I - 3 

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ITAPARICA

O barão de ITAPARICA foi Antonio Teixeira de Freitas Barbosa.Era pai do notável Jurisconsulto Augusto Teixeira de Freitas

Criação do título: Barão por decreto de 5 de abril de 1826

Adenda

Antonio Teixeira de Freitas Barbosa - agraciado com o título ( Dec 05.04.1826 )* de Barão de Itaparica.Título de origem toponímica: ilha e cidade da Bahia. Nasceu cerca de 1790 e faleceu a 03.06.1836 em Salvador-BA. Militou na política da Bahia. Por ocasião da Independência, fez parte da junta de defesa da vila da Cachoeira. Foi membro suplente do conselho geral da província da Bahia, na legislatura de 1828 a 1830. Casou-se com Felicidade de Santa Rosa de Lima, falecida a 28.02.1932, Baronesa de Itaparica.

* O pesquisador abaixo citado, nosso colaborador, apresenta a data do Decreto como 8 de abril.(ver este link) 08/04/1826   Antonio Teixeira de Freitas 

Colaboradores:

Lauro Lima - pesquisador

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itaparica, Barão; família Teixeira de Freitas

fonte da foto: www.nggenealogia.com.br/tree/

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ITAPARY

O barão de ITAPARI foi José Joaquim Seguins de Oliveira  

Adenda
 
José Joaquim Segeins de Oliveira - agraciado com o título ( Dec 12.05.1888 ) de Barão de Itapari.  Filho de José Antonio de Oliveira e de Maria Segeins, casados por volta de 1850. Nasceu a 17.06.1858 e faleceu a 22.05.1929. Abastado agricultor e criador de gado no Maranhão, nas propriedades que herdou de seu genitor.  Deixou geração de seu casamento com Hortência Sales, falecida depois de 1929, Baronesa de Itapari, filha de importante família da Ilha da Madeira. Seus descendentes passaram a assinar Itapari, como sobrenome de família.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapari, Barão; Itapari, Baronesa; família Oliveira

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ITAPEBA

O barão de ITAPEBA foi Ignácio Bicudo de Siqueira Salgado, natural de SP.

Adenda
 
Atenção: todas a referências encontradas dizem respeito ao Barão de ITAPEVA que, ao que tudo indica, deve ser o título correto.
 
Inácio Bicudo de Siqueira Salgado - agraciado com o título ( Dec 19.07.1879 ). Título de origem toponímica, tomado a uma povoação e um pico em São Paulo, região de Pindamonhangaba / Campos do Jordão. Nasceu  em São Paulo em 1812 e faleceu em Pindamonhangaba-SP a 2.10.1894. Vereador por esta cidade ( 1842, 1844, 1853), Juiz de Paz ali em 1845, Tenente da Guarda Nacional, Capitão de Milícias - 1865, Comendador da Ordem da Rosa - 1879. Foi um dos homens políticos mais proeminentes de Pindamonhangaba. Chefe do Partido Liberal. Casou-se com sua sobrinha Eugênia Bicudo Salgado da Silva, da importante família Salgado da Silva, de São Paulo, Baronesa de Itapeva, filha de Benedito Correia da Silva, capitão da Imperial Guarda de Honra do Príncipe regente -m 1822, uma das testemunhas do Grito do Ipiranga, e de Maria Francisca do Ó.
 
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapeva, Barão; famílias Bicudo de Siqueira e Salgado da Silva.

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ITAPECERICA

O barão de ITAPECERICA foi Francisco das Chagas Campos.Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional em MG.

Adenda
 
Francisco das Chagas Campos - agraciado com o título ( Dec 10.08.1889 ) de Barão de Itapecerica . Título de origem toponímica, tomado a uma localidade de Minas Gerais. Filho de  João Luiz de Campos e de Rita Virgínia de Campos. Nasceu em Minas Gerais a 14.02.1842 e faleceu a 24.07.1914 em Prados-MG. Capitalista e proprietário. Militou na política, filiado ao Partido Liberal no regime monárquico, e foi o primeiro presidente da Câmara Municipal da cidade de Prados - MG. Casado com Maria Jacinta de Campos, Baronesa de Itapecerica, nascida em 12.08.1846 e falecida a 13.05.1911 em Prados-MG.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapecerica, Barão e Itapecerica, Baronesa.

