M-2
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MOGI-GUAÇÚ
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Barão e baronesa de Mogi Guaçú
O barão de MOGI-GUAÇÚ foi José Caetano de Lima que nasceu em S.João Nepomuceno,na Província de MG,a 29 de Julho de 1821 e faleceu em SP em 24 de Março de 1901.Casou em primeiras núpcias em 1849 com, D.Maria Leopoldina de Sillos filha dos barões de CASA BRANCA e em segundas núpcias em 1873 com Inocência Constança de Figueiredo, viúva do Tenente-Coronel Jerônimo José de Carvalho.Fazendeiro, foi o reconstrutor da Igreja Matriz da Casa Branca, devorada por um incêndio.Era influente chefe político conservador na Província de SP.
Criação do Título: Título criado por decreto imperial de 17.09.1888.
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MOGI MIRIM
barão e bsa. de Mogi Mirim
O barão de Mogi Mirim foi Manuel Claudiano de Oliveira que faleceu em 20 de Janeiro de 1887.Era filho do capitão Manuel Correia de Oliveira e de Ana Esmeria de Madureira.Casou com Balbina de Toledo.Agricultor e major da Guarda Nacional.Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Fotos dos barões e adenda
Fonte: AGB, vol.VII, 1945, pág.220-221
O barão Manuel Claudiano de Oliveira, nasceu em 11 de Maio de 1794 em Sorocaba - SP e faleceu em 20 de Janeiro de 1887, no Rio de Janeiro.Era Cavaleiro e Comendador da Ordem de Cristo.Abastado fazendeiro em Itapeva de Faxina,foi proprietário da "FAzenda Nova", na Sesmaria de Faxina, entre os rios Taquari e Pirituba, onde tinha grandes criações e cultura de algodão.Hospedou em seu solar em Sorocaba, por mais de uma vez SS.MM. Imperiais D.Pedro II e D.Teresa Cristina, nos anos de 1846, 1877 e 1878 e S.A.I. o sr. Conde d'Eu, em 1876.Era filho do capitão-mór Manuel Correa de oliveira, natural de Itú e de (c.1781, em Sorocaba), D.Ana Esméria de Madureira, natural de Sorocaba (Genealogia Paulistana,II, 325); n.m. do capitão-mór Claudio de Madureira Calheiros, Juiz Ordinário em Sorocaba, e fundador da Vila de Itapeva da FAxina em 1769 (Cronologia Paulista,2º vol.,325); e de (c.1761, em Itú) D.Angela de Siqueira Aranha, nascida em Itú. O barão em Sorocaba c.c. D.Balbina de Toledo, nascida em 1796 e falecida em 11 de Abril de 1886 no RJ.
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MONÇÃO
O barão de MONÇÃO foi Jacinto José Gomes,natural da Província de Maranhão.Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.
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MONJARDIM
O barão de MONJARDIM foi Alpheu Adolpho Monjardim de Andrade e Almeida.Natural da Província de Espírito Santo.
Adenda
Obs: Tanto o pesquisador Paulo Stuck como o os autores do Dicionário das Famílias Brasileiras apresentam o titular como Alpheu ADELPHO.
Alpheu ADELPHO Monjardim de Andrade e Almeida - agraciado com o título [Dec. 24.08.1889] de barão de Monjardim. Título de origem antroponímica, tomado do sobrenome de família, aportuguesamento do italiano Mongiardino [Antenor Nascentes, Dic., II, 205]. De família radicada no Espírito Santo, filho do coronel José Francisco de Andrade e Almeida Monjardim e Ana Francisca Maria da Penha Benedita Homem de Azevedo, nasceu a 20.04.1836 em Vitória, ES e lá também faleceu a 06.06.1924 . Deputado. «Inspetor da Alfândega, aposentado em 1881. Deputado provincial em várias legislaturas, exerceu a presidência da província do Espírito Santo, sendo o primeiro presidente no regime republicano, deputado federal. Cavaleiro das ordens de Cristo, Rosa e Cruzeiro» (Laurênio Lago, Acréscimos e Retificações, 149). Deputado à Assembléia Geral Legislativa, pelo Espírito Santo [14.05.1883 a 03.09.1884]. Casou-se, em primeiras núpcias, com Laurinda Luisa Pinto Pereira, com descendência, e, em segundas núpcias, com Beatrice Poli, filha do Conde Bartolomeo Poli e de Florenza Battaglia Poli, nascida em Veneza, Itália, com descendência.
Colaboradores
-
Paulo Stuck Moraes - Vitória - ES - coordenador
da lista Gen-ES de genealogia -
http://planeta.terra.com.br/arte/academia/
-
Regina Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha
Bueno
Verbetes: Monjardim, Barão de; família Monjardim.
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MONIZ DE ARAGÃO

Baronesa de Moniz Aragão
O barão de MONIZ DE ARAGÃO foi Egas Moniz Barreto de Aragão e Menezes que faleceu no RJ em 8 de Outubro de 1898.Bacharel em direito,dedicou-se a carreira diplomática,servindo em diversas Legações.Era Moço Fidalgo com exercício e Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.Comendador da Imperial Ordem da Rosa e Cavaleiro da Real Ordem de N.S.da Conceição de Vila Viçosa em Portugal.
Prof. Dr. Dr. h. c. Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, descendente deste título, corrige ortográficamente de Muniz para Moniz o sobrenome familiar
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MONTSERRATE

Visconde e viscondessa de Montserrate
O barão e visconde com grandeza de MONTSERRATE foi Joaquim José Pinheiro de Vasconcellos que nasceu na Ilha de Santo Antonio,na Província da Baia em 4 de Setembro de 1788.Era filho de José Pinheiro dos Santos e de Maria Joaquina do Amor Divino e Vasconcellos.Casou com Maria Francisca de Campos Pinheiro.Bacharel em Direito,foi Juiz de Fora em Santo Amaro,na Baia em 1818 sendo admitido em 1827 à Corte de Apelação dessa Província em 1849.Foi Membro do Tribunal Superior de Justiça e seu Presidente em 1857.Presidente da Província de PE em 1829 e da Baia em 1832,1841 e 1848,foi senador pela província da Baia e do Conselho de sua Magestade.Era Veador da Casa Imperial em 1850,Grande do Império,Grã-Cruz da Imperial Ordem de Cristo e Grande Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro.
Adenda
Joaquim José
Pinheiro de Vasconcelos - agraciado com o título ( Dec 30.03.1861 ) de Barão
de Montserrate; elevado a o título ( Dec 21.06.1878 ) de Visconde com honras
de grandeza de Montserrate. Faleceu a 27.08.1884 no Rio de Janeiro e foi
sepultado no cemitério de São João Batista. Foi reconduzido
por duas vezes, em 1860 e 1863, ao cargo de presidente do Supremo Tribunal de
Justiça, do qual pediu demissão em fevereiro de 1864. Foi aposentado em
15.06.1878. Não foi senador pela província da Bahia. Deixou geração de seu
casamento , em 1818, com Maria Francisca de Campos, nascida na Bahia a
03.12.1793 e falecida a 03.09.1858 no Rio de Janeiro-RJ, antes das concessões
dos títulos nobiliárquicos ao seu marido.
