do Parentesco", de Edgardo Pires Ferreira.
====================================================================
PETROPOLIS

Barões com grandeza de PETROPOLIS
O barão com grandeza de PETROPOLIS foi o Dr.Manuel de Valladão Pimentel que nasceu em Macacú, RJ em 4 de Março de 1812 e faleceu no RJ em 30 de Novembro de 1882.Casou com Inês de Valladão Pimentel. Formado em medicina pela antiga Escola Medica Cirúrgica do Rio de Janeiro, foi lente dessa Escola e seu Diretor. Medico honorário da imperial Câmara e especial de S.ª Imperial a Princesa D. Isabel. Condessa d’Eu. Era Grande do Império, membro do IHGB desde 1840 e de outras Associações científicas, Comendador da imperial Ordem de Cristo e Oficial da I. Ordem da Rosa.
Colaborador:
José Renato Pessoa Dantas pelo envio da foto
====================================================================
PIABANHA

O barão de PIABANHA foi Hilário Joaquim de Andrade que nasceu na Paraíba do Sul, Província do Rio de Janeiro em 13 de Janeiro de 1796 e faleceu em 17 de Abril de 1865 na Paraíba do Sul em sua fazenda da Serraria. Presidente da Câmara Municipal de Paraíba do Sul em 1824, foi Coronel da Guarda de Honra de S.M. D. Pedro I. Deputado à Assembléia Provincial do RJ, várias vezes, foi Presidente da Comissão Sanitária de 1855, onde prestou relevantes serviços durante a invasão da Cólera, montando à sua custa um hospital para os coléricos. Era Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Adenda e foto do barão
Colaboração de José Roberto de Vasconcellos Nunes
PIABANHA, Barão do
Hilário Joaquim de Andrade.
Título concedido em 2 de dezembro de l854. Sobre sua personalidade a História Geral dos homens vivos e dos homens mortos do século XIX, publicação editada em Genebra, publicou extenso artigo elogiando suas qualidades, em que finalizou declarando que "A Fazenda de Serraria, de sua propriedade, era um verdadeiro templo de hospitalidade: Saint Hilaire, Selleau, Castelnau, Mansfield, bem como outros eminentes naturalistas, o atestam em suas obras. O Barão do Piabanha faleceu no dia 17 de abril de l865, entristecendo a todos aqueles capazes de apreciar o que havia de grande e de generoso no caráter deste homem: com efeito, ele destinava liberalmente sua grande fortuna ao alívio das classes sofredoras e oferecia aos estrangeiros uma hospitalidade que honrava a nação a que pertencia.
====================================================================
PIASSUBUSSU
O barão de PIASSUBUSSU foi João Machado de Novais Mello. Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.
PIASSABUSSU,conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
Adendas
Colaboração de Regina
Cascão
João Machado de Novais Melo- agraciado com o título ( Dec 05.10.1889 ) de Barão de Piassabussu. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome no estado de Alagoas. Filho do sargento-mor Antonio Francisco Novais. Deixou geração do seu casamento com Maria José Leite, falecida antes do marido.
Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Piassabussu, Barão de; família Novais.
====================================================================
PIEDADE
foto da condessa de Piedade
Fonte: AGB, vol.VII, 1945, pág.225
A Condessa da PIEDADE foi Engrácia Maria da Costa Ribeiro Pereira que faleceu no RJ em 15 de Fevereiro de 1863.Casou com o Conselheiro Senador José Clemente Pereira, natural da Vila do Castelo Mendo em Portugal ,onde nasceu em 17 de Fevereiro de 1787 e faleceu no RJ em 10 de Março de 1854,filho de José Gonçalves e de Maria Pereira. Foi José Clemente Pereira que em 9 de Janeiro de 1822 de uma das janelas do Paço, repetiu ao povo as palavras do Imperador D. Pedro I conhecidas pelo Fico. Foi agraciada com o título de Condessa da piedade em lembrança e remuneração dos relevantes serviços prestados ao Estado e à Humanidade por seu falecido marido.
Adenda
Colaboração de José Roberto de Vasconcellos Nunes
PIEDADE, Condessa da
Engracia Maria da Costa Ribeiro Pereira.
Título concedido em 13 de março de l854. Nasceu em 1792 no Rio de Janeiro, sendo filha do Tenente-coronel Manuel José da Costa e de Rita Maria do Carmo. Casou, em primeiras núpcias, com Manuel José Ribeiro de Oliveira; e, em segundas núpcias, com o senador Eusébio Queirós Coutinho Matoso da Câmara.
Adenda
Colaboração de Regina Cascão
" Enviuvando, casou-se novamente José Clemente Pereira com. D. Engracia Maria da Costa Ribeiro Pereira que era viúva de Manoel José Ribeiro de Oliveira e de quem possuía os filhos Manoel e Maria Custódia. Ao falecer José Clemente em 10 de março de 1854, sua viúva recebeu a 13 do mesmo mês, o título de Condessa da Piedade, assim o Imperador agraciando a consorte de quem muito fizera pelos pobres e infelizes e que nada quisera para si. Acha-se desse modo redigido o Decreto do Imperador que agraciou a D. Engracia Maria:
"Querendo dar em público testemunho do Meu Particular Apreço e Imperial Reconhecimento aos mui relevantes serviços prestados ao estado pelo falecido Senador José Clemente Pereira: Hei por bem Nomear Condessa da Piedade a D. Engracia Maria da Costa Ribeiro Pereira, viúva do mesmo Senador. Palácio do Rio de Janeiro, 13 de março de 1854"
A Condessa da Piedade sobreviveu ao marido vários anos, falecendo no Rio de Janeiro a 15 de fevereiro de 1863, segundo Laurênio Lago, em "Titulares Femininas". O inventário da Condessa acha-se no Arquivo Nacional, sendo dele inventariante o Dr. Manoel Marques de Sá, casado com uma das netas da Condessa, D. Maria Luiza Marcondes Ribeiro Marques de Sá.
Os bens da Condessa consistiam em duas fazendas no Município de Vassouras chamadas Cruzes e Santa Engracia, além de jóias, pratas, escravos, carros, animais, móveis e várias casas na cidade do Rio de Janeiro. Delas a principal era na rua do Catete, nº 187, e que foi a sua residência; outra na rua da Guarda Velha, hoje 13 de Maio, nº 1; na rua da Quitanda, nº 157; na rua das Violas, atual Teófilo Otoni, nos. 38 e 41; na rua de São Pedro, nº 52; na rua Senhor dos Passos, onde os números 156, 158 e 160 eram de sua propriedade."
Parte de artigo "Em Torno dos Casamentos de José Clemente Pereira" de Talita de Oliveira Casadei, historiadora, membro do IHGB, in Mensário do Arquivo Nacional, agosto 1974, ano V.
====================================================================
PILAR
O barão com grandeza do PILAR foi José Pedro da Motta Sayão. Casou com Maria José de Araújo,falecida no RJ,a 17 de Junho de 1917,na avançada idade de 91 anos,e foi sepultada no cemitério da ordem 3ª de São Francisco de Paula no carneiro onde jazem os restos de seu marido,o barão do PILAR.Era Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro, Comendador da imperial Ordem de Cristo, Grande Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da Real Ordem de Cristo de Portugal. Grande do Império.
====================================================================
PINDAMONHANGABA
O 1º barão com grandeza de PINDAMONHANGABA foi Manuel Marcondes de Oliveira Mello que nasceu em SP e faleceu em Pindamonhangaba nessa província em 6 de Agosto de 1863 com 87 anos de idade. Era filho do Capitão-Mór Ignacio Marciondes do Amaral e de Ana Joaquina de Oliveira. Casou em 1817 com Maria Justina de Bom Sucesso, filha do Capitão barão de PARAIBUNA e de sua primeira mulher Florinda Maria Salgado.Em segundas núpcias casou em 1827 com Maria Angélica viúva do Capitão Rafael José Machado e filha do Capitão-Mór Miguel Martins de Siqueira e de Francisca Leme de Siqueira. Não deixou geração desses dois matrimônios. Era Veador de S. Magestade a Imperatriz ,Coronel do 1º esquadrão da Guarda de honra e acompanhou neste posto S.M.D. Pedro I, na ocasião do grito do Ipiranga. Era comendador da Imperial Ordem de Cristo e da imperial Ordem da Rosa e Oficial da Ordem Imperial do Cruzeiro.
Barão sem grandeza no decreto, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
====================================================================
PINDAMONHANGABA
O 2º barão e visconde de PINDAMONHANGABA foi Francisco Homem de Mello que nasceu em Pindamonhangaba em 1805 e faleceu nessa cidade,SP em 8 de Janeiro de 1881.Era filho do Capitão-Mór José Homem de Mello e de Maria Marcondes de Andrade. Casou com sua prima Ana Francisca de Mello em 1830 e eram pais do barão HOMEM DE MELLO. Ana Francisca, sua mulher era filha do Capitão-Mór Francisco e de Maria Francisca Guimarães. Em segundas núpcias casou com Antonia Monteiro de Godoi, filha de Claro Monteiro do Amaral e de Francisca de Paula Oliveira Godoi.Era Comandante Superior da Guarda Nacional e fez parte das antigas milícias,como major
BRASÃO DE ARMAS: Em campo azul seis crescentes de lua de ouro, em duas palas. TIMBRE: um leão azul armado de ouro com uma alabarda nas garras, cabo de ouro e o fero de sua cor. COROA: a de visconde.
====================================================================
PINDARÉ

O barão com grandeza de PINDARÉ foi Antonio Pedro da Costa Ferreira que nasceu na cidade de Alcântara, na Província do Maranhão em 26 de Dezembro de 1778 e faleceu no RJ em 28 de Julho de 1860.Era filho do Tenente-Coronel Ascenso José da Costa Ferreira e de Maria Teresa Ribeiro da Costa Ferreira. Casou em 29 de Julho de 1810 com sua prima Francisca da Costa Ferreira. Graduado em cânones pela Universidade de Coimbra em 2 de Junho de 1803,foi em 1805 nomeado Fiscal da Junta da Vila de Alcântara e depois Superintendente da mesma. Secretário do Governo da província do Maranhão em 1825,foi eleito Membro do Conselho Geral em 1826 e deputado por essa Província na 2ª e 3ª legislaturas de 1833 a 1837.Presidente da Província do Maranhão nomeado pela Regência em 1831 foi Senador pela mesma Província em 1834.Era Grande do Império, Dignitário da imperial Ordem de Cruzeiro, Cavaleiro da imperial Ordem da Rosa e comendador da de Cristo.