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ITAPEMA  

O barão de ITAPEMA foi Francisco Alves Cardoso que faleceu em 1900 em Bragança,na província de SP.Era filho de João Alves Cardoso e de Ana Francisca do Carmo.Casou na cidade de Bragança SP com Cândida Emilia de Morais,filha do Tenente-Coronel Jacinto Osório de Lossio e Silva e de sua segunda mulher Ana Justina de Morais e Silva.Era fazendeiro de café nos municípios de Itatiba e Bragança,foi chefe do partido conservador.

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ITAPEMIRM

O 1º barão com grandeza de ITAPEMIRIM foi Joaquim Marcelino da Silva Lima que nasceu na província do Espírito Santo e faleceu nessa província em 18 de Dezembro de 1860,na sua fazenda do Moqui no município de Itapemirim.Casou com Leocádia Tavares da Silva Lima.Era Grande do império,Comendador da imperial Ordem de Cristo e da Imperial Ordem da Rosa.  

Adenda

Joaquim Marcelino da Silva Lima - agraciado com o títulos ( Dec 15.11.1841) de Barão de Itapemirim, elevado ao título ( Dec 31.12.1849 ) de Barão com honras de grandeza de Itapemirim. Título de origem toponímica, tomado a rio e vila do mesmo nome, no Espírito Santo, onde se estabeleceu o titular. Filho do Alferes  Joaquim José da Silva e de Ana Fernandes . Nasceu em São Paulo-SP em 1779 e faleceu a 18.12.1860, com 80 anos de idade,em Itapemirim- ES. Era Sargento-Mor e passou de São Paulo para o Espírito Santo em 1802 e foi residir, inicialmente, em Benevente, onde foi proprietário da grande fazenda Três Barras, com cultura de cana de açúcar. Obteve as terras desta fazenda por Carta de Sesmaria, que se acha registrada no Livro de Registro das sesmarias. Depois de casado, foi viver em Itapemirim, sempre no Espírito Santo. Abastado senhor de fazendas em Itapemirim  e no distrito de Cachoeiro, entre elas: Fazenda da Queimada, na barra do Itapemirim; Fazenda Muqui, na região sul da província; Fazenda Bananal de Cima, em Cachoeiro; Fazenda Fruteira de Baixo, em Cachoeiro. Vice-Presidente da Província do ES.  Presidiu a província interinamente em diversas oportunidades. Presidiu a Assembléia Legislativa Provincial em 1853. Deputado provincial em 4 mandatos.Diretor Geral dos índios da província do ES. Comendador da Ordem de Cristo. Oficial da Ordem da Rosa. Tinha as honras de Brigadeiro por ser Diretor Geral dos Índios Puris, do Aldeiamento Imperial Afonsino. Quando foi para o Espírito Santo, era casado com Francisca Amaral e Silva, com quem deixou geração. Viúvo, casou em  segundas núpcias, com Leocádia Tavares Brum da Silva, nascida cerca de 1808 (*), em Itapemirim-ES e falecida em 04.03.1882, em Cachoeiro de Itapemirim-ES, com 74 anos de idade, filha do capitão José Tavares de Brum e Thomázia da Silva Medella, com numerosa descendência desse segundo casamento.

(*) O pesquisador capixaba apresenta a data de nascimento de Leocádia como 1804. O Dicionário das Famílias Brasileiras, provavelmente por conta de algum documento que informasse a idade que tinha ao falecer  -  74 anos ), parte da data da morte e informa o nascimento como "cerca de 1808" .

Colaboradores

Paulo Stuck Moraes - pesquisador de Vitória - ES. Coordenador da lista Gen-ES de genealogia.

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapemirim, 2º Barão e família Silva Lima.

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ITAPEMIRM

O 2º barão de ITAPEMIRM foi Joaquim Antonio de Oliveira Seabra,natural de Vitória,ES.Era Bacharel em Ciências jurídicas e sociais.  