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MONTE ALEGRE

Marquês e marquesa de Monte Alegre
Fonte da figura do marquês: www.senado.gov.vr
O 1º barão, visconde com grandeza e marquês de MONTE ALEGRE foi José da Costa Carvalho que nasceu na Baia em 7 de Fevereiro de 1796 e faleceu em SP em 18 de Setembro de 1860.Era filho do Patrão-Mór da Barra da Baia, José da Costa Carvalho e de Ignez Maria da Piedade Costa.Casou com Genebra de Barros Leite em 1822, falecida em Lisboa em 1836 e viúva do brigadeiro Luiz Antonio de Souza e era filha de Antonio de Barros Penteado,natural da Paraíba e de Maria de Paula Machado.Antonio de Barros Penteado era filho do Capitão Fernando Pais de Barros e de Ângela Ribeiro Leite,ambos de ilustre ascendência na capitania de SP.Em segundas núpcias casou-se em 1839 com Maria Izabel de Souza Alvim, a qual casou depois de sua morte com o Dr.Antonio da Costa Pinto e Silva, parente de seu primeiro marido.Formado em leis pela Universidade de Coimbra em 1819, chegando a SP foi nomeado Juiz de Fora e Ouvidor da capital de SP de 1821 a 1822.Foi em 1835 diretor da Academia de Direito de SP, fundou o primeiro periódico em, SP em 1827,denominado o Farol Paulistano.Ministro do Império no 10º Gabinete de 1848, assumiu a Presidência do Conselho nesse ano.Tomou assento na Assembléia Constituinte de 1823 pela Província da Baia.Foi deputado por essa Província na 1ª e 2ª legislaturas de 1826 a 1833,tendo presidido a Câmara em ambas as legislaturas e deputado por SP na 4ª legislatura de 1839,sendo neste ano nomeado senador por essa Província.Fez parte da Regência permanente eleita em 1831 e era Conselheiro de Estado extraordinário em 1842 e ordinário em 1853.Grã-Cruz da Imperial Ordem do Cruzeiro, da Legião de Honra, da França, por ter servido de testemunha no casamento do Príncipe de Joinville com a Princesa D.Francisca, irmã de S.Magestade D.Pedro II.Era Grande do Império.
Adenda
José da Costa Carvalho - agraciado sucessivamente com os título de Barão (1º) - Dec 23.08.1841, Visconde com honras de grandeza - Dec 16.12.1843 e finalmente Marquês- Dec 02.12.1854, todos " de Monte Alegre" . Filho de José da Costa Carvalho, patrão-mor da Barra da Bahia e de Inês Maria da Piedade. Neto materno de Jacinto da Costa Carvalho, residente em Salvador-BA e de Angélica Maria dos Passos. Seu nascimento ocorreu na Freguesia de N. Sra. da Penha, Salvador, Bahia. Casou-se em primeiras núpcias com Genebra de Barros Leite, que era viúva do Brigadeiro Luis Antonio de Souza Queiroz ( o que deu nome à avenida do centro de S. Paulo...) Uma das filhas do Brigadeiro com Genebra tornou-se Marquesa de Valença, pelo casamento. Casou-se em segundas núpcias com Maria Isabel de Souza Alvim, nascida em 1825 ( a noiva tinha 14 e o noivo tinha 43 anos ) e falecida a 21 de setembro de 1877, no Rio. Maria Isabel ficou viúva em 1860, aos 35 anos, casando-se novamente no ano seguinte, 03.10.1861 com Antonio da Costa Pinto e Silva, que parece ser parente do seu primeiro marido, o titular em referência. O Marquês não deixou descendência em nenhum de seus casamento. Sua viúva Maria Isabel, da mesma forma, não deixou descendência no seu segundo casamento.
Colaboradores
Colaboradores
- Regina Cascão -Fonte: " Presidentes do Senado no Império", Editora Senado Federal, 1997, autor: Carlos Eduardo Barata; Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete
- Dalmiro da Motta Buys de Barros - genealogista, ex-Presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia
José Renato Pessoa Dantas - foto da marquesa
Brasão de Armas: Escudo partido em pala na primeira em azul,seis costas de prata em três faxas,no segundo de oiro três postas em roquete.(Brasão passado em 31 de Dezembro de 1855.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.29).
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MONTE
ALEGRE

Baronesa de Monte Alegre, viúva do barão de Monte ALto
O
2º barão de MONTE ALEGRE foi Joaquim Pereira da Silva.
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MONTE
ALTO
O
barão de MONTE ALTO foi Francisco Alves da Silva Pereira.Era Comissário de café
no RJ.
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MONTE
BELO
O
barão com grandeza de MONTE BELO foi Joaquim Marinho de
Queiroz.Natural de
Araruama na Prov.do RJ,onde faleceu em 1888.Importante fazendeiro no município
de Araruama.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial
Ordem da Rosa.
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MONTE
CARMELO
barão de Monte Carmelo
O
barão de MONTE CARMELO foi Bonifácio José Baptista.Era Coronel da Guarda
Nacional.
Adenda
Barão de Monte Carmelo - Bonifácio José Batista. Recebeu o título em 20.11.1886. Nasceu em 1827. Tropeiro. Casou-se com Ana Luísa Novais do Canto e Silva, filha de Manoel Ignácio do Canto e Silva, um dos maiores latifundiários do Paraná. Bonifácio foi presidente da Câmara de Castro, deputado provincial em 1858-59. Com a morte de sua sogra, recebeu a fazenda Monte Alegre com 63.000 alqueires e 4.000 reses. em 1866 comprou dos Carmelitas a fazenda Capão Alto com 2.000 cabeças de gado. Dedicou-se ao comércio de gado e montou haras. Comandante Superior da Guarda Nacional. Auxiliou na criação de bibliotecas em Castro e em Curitiba. Quando o seu cunhado Laurindo Abelardo de Brito assumiu a Presidência de São Paulo, Bonifácio adquiriu um solar na capital paulista. Seus filhos se relacionaram om os Prates e com os descendentes do Barão de Antonina. Colaborou com a Revolução Federalista utilizando as suas posses. Faleceu em São Paulo em 21.04.1897.
Colaborador
Giancarlo Marques Zeni - Fonte: OLIVEIRA, Ricardo Costa de. O Silêncio dos Vencedores : genealogia, classe dominante e estado no Paraná. Curitiba, Moinho do Verbo, 2001.