====================================================================
PINHAL
Fotos dos barões, viscondes com grandeza e conde de Pinhal em vários momentos de suas idades
conde com a família e condessa de Pinhal
colaboradores:
Marcelo Teodoro de Oliveira
José Renato Pessoa Dantas - Envio da 5ª foto da condessa
O barão, visconde com grandeza e conde do PINHAL foi Antonio Carlos de Arruda Botelho que nasceu em Piracicaba, SP em 23 de Agosto de 1827 e faleceu na sua fazenda do Pinhal a 11 de Março de 1901.Era filho do Tenente-Coronel Carlos José Botelho e de Cândida Maria do Rosário, filha do Tenente José Joaquim de Sampaio e de Maria Jacinta da Natividade. Casou em 1853 em primeiras núpcias com Francisca Teodora Coelho, filha de Frutuoso José Coelho e de Antonia Ferraz da Silva e em segundas núpcias com Ana Carolina de Oliveira filha dos viscondes do RIO CLARO. Dotado de grande capacidade de trabalho foi o fundador de diversas empresas de Estradas de Ferro e com o barão de Tatuí, fundou o Banco de SP. Era importante fazendeiro e foi um dos primeiros a introduzir o trabalho livre em suas fazendas com a organização de colônias alemãs. Era coronel da Guarda Nacional e foi o chefe político mais importante em seu distrito, tendo sido durante 10 anos deputado e presidente da Assembléia Provincial. Foi deputado Geral por sua província em 1889 e com o advento da República recolheu-se à vida privada, conservando as suas idéias monárquicas. Era Grande do Império, Comendador da imperial Ordem da Rosa.
Colaboradores:
fonte: AGB, vol.IX, 1947, pág.231
Regina Cascão - Ver no site www.al.sp.gov.br/
BRASÃO DE ARMAS: A dos Botelhos que são: em campo de ouro quatro bandas de góles. TIMBRE: um leão do mesmo metal, nascente, bandado de vermelho. COROA: A de conde.
====================================================================
PINHEIRO
O barão de PAQUEQUER e visconde com grandeza de PINHEIRO foi Joaquim Luiz Pinheiro, pai do barão de AQUINO José de Aquino Pinheiro. Tenente-Coronel da Guarda Nacional no município de Cantagalo, RJ.
Adendas
Colaboração de Regina
Cascão
Joaquim Luiz Pinheiro - agraciado com o título ( Dec 11.12.1875 ) de Barão de Paquequer; agraciado posteriormente com o título ( Dec 15.04.1882 ) de Visconde com honras de grandeza de Pinheiro. Título de origem antroponímica, tomada do sobrenome de família. Filho de João Luiz Pinheiro e sua mulher Maria Luisa Ribeiro. Nascido cerca de 1811 e falecido a 10.06.1886 em Cantagalo-RJ, com 75 anos de idade. Residente em Cantagalo , região serrana do estado do Rio de Janeiro. Abastado agricultor em Cantagalo, onde exerceu cargos de nomeação do governo. Deixou geração - oito filhos- de seu casamento com Quenciana Maria Vieira de Souza, Viscondessa de Pinheiro, falecida depois de 1891, filha de Felisberto Vieira de Souza, que foi revolucionário em 1842 em Minas Gerais. A Viscondessa residia em Cantagalo em 1891.
Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes; Pinheiro, Visconde de; Pinheiro, Viscondessa de; família Pinheiro.
====================================================================
PINHO BORGES

barão de Pinho Borges
A sra. Maria de Lourdes Souza Leão Castro, bn do barão) cedeu foto do barão ao AGB
Fonte: AGB, vol.VII, 1945, pág.234 . Apomos esta com maior resolutividade.
O barão de PINHO BORGES foi Francisco de Pinho Borges. Casou com Thomasia Firmino de Pinho Borges.
Adendas e colaboradores
Regina Cascão - Fontes - Foto do barão. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife, PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
- Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras
Verbetes: Pinho Borges, barão de; família Pinho Borges.
Francisco de Pinho Borges- Senhor do Engenho Sucupira (Tigigó), agraciado com o título ( 20.07.1889 ) de Barão de Pinho Borges.Título de origem antroponímica, tomado do sobrenome da família. Falecido em Jaboatão-PE a 20.11.1894. Capitão. Abastado agricultor nesse município. Deixou geração do seu casamento com Tomasia Firmina " de Pinho Borges" . Entre os filhos, destaca-se Maria Amélia de Pinho Borges, 1839-1900), que, por seu casamento na família Souza Leão, de Pernambuco, tornou-se a Baronesa de Morenos.
Maria-João N. F. V. Craigie - Colaboração - Genealogista portuguesa residente em Lisboa, autora de alguns trabalhos publicados.
Mais esclareço que D. Tomásia Firmina Soares Brandão era tia do conhecido político que foi o Conselheiro Dr Francisco de Carvalho Soares Brandão.
1(VII) - D. TOMÁSIA-FIRMINA DE CARVALHO SOARES BRANDÃO (18??-?) - Filha do Cap. FRANCISCO-PEDRO SOARES BRANDÃO (1781-1836) e de sua mulher D. MARIA-FRANCISCA DE CARVALHO PAIS DE ANDRADE (1785-?). Nascida em Pernambuco. Casada por 1838 com o Cap. FRANCISCO DE PINHO BORGES, Barão de Pinho Borges, Capitão de Milícias, proprietário do Engenho Sucupira em Tejipió, Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, falecido a 20.11.1894 em Pernambuco. Com geração:1MARIA-AMÉLIA 2ANA 3JOSÉ
1(VIII) - D. MARIA-AMÉLIA DE PINHO BORGES (1839-1900) - Nascida a 29.7.1839 em Pernambuco. Falecida a 28.3.1900. Casada em 1864 em Pernambuco com ANTÓNIO DE SOUSA LEÃO, Barão de Morenos, proprietário do Engenho dos Morenos em Moreno, Pernambuco, nascido a 11.6.1808 no Engenho Tapera, Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, e falecido a 18.10.1882; filho do Tte-Cel Filipe de Sousa Leão, oficial de milícias e proprietário do Engenho Tapera em Jaboatão dos Guararapes, e de sua mulher D. Rita-de-Cássia Pessoa de Melo.
2(VIII) - D. ANA-ERNESTINA DE PINHO BORGES (18??-?) - Casada com JOSÉ GOMES VILAR. Com geração: 1CONSTÂNCIA
1(IX) - D. CONSTÂNCIA GOMES VILAR (18??-?) - Casada com o Dr Desemb. ÁLVARO SIMÕES BARBOSA, magistrado.
3(VIII) - Dr JOSÉ-ANTÓNIO DE PINHO BORGES (18??-?) - Bacharel em Direito, Advogado. Proprietário dos Engenhos de Entre-Rios e Conceição, Jaboatão dos Guararapes. Accionista do Banco de Crédito Real de Pernambuco. Casado com D. TERESA-AUGUSTA DE SOUSA LEÃO; filha do Dr Miguel Filipe de Sousa Leão, proprietário do Engenho Tapera em Jaboatão dos Guararapes, e de sua mulher D. Isabel Augusta Coelho; neta paterna de do Tte-Cel Filipe de Sousa Leão e de sua mulher D. Rita-de-Cássia Pessoa de Melo; sobrinha de seu cunhado António de Sousa Leão, Barão de Morenos (ver 1.1.11:5.1.8:11.1). Com geração: 1MARIA-EMÍLIA 2MARIA-AMÉLIA 3VIRGÍLIO 4FRANCISCO
1(VIII) - D. MARIA EMÍLIA DE PINHO BORGES (18??-?)
2(VIII) - D. MARIA AMÉLIA DE PINHO BORGES (18??-?)
3(VIII) - VIRGÍLIO DE PINHO BORGES (18??-?)
4(VIII) - FRANCISCO DE PINHO BORGES, Neto (18??-?)
====================================================================
PINTO LIMA

Barões de PINTO LIMA
O barão com grandeza de PINTO LIMA foi Francisco Xavier Pinto Lima que nasceu na Baia a 20 de Fevereiro de 1832.Era filho do Comendador Francisco de Pinto Lima, negociante na cidade da Baia e de Ignacia Maria de Carvalho Lima. Era bacharel em direito e foi magistrado. Presidente da Província do RJ em 1874 e de SP em 1872.Foi Ministro da Marinha no 2º Gabinete de 1864,deputado Geral pela Província da Baia na 10ª legislatura de 1857 a 1860,na 11ª.12ª,14ª e 15ª de 1860 a 1875.Era do Conselho de sua Magestade, Comendador da imperial ordem da rosa da Real ordem de Vila Viçosa de Portugal e do leão Neerlandez dos Países Baixos.
Adenda
Francisco Xavier de Pinto Lima, nasc. a 20/2/1832 em Salvador, Bahia, e fal. a 9/8/1901, no Rio de Janeiro, recebeu o título de Barão de Pinto Lima, com Grandeza a 8/8/1888, Livro XII, pg. 46, do Arquivo Nacional, RJ. Era filho de Francisco de Pinto Lima e de Inácia Maria de Carvalho, era bacharel em Direito e foi magistrado. Foi deputado geral pela Bahia nas legislaturas 10ª, 11ª, 12ª, 14ª e 15ª. Foi ministro da Marinha do Brasil, nomeado por carta imperial de 31/8/1864 a 12/5/1865.
O Barão de Pinto Lima em 1872 c.c. Maria Joana Lopes de Araújo, nasc. em 1850 no Rio Grande do Sul, que era viúva de Felisberto Inácio de Oliveira, (nasc. em Pernambuco), Barão de Cruangí, a 22/6/1867.
O Barão de Pinto Lima e Maria Joana, pais de 5 filhos:
1) Alfredo, fal. s. sg. 2) Artur, c.c. Elvira Cintra, pais de 5 filhos:
Francisco Xavier, Paulo
Maria Aparecida (gêmea), c.c. Franklin Siqueira Rodrigues, Maria de Lourdes (gêmea), Luiz Augusto
3) Augusto, c.c. Maria Orminda de Barros cg. 4) Inácia, c.c. Augusto Gomes Monteiro de Castro, pais de 3 filhos:
1 - Maria Cristina, fal. s. Sg; 2 - Jorge, c.c. Heloísa Moscoso, pais de 3 filhos:
Rodrigo, Maria Cristina, Heloísa.
3 - Carlos Augusto
5) Eufrásio, fal. s. sg.