Adenda

Joaquim Antonio de Oliveira Seabra - agraciado com o título ( Dec 16.05.1888 ) de Barão (2º) de Itapemirim. Nascido em 1828, em Campos dos Goytacazes- RJ  e falecido a 23.11.1888, no Rio de Janeiro- RJ. Político e comerciante fluminense. Exerceu a segunda vice-presidência da província do Rio de Janeiro.  Proprietário da Fazenda Morro Grande, no distrito de Cachoeiro do Itapemirim-ES. Sócio da firma comercial Torres & Seabra, firma de comissão de café, estabelecida no Rio de Janeiro. Deixou a sociedade em 1888. Casou-se com Leocádia Seabra da Silva Lima, 2ª Baronesa de Itapemirim, nascida em 1840 e falecida a 03.07.1908, em Campos dos Goytacazes- RJ, filha de Joaquim Marcelino da Silva Lima, 1º Barão de Itapemirim e sua segunda mulher Leocádia Tavares Brum .

Colaboradores:

José Roberto de Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

Paulo Stuck de Moraes - pesquisador de Vitória-ES. Coordenador da lista Gen-Es de genealogia.

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapemirim, 2º Barão; família Silva Lima

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ITAPEMIRIM

O 3º barão de ITAPEMIRIM foi o Dr.Luiz Siqueira da Silva Lima,natural de Vitória no Espírito Santo.  

Adenda, com correção

Luiz Siqueira da Silva Lima - agraciado com o título ( Dec 25.09.1889 ) de Barão (3º) de Itapemirim. Filho de Joaquim Marcelino da Silva Lima, 1º Barão de Itapemirim e Leocádia Tavares Brum . Irmão da 2ª baronesa de Itapemirim. Nasceu a 10.04.1844 na Freguesia de N. Sra. do Amparo de Itapemirim -ES e faleceu a 09.11.1916, no Rio de Janeiro- RJ. Advogado, diplomado pela Faculdade de Direito de São Paulo - 1868. Juiz de paz da Freg. de Alegrete. Suplente de juiz municipal. Juiz de Direito da comarca da Cachoeiro de Itapemirim. Militou no Partido Liberal durante o regime monárquico. Deputado à Assembléia provincial.  Senador Federal pelo estado do Espírito Santo ( 1900-1908 ). Proprietário da Fazenda Bananal, onde residiu por muito tempo. Casou-se com Mariana Moreira Gomes, filha do Coronel  José Gomes Pinheiro e Vitória Moreira da Silva. Mariana era neta de sua irmã mais velha, Maria Joaquina da Silva Lima, nascida em 1821.

Colaboradores

Paulo Stuck de Moraes - pesquisador em Vitória-ES. Coordenador da lista Gen-ES de genealogia.

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapemirim, Barão 3º e família Silva Lima

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ITAPETININGA

O barão de ITAPETININGA foi Joaquim José dos Santos Silva,natural d Província de SP .Faleceu nessa província em 11 de Junho de 1876.Era filho do Coronel Joaquim José dos Santos e de sua mulher D.Antonia Josefa Mendes da Silva,casados em SP em 1789.Casou em primeiras núpcias com Ana Eufrosina Mendes,de cujo casamento tiveram uma filha Maria Hipolita que foi a primeira baronesa de Rio Claro e mais tarde marquesa de Três Rios,por seu segundo casamento com o marquês de Três Rios.Casou em segundas núpcias com Cerina de Souza Castro que enviuvando casou novamente com oi barão de TATUI.Era proprietário e grande capitalista na capital da província de SP.

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ITAPEVI  

barão de Itapevi

O barão de ITAPEVI foi Emilio Luiz Mallet que faleceu no RJ em 2de Janeiro de 1885.Foi Tenente-General do Exército,Brigadeiro em 4 de Julho de 1869,intrépido soldado disciplinador.Viveu comandando corpos no Rio Grande do Sul e um dos mais salientes vultos da grande batalha de 24 de Maio em que comandava a Artilharia-revólver.Era Dignitário da Ordem Imperial do Cruzeiro,Comendador de S.Bento de Aviz e tinha as medalhas da Campanha do Uruguai,a de Paissandu de ouro,a do Mérito Militar,e a Geral d Campanha do Paraguai,com passador de ouro.  