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MONTE
CEDRO
barão de Monte Cedro
O
barão de MONTE CEDRO foi o barão João José Carneiro da Silva que nasceu em
Macaé na Província do RJ em 16 de Outubro de 1839 e faleceu em 1 de Outubro
de 1882.Era filho dos 1ºs.viscondes com grandeza de ARARUAMA.Era irmão do 2º
visconde de ARARUAMA e 2º visconde de URURAI e do visconde de QUISSAMÃ.Casou
com Francisca Antonia de Castro Carneiro da Silva.Era bacharel de direito pela
Faculdade de SP e foi presidente da Câmara Municipal de Macaé.Muito dado aos
estudos agronômicos,foi o fundador do Engenho Central de Quissamã.
João José Carneiro da Silva - agraciado com o título ( Dec 17.12.1881 ) de Barão do Monte Cedro. Título de origem toponímica. Casou a primeira vez em 21.07. 1864, com Ana Francisca de Castro, filha do Comendador Julião Ribeiro de Castro, nascida em 1847 e falecida em 06.03.1865 , antes da concessão do título ao marido. O segundo casamento ocorreu em 19.04.1866, com Francisca Antonia de Castro, irmã de sua primeira esposa, falecida em Petrópolis-RJ a 05.02.1921, Baronesa de Monte Cedro que, em 1891, já viúva, residia em Quissamã, município da região norte-fluminense ( = do estado do Rio de Janeiro ).
Colaboradores
- José Roberto de Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Monte Cedro, Barão; e família Carneiro da Silva.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro quartel em campo de goles,um castelo com muralha e torre;e firmados em chefe quatro escudetes: ao primeiro em campo azul,uma flor de Liz de prata e bordadura de ouro;ao segundo e quarto escudetes de azul cinco besantes de prata,postos em santor e ao terceiro em campo de azul uma aspa de goles;no segundo quartel as armas does Carneiros, - de vermelho,com uma banda de azul,cotiçada de ouro e carregada de três flores de Liz,do mesmo metal,entre dois carneiros d e prata,passantes armados de ouro; no terceiro quartel,.as armas dos Silvas, - de prata,um leão de goles rompente,armado de azul; e no quarto,as armas dos Fonsecas, - de ouro com cinco estrelas de vermelho de cinco pontas,postas em aspa.TIMBRE: um dos carneiros das armas.
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MONTEIRO DE BARROS

Baronesa de Monteiro de Barros
O barão de MONTEIRO DE BARROS foi o barão de Luiz de Souza Monteiro de Barros. Bacharel em ciências jurídicas e sociais. Agricultor importante em MG.
Adenda
Luiz de Souza Monteiro de Barros- agraciado com o título ( Dec 05.05.1883 ) de Barão de Monteiro de Barros. Nascido a 20.02.1848, Piraí, RJ e falecida a 01.09. 1896, São Paulo de Muriaé, MG, quarto-neto dos patriarcas da família Monteiro de Barros. Sepultado no Cemitério do Distrito do Bom Jesus da Cachoeira Alegre. Deixou geração do seu casamento com Maria do Couto , nascida cerca de 1855 e falecida a 23.09.1934 no Rio-RJ, aos 79 anos de idade, Baronesa de Monteiro de Barros, sepultada no Cemitério de São João Batista, filha de Joaquim Teixeira do Couto e de Maria Ventura de Abreu.
Colaboradora
Regina Cascão
Verbetes: Monteiro de Barros, Barão de; e família idem.
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MONTE MÓR
Barão e baronesa de Monte-Mor
Foto colaboração da imagem do barão:
Marcelo Teodoro de Oliveira
O barão de MONTE MÓR foi José Bonifácio de Campos Ferraz que faleceu em Campinas, Província de SP em 8 de Novembro de 1884, com 70 anos de idade. Era filho dos barões de CASCALHO José Ferraz de Campos e de Umbelina de Camargo. Casou-se com Francisca de Paula de Andrade em 1839 na vila de S. Carlos, na Província de SP, que era filha do Sargento-Mór Elisiário de Camargo Andrade e de Joaquina de Camargo Campos, sem geração.
Adenda
José Bonifácio de Campos Ferraz - agraciado com o título ( Dec. 22.07.1874 ) de Barão de Monte Mor. Filho do Barão de Cascalho, nascido em Itu-SP e falecido em Limeira - SP a 15.11.1869 , e de sua mulher D. Umbelina de Campos Camargo, falecida na mesma cidade a 10.09.1862 . Irmão do Barão de Porto-Feliz e neto paterno do Sargento-Mor Antonio Ferraz de Campos e de D. Maria da Cunha de Almeida, falecida com testamento em 1804 em Itu-SP. Neto materno do Alferes Antonio de Camargo Penteado e de D. Anna de Arruda Campos, inventariada em 1853 em Campinas-SP (Silva Leme IV-36). O titular nasceu em Campinas-SP, tendo sido batizado a 14.03.1815 na Igreja de N. S. da Conceição, e faleceu a 08.11.1884, sepultado no Cemitério do SSmo. Sacramento, Quadra 1ª., sepultura n. 45. Abastado fazendeiro e benemérito cidadão, tendo construído, em Campinas-SP, a Igreja de N. Sra. da Boa Morte, anexa à Santa Casa de Misericórdia. Casou-se em 09.04.1839 em Campinas, com sua prima-irmã Francisca de Paula Andrade, Baronesa de Monte-Mor, campineira, batizada a 8.12.1819 e falecida a 02.09.1880, filha do Major Elisiario de Camargo Andrade ( falecido em Campinas a 26-06-1864 ), e de D. Joaquina de Camargo Campos ( falecida a 18-04.1843 na mesma cidade), neta paterna do Capitão-Mor (agregado) de Campinas, Floriano de Camargo Penteado ( falecido a 12.02.1838 ) e de sua primeira mulher, Paula Joaquina de Andrade (irmã do Capitão-Mor de Campinas João Francisco de Andrade, nascido em [Santana do] Parnaíba, falecido a 5-V-1827); neta materna do Alferes Antonio de Camargo Penteado, e de Ana de Arruda Campos. (Silva Leme, I-268). Sacramento. Sem sucessão.
Colaborador
Paulo César Tamiazo, de Cordeirópolis - SP. Fonte: Annuario Genealógico Brasileiro, ano III, 1941 .
Brasão
de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro e quarto de prata,quatro palas de
sinople; no segundo e terceiro,de goles cinco besantes de ouro postos em
aspa, cada um com três faxas de sable. (Brasão passado em 5 de Fevereiro de
1868.Reg. no Cartório da Nobreza, Liv.VI. fls. 96).