ENFOQUE HISTÓRICO
Não há Carta de Brasão, registrada no Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, para o Barão de Pinto Lima. Caso houvesse brasão, à luz da atual opinião dos estudiosos do direito heráldico brasileiro, os herdeiros poderiam usá-lo uma vez que o título concedido por Pedro II foi ad personam sul cognome o que só era concedido quando o Imperador queria homenagear toda a família do titulado.
Nos 67 anos do Império do Brasil, (1o Reinado de 1822 a 1831 e o 2o Reinado de 1840 a 15/11/1889), foram concedidos 1.211 títulos a 986 titulares (a diferença é porque alguns tiveram mais que 1 título), prioritariamente aos fazendeiros (a maior parte cafeicultores), depois aos ocupantes de cargos públicos, aos comerciantes, aos negociantes e, por fim, aos intelectuais e capitalistas.
Colaboração de:
Aníbal de Almeida Fernandes(adendas) em novembro, 2009
Fontes para estruturar esse trabalho:
Titulares do Império, Carlos Rheingantz, 1960;
Anuário Genealógico Brasileiro: 1º ANNO e ANO III, 1941.
Wickipedia
Nomenclatura: nasc. = nascido; fal. = falecido; c.c. = casado com; s. = solteiro; sg. = sem geração; cg. = com geração.
====================================================================
PIRACICABA
Foto colaboração:
Marcelo Teodoro de Oliveira
O 1º barão de PIRACICABA foi Antonio Pais de Barros que nasceu na cidade de Itú em SP a 4 de março de 1791 e faleceu em 11 de Outubro de 1876 em SP. Era filho de Antonio de Barros Penteado, natural da Paraíba e de Maria de Paula Machado e irmão do barão de ITÚ. Casou com Gertrudes Eufrosina de Aguiar em 1819,filha do Coronel Antonio Francisco de Aguiar e de Gertrudes Eufrosina Ayres. Foi o primeiro iniciador da cultura do café no Estado de SP em sua fazenda de S. João do Rio Claro. Deputado as Cortes Constituintes Portuguesas em 1821-1822 por sua Província, tomou assento na Assembléia Geral na 2ª legislatura de 1830-1833.Foi deputado à Assembléia Provincial na 1ª.4ª e 6ª legislaturas. Era Oficial da imperial Ordem da Rosa.Foi o 1º à apresentar ao Governo o projeto para uma Estrada de Ferro de Santos à Rio Claro. Era pai da marquesa de ITÚ e do 2º barão de PIRACICABA.
BRASÃO DE ARMAS: Em campo vermelho três bandas de prata e sobre o campo nove estrelas de ouro, uma no primeiro, três em cada um dos do meio e duas no fundo do escudo. TIMBRE: uma aspa vermelha e azul, uma perna de cada cor e carregadas nela cinco estrelas das armas.(Brasão passado em 16 de Fevereiro de 1795.Reg.no Cartório da Nobreza, em portugal,Liv.V,fls.36).COROA: a de barão.
====================================================================
PIRACICABA

O 2º barão de PIRACICABA foi Rafael Tobias de Aguiar Pais de Barros, que nasceu em Itú e ai faleceu em 19 de março de 1898.Era filho do 1º barão de PIRACICABA, Antonio Pais de Barros e da baronesa, sua mulher Gertrudes Eufrosina de Aguiar. Casou duas vezes, a primeira com sua prima Leonarda de Aguiar de Barros, filha do barão de Itú e a Segunda vez Dom Maria Joaquina de Mello Oliveira, filha de José Estanislau de Oliveira e de Elisa de Mello Franco, viscondes de RIO CLARO. Lavrador importante em seu município, foi provedor da Santa Casa e Diretor do Banco Comercio e industria de SP.
BRASÃO DE ARMAS: Em campo vermelho três bandas de prata e sobre o campo nove estrelas de ouro, uma no primeiro, três em cada um dos do meio e duas no fundo do escudo. TIMBRE: uma aspa vermelho e azul, uma perna de cada cor e carregadas nela cinco estrelas das armas.(Brasão passado em 16 de Fevereiro de 1795.Reg.no Cartório da Nobreza, em Portugal,Liv.V,fls.36). COROA: a de barão.
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte da imagem: Anuário Genealógico Brasileiro
===================================================================
PIRACICAMIRIM
O barão de PIRACICAMIRIM foi Antonio de Barros Ferraz. Casou com Rita Ferraz, filha de José Ferraz de Campos e de Maria da Anunciação Camargo. Era Coronel da Guarda Nacional.
====================================================================
PIRAÍ
Retrato, óleo
do barão e da baronesa
- autor
Claude J. Barandier (Coleção - Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro -
IHGB - Rio de Janeiro)
O barão com grandeza de PIRAÍ foi José Gonçalves de Morais que faleceu em Piraí em 1859.Casou com Cecília Pimenta de Almeida Morais.
Adendas, correções e fotos
1 - Aloysio Clemente M. I. de J. Breves Beiler
JOSÉ GONÇALVES DE MORAES - BARÃO DE
PIRAÍ (com grandeza,
em 18 de julho de 1841). Nascido em 1776 em São João Marcos, Estado do Rio de Janeiro, faleceu em 10 de
outubro de 1859 em sua Fazenda dos Três Saltos em Piraí. Irmão do Padre Joaquim Gonçalves de Moraes, filhos de Antônio Gonçalves de Moraes, nascido em 1750, português
de Miranda d'Oiro, e de d. Rita Clara de Souza, filha de Antônio Paula de Souza, fazendeiro paulista de Itu. Casado com
CECÍLIA PIMENTA DE ALMEIDA FRAZÃO DE SOUSA
BREVES - BARONESA DE PIRAÍ (com grandeza), nascida em
1782 e falecida em 06 de julho de 1866 em sua Fazenda dos Três Saltos, filha do Capitão-mór José de Souza
Breves e Maria Pimenta de Almeida. Foi um dos mais ricos proprietários de terras e escravos no Império. Foram pais de:
1) ANTÔNIO GONÇALVES DE MORAES - Comendador, da Ordem de Cristo, e Oficial da Ordem da Rosa, ficou conhecido como
Capitão "Mata-Gente". Nascido em 1803, em Piraí, e falecido em 06 de setembro de 1876, no Rio de Janeiro.
Casado com d. Rosa Luisa Gomes (Luisinha), falecida em 28 de outubro de 1879, no Rio de Janeiro, filha dos
Barões de Mambucaba.
2) MARIA IZABEL BREVES DE MORAES - casada com seu tio- materno, Comendador Joaquim José de Breves, "Rei do
Café".
3) RITA CLARA DE MORAES - nascida em 1805 e falecida em 18/08/1868, na Fazenda do Pinheiro, casada com seu tio
materno, Comendador José Joaquim de SOUSA Breves, falecido em 05/07/1879, em sua Fazenda do Pinheiro, irmão da Baronesa do Piraí. Sem sucessão.
4) JOAQUIM JOSÉ GONÇALVES DE MORAES - Comendador, nascido em 1812, falecido em 29/09/1886, casado com sua prima d.
Cecília Pimenta de Almeida Breves, nascida em 1824, falecida em 23/07/1893, filha de Luiz de SOUSA Breves e
de d. Maria Pimenta de Almeida.
5) JOAQUINA CLARA DE MORAES - BARONESA DE VARGEM ALEGRE, nascida em 15/10/1815, na Fazenda Manga Larga em São
João Marcos, Estado do Rio de Janeiro, falecida em 1865, casou-se com Matias Gonçalves de Oliveira Rôxo -
BARÃO
DE VARGEM ALEGRE, (com Grandeza em 19/12/1866), nascido a 22/09/1804, em Trás os Montes, Portugal, falecido a
16/09/1879, em Vargem Alegre, Estado do Rio de Janeiro.
6) EMILIANA DE MORAES - CONDESSA DE TOCANTINS - faleceu ao nascimento de seu único filho. Casada com José
Joaquim de Lima de Silva Sobrinho - CONDE DE TOCANTINS a 30 de março de 1889, nascido em 07/10/1809 no Rio de
Janeiro e falecido a 21/08/1894. Irmão do Duque de Caxias - Luiz Alves de Lima e Silva e da Baronesa do Suruí. Filho do Brigadeiro Francisco de Lima e Silva e de d. Mariana Cândida de Oliveira Belo.
7) JOSÉ GONÇALVES DE MORAES - casado com d. Francisca de Souza Breves.
8) CECÍLIA DE MORAES - nascida a 02/11/1820, na Fazenda Manga Larga, Estado do Rio de Janeiro, e falecida a
27/06/1918, casou-se com o Comendador Lucas Antônio Monteiro de Barros (segundo), nascido a 08/02/1812, em Corrêas, Estado do Rio, falecido em 1861 em sua Fazenda de Três Poços em Barra Mansa, filho dos Viscondes de
Congonhas do Campo.
9) ANA CLARA DE MORAES - nascida em 1813, falecida em 27 de novembro de 1876 no Rio de Janeiro. Casada com o
Coronel de Polícia Silvino José da Costa, nascido em 1788 e falecido em 21 de janeiro de 1865 na Fazenda Bela
Aliança em Piraí.
2 - Aníbal de Almeida Fernandes, Janeiro, 2010.
Barão de Piraí a 18/7/1841 e, com grandeza, a 15/11/1846, José Gonçalves de Morais, filho de Antonio Gonçalves de Morais e Rita Clara de Sousa. Nascido em 1776, em São João Marcos, Rio de Janeiro, faleceu em 10/10/1859 em sua Fazenda dos Três Saltos em Piraí. Irmão do Padre Joaquim Gonçalves de Moraes, filhos de Antônio Gonçalves de Morais, nascido em 1750, português de Miranda d'Oiro, e de Rita Clara de Souza, filha de Antônio Paula de Souza, fazendeiro paulista de Itu.
O Barão de Piraí foi um dos mais ricos proprietários de terras e escravos no Império.