Adenda
 
Emile Louis Mallet / Emílio Luís Mallet - agraciado com o título ( Dec 28.12.1878 ) de Barão de Itapevi. Filho de Jean Antoine Mallet e de Julie Marie Joseph Deyz de Montfort. Sobrinho do general francês Claude François Mallet, fuzilado em 1812 por ter conspirado contra Napoleão I. Estabelecido no Rio Grande do Sul, nasceu a 10.06.1801 em Dunquerque, França e faleceu no Rio de Janeiro a 02.01.1886. Entrou para o exército brasileiro em 1822, fez as campanhas Cisplatinas - 1825-1828, distinguindo-se na batalha do Passo do Rosário - 1827; Uruguai ( 1851-1852 e 1864-1865 ); e Paraguai ( 1865 - 1870 ), tendo passado grande parte de sua vida militar em S. Gabriel-RS. General, Marechal de Exército, Patrono da Artilharia. Casou-se em 1830, em Bagé-RS com Joaquina Castorina de Medeiros, falecida em 1873 em S. Gabriel-RS, filha do Coronel Antonio de Medeiros Costa, com geração.
 
Obs- segundo o Almanak Laemmert, Joaquina ainda vivia em 1891.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapevi, Barão de; família Mallet.

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ITAPICURÚ DE CIMA

O 1º barão de ITAPICURÚ DE CIMA foi Luiz Manuel de Oliveira Mendes.  

Adendas

Colaboração de Regina Cascão

Luiz Manuel de Oliveira Mendes, agraciado com o título ( Dec 22.10.1825 ) de Barão de Itapicuru de Cima.Filho de Manuel de Oliveira Mendes e de Maria do Rosário do Carmo, casados cerca de 1750, casal tronco da importante família Oliveira Mendes do município de Santo Amaro, na Bahia.Coronel.Deixou uma geração de 13 filhos varões, um deles foi o 2º Barão e depois Visconde de Itapicuru de Cima.

Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Itapicuru de Cima, Barão 1º ; família Oliveira Mendes

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ITAPICURÚ DE CIMA

O 2º barão e visconde de ITAPICURÚ DE CIMA foi Manuel de Oliveira Mendes que faleceu em 30 de Dezembro de 1867.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo.  

Adenda

Manuel de Oliveira Mendes, agraciado com o título ( Dec 12.10.1830 ) de 2º Barão de Itapicuru de Cima, agraciado com o título  ( Dec 12.10.1858 ) de Visconde de Itapicuru de Cima, Filho do 1º Barão, Luiz Manuel de Oliveira Mendes.Falecido a 30.12.1867.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Itapícuru de Cima, Visconde de; família Oliveira Mendes

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ITAPICURÚ MIRIM

O barão com grandeza de ITAPICURÚ MIRIM foi José Felix Pereira de Burgos que faleceu no RJ em 9 de Abril de 1854.Era Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro e Cavaleiro da Imperial Ordem de S.Bento de Aviz.  

Adendas

José Félix Pereira de Burgos Ponce de Leon - agraciado com o título ( Dec 18.10.1829) de Barão de Itapicuru Mirim, elevado ao título ( Dec 07.04.1846 ) de Barão com grandeza do mesmo nome.Título de origem toponímica, tomado da localidade do mesmo nome, no Maranhão, onde residia a família do Barão.Nascido em 1780, no Maranhão, e falecido em 1854. Matriculado no curso de Direito da Universidade de Coimbra ( 16.10.1801 ). Bacharel em Direito por Coimbra e Presidente da Província do Pará, de 1825 a 1829.

O Dicionário das Famílias Brasileiras acrescenta Ponce de Leon ao nome do titular.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Itapicuru Mirim, Barão de; Pereira de Burgos

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ITAPIRUMA

O barão de ITAPIRUMA foi Anacleto Correa de Faria.