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MONTE PASCHOAL

marquês de Monte Paschoal (1º Bispo do Ceará)
O marquês de MONTE PASCHOAL foi Luiz Antonio dos Santos que nasceu em Angra dos Reis,RJ a 3 de Março de 1817 e faleceu na Baia em 11 de Março de 1891.Era filho de Salvador dos Santos Reis e de Maria Antonia da Conceição.Fez o curso de direito canônico em Roma e obteve o grau de doutor em 1851.Foi o primeiro Bispo do Ceará,nomeado em 1959 e sagrado em 1861.Do conselho de S.M.o Imperador,prelado assistente ao Solio Pontifício.Foi eleito Arcebispo da Baia e Primaz do Brasil em 15 de Novembro de 1879 e a elevados cargos que renunciou em 1850 por motivo de grave enfermidade.
Adenda
Luiz Antônio dos Santos - agraciado com o título ( Dec 16.05.1888, Princesa Isabel ) de Marquês de Monte Pascoal. Título de origem toponímica, monte na Bahia, onde "começou" o Brasil. Aluno do Seminário de Jacuecanga - RJ, onde ingressou em 1834. Em 1837, entrou, como noviço, no Seminário do Caraça - MG. Ordens Sacras de Presbítero - Palácio da Conceição, RJ [ 21.09.1841 ]. Lente das cadeiras de matemática e latim no Seminário do Caraça. Designado Vigário Capitular para servir de Capelão do Recolhimento de Macaúbas. Vigário Cilado da Freguesia de Bom Jesus da Mata de São João - BA [ 1842 ]. Reitor e regente da cadeira de teologia moral e dogmática do Seminário de Mariana - MG. Cônego da Sé de Mariana - MG [ 16.01.1847 ]. Doutor em Teologia pela Universidade Gregoriana do Vaticano [ 1851 ]. Bispo do Ceará [ 31.01.1859 ]. No Ceará, inaugurou o Seminário [ 1864 ], do qual foi Reitor e Professor, e fundou o Colégio da Imaculada Conceição, juntamente com as Irmãs de São Vicente de Paulo [ 1865 ]. Arcebispo da Arquidiocese da Bahia e Primaz do Brasil [ 15.11.1879 ]. Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo [ 02.12.1844 ]. Conselheiro do Império. Oficial da Ordem da Rosa [ 13.07.1859 ]. Por ser sacerdote, não houve a marquesa de Monte Pascoal.
Colaboradores
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Monte Pascoal, Marquês ; e família Santos.
Jose Renato Pessoa Dantas Imagem em cores do marquês, conseguida no site da Arquidiocese de Fortaleza aonde este titular foi o primeiro bispo.
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MONTE SANTO
1º barão com grandeza de Monte Santo
Fonte da figura: www.senado.gov.br
O 1º barão com grandeza de MONTE SANTO foi Luiz José de Oliveira Mendes que nasceu na Baia em 21 de Junho de 1779 e faleceu no RJ em 21 de Março de 1851.Era filho de Luiz Antonio de Oliveira Mendes.Bacharel em direito,foi Desembargador e Ministro aposentado do Supremo Tribunal da Justiça.Senador pela Prov.do Piauí em 1826,presidiu o Senado de 1847 a 1850.Era do Conselho de S.Magestade e Grande do Império.Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro e Comendador da de Cristo.
Adenda
Luiz José de Oliveira (*) - agraciado com o título ( Dec 11.11.1846 ) de Barão de Monte Santo; elevado ao título ( Dec 15.11.1848 ) de Barão com honras de grandeza de Monte Santo. Integrante dos Oliveira Junqueira, importante família de origem portuguesa, estabelecida na Bahia, para onde passou Francisco Gonçalves Junqueira , natural de Mazaredes, arcebispado de Braga, que se casou com a baiana Rosa Maria de Jesus. Neto deste casal patriarca, o titular foi matriculado, aos 19 anos de idade, a 20.10.1798, no curso de Direito da Universidade de Coimbra, onde bacharelou em Leis, em 1803. Fez sua leitura de Bacharel a 18.04.1804. Magistrado. Bacharel formado (pela Universidade de Coimbra, aprovado com “Bom”, por 4 votos, e “suficiente” por 1 voto). Desembargador aposentado com honras de Ministro do Supremo Tribunal de Justiça. Curiosamente, poucas informações foram possíveis obter sobre a carreira do barão de Monte Santo. Do seu nascimento, em 1779, até a sua nomeação a Senador, pouco consegui. Matriculado (na dúvida) no curso de Direito da Universidade de Coimbra [ 20.10.1798 ]. Bacharel em Leis, pela Universidade de Coimbra, em 1803. Fez sua leitura de Bacharel a 18.04.1804. Ouvidor Geral do Crime. Ouvidor da Comarca do Piauí [ Decreto de 29.06.1808 ]. Teve mercê de Predicamento de 1º Banco e Beca Honorária, por Decreto e Alvará, da mesma data [ 12.10.1808]. Provedor da Fazenda dos Defuntos da Comarca do Piauí [ Alvará de 20.11.1809 ]. Fez parte da Junta Governativa do Piauí [ Posse a 13.07.1811 - permaneceu nesta Junta até 1812, quando foi preso e remetido para Bahia, por questões injustas]. Desembargador da Relação do Maranhão [ Decreto de 13/05/1812 ]. Deputado da Mesa da Consciência e Ordem. Procurador da Coroa e Fazenda da Província da Bahia [1816]. Suplente do 1º Conselho da Província da Bahia (apuração) 23/10/1824 . Desembargador Ordinário da Casa da Suplicação [Carta de .23/10/1824]. Desembargador dos Agravos da Casa da Suplicação [Alvará de 01/12/1824]. Desembargador Ordinário da Relação da Bahia [Carta de 19/12/1824]. Senador (vitalício) pela Província do Piauí [Nomeação de 22/01/1826] - exerceu seu mandato de 04/05/1826 a 21/03/1851. Desembargador aposentado com honras de Ministro do Supremo Tribunal de Justiça [Decreto de 20/11/1828]. Vice-Presidente do Senado [04/05/1841 a 03/05/1847]. 11.º Presidente do Senado, de 04/05/1847 a 03/05/1851. Títulos, honrarias e condecorações: Teve mercê do Hábito da Ordem de Cristo [Decreto de 10/02/1808 - em 4 de Outubro do mesmo ano, requereu dispensa das certidões, provanças e apresentação de documentação, para que possa receber e professar no Hábito da Ordem de Cristo, na Catedral metropolitana da Bahia. Conselheiro de S. M. o Imperador [Carta de 13/11/1827]. Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial [Alvará de 15/11/1827]. Comendador da Ordem de Cristo [Decreto de 12/10/1828]. Dignitário da Ordem Imperial do Cruzeiro [Decreto de 07/09/1840]. Grande do Império. Em 1844 residia no Rio de Janeiro, no Caminho Velho, nº23, Botafogo.