Casou com Cecília Pimenta de Almeida Frazão de Souza Breves (*1782 +6/7/1866), falecida a em sua Fazenda dos Três Saltos, filha do Capitão mor José de Souza Breves, nascido nos Açores, e de Maria Pimenta de Almeida Frazão. Cecília Pimenta de Almeida Frazão de Souza Breves é irmã e sogra do Comendador Joaquim José de Souza Breves, o Rei do Café no Império, que plantou 5 milhões de pés em suas várias fazendas e tinha 6.000 escravos:
O Inventário do Comendador José Joaquim, feito em 1891, pela avaliação de 24/2/1890, registrava 1.434.200 kg de café em estoque nas tulhas de 18 fazendas com 8.389 alqueires geométricos. Antes, em 1860, na época do apogeu do café fluminense (1835-1870), o Comendador colhia 205.000 arrobas de café, ou seja, 1,45% da safra total do país, que fora de 14.125.785 arrobas, (Agrippino Griecco, 1927). Faço uma conversão para os valores do Brasil de hoje: 205.000 arrobas de café equivalem a 51.250 sacas de café de 60 kg. que vendidas a R$ 230,00 a saca, daria ao Comendador a renda anual de R$ 11.787.500,00, ou seja, considerando o US$ a R$ 1,90 daria US$ 6.203.394,00 de dólares, uma formidável renda anual considerando que, na época, uma pessoa para ser Senador do Império tinha que comprovar uma renda anual de 800$000 (oitocentos mil réis=R$ 40.000,00 > 1 gr. de ouro=R$ 50,00) que era elevadíssima na época, (em 1860 um conto de réis comprava 1 kg. de ouro).
Armando de Morais Breves, biógrafo da família, conta que uma vez, estando o Barão do Piraí no Paço Imperial, sentou-se numa cadeira e foi advertido pelo cerimonial. O interlocutor disse-lhe que só poderiam estar nela barões e mais graduados. Mal humorado perguntou o que tinha que fazer: Quatrocentos mil réis! Informou-lhe o mestre de cerimônias. Eu pago, mas é muito caro para sentar a bunda numa cadeira.
O Barão de Piraí, José Gonçalves de Morais e Cecília Pimenta de Almeida Frazão de Souza Breves (1782-1866) tiveram 9 filhos:
1) Antonio, Comendador da Ordem de Cristo e Oficial da Ordem da Rosa, ficou conhecido como Capitão "Mata-Gente". Nascido em 1803, em Piraí, e falecido a 6/7/1876, no Rio de Janeiro. Casado com Rosa Luisa Gomes (Luisinha), falecida a 28/10/1879, no Rio de Janeiro, filha dos Barões de Mambucaba.
2) Maria Isabel, c.c. seu tio o Comendador Joaquim José de Souza Breves, o Rei do Café, pais de 8 filhos:
Cecília, Saturnina, Leôncia, Maria Isabel, José, Joaquim José, Rita, Mariquinhas
3) Rita Clara, c.c. seu tio o Comendador José de Souza Breves, sem descendência,
4) Joaquim José (bisavô de Clarinha que segue), c.c. Cecília Pimenta de Almeida Breves (1824-1893), filha de Luiz de Souza Breves nascido nos Açores e de Maria Pimenta de Almeida. Tiveram 11 filhos:
Maria Clara, Emiliana, Leopoldo, Luiza Clara, Cecília, José, Joaquim José, Francisco (c.c. Hermínia Monteiro de Barros, bisneta do Barão de Paraopebas), Eugenia, Rita e Clara (que segue).
Clara c.c. João Conrado de Niemeyer pais de 4 filhos: Joaquim, Cecília, João e Luiz (que segue):
Clara de Morais +1.02.1923, Rio de Janeiro, RJ, sep. SJB, filha de Joaquim José Gonçalves de Moraes e Cecília Pimenta de Almeida Breves, e neta paterna do Barão de Piraí, José Gonçalves De Moraes. Casou-se com Marcos Vieira da Cunha. Ver sua ascendência pelos Niemeyer abaixo:
Descendência de Conrado I Jacob von Niemeyer
I) Conrado I Jacob von Niemeyer, coronel de engenheiros n.28.10.1787 (bat. 10.12), Lisboa, Portugal (Santa Isabel L.11,35v). Casado 1ª.vez com Thereza Xavier de Mendonça. Casado 2ª.vez, com Maria Xavier de Mendonça, sua cunhada. Casado 3ª.vez, 26.06.1830, Rio de Janeiro,RJ, (S.José L.4,214v, capela N. Sra. da Glória), com Olympia Estelita de Aguiar Giffenig, n.01.12.1812, São Luiz, MA, +Lisboa, Portugal, 09.01.1857, sepultada cemit. Prazeres, filha do tenente João Benedicto Gaspar Giffenig e Apolonia da Luz de Aguiar. Foi Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro, Comendador da Ordem de Cristo, Comendador da Ordem de São Bento e Aviz, e Membro Efetivo do Instituto Histórico. O Coronel Conrado Jacob de Niemeyer I faleceu no Rio de Janeiro, a 05/03/1862. Pai de: 2)Joaquim Carlos de Niemeyer n. 10.10.1818, Porto, Portugal (S. Nicolau), bat. Vila da Feira, +9.11.1886, Rio de Janeiro, RJ, rua da Passagem, 38, sepultado SJB, casado 13.01.1842, Iguassu, RJ (N. Sra da Piedade, reg. Sacr. L.6,179) com Anna Victorina de Mendonça Niemeyer, n.12.03.1826, Fortaleza, CE. Pais de
3) João Conrado de Niemeyer, médico n.10.06.1856 (bat.03.1.7), Rio de Janeiro, RJ (Santa Cruz) +12.09.1934, Estação Moura Brasil, sep. SJB, casado 22.01.1881 com Clara de Moraes +1.02.1923, Rio de Janeiro, RJ, sep. SJB, filha de Joaquim José Gonçalves de Moraes e Cecilia Pimenta de Almeida Breves, e neta paterna do Barão de Piraí, José Gonçalves De Moraes. Pais de 4 filhos:
V.1 - Joaquim n.28.01.1882 (bat.01.04), Rio de Janeiro, RJ (E.Sto. 3,68)
V.2 - 4) Luiz de Moraes Niemeyer, advogado n.02.05.1883 (bat.18.10), Rio de Janeiro, RJ (Sacr. 28,327v), 2 casamentos: 1ª vez com Augusta de Almeida, casado 2ª.vez com Maria Vermondes ("Mimi").
VI-1 Maria de Lourdes de Moraes Niemeyer n.21.03.1909 +22.12.1995, casada com o capitão João da Costa Fonseca. Pais de:
VI-2 Judith de Moraes Niemeyer n.29.09.1910, casada com José Travassos dos Santos
.Pai de 3 filhos (2ª união com Maria Vermondes
VI-3 Murilo de Moraes Niemeyer n.09.04.1913
VI-4 - 5) Clara de Moraes Niemeyer n. 18.01.1915, c.c. Marcos Vieira da Cunha
VI-5 Clóvis de Moraes Niemeyer n.12.06.1917
V.3 -Cecília de Moraes Niemeyer n.26.08.1884, Arrozal, RJ, casada 25.03.1912, Rio de Janeiro, RJ (Glória 11,123) com Eloy Correia da Silva, n.1885, Rio Preto, MG, filho de Antonio Correia da Silva e Constança Augusta França. Pais de:
VI-1 Magdalena ; VI-2 Luiz Gonzaga; VI-3 Maria Luiza
V.4 - João de Moraes Niemeyer, capitão n.27.12.1886 bat.08.02.1887), Rio de Janeiro, RJ (Sacr. 30,71), casado com Isaura Rodrigues. Pais de:
VI-1 Mario ; VI-2 Leibnitiz ; VI–3 Thais; VI– 4 Euler
VI-5 Carlos Frederico n.01.04.1939, Joinville, SC [Anotação à margem: coronel Nunes de Niemeyer? - 7º.dia 16.08.1999.
# Luiz, 1º c.c. Augusta de Almeida, pais de 2 filhas: Maria de Lourdes e Judith.
# Luiz, 2º c.c. Maria Warmondes, (Mimi) pais de 3 filhos: Murilo, Clóvis e Clara (que segue):
*Clara, (Clarinha), c.c. Marcos Vieira da Cunha, (meu primo por ser 5º neto do casal Antonio da Cunha Carvalho e Bernarda Dutra da Silveira, meus 6ºs avós), pais de 3 filhos: Christina, Peregrino, Miriam
*Nota: Clarinha Souza Breves de Moraes, (1915-2007), é afilhada de batismo de minha tia Luisa Arantes de Almeida, (1891-1936), pois o pai de Clarinha, Luiz de Moraes Niemeyer, n. 2/5/1883, bisneto do Barão do Piraí, quando migrou de Vassouras devastada pela decadência do café, foi recebido por meu avô Joaquim em Araraquara, SP, tendo trabalhado como advogado para vovô, que também viera de Vassouras em 1890, e já estava bem financeiramente sendo proprietário de uma fazenda de café (Baguary), uma loja para venda de material agrário e um hotel. Em agradecimento a vovô Joaquim pela acolhida em Araraquara a filha dele, Clarinha, foi batizada pela filha mais velha de vovô, minha tia Luisa.
5) Joaquina, Baronesa de Vargem Alegre, nascida a 15/10/1815, na Fazenda Manga Larga em São João Marcos, Rio de Janeiro, falecida em 1865, casou-se com Matias Gonçalves de Oliveira Roxo, Barão de Vargem Alegre, (com Grandeza em 19/12/1866), nascido a 22/09/1804, em Trás os Montes, Portugal, falecido a 16/9/1879, em Vargem Alegre, Estado do Rio de Janeiro.
6) Emiliana, Condessa de Tocantins, faleceu ao nascimento de seu único filho. Casada com José Joaquim de Lima de Silva Sobrinho, Conde de Tocantins a 30/3/1889, nascido em 7/10/1809 no Rio de Janeiro e falecido a 21/8/1894. Irmão do Duque de Caxias, Luiz Alves de Lima e Silva e da Baronesa do Suruí. Filho do Brigadeiro Francisco de Lima e Silva e de Mariana Cândida de Oliveira Belo.
7) José, c.c. Francisca de Souza Breves.
8) Cecília nascida a 2/11/1820, na Fazenda Manga Larga, Rio de Janeiro, e falecida a 27/6/1918, casou-se com o Comendador Lucas Antônio Monteiro de Barros (segundo), nascido a 8/2/1812, em Corrêas, Estado do Rio, falecido em 1861 em sua Fazenda de Três Poços em Barra Mansa, filho dos Viscondes de Congonhas do Campo.
9) Ana Clara, nascida em 1813, falecida a 27/11/1876 no Rio de Janeiro. Casada com o Coronel de Polícia Silvino José da Costa, nascido em 1788 e falecido a 21/1/1865, na Fazenda Bela Aliança, em Piraí. Pais de:
José Feliciano de Morais Costa, Visconde de Benevente a 25/3/1888.