Adenda

Segundo o artigo "Barão de Itaperuna" publicado por Willian Ribeiro (editor do Diário de Caratinga) na Revista Voga, datada de Junho de 2004, Anacleto Corrêa de Faria teria sido agraciado com o título de Barão de Itaperuna pela corte imperial em agosto de 1889. Ele viveu na região de Santo Antônio do Manhuaçu, entre Ipanema e Caratinga, e foi sepultado na mesma localidade em 21 de novembro de 1903, aos 84 anos de idade. O homem de barbas longas, personalidade pacata e um dos maiores donos de terras da história da região na época do Brasil Império, com propriedades cujas extensões, conforme relatos de descendentes, iam de Ipanema ao município de Carangola, é o patriarca das famílias dos Corrêa de Faria e Penna.

Sem dados oficiais na região sobre sua origem, a reportagem descobriu que antes da titulação elevando-o a nobre da Corte Brasileira e de sua fixação na região de Santo Antônio do Manhuaçu, distrito de Caratinga na divisa com Ipanema, Anacleto Corrêa de Faria foi fazendeiro em São Paulo do Muriaé, denominação do que é hoje o município de Muriaé, a cerca de 180 quilômetros de Caratinga. Um  relação de noventa escravos que pertenciam ao Barão, documento datado de 25 de outrubro de 1886 que a reportagem de VOGA teve acesso, confirma sua passagem pela região de Muriaé, onde foi dono da fazenda Fortaleza. O documento detalha, inclusive as filiações e o tipo físico de cada um dos escravos que trabalhavam na propriedade, na época em que Minas Gerais ainda era uma Província.

A reportagem de VOGA encontrou a escritura de uma enorme propriedade de o Barão adquiriu no Córrego das Laranjeiras (antigo Ribeirão das Laranjeiras), em Santo Antônio do Manhuaçu, uma fazenda que levava o mesmo nome da localidade, Fazenda Laranjeiras, e após a compra passou a ser conhecida como "Fazenda Itaperuna". O negócio avaliado em 60 contos de réis, foi selado em 1895, com assinatura do escrivão do Cartório da época Calixto da Silva Gonçalves e tendo como compradores o Barão de Itaperuna, os filhos Manoel e Joaquim Corrêa de Farias e os genros José Dornelas da Costa e Tertuliano José de Oliveira. Antes, as terras - algo em torno de 500 mil hectares, pertenciam ao tenente Francisco Ferreira da Silva e a mulher dele Ana Rosa da Encarnação. Na época em que chegou à região de Santo Antônio, o Barão trouxe cerca de vinte escravos que o acompanhavam desde o tempo em que morava em São Paulo de Muriaé.

De acordo com os documentos sob a guarda do bisneto Manoel Corrêa de Faria, o Barão teria nascido em 13 de julho de 1819 em Mercês do Pomba, região de Muriaé, sendo registrado como filho legítimo de Luciano Corrêa de Faria e Mariana Faustina Jovita de Faria. Entretanto, muito se questionou ao passar dos anos sobre sua verdadeira filiação. Inclusive descendentes falam do suposto relacionamento de Dom Pedro II com uma escrava do qual gerou Anacleto, que mais tarde seria beneficiado com o título de Barão, numa honraria concedida pelo próprio Imperador.

Mas as informações à respeito da verdadeira motivação que levou Dom Pedro II à titular Anacleto como Barão são controversas. Do acervo reunido em Ipanema mantido com o bisneto Manoel Corrêa, na Fazenda Laranjeiras (que foi de propriedade do Barão), Anacleto foi elevado a Barão em 1889 por causa de seu serviço prestado ao país durante a Guerra do Paraguai em 1842.

O Barão de Itaperuna teve dois casamentos, de acordo com documentos guardados pelo bisneto Manoel Corrêa. No primeiro, com Maria Francisca de Jesus, que ficou conhecida como a Baroneza de Itaperuna, tiveram doze filhos. No acervo de registros ainda preservados pelos descendentes só estão descritos sete deles: Delfina Francisca de Faria que nasceu em 8 de julho de 1842 e faleceu em julho de 1903, Francisco Corrêa de Faria nascido em 1 de setembro de 1850, Anacleto Corrêa de Faria nascido em 26 de outubro de 1851, Joaquim Corrêa de Faria nascido em 30 de março de 1853, Maria Francisca de Faria nascida em 18 de outubro de 1854 e falecida em 5 de maio de 1897, vítima de febre tifo, Manoel Corrêa de Faria nascido em 6 de fevereiro de 1856 e Luciano Corrêa de Faria nascido em 15 de janeiro de 1860. A Baroneza faleceu em 14 de março de 1861 e o Barão voltou a se casar algum tempo depois com Branca Angélica de Faria, mas da relação não tiveram filhos.