(*) o Dicionário apresenta o titular sem o Mendes como útlimo sobrenome.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Monte Santo, 1º Barão; família Oliveira Junqueira.
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MONTE SANTO
O 2º barão com grandeza de MONTE SANTO foi Joaquim, Simões de Paiva.Casou com Jerônima Meirelles de Paiva,natural da Baia.Era coronel da Guarda Nacional.
Joaquim Simões de Paiva- agraciado com o título ( Dec 03.01.1872 ) de Barão 2º com honras de grandeza de Monte Santo. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, na Bahia. Filho de Antônio de Simões de Paiva e de Francisca Ricarda de Carvalho, casados cerca de 1838.Nascido a 22.12.1880, em seu engenho Pitanga, Município de Mata de São João, BA . Foi casado com Jerônima Joaquina dos Reis Meireles, nascida cerca de 1831 na Bahia, e falecida também na Bahia, em Salvador, a 18.03.1914, aos 83 anos de idade, Baronesa de Monte Santo, irmã de Manuel João dos Reis Meireles, patriarca da família Simões de Meireles , da Bahia, filhos de Luiz Antônio de Meireles, patriarca da família Reis Meireles , da Bahia.
Colaboradora
Regina Cascão
- Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Monte Santo, Barão com grandeza de; família Simões de Paiva.
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MONTE SANTO
3º barão e baronesa de Monte Santo
O 3º barão de MONTE SANTO foi Gabriel Garcia de Figueiredo que nasceu em S.João Nepomuceno em MG em 14 de Janeiro de 1816 e faleceu em Mococa,SP em 18 de Novembro de 1895.Era filho de Diogo da Cruz e de Inocência Constança de Figueiredo,naturais de Minas Gerais. Casou em 30 de Novembro de 1839 com Maria Carolina de Figueiredo, falecida em 18 de Outubro de 1891.Chefe do Partido Conservador,foi presidente da Câmara Municipal instalada em 1873 em Mococa. Era Tenente-Coronel reformado da Guarda Nacional e um dos fundadores do Banco Regional de Mococa.
Adenda e fotos
Fonte: Revista do Instituto Heráldico-Genealógico, nº. 9 de 1942-43, págs.92 e 190.
Gabriel Garcia de Figueiredo, 3.º barão de Monte Santo por decreto de 19 de Dezembro de 1885, foi batizado em 28 de Janeiro de 1816 na Ermida do "Jaborandi".Casou-se com sua sobrinha Maria Carolina de Figueiredo, nascida em 18 de Julho de 1828 na fazenda "Jaborandi" e falecida em Mococa aos 30 de Novembro de 1891.Era filha de Joaquim Garcia de Figueiredo e de Jacinta Carolina dos Reis, esta, filha do capitão-mór Manuel dos Reis e Silva e de Mariana Vilela do Espírito Santo.
Para mais detalhes de sua vasta biografia, consultar a Revista do Instituto Heráldico-Genealógico volumes 3 e 4 de 1938, págs. 72 a 80. Ver também Cronologia Paulista, II, parte do 2º volume, pág.439, por José Jacinto Ribeiro; A Mococa, de sua fundação até 1900 de Humberto de Queiroz; "Vultos e Fatos de Mococa" por João Gomes Barreto Filho.
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MONTES CLAROS
O barão de MONTES
CLAROS foi José Luiz de Campos,natural de MG que faleceu em 24 de Dezembro de
1888.Era Coronel da Guarda Nacional.
José Luiz de Campos- agraciado com o título ( Dec 19.07.1879 ) de Barão de Montes Claros. Título de origem toponímica. Nasceu em Minas Gerais e faleceu no dia de Natal, em 25.12.1888. Não deixou geração de seu casamento com a Baronesa de Montes Claros. Esta faleceu a 08.11.1912, com a idade de 86 anos, no distrito de Bonfim, do município de Palmira-MG. Legou parte de sua fortuna aos ex-escravos que nunca a abandonaram. ( Laurênio Lago, Acréscimos e Retificações, 151 ).
Colaboradora
Regina Cascão
Verbete: Montes Claros, Barão.
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MONTE MARIO
O barão e visconde de MONTE MARIO foi Marcelino de Brito Ferreira de Andrade, natural de MG.Era fazendeiro de café em Juiz de Fora e coronel da Guarda Nacional.
Adendas
Marcelino de Brito Ferreira de Andrade- agraciado com o título ( Dec 15.10.1886 ) de Barão de Monte Mário; - elevado ao título ( Dec 03.03.1889 ) de Visconde de Monte Mário. Título de origem toponímica. Nasceu em 1827, em Barbacena-MG e lá também faleceu a 27.05.1905. Empresário, Presidente da primeira diretoria do Banco de Crédito Real de Minas Gerais, do qual exonerou-se em 1892. Vereador à Câmara Municipal de Juiz de Fora ( 1887-1880 ). Presidente da Câmara Municipal de Juiz de Fora ( 1884 - 1890 ). Casado com Belarmina Augusta Teixeira, Viscondessa de Monte Mário.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbete: Monte Mário, Visconde de.
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MONTE VERDE
A 1ª baronesa e viscondessa de MONTE VERDE foi Maria Teresa de Souza Fortes que faleceu em 1869.
Adenda
Maria Teresa de Souza Fortes - agraciada com o título ( Dec 05.02.1861) de Baronesa de Monte Verde; elevada ao título ( Dec 17.04.1867 ) de Viscondessa de Monte Verde. Falecida a 26.05.1868, em Minas Gerais, sepultada na Matriz do Rio Preto-MG. Casada com Francisco Thereziano Fortes de Bustamante * , filho do Comendador Francisco Dionísio Fortes e de Joaquina Felisberta da Silveira. A titular era irmã do 2º Barão de Santa Clara, Carlos Theodoro de Souza Fortes, este por sua vez casado com Isabel Henriqueta Fortes, irmã de Francisco Thereziano.
* o Dicionário das Famílias Brasileiras informa o nome do marido da titular como sendo Francisco Dionísio. O colaborador Victor informa que houve engano, sendo Dionísio seu sogro, e não marido, e assim postamos na adenda acima.
Colaboradores
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Monte Verde, Viscondessa.
Victor Ferreira de Souza - pesquisador em Minas Gerais
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MONTE VERDE

Baronesa de Monte Verde
O 2º barão de MONTE VERDE foi Joaquim Pereira da Silva natural de MG.Era filho de José Pereira da Silva,natural de Vila Nova de Gaya e de Maria Pereira da Silva.Casou com sua prima Rita Pereira da Silva,viúva do barão do POUSO ALTO que era filha de Miguel Pereira da Silva e de Isabel Pereira da Silva.Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa.