Fontes pesquisadas para estruturar esse trabalho:
Titulares do Império Carlos Rheingantz, 1960, pgs: 52 e 70.
Anuário Genealógico Brasileiro, Ano III, 1941, pgs 270/273.
Site da família Freitas www.sfreinobreza.com/nobaz.htm
Inventário do Comendador Joaquim José de Souza Breves (1891)
http://www.brevescafe.oi.com.br/joaq_orei.htm
Fonte primária:
Clara (Clarinha) Niemeyer Vieira da Cunha,
Marcos Vieira da Cunha (primo),
Mário Arantes de Almeida (tio),
Esther Arantes de Almeida (tia).
====================================================================
PIRAJÁ
O 1º barão e visconde com grandeza de PIRAJÁ foi Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque que faleceu na Província da Baia em 29 de Julho de 1848.Era descendente da célebre Catarina Paraguassú e de Diogo Alvares Cabral. Casou com Maria Luiza de Argollo Pires. Era coronel do Estado Maior do Exército e dum dos beneméritos da Independência. Era Grande do Império, Gentil-Homem da imperial Câmara, Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e comendador da imperial Ordem de S. Bento e da imperial Ordem de Cristo.
====================================================================
PIRAJÁ
O 2º barão com grandeza de PIRAJÁ foi José Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque.
Adendas
Colaboração de Regina Cascão
José Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque - agraciado com o título ( Dec 25.03.1849)de Barão de Pirajá; agraciado com o título ( Dec 14.03.1860 ) de Barão com honras grandeza de Pirajá. Nascido a 01.06.1815, em S. Francisco-BA e falecido a 15.02.1888. Agricultor. Adido à Embaixada do Brasil em Londres, assistiu à coroação da Rainha Vitória. Casado com Águeda Maria Zeferina da Silva, nascida a 26.08.1807 em Salvador-BA e falecida a 12.08.1869, Baronesa com honras de grandeza de Pirajá, filha do Capitão-mor Simão Alves da Silva e de Maria Joaquina Pereira de Andrade.
Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Pirajá, Barão com grandeza de; família Pires de Carvalho e
Albuquerque
====================================================================
PIRANGY
Barão e baronesa de Pirangy
O barão de PIRANGY foi Francisco Antonio de Barros e Silva, natural de PE. Era Coronel da Guarda Nacional e Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa.
Adendas e fotos
Colaboração de José
Renato Pessôa Dantas
Francisco Antônio de Barros e
Silva e sua esposa Anna Velloso da Silveira (de Barros e Silva)
1
-
2
-
3
-
O
barão era proprietário dos Engenhos de Canto Escuro, Pirangy, Firmeza, Cassuá e Jaguaribe
====================================================================
PIRAPAMA

Barão de Pirapama
Fonte da figura: www.senado.gov.br
O barão com grandeza de PIRAPAMA foi Manuel Ignacio Cavalcanti de Lacerda Albuquerque que faleceu em 11 de Março de 1882.Casou com Mariana Victoria Cavalcanti. Bacharel em direito ,era magistrado aposentado e foi deputado pela província de PE na Assembléia Constituinte de 1823 e na 4ª e 5ª legislaturas de 1838 a 1844.Senador nomeado pela mesma Província em 1850 e presidente do Senado nas Sessões de 1854 a 1860.Era Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro e da Imperial Ordem da Rosa.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado : no primeiro e quarto as armas dos Cavalcantis, de vermelho e de prata, divididos estes esmaltes por uma asna de azul coticada de sable, tendo aparte de baixo de para e a de cima de vermelho semeada de flores de prata de quatro folhas; no segundo e terceiro as armas dos Albuquerque que são esquarteladas: no primeiro e quarto as armas de Portugal, com seu filete em contrabanda costumada e ao segundo e terceiro, de góles, cinco flores de liz de ouro, postas em santos.
1. Nasceu a 06.09.1796, no Engenho Gorjaú de Cima, Freguesia de Santo Amaro de Jaboatão, PE; batizado a 15.02 do ano seguinte na Capela do Engenho Amaragi, com licença do Rev. Luiz Barbalho de Vasconcelos. Falecido a 11 de março de 1882, em S. Domingos, arrebalde de Niterói-RJ.
2. Filho de Bento Sebastião Cavalcanti de Lacerda e Francisca Barnarda de Albuquerque Maranhão. Neto paterno do Sargento-Mor Nicolau Coelho de Lacerda, do Terço dos Auxiliares de Igarassu-PE, e de sua prima Maria da Conceição Vieira de Lacerda. Neto materno de José Felipe de Albuquerque Maranhão e sua primeira mulher Francisca Peres de Figuerôa ( da famílias dos Bezerra Felpa)
3. Pirapama vem a ser uma freguesia de Santo Antão-PE.
4. Casou-se com sua parente MARIANA VICTÓRIA DA CUNHA DE SÁ CAVALCANTI, falecida a 28 de maio de 1885, no Rio de Janeiro. Filha de Manuel Gonçalves Luiz da Cunha e de Joana Helena Teodora da Cunha ( Cavalcanti)
Colaboradora:
Carlos Eduardo Barata - Fonte: " Presidentes do Senado no Império", Editora Senado Federal, 1997;
Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121. Não aparece Albuquerque no decreto, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império
====================================================================
PIRAPETINGA

O barão e visconde de PIRAPETINGA foi João Caldas Vianna Filho que nasceu na cidade de Campos RJ em 12 de Maio de 1837 e faleceu noRJ em 14 de Junho de 1893.Era filho do advogado João Caldas Viana e de Margarida Perpetua Pessanha Vianna. Casou em 14 de Novembro de 1859 com Joana Cândida de Oliveira Vianna, filha de João Machado de Oliveira e Silva e de Maria Teresa de Oliveira. Proprietário e fazendeiro no RJ, Comandante Superior da Guarda Nacional, na cidade de Campos, era Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da Imperial Ordem da Rosa, Comendador da Ordem de N.S. da Conceição de Vila Viçosa de Portugal, Cavaleiro da Real Ordem de Santo Olavo, da Noruega, Fidalgo Cavaleiro e Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro as armas dos Vilhegas, em campo de prata uma cruz de negro florida e aberta, entre oito caldeiras da mesma cor, com asas formadas de serpes, também negras; no segundo as armas dos Castelos Brancos, de azul um leão de ouro com uma águia preta estendida; o segundo de azul com cinco estrelas de prata em aspa, e uma bordadura vermelha cheia de aspas de ouro e assim os contrários; no quarto quartel as armas dos Pessanhas, de prata com uma banda de vermelho dentada, carregada de três flores de liz de prata. TIMBRE: o dos Vilhegas, dois braços armados de prata com uma caldeira das armas nas mãos, e por diferença uma brica vermelha com uma estrela de ouro.(Brasão passado em 18 de Junho de 1863.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.56).COROA ; a de visconde.
Adenda
Título concedido em 30 de outubro de l872. Brasão de armas. Nasceu em Campos a 12 de maio de l837. Faleceu no Rio de Janeiro a 14 de junho de l891. Filho do Dr. João Caldas Viana, ex-presidente da Província do Rio de Janeiro, e de Margarida Perpétua Pessanha Viana. Casou em 16 de novembro de l858, com Joana Cândida de Oliveira Machado, filha de João Machado de Oliveira e Silva e de Maria Teresa de Oliveira, nascida em Campos a 19 de agosto de l839 e falecida no Rio de Janeiro em 10 de dezembro de l935.
Colaborador:
José Roberto de Vasconcellos Nunes
====================================================================
PIRAPITINGUI
O barão de PIRAPITINGUI foi José Guedes de Souza que faleceu em 1897.Era filho de Vicente Guedes Barreto e de Matilde Maria de Jesus, filha do capitão Roque de Souza Freire e de Maria Cardoso Camargo. Casou com Carolina Alves Guedes, falecida antes de seu marido e filha de Antonio Alves de Almeida Lima e de sua primeira mulher Maria Emília de Toledo, irmã da baronesa de IBITINGA .Importante fazendeiro em Mogi Mirim.
Adenda
José Guedes de Souza - filho de Vicente Guedes Barreto (nasc. c.1778) e Mathildes Maria de Jesus (filha do capitão Rodque de Souza Freite e Maria Cardoso de Camargo), nasceu em 25.04.1830 e faleceu em 10.06.1897. Foi casado com Carolina Leopoldina de Almeida Lima, filha de Antonio Alves de Almeida Lima e Maria Emília de Toledo. Primeiro e único Barão de Pirapitingui, foi um grande cafeicultor (um dos “barões do café”), além de tenente-coronel da Guarda Nacional e capitalista na cidade de São Paulo (SP), onde possuía um palacete nas esquinas da avenida Ipiranga com a rua Visconde do Rio Branco. Recebeu o título de barão em 1887.
Fonte: " Descendentes de João de Almeida Naves", trabalho de Nilson N. Naves (nilson0707@hotmail.com), na página http://www.genealogiabrasileira.com/cantagalo/cantagalo_nilsonnaves.htm
Colaboradora:
Regina Cascão - Envio da adenda
====================================================================
PIRAQUARA
O 1º barão de PIRAQUARA foi Gregório de Castro Morais e Souza que faleceu em 4 de Julho de 1864,noRJ.Tenente-Coronel da Cavalaria do Exército e Comandante Superior da Guarda Nacional. Era Grande do Império, Veador de S. M. a Imperatriz, Comendador da imperial Ordem da Rosa e de Cristo e Cavaleiro da ordem imperial do Cruzeiro.
====================================================================
PIRAQUARA
O 2º barão com grandeza de PIRAQUARA foi o Dr. José Maria Lopes da Costa, que nasceu no RJ a 20 de Novembro de 1820. E faleceu no RJ a 25 de Abril de 1889.Era filho do Comendador José Maria Lopes da Costa. Casou com Emília Leopoldina Lopes da Costa. Doutor em medicina pela Faculdade de medicina e Cirurgia do RJ, foi secretário dessa Faculdade e Diretor da Secretaria dos Negócios da Guerra. Era Grande do Império, do Conselho de S. Magestade, Comendador da imperial Ordem da Rosa.
====================================================================
PIRASSUNUNGA
O 1º barão de PIRASSUNUNGA foi Joaquim Henrique de Araújo.