Barão do MONTE VERDE, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
http://geocities.yahoo.com.br/projetocompartilhar5/isabelmariadoespiritosanto1855.htm
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MOREIRA LIMA
barão, visconde e conde de Moreira Lima
O barão,visconde e conde de MOREIRA LIMA foi Joaquim José Moreira Lima,que nasceu na cidade de Lorena,SP em 11 de Junho de 1842.Era filho de Joaquim José Moreira Lima e de Carlota Moreira de Castro Lima,depois viscondessa de Castro Lima.Era irmão do barão de Castro Lima e da baronesa de Santa Eulália.Casou com Risoleta de Castro Lima,filha dos barões de Castro Lima,sua sobrinha.Homem de grande fortuna e coração,a ele e sua generosa família tudo deve o município de Lorena.Foi um dos fundadores do Colégio de S.Joaquim em Lorena,dirigido pelos padres Salesianos em 1891.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo e de S.Gregório o Magno de Roma.
MORENOS

Barão e baronesa de Morenos (2º casamento)
Casa Grande do engenho Morenos
O barão de MORENOS foi Antonio de Souza Leão que nasceu em PE e ai faleceu em 1882.Era rilho do Tenente-Coronel Filippe de Souza Leão e de Rita de Cássia Pessoa de Mello.Era irmão do barão de CAMPO ALEGRE.Casou em primeiras núpcias com sua prima Maria Leopoldina de Souza Leão, falecida antes do recebimento do título do barão. Era filha do Coronel Francisco Antonio de Souza Leão e de Maria da Penha Pereira da Silva. Casou-se em segundas núpcias com Maria Antonia de Souza Leão, baronesa de Morenos, filha do capitão Francisco de Pinho Borges e de Thomasia Firmino de Pinho Borges. Era fazendeiro em PE e senhor dos engenhos de Morenos, Catende, Chichaim, Viagens, Petimbú, Carnijó, Bom Dia e Brejo em Jaboatão. Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da Imperial Ordem de Cristo.Foi Juiz de Paz e presidente da Câmara Municipal de Jaboatão,naquela Província.
Adenda
Antonio de Souza Leão - agraciado com o título ( Dec 24.08.1870 ) de Barão de Morenos. Título de origem toponímica, tomado de uma das propriedades do titular, o Engenho Morenos, que herdou de sua mãe e nele hospedou D. Pedro II em 1859. Nasceu em Pernambuco a 11.06.1808 e aí faleceu a 18.101.1882. Era irmão do barão e visconde de Campo Alegre. Casou em primeiras núpcias com sua prima Maria Leopoldina de Souza Leão,nascida em 1818 e falecida em 1861, sem geração e antes da concessão do título ao marido, filha do Coronel Francisco Antonio de Souza Leão e de Maria da Penha Pereira da Silva. Em segundas núpcias casou-se com Maria Amélia de Pinho Borges, Baronesa de Morenos,nascida em 29.07.1839 e falecida a 28.03.1900, filha do capitão Francisco de Pinho Borges e de Thomasia Firmino . Em 1891, já viúva, Maria Amélia residia em Pernambuco.
Colaboradores
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Ed. Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Morenos, Barão; e família Souza Leão.
Regina Cascão - Foto do barão e 2ª esposa. Fonte: Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
- Renato Pessôa Dantas - Fotos da Casa Grande do Engenho Morenos e correção no texto da adenda.
Brasão
de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro de prata as quinas de Portugal postas
em aspa,no segundo de ouro um leão de goles rompente e assim os contrários.
TIMBRE: o leão das armas com uma grinalda de prata florida sobre a cabeça e
por diferença uma brica de sinople com a inicial “A” de ouro.(Brasão
passado em 18 de Março de 1871.no Cartório da Nobreza.Liv.VI.fls.112).
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MOSSORÓ
O barão e visconde de MOSSORÓ foi José Feliz Monteiro que nasceu em SP em 14 de Janeiro de 1838 e faleceu na capital dessa Província em 15 de Julho de 1892.Era filho do Comendador Francisco Alves Monteiro,natural de Taubaté e de Theodora Joaquina de Moura.Casou com Mariana Augusta Varella Monteiro,filha do Comendador Antonio Joaquim Gomes Varella e de Maria Leopoldina Marcondes Varella e por esta neto do Sargento-Mór José Lobato de Moura e Silva.Era irmão do visconde de TREMEMBÉ.Negociante em SP ,foi vereador da Câmara Municipal de SP e um dos fundadores do Liceu de Artes e Ofícios.Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.
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MOTTA MAIA
O barão visconde
com grandeza e conde de MOTTA MAIA foi Cláudio Velho da Motta
Maia.que nasceu
no RJ em 14 de Abril de 1845 e faleceu em Juiz de Fora,MG em 7 de Novembro de
1897.Era filho de Manuel Domingos Maia e de Maria Isabel Velho da Motta.Casou
com Maria Amália Teixeira.Doutor em medicina e cirurgia e lente de Anatomia
topográfica e operações da Faculdade de medicina do RJ.Medico da Santa Casa
de Misericórdia e medico particular de S.M. o Imperador a quem acompanhou em
seu exílio e banimento.Querendo patentear neste “Archivo” a nossa admiração
e profundo respeito a um caráter tão nobre,transcrevemos aqui as últimas
palavras do seu elogio histórico,publicado no Tomo IX,pág.475,da Revista do
IHGB:
“Na hora suprema da desventura do ancião que por meio século gerira estas vastas regiões da América,não faltou certamente quem desertasse do seu lado,quem esquecesse o homem,quando acabava o monarca,quem se apressasse em voltar costas ao trono que desabava,para completar o astro novo,que surgia no horizonte da história,esquecendo quando devia ao cidadão que nele se assentar,mas entre os poucos amigos que o ampararam nessa queda,lá estava em primeiro plano o conde da Motta Maia que tudo deixando,tudo sacrificando,inclusive a clinica que abandonava e o lugar da Faculdade que perdia,tudo esquecendo,lá seguia o velho amigo ao desterro,banindo-se com ele as aventuras do mundo,.Firme sempre ao seu lado,acompanhou-o até o último momento,e só depois de deixar o seu cadáver no túmulo de seu avós,foi que voltou o Dr.Motta Maia ao Brasil,a recomeçar como médico o exercício de sua profissão”.
Pertinaz enfermidade minava-lhe então por sua vez a existência,debalde buscou alivio indo residir em Petrópolis,seguindo depois para Minas e por fim em Juiz de Fora,findou seus dias.Em reconhecimento a esta dedicação desinteressada e nobre,o IHGB aclamou o conde MOTTA MAIA seu sócio benemérito em 1889.Era Grande do Império,medico da Imperial Câmara,Moço Fidalgo com exercício da Casa Imperial,Comendador da I.Ordem de Cristo do Brasil e de Portugal,da Ordem de Leopoldo da Bélgica,da Ernestina da Casa Ducal de Saxe Coburgo Gotha e da do Leão de Zahringen do Grão Ducado de Baden.