Este título com decreto de 06 de Dezembro de 1850 não existiu, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
=====================================================================
PIRASSUNUNGA
O 2º barão e visconde de PIRASSUNUNGA foi Joaquim Henrique de Araújo Filho que faleceu em 14 de Outubro de 1883 no RJ. Era Oficial da Imperial Ordem da Rosa Comendador da imperial Ordem de Cristo e da Ordem de S. Silvestre.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro em campo de góles, uma oliveira verde com raízes, perfis e frutos de ouro com um galgo passante de sua cor; no segundo de azul cinco vieiras de prata, em santor; no terceiro, de vermelho, seis besantes de ouro entre uma dobre cruz e bordadura do mesmo metal; no quarto de prata uma aspa de azul carrregada de cinco besantes de ouro. COROA: a de visconde.
Este segundo titular é o mesmo do primeiro acima. Só houve um titular, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
====================================================================
PIRATINIM
O barão, visconde e conde de PIRATINIM foi João Francisco Vieira Braga. Era Oficial da imperial Ordem do Cruzeiro e Cavaleiro da imperial Ordem de Cristo.
Adenda
Fonte:AGB Ano III de 1941, pág.285
O conde de Piratinin nasceu em 1793 em Piratinim e faleceu a 09 de Maio de 1887, em Pelotas.Deputado, vice-presidente do RS.Hospedou o Imperador.Filho do capitão João Francisco Vieira Braga e Maria Angelica Barbosa.Casou-se com Francisca Cecilia FirminianaRodrigues do Pilar, falecida em 1873.Sem sucessão.
====================================================================
PIRATININGA
O barão de PIRATININGA foi Antonio Joaquim da Rosa que faleceu em 27 de Dezembro de 1886,solteiro.Era filho do Tenente-Coronel Manuel Francisco da rosa Passos e de Maria Custodia de Morais. Chefe político em S. Roque, SP e distinto literato. Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa.
====================================================================
PITANGUI
O 1º barão de PITANGUI foi Marcelino José Ferreira Armond que nasceu em Barbacena MG em 1786 e faleceu nessa cidade em 17 de Janeiro de 1850.Era pai do conde de PRADOS, Dr. Camillo Maria Ferreira Armond. Era Coronel da Guarda Nacional.
Adendas
Colaboração de Regina Cascão
Marcelino José Ferreira Armond - agraciado com o título ( Dec 11.10.1848 ) de Barão de Pitangui. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, em Minas Gerais. Membro da importante família Armond de Juiz de Fora-MG. Filho do Alferes Francisco Ferreira Armond ( nasc. cerca de 1760 na Ilha da Madeira). Nasceu em 1785 em Barbacena-MG e faleceu a 17.01.1850. Militou na política, sendo um dos chefes do Partido Liberal da Província de Minas Gerais. Abastado em bens de fortuna. Casou com Possidonia Eleodora da Silva.
Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Pitangui, Barão de; família Armond.
====================================================================
PITANGUI
O 2º barão de PITANGUI foi Honório Augusto José Ferreira Armond. Nasceu em Barbacena, na província de MG em 1819 e faleceu em Juiz de Fora, nesta Província em 11 de Abril de 1874.Casou com Maria José Ferreira Armond. Era Oficial da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da Ordem de S. Gregório o Magno de Roma.
====================================================================
PIUMI (ou PIUÍ ou PIUMHI)
O barão de PIUMI ou PIUÍ ou PIUMHI foi João Marciano de Faria Pereira que nasceu na província de MG. Era Coronel da Guarda Nacional.
Adenda
Colaboração de:
Claus
Rommel Rodarte de Brasília,
DF e Aníbal de Almeida Fernandes, 5º neto de
Antonio de Arantes Marques.
João Marciano de Faria Pereira
(Formiga, MG, 01.01.1828/ Formiga, MG,07.12.1910), filho legítimo do tabelião e boticário Capt. Bernardino
de Faria Pereira e de Dona Margarida Maurícia do Sacramento Arantes,o qual se casou em primeiras núpcias com Maria Justina de Arantes,
filha legítima de Antônio Felipe de Arantes e de Maria ThomaziaTerra, que faleceu sem deixar geração; casando-se em segundas núpcias
com Marinha Carolina, filha legítima de Silvério José de Souza Rangele de Carlota de Souza. Barão por decreto de 27 de junho de 1888.
Presidiu a Câmara Municipal de Formiga de 1892 a 1897. O barão era fazendeiro e
capitalista dos mais importantes da Formiga antiga (na falta dosbancos, era aos capitalistas que se recorria para movimentar a
conservadora e auto-suficiente economia mineira)... e um dos irmãosdele, Comendador Bernardino de Faria Pereira, foi avô do Dr.
Washington Ferreira Pires, deputado estadual e ministro de Vargas -filho que era do Dr. José Ferreira Pires, médico que levou para Formiga a
primeira máquina de raios-X da América Latina.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
DADOS SOBRE O BARÃO de PIUMHI
Compilado por Aníbal de Almeida Fernandes, 6º neto de Domingos de Arantes, Abril, 2009.
João Marciano de Faria Pereira, Barão de Piumhi a 27/6/1888, nascido a 1/1/1828, falecido a 7/12/1910, filho legítimo do tabelião, boticário e Capitão Bernardino de Faria Pereira e de Margarida Maurícia do Sacramento Arantes que, é filha de Antonio Joaquim de Arantes c.c. Silvéria Luiza da Encarnação e é neta de João de Arantes Marques (n. 25/4/1724) Patriarca do Tronco Arantes-Formiga, MG, fazendeiro abastado que requereu uma sesmaria nas paragens da Serra de Piumhy e que é filho de Domingos de Arantes.
O Barão de Piumhi é sobrinho-bisneto do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques, meu 5º avô, que é irmão de João de Arantes Marques, Patriarca do Tronco Arantes-Formiga.
O Barão de Piumhi é 3º neto de Domingos de Arantes.
O Barão de Piumhi é 10o neto-paterno de João de Arantes, o 1o Arantes, nascido cerca de 1460 em Portugal.
Conforme o site www.sfreinobreza.com.br: o Barão era fazendeiro e capitalista dos mais importantes da Formiga, MG, pois naquela época na falta dos bancos era aos capitalistas que se recorria para movimentar a conservadora e auto-suficiente economia mineira. Um dos irmãos do Barão, o Comendador Bernardino de Faria Pereira, foi avô do Dr. Washington Ferreira Pires, deputado estadual e ministro de Vargas que era filho do Dr. José Ferreira Pires, médico que levou para Formiga a primeira máquina de raios-X da América Latina.
O Barão de Piumhi foi Presidente da Câmara Municipal de Formiga de 1892 a 1897.
O Barão de Piumhi casou em 1as núpcias com sua prima-irmã Maria Justina, (filha legítima de Antônio Felipe de Arantes e de Maria Thomazia Terra), falecida sem deixar geração.
O Barão de Piumhi casou em 2as núpcias com Maria Carolina, Baronesa de Piumhi, (filha legítima de Silvério José de Souza Rangel e de Carlota de Souza) com 4 filhos:
1º) Bernardino de Faria Pereira Sobrinho, n. 1856, f.s.
2º) João Nepomuceno, n. 1866, casou-se 2 vezes:
1º c.c. Eufrosina f. 17/3/1899, tiveram 4 filhos.
2º c.c. Lucila de Faria Pereira.
3º) Olimpio, casou-se 2 vezes:
1º c.c. Amélia Amarante, s.g.
2º c.c. Olívia Figueiredo, s.g.
4º) Floricena, (Finoca), c.c. José Bernardes de Faria Pereira, duas vezes deputado estadual, deputado federal em 1903, foi presidente da Câmara Municipal de Formiga de 1898 a 1908 e de 1912 a 1913. Pais de 5 filhos:
1)Arquimedes (*1884-+1973) Desembargador, f.s.
2)Graziela c.c. José Correa de Melo com 4 filhos:
Dulce c.c. Adib de Almeida Barudi.
Carmen c.c. Alberto Perpétuo com 4 filhos:
Jose Gabriel, Carmen Maria, José Eustáquio e Maria Alice.
Orlando c.c. Célia melo com 2 filhos:
Ediléia e Orlando.
Oswaldo c.c. Hortência Rodrigues Nunes com 3 filhos:
Adalberto, Arnaldo e Alaor.
3)Olga c.c. Arthur Mendes com 1 filha,
Diva c.c. Arthur Mendes pais de 2 filhos:
Floriscena e Antonio.
4)Maria Amália c.c. Pautilho Inácio da Silva com 9 filhos:
Floriscena, Maria Amália, José Inácio, Pautilho, João Marciano, Cornélia, Isolda, Geraldo e Neisa.
5)Maria Guilhermina c.c. José Bernardes de Faria Pereira com 4 filhos:Maria José, fs.
Ofélia c.c. Iago Pimentel pais de 3 filhos: Desdemona, Cordélia e Otelo.
Amália c.c. Eloi Lacerda de Oliveira pais de 2 filhos: Dirceu Geraldo e Maria Guilhermina.
Jéferson c.c. Maria Jose Fonseca pais de 3 filhos:
Jofre, Lauro e José.
Abreviações: n.=nascido; f.=falecido; s.g.=sem geração; c.c.=casado com, f.s.=falecido solteiro.
Fontes pesquisadas para estruturar esse trabalho:
A Família Arantes, Américo Arantes Pereira, 2ª Edição, pgs: 28 a 32.
Anuário Genealógico Brasileiro, ANO III, Pg 286.
Titulares do Império Carlos Rheingantz, Pgs: 26 e 74.
http://www.sfreinobreza.com/NobAZ.htm
====================================================================
POCONÉ

Foto do barão de Poconé
O barão de POCONÉ foi Manuel Nunes da Cunha que faleceu em Mato Grosso a 6 de Janeiro de 1871.Proprietário e fazendeiro na Província de Mato Grosso.
BRASÃO DE ARMAS: Em campo azul uma asna de ouro acompanhada de três estrelas do mesmo, com um chefe de prata carregado de três cunhas de góles. (Brasão passado em 12 de Abril de 1862.Reg. no Cartório da nobreza,Liv.VI,fls.51). COROA: a de barão.
Adendas
Barão de Poconé - título outorgado a 04.12.1861.
Oitavo filho do casal Maria Alves da Cunha e de Manoel Antonio Nunes Martins.Neto materno de André Alves da Cunha, natural de Carvalho de Coura, Portugal e de Francisca de Arruda e Sá, da então Vila do Itu, São PauloFoi casado com sua sobrinha Maria de Aleluia Bueno do Prado, filha de sua irmã Ana e de Bartolomeu Nunes do Prado, com a qual gerou sete filhos.