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MOTTA PAIS
Barão e baronesa de Motta Pais
Fotos cedidas por Maria Cândida Ribeiro de Oliveira Mota
O barão de MOTTA PAIS foi José Ribeiro de Motta Pais que nasceu em 2 de Janeiro de 1828 e faleceu a 19 de Dezembro de 1915 em Espírito Santo do Pinhal,SP.Era irmão do barão de CAMANDUCAIA, Joaquim de Motta Pais.Agricultor e Tenente-Coronel da Guarda Nacional.
Adenda
José Ribeiro da Mota Paes - agraciado com o título ( Dec 26.12.1887 ) de Barão de Mota Paes, hoje escrevendo-se Mota Pais. Título de origem antroponímica, tomado do sobrenome de família. Foi casado com Maria Cândida Ribeiro de Oliveira Motta.
Colaboradora
Maria Cândida Ribeiro de Oliveira Mota - Fonte: História de Espírito Santo do Pinhal" de Roberto Vasconcellos Martins, edição de 1986, pág.625
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MUANÁ
O barão de MUANÁ foi Antonio Pereira da Silva Frade,natural do Pará.Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.
Adenda
Obs: O Dicionário das Famílias Brasileiras o dá como sendo Antonio Pereira da SILVEIRA Frade, incluindo -o no verbete da família Silveira Frade.
Antonio Pereira da Silveira Frade - agraciado com o título ( Dec 03.03.1883 ) de Barão de Muaná. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, no estado do Pará. Nascido cerca de 1802, na Ilha de Marajó-PA e falecido em 1892. Agraciado com o título de Barão de Muaná, com direito ao uso de Brasão de Armas.
Heráldica: em campo de prata, 3 faixas vermelhas, sobre elas um escudinho de ouro com um emblema de indústria com sua cor natural. Coroa de barão, paquife nas cores e metal do escudo.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Muaná, Barão de; família Silveira Frade
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MUCURI

O barão de MUCURI foi Caetano Vicente de Almeida, bacharel em direito. Foi Ministro aposentado do Supremo Tribunal de Justiça. Do Conselho de S. Magestade, era Moço Fidalgo com exercício e Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial;Cavaleiro da Ordem de Cristo e Oficial da I. Ordem da Rosa.
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MUNDAÚ
O barão de MUNDAÚ foi José Antonio de Mendonça,major da Guarda Nacional.
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MURIAÉ
O barão com
grandeza de MURIAÉ foi Manuel Pinto Netto da Cruz que faleceu em Campos RJ em
12 de Junho de 1855 com 64 anos de idade.Era filho do capitão Jerônimo Pinto
Netto que era irmão germano do Guarda-Mór Bernardo Pinto Netto da Silva,pai de
Joaquim Pinto Netto dos Reis,primeiro barão do CARAPEBUS e de Ana Maria
Pereira.Casou com Rachel Francisca de Castro Netto Cruz que em 1880 foi elevada
a viscondessa de MURIAÉ, já viúva do barão.Fazendeiro abastado da freguesia
de S.Antonio de Guarulhos,era Cavaleiro Professo na ordem de Cristo de
Portugal,Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial,Grande do Império e Comendador da
Imperial Ordem de Cristo.
Manuel Pinto Netto da Cruz - agraciado com o título [ Dec.15.04.1847 ] de Barão de Muriaé. Título de origem toponímica, tomado do rio da região norte-fluminense ( = norte do estado do Rio de Janeiro ), onde a família do titular era radicada. Nasceu em 26.02.1790, São Salvador de Campos, RJ , sendo este seu assento de batismo: "Aos cinco dias de Março de mil sete centos e noventa, neta Igreja de São Salvador da Vila de Campos dos Goiytacazes, baptizei e puz os santos oleos a Manuel, nascido a vinte e seis do mês passado, filho legítimo do Capitão Jerônimo Pinto Netto, natural e baptizado na Freguesia de São Pedro de Avintes do bispado do Porto e de sua mulher Dona Antônia Joaquina da Cruz, natural e batizada nessa freguesia; neto por parte paterna de Manoel Pinto dos Reis e de sua mulher Josefa da Costa naturaes da dita freguesia de São Pedro; e neta materna de João Francisco, sevra (?) natural de vila Bela cuja freguesia e lugar se ignora e de sua mulher Dona Maria Domingues da Roxa natural desta freguesia: forão padrinhos o Capitão Luiz Manoel Pinto casado freguez da freguesia de Nossa Senhora da Candelária da cidade do Rio de Janeiro e por procuração que por ele apresentou o ajudante Leandro José de Faria, casado, e Josepha Francisca Belas solteira fregueza desta freguesia: do que fiz este assento que assignei. Coadjutor Anastácio S. da Cruz. (Livro 5º de batizados de São Salvador de Campos, de 1784 a 1791, fls. 323 v.);
Teve mercê da Carta de Brasão de Armas. Deixou geração do seu casamento, em 15.08.1820, em Campos, com Raquel Francisca Ribeiro de Castro , nascida em 1798 e falecida em 1881, Baronesa de Muriaé, por casamento, e Viscondessa de Muriaé, depois de viúva. Integrante da importante família Ribeiro de Castro , do Rio de Janeiro.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Muriaé, Barão e família Neto dos Reis.
Brasão
de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro e quarto de prata,uma cruz de
azul,com uma cruzeta de prata colocada no centro: no segundo e terceiro de
azul,cinco meias luas de prata em aspa.TENANS: dois índios ornados de penas
coloridas tendo na mão um ramo de cana e café apoiados sobre uma legenda
vermelha com letras de prata Spes crux mea est. TIMBRE: a cruz das armas
(Brasão passado em 17 de Maio de 1852.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.11).
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MURIAÉ
A baronesa com grandeza e viscondessa de MURIAÉ foi Rachel Francisca de Castro Netto da Cruz que faleceu na cidade de Campos,RJ em 28 de Outubro de 1881.Era viúva do barão com grandeza de MURIAÉ,Manuel Pinto Netto Cruz.
Brasão de Armas: Uma lisonja com as armas de seu marido.Barão com grandeza de MURIAÉ (Vide este título)
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MURIBECA
O
barão de MURIBECA foi Manuel Francisco de Paula
Cavalcanti,natural da Província
de PE.Era filho do Capitão-Mór Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque e
de Maria Rita de Albuquerque Mello que eram também pais dos viscondes de
SUASSUNA,CAMARAGIBE e ALBUQUERQUE.Formado em direito pela Universidade de
Goettingen,na Alemanha,foi deputado à Assembléia Provincial de PE na
legislatura de 1835 a 1837.Era Comendador da Real Ordem de Cristo de Portugal.