Fonte :
Genealogia Matogrossense, de José de Mesquita.
Regina Cascão -
envio das adendas e
da foto - Coleção Dalmiro da Motta Buys de Barros
In "Iconografia e Bibliografia dos Titulares do Império" de Victorino Chermont
de Miranda
====================================================================
POJUCA
O barão de POJUCA foi José Freire de Carvalho, natural da Província da Baia. Era Coronel da Guarda Nacional.
Adendas
Colaboração de Regina Cascão
José Freire de Carvalho - agraciado com o título ( Dec 17.03.1883 ) de Barão de Pojuca. Nascido a 13.05.1823 em Salvador-BA e falecido a 03.01.1909, no Engenho Caboclo, Catu-BA. Abastado agricultor. Militou na política, havendo exercido vários carghos de eleição popular.
Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbete: Pojuca, Barão de.
PONTAL
O barão com grandeza do PONTAL foi Manuel Ignacio de Mello e Souza, que nasceu em Val de Vez, Portugal em 1871 e faleceu na Vila de Ponta Nova, na Província de Minas Gerais em 20 de Maio de 1859.Bacharel em direito pela Universidade de Coimbra, foi Juiz de Fora em Goiás, Ouvidor Mór de S. João del Rei e Desembargador. Eleito para primeira Junta do Governo Provisório da Província de MG, instalado em 1821 em ]]ouro Preto, foi Membro do Conselho do Governo Provincial em 1823.Foi Membro da primeira Assembléia Provincial em MG de 1835 a 1843,tendo presidido essa Assembléia. Deputado Geral por essa Província na 1ª legislatura de 1826 a 1829,foi Presidente da Província de MG na regência de 1831,Senador pela mesma província em 1836.Era Grande do Império, Comendador da imperial Ordem de Cristo e da Real Ordem de Cristo de Portugal.
====================================================================
PONTAL
O 2º barão do PONTAL foi Antonio Luiz de Azevedo que faleceu em 22 de Maio de 1875 em MG. Era major da Guarda Nacional.
Adenda
Antonio
Luiz de Azevedo - agraciado com o título de Barão de Pontal. Batizado em
21.04.1809 e falecido em 22.05.1975 EM Três Pontas-MG. Casou-se a 11.01.1831 com Felicidade
Guilhermina da Silveira, batizada em São Gonçalo da Campanha -MG a
01-10-1810. Foram pais de
Ambrosina Antônia da Silveira, que casou duas vezes: a primeira com
José Tertuliano Ferreira de Brito e a segunda com o Barão de Boa Esperança;
e de Pulcheria Jesuina da Silveira, que casou com o Dr. Francisco
Evangelista de Araújo.
Colaborador:
João Carlos Almiro - professor e pesquisador português. Fonte: apontamentos de Romeu Caiafa
====================================================================
PONTE ALTA
O barão de PONTE ALTA foi Antonio Eloy Casemiro de Araújo, natural de MG. Era Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Colaboração do genealogista e pesquisdador Paulo Costa Campos.
Conforme o AGB...o barão nasceu em 1816 em Desemboque (hoje Sacramento) em Minas Gerais e faleceu em 25 de Setembro de 1903.Deputado.Filho natural do Cônego Hermogenes Cassimiro de Araújo Brunswick e de D.Ludovina Clara dos Santos,nascida em Paracatú.O barão casou a primeira vez em 1840,em Uberaba,MG com Marcolina Florinda da Silva e Oliveira, filha do tenente Joaquim da Silva e Oliveira.A segunda vez casou co Francisca Augusta de Oliveira,filha do major Antonio Francisco da Silva e Oliveira e de Joana Francisca de Oliveira Vale
====================================================================
PONTE NOVA
O barão de PONTE NOVA foi José Joaquim de Andrade Reis.
Adendas
Colaborador: Dario Zagotta
"José Joaquim de Andrade Reis, Barão de Ponte Nova aos 25.09.1889, nasceu aos 22.04.1825, na antiga Fazenda das Pitangueiras, um dos três lares ancestrais dos Andrade do sul de Minas, divisa dos atuais municípios de São Vicente de Minas, Carrancas e Andrelândia. Seus pais: dona Iria Cândida de Andrade - descendente de Antônio de Brito Peixoto, e o Coronel Severino Danunciano dos Reis, da Família Reis.
O Barão formou e residiu na vasta Fazenda dos Coqueiros, localizada no atual município de Nazareno, próximo à São João del Rei, cujas terras se estendiam até à Freguesia de Sto. Antônio da Ponte Nova - hoje, Itutinga - e que lhe serviu de nomeação para o título.
O Barão - segundo documentos cartoriais - casou-se inicialmente com dona Ubaldina Cândida de Andrade, falecida em 1862, e com geração de três filhos: Severino de Andrade Reis casado com sua prima Maria Severina Teixeira de Andrade; Maria Umbelina casada com seu parente Theófilo de Andrade Reis e José Joaquim de Andrade Jr Reis casado com Josepha Amélia Teixeira de Andrade. Maria Severina e Josepha Amélia eram irmãs e filhas da Baronesa do Ribeirão Vermelho, dona Urbana Amélia de Andrade Reis, que, por sua vez, era irmã inteira do Barão de Ponte Nova.
O seu segundo enlace se deu na titulada Família Carvalho de São Miguel do Cajuru, com dona Mariana Eleutéria de Resende, n. em 1839 e f. em 1929, a Baronesa de Ponte Nova, com geração de 7 filhos, 4 dos quais falecidos infantes. Os demais: Francisca Iria de Resende casada com o primo, Cel. José de Calazans Resende; Mariana Augusta de Resende casada com José Francisco de Almeida e José Resende de Andrade, educado na Corte, e casado tardiamente com Rosália da Silva.
O Barão de Ponte Nova veio a falecer aos 13.11.1906, deixando testamento."
Colaborador: Paulo da Costa Campos
...o barão conf. AGB, citado pelo colaborador Paulo da Costa Campos, era neto paterno do capitão Antonio dos Reis Silva e de D.Maria Clara de Rezende; neto materno de José Joaquim de Andrade e de D.Francisca de Paula de Paiva. O barão casou-se a segunda vez com D.Mariana Eleutéria de Carvalho, nascida em 1835 e falecida em 27 de Dezembro de 1929.Era irmã do barão de Conceição da Barra,filha de Silvestre Antonio de Carvalho e de D.Delfina Henriqueta Júlia de Rezende.
Fontes:
- Obra "Retalhos do Passado", livro de autoria de J. Procópio Filho, sobrinho neto do Barão
- Documentos Cartoriais - de posse de Dario Zagotta
- Artigos sobre Genealogia Paulistana e Mineira, de autoria de Aníbal de Almeida Fernandes
- Projeto Compartilhar - Coordenação de Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira
Dados do AGB...por Paulo da Costa Campos
====================================================================
PONTE RIBEIRO
O barão de PONTE RIBEIRO foi o Dr. Duarte da Ponte Ribeiro que nasceu a 4 de Março de 1795 na freguesia de S. Pedro de Pavolide em Portugal faleceu em 1 de Setembro de 1878 no RJ. Era filho do cirurgião José da Costa Quiroga da Ponte Ribeiro e de Ana Ribeiro. Transportou-se para o Brasil em 1807,acompanhando o ilustre cirurgião lente da Escola de Cirurgia, Joaquim da Rocha Mazarom, que veio como 1º cirurgião da nau Príncipe Real. Em 1811,contando apenas dezesseis anos de idade, foi lhe conferida a carta de Cirurgião pela Escola Medico-Cirúrgica que se fundou em 1808.Em 1822 adotou a causa da independência do Brasil, sua pátria adotiva. Foi em 1826 nomeado Cônsul Geral da Espanha levando a missão do reconhecimento da independência do Brasil. Serviu depois nas diversas legações em Lisboa, México, Perú, Bolívia. Em 1841 foi nomeado Chefe da 3ª Secção da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros. Foi Ministro residente em Buenos Aires, até a Guerra do Rosas em 1851,seguindo depois para as repúblicas do Pacífico, onde firmou com o Perú o tratado de 1851.Teve a mercê de Cavaleiro professo da Ordem de Cristo em 1829 e a Comenda da mesma Ordem em 1841.Era do Conselho de S. Magestade, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Grande Dignitário da Imperial Ordem da Rosa .Sócio do IHGB desde 1838,Membro titular do Instituto d’Africa em Paris, da Academia Real de Ciências de Lisboa e de outras Associações científicas.
Adendas e correções
Colaboração do genealogista e pesquisador Paulo Costa Campos
Conforme o AGB...o barão nasceu em 2 de MArço de 1795 em São Pedro de Pavolide - Viseu (Portugal), e faleceu em 01 de Setembro de 1878,no RJ.Diplomata.Era filho de josé da Costa Queiroga da ponte Ribeiro e de Ana Ribeiro.
====================================================================
PORTO ALEGRE

O barão visconde com grandeza e conde de PORTO ALEGRE foi Manuel Marques de Souza, que nasceu no RS em 13 de Junho de 1804 e faleceu no RJ em 18 de Julho de 1875,sendo seu corpo transladado para a cidade de Porto Alegre, onde erigiram em sua honra uma estátua. Era filho do brigadeiro Manuel Marques de Souza, e neto do Tenente-General Manuel Marques de Souza. Casou com Bernardina Soares de Paiva. Fez brilhantíssima carreira militar combatendo ao lado de seu pai na Guerra Cisplatina. Fez a Campanha contra Rosas, comandou o Exército Brasileiro na famosa batalha de Monte-Caseros em 1852 e na guerra do Paraguai foi o vencedor de Curuzú, Tuyuty (1867) e Uruguayana, onde também comandava o Exército que obrigou as forças paraguaias a renderem-se. Foi um valente e uma das glórias do nosso Exército. Foi General, Ministro da Guerra no 17º Gabinete de 24 de Maio de 1862 e deputado pela Província do Rio Grande do Sul, nas 10ª,11ª e 15ª legislaturas. Era Grã-Cruz da Imperial Ordem de Cristo, Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro, Cavaleiro Imperial da Ordem de S. Bento de Aviz e tinha as medalhas da Campanha Cisplatina de 1811 e a de 1815, a de Monte-Caseros, a de Uruguayana, a de Mérito e Bravura militar e a Geral da Campanha do Paraguai.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro, as armas dos Souzas do Prado e Souzas Chichorros que são esquarteladas: no primeiro as quinas de Portugal sem a orla dos castelos, no segundo, de prata, um leão de góles rompente, e assim os seus alternos; no segundo quartel, as armas dos Leitões: de prata, três faxas de góles; no terceiro quartel, as armas dos Azevedos, que são esquarteladas: no primeiro, de ouro, uma águia negra estendida; no segundo, do azul, cinco estrelas de prata em santor e bordadura vermelha carregada com oito aspas de ouro e assim os alternos; no quarto quartel, partido em pala: na primeira em campo de ouro, quatro, palas de góles; na segunda que é esquartelada, de prata: no primeiro e quarto um leão de púrpura rompente, no segundo e terceiro, três faxas de góles; sobre tudo, um escudo de azul com um castelo de prata entre duas chaves do mesmo.