Brasão
de Armas: Escudo partido em pala: na primeira as armas dos Albuquerque,que são:esquarteladas,no
primeiro quartel,as armas de Portugal,no segundo cinco flores de liz de ouro,em
campo vermelho,e assim os contrários;na segunda pala as armas dos Cavalcantis,que
saio:de vermelho e de prata,divididos estes esmaltes por uma asna de azul cotiçada
de sable; a parte de baixo é de prata e a de cima de vermelho semeado de
flores de prata de quatro folhas.TIMBRE: um hipógrifo de castanho com asas e
levantado sobre os pés entre chamas de fogo.
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MURICI
O
barão de MURICI foi Jacinto Pais Moreira de Mendonça,bacharel em ciências jurídicas
e sociais.Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial e Cavaleiro da Imperial Ordem
de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.
Adenda
Jacinto Paes Moreira de Mendonça - agraciado com o título ( Dec 18.09.1886 ) de Barão de Murici. Título de origem toponímica. Nasceu a 19.10.1835 em Camaragibe - AL e faleceu a 14.12.1894, engenho Bom Jesus-AL. Bacharel em Direito [ PE - 17.12.1860 ]. «Juiz substituto em Passo de Camaragibe e deputado provincial de Alagoas na 14.ª legislatura (1862-1863). Dedicou-se à agricultura em seu engenho Bom Jesus, onde faleceu a 14 de dezembro de 1894, sendo sepultado na igreja do Senhor Bom Jesus, na matriz de Camaragibe» (Laurênio Lago, Acréscimos e Retificações, 153). Foi casado quatro vezes: a primeira, com Amélia Buarque, descendente de Manuel Buarque de Jesus [ séc. XVIII ], Senhor do Engenho Samba, patriarca da família Buarque , de Alagoas; a segunda, com Júlia de Mendonça; a terceira, com Maria Luiza de Albuquerque Sarmento - com geração; e a quarta, com sua sobrinha Felicidade Perpétua Moreira de Mendonça, Baronesa de Murici, nascida a 17.04.1866 e falecida a 22.04.1933 .
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Murici, Barão; família Paes de Mendonça.
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MURITIBA

Marquês e marquesa de Muritiba (em cronologia diferentes
O
barão,visconde com grandeza e marquês de MURITIBA foi Manuel Vieira Tosta que
nasceu na cidade de Cachoeira,BA em 12 de Julho de 1807 e faleceu no RJ em 22 de
Fevereiro de 1896.Era filho de Manuel Vieira Tosta e de Joana Maria da
Natividade Tosta.Casou com Isabel Pereira de Oliveira,falecida viscondessa de
MURITIBA em 15 de Fevereiro de 1873;filha de José Antonio Ribeiro de Oliveira e
de Joana Pereira de Barros.Era pai do 2º barão com grandeza de MURITIBA e irmão
do barão de NAGÉ.Bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de
SP em 1831.foi aposentado em 1857 com honras de Ministro do Supremo Tribunal de
Justiça,sendo Desembargador da Relação da Corte.Foi deputado à Assembléia
Geral por sua Província natal na 4ª,7ª e 8ª legislaturas e nomeado senador
em Maio de 1851.Presidiu as províncias de Sergipe em 1844,de Pernambuco em 1848
e do Rio Grande do Sul em 1855.Foi Ministro da pasta da Marinha no 10º Gabinete
de 29 de Setembro de 1848;da Justiça no 14º Gabinete de 12 de Dezembro de 1858
e da Guerra no 23º Gabinete de 16 de Julho de 1868.Era membro ordinário do
Conselho de Estado;do Conselho de S.Magestade;Grande do Império;Comendador da
Imperial Ordem de Cristo em 1841;Dignitário da Ordem Imperial do Cruzeiro em
1849 e Comendador da Imperial Ordem da Rosa em 1858.
Brasão de Armas: Em campo azul,uma asna de ouro entre três estrelas de prata,de cinco pontas.Chefe de ouro carregado de três vieiras de goles.
Colaboração no envio da foto da marquesa de Muritiba (mais jovem) Jose Renato Pessoa Dantas
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MURITIBA

O
2º barão com grandeza de MURITIBA foi Manuel Vieira Tosta Filho que nasceu na
capital da Província da Baia em 14 de Outubro de 1839.Viveu
em Boulogne sur Seine,França.Era filho do marquês de MURITIBA e
da viscondessa desse título.Casou a 17 de Novembro de 1869 com Maria José
Velho de Avellar filha dos viscondes de UBÁ;Dama Efetiva de S.Magestade a
Imperatriz e de S.ª Imperial a Senhora Condessa d´Eu.Bacharel formado em ciências
jurídicas e sociais pela Faculdade de SP em 1860, Desembargador aposentado da
Relação da Corte,tendo sido o último Procurador da Coroa,Soberania e Fazenda
Nacional.Do Conselho de S.M.o Imperador,Veador de S.M. a Imperatriz;Grande do
Império;Grã-Cruz da Ordem de S.Gregório,Magno de Roma;Dignitário da Ordem
Romana de Pio IX;Sócio Honorário do IHGB em 1904 e Sócio do Instituto Histórico
de SP,etc.
Manuel Vieira Tosta Filho - agraciado com o título ( Dec 13.06.1888 ) de Barão (2º) com honras de grandeza de Muritiba. Falecido em 05.08.1922, a bordo do vapor Bagé, em águas do estado do Espírito Santo, quando regressava da Europa. Desembargador. Casado a 17.11.1869 com Maria José Velho de Avelar, nascida a 07.08.1851 no Rio de Janeiro-RJ e falecida a 13.07.1932 em Petrópolis, RJ, Baronesa com honras de grandeza de Muritiba, integrante da família Ribeiro de Avelar , da região do Vale do Rio Paraíba , Estado do Rio de Janeiro. «Os barões de Muritiba acompanharam no exílio a Família Imperial. A baroneza desfez-se de suas jóias para auxiliar a conclusão do mausoleu de D. Pedro II e de D. Teresa Cristina na catedral de Petrópolis» (Laurênio Lago, Acréscimos e Retificações, 153; Arquivo do Dicionário das Famílias Brasileiras, somado ao Arquivo do Genealogista Jorge Ricardo Fonseca - Bahia].
Colaboradores
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Muritiba, 2º barão; família Vieira Tosta.
José Renato Pessoa Dantas - Pelo envio da foto do 2º barão.
Brasão
de Armas: Em campo azul,uma asna de ouro entre três estrelas de prata,de cinco
pontas.Chefe de ouro carregado de três vieiras de goles.DIVISA: Tive Santo
Amor à Lei.(É o anagrama de Manuel Vieira Tosta)
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