Colaboradores
Adendas e correções
Paulo Costa Campos - Conforme o AGB... o Conde com grandeza de PORTO ALEGRE,foi Manoel Marues de Souza, nascido no RS em 13 de Junho de 1804 e falecido no RJ em 18 de Julho de 1875, era general,deputado e ministro de Estado.Filho legitimado do Brigadeiro Manoel Marques de Souza,nascido em 27 de Fevereiro de 1743 e falecido em 22 de Abril de 1822.O conde casou-se duas vezes: - a primeira vez com Maria Balbina da Gama Lobo,falecida de parto (1822 - 11 de Junho de 181) filha única do barão de Saican.
Alceu Annes - Envio da imagem do Conde de Porto Alegre
Visconde sem grandeza,por decreto de 28 de Agosto de 1866, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
PORTO FELIZ
Barão e baronesa de Porto Feliz
O barão de PORTO FELIZ foi Cândido José de Campos Ferraz que faleceu em Rio Claro, SP em 12 de Dezembro de 1880.Era filho dos barões de CASCALHO José Ferraz de Campos e Umbelina de Camargo. Casou com Francisca Dias de Toledo, filha do Capitão Antonio Dias de Toledo e de Maria Miquelina de Assunção. Opulento fazendeiro e proprietário no município de Rio Claro e de Limeira, SP, era o Chefe do partido Conservador Foi um dos primeiros a iniciar a criação de colônias agrícolas, fundando a Colônia de Boa Vista.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro e quarto de prata, quatro palas de sinople; no segundo e terceiro, de góles, cinco besantes de ouro postos em aspa, cada um com três faxas de sable.(Brasão passado em 5 de Fevereiro de 1868.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI, fls.96). COROA: a de barão.
Adendas e correções e fotos
Colaboração de Paulo César Tamiazo de Cordeirópolis - SP
No Anuário Genealógico Brasileiro, ano III, 1941, na pp. 293, consta: "Barão de Porto Feliz. Candido José de Campos Ferráz (sic), Barão de Porto Feliz em 6-XI-1867, batizado em 25-X-1830 em Campinas e falecido em Rio Claro a 12-XII-1880, casado com D. Francisca Dias de Toledo, filha do Capitão Antonio Dias de Toledo e de D. Maria Miguelina de Assunção.
==================================================================
PORTO NOVO
O barão de PORTO NOVO foi Luiz de Souza Brandão, natural de Cantagalo, RJ.
Adendas
Colaboração de Regina
Cascão
Luiz de Souza Brandão- agraciado com o título ( Dec 14.04.1883 ) de Barão de Porto Novo.Título de origem toponímica, tomado da cidade de Minas Gerais onde foi sepultado o titular. Nasceu em 1832 e faleceu a 05.02.1893, na estação providência-MG, sepultado em Porto Novo. Deixou geração de seu casamento com Marciana de Magalhães, nascida em 1846 no estado do Rio de Janeiro e falecida a 27.05.1890, Baronesa de Porto Novo.
Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes:Porto Novo, Barão de; família Souza Brandão.
===================================================================
PORTO SEGURO
O 1º barão e 1º visconde com grandeza de PORTO SEGURO foi Francisco Adolpho de Varnhagen, que nasceu em S> João de Ipanema em SP em 17 de Fevereiro de 1816 e faleceu em Viena, Áustria em 29 de junho de 1878,quanto exercia o cargo de Ministro Plenipotenciário. Era filho do Sargento-Mór do Real Corpo de Engenheiros Frederico Luiz Guilherme de Varnhagen, administrador da Fabrica de Ferro de Ipanema e de sua mulher Maria Flavia de Sá Magalhães. Estudou em Portugal o curso de matemáticas vindo conclui-lo no Brasil. Foi em 1842 nomeado Oficial do Imperial Corpo de engenheiros do que mais tarde pediu demissão para seguir a carreira diplomática. Em 1851 já era encarregado de Negócios em Madri e serviu junto às Repúblicas do Pacífico, e à Corte de Viena. Historiador e mérito, corógrafo, geógrafo, poeta, dramaturgo, biógrafo, foi homem monumento por seus trabalhos históricos e era tido como o primeiro historiador do Brasil. Era Grande do Império, Comendador da Ordem Imperial da Rosa, Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo, Grã-Cruz da Ordem de Santo Estanislau da Rússia, da Coroa de Ferro da Áustria, da de Isabel a Católica, de Espanha, e de Carlos III, também da Espanha. Membro honorário do IHGB, da Academia das Ciências de Lisboa e de muitas Sociedades literárias e históricas.
===================================================================
POTENGI

O barão de POTENGI foi Ignacio da América Pinheiro, natural de Valença.
Adenda
Colaboração de José Roberto de Vasconcellos Nunes
POTENGI, Barão de
Ignácio da América Pinheiro.
Título concedido em 17 de junho de l882. Nasceu em Paty do Alferes, filho do capitão José Pinheiro de Souza e de Isabel Maria da Visitação (Werneck). Casou com Ana Peregrina Pinheiro, falecida em 13 de março de l925, no rio de Janeiro, aos 88 anos de idade. O barão faleceu em 19 de outubro de l892, também no Rio de Janeiro.
===================================================================
POUSO ALEGRE
O barão de POUSO ALEGRE foi Antonio Rodrigues Pereira que faleceu em 22 de Dezembro de 1883.Era Coronel da Guarda Nacional.
Colaboração de Regina Cascão
Antonio Rodrigues Pereira- agraciado com o título ( Dec 15.06.1881 ) de Barão de Pouso Alegre. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, no estado de Minas Gerais, lugar aprazível de pouso das tropas que demandavam ao sertão. Nasceu em 1803 e faleceu a 22.12.1883 em Queluz-MG. Fazendeiro. Juiz de Direito em Queluz-MG Deixou geração de seu casamento com Clara de Lima Rodrigues Pereira, nascida cerca de 1812 e falecida a 27.10.1895 com 83 anos de idade, Baronesa de Pouso Alegre. Em 1891, já viúva, residia em Minas Gerais.
Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Pouso Alegre, Barão de; família Rodrigues Pereira.
====================================================================
POUSO ALTO

Barão de Pouso Alto
O barão de POUSO ALTO foi Francisco Theodoro da Silva que faleceu em 7 de Junho de 1868.Casou com Rita Pereira da Silva que em segundas núpcias casou com o barão de MONTE VERDE, seu primo e era filha de Miguel Pereira da Silva e de Isabel Pereira da Silva. Era Comendador da ordem de Cristo.
Adendas
Conforme o inventário e testamento da mãe da esposa do Barão, onde ela afirma que sua filha Rita de Cássia Pereira da Silva, já era falecida, sendo o testamento com data de 1855, portanto anterior a 1868. Nesses dados consta que o Barão de Monte Verde, Joaquim Pereira da Silva, casou-se com Izabel Maria da Silva Pereira, esta sim, falecida em 01/05/1895 em Jundiaí/SP.
José Anis de Souza Ribeiro - Fonte: Projeto Compartilhar abaixo, coordenado por Bartyra Sette
http://geocities.yahoo.com.br/projetocompartilhar5/isabelmariadoespiritosanto1855.htm
Regina Cascão - envio da foto - Óleo de Franco Fragoso -Antiga Coleção da Fábrica de Papéis Pirahy In "Iconografia e Bibliografia dos Titulares do Império" de Victorino Chermont de Miranda
====================================================================
POUSO FRIO
O barão de POUSO FRIO foi Mariano José de Oliveira e Costa. Foi Coronel da Guarda nacional.
Adendas
Colaboração de Regina Cascão
Manuel José de Oliveira e Costa - agraciado com o título ( Dec 20.08.,1889 ) de Barão de Pouso Frio. Título de origem toponímica, tomado da fazenda do mesmo nome, propriedade do titular, localizada na cidade de Taubaté-SP.
Faleceu a 14.10.1890, em sua fazenda . Foi casado com Maria das Dores Monteiro, falecida em 31.05.1888, antes da concessão do título ao seu marido.
Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbete: Pouso Frio, Barão de.
====================================================================
PRADOS

O barão, visconde e conde de PRADOS foi o Dr.Camillo Maria Ferreira Armond, que nasceu na cidade de Barbacena, MG a 7 de Agosto de 1815 e faleceu no RJ em 14 de Agosto de 1882.Era filho dos 1ºs barões de PITANGUI. Casou com Josefina Camilla Gomes de Souza. Educado no Colégio da Serra do Caraça ,partiu em 1832 para a França, onde matriculou-se na Academia de Medicina de Paris, tendo concluído o curso em 1837.Regressando ao Brasil em 1838 dedicou-se à clínica até 1851.Foi um dos chefes do movimento revolucionário de 1842,na Província de MG, sendo preso e mais tarde anistiado. Deputado à Assembléia Geral em seis legislaturas e presidente da Província do RJ em 1878.Foi diretor do Observatório Astronômico do RJ, nunca tendo recebido seus vencimentos o fundador e benfeitor do Hospital da Misericórdia de Barbacena. Era do Conselho de S. Magestade em 1879,Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da de Cristo.
====================================================================
PROPRIÁ
O barão de PROPRIÁ foi José da Trindade Prado que faleceu em SE em 5 de Julho de 1875.Era Coronel e Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Adendas
José da trindade Prado - agraciado com o título ( Dec 14.03.1860 ) de Barão de Propriá. Filho do Capitão-Mor José da Trindade Pimentel e de Maria francisca de Menezes. Nasceu em 1804, na Freguesia de Santo Amaro de Brotas-SE e faleceu a 25.06.1875 no Engenho Várzea Grande, hoje usina Santa Clara. Deputado, Vice-presidente do Sergipe, exercendo o governo cinco vezes.
Colaboração de Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbete: Propriá, Barão de
====================================================================
Página Anterior // Topo // Índice A - Z