Antes do Barão morrrer, a República já havia sido proclamada no Brasil (pelo marechal Deodoro da Fonseca, em 15 de novembro de 1889) e as titulações da nobreza haviam perdido a importância que tinham no passados. Um fato curioso apurado pela reportagem com base em pesquisas feitas por familiares em Ipanema é que o título de Barão de Itaperuna não chegou a ser registrado no acervo histórico do país, porque antes disso ocorrer, Dom Pedro II foi expulso do Brasil pelos revolucionários que combateram a monarquia.

colaborador:

Joberto Miranda Rodrigues
web page: http://www.joberto.zik.mu //e-mail: joberto@terra.com.br
 

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ITAPISSUMA  

       

barão e baronesa de Itapissuma

O barão de ITAPISSUMA foi Epaminondas Vieira da Cunha,natural de PE. Era Coronel da Guarda Nacional.  

Adenda

" Nasceu Epaminondas Vieira da Cunha em 1829, em Pernambuco, segundo filho do casal João - Maria das Neves Vieira da Cunha. Casou-se com sua prima Teresa de Morais Vieira da Cunha, nascida em 1826. Foi agraciado com o título de Barão de Itapissuma, por decreto de 8 de março de 1880.  A Baronesa de Itapissuma faleceu, no Recife, na Rua Conde da Boa Vista nº 24-C, em 24 de julho de 1896, sendo sepultada no Cemitério de Santo Amaro. O Barão de Itapissuma faleceu no seu Engenho Araripe de Baixo a 29 de junho de 1910."

Colaboradores

Pedro Auler - Fonte: "Titulares Pernambucanos",  de Guilherme Auler (1914-1965). "Anuário do Museu
Imperial", nº XI, 1950.

Regina Cascão - Figura dos barões. Fonte: Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE

Disponível no site Domínio Público, do governo federal

www.dominiopublico.gov.br

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ITAPITOCAÍ  

O barão de ITAPITOCAÍ foi o Miguel Rodrigues Barcellos que nasceu em Pelotas,RS em 22 de Junho de 1824 e faleceu na mesma cidade em 1 de Dezembro de 1896.Era filho do Comendador Boaventura Rodrigues Barcellos e de Silvana de Azevedo Barcellos.Casou em primeiras núpcias com Eulália de Azevedo e Souza,filha do Comendador Heliodoro de Azevedo e Souza e de Eulália de Azevedo e Souza,e em segundas núpcias com Joana de Mendonça Cunha que era filha de João Jacinto de Mendonça.Era doutor em medicina pela Faculdade do RJ em 1846 e foi durante mais de 40 anos medico da Santa Casa de Misericórdia de Pelotas e do Hospital de Beneficência Portuguesa.Foi deputado Provincial,vereador da Câmara Municipal de Pelotas;1º Vice-Presidente do RS em 1885,tendo exercido a Presidência da dita província.Era Cavaleiro da Águia Vermelha,da Alemanha da Coroa da Itália.Comendador da ordem de Cristo e da de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa de Protugal.  

Adenda
 
Miguel Rodrigues Barcelos - agraciado com o título ( Dec 17.09.1888 ) de Barão de Itapitocaí.Sua primeira esposa e prima legítima Eulália de Azevedo e Souza nasceu a 18.09.1830 em Pelotas-RS e faleceu na mesma cidade a 02.04.1872.
 
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapitocaí, Barão; e família Rodrigues Barcelos.

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ITAPOAN

O 1º barão de ITAPOAN foi José Joaquim Nabuco de Araújo que faleceu em 20 de Abril de 1840 Casou com Maria Esmeria de Barbuda de Figueiroa.Era Bacharel em direito,foi Magistrado e Senador pela Província do Pará nomeado em 182.

Adenda
 
José Joaquim Nabuco de Araújo - agraciado com o título ( Dec 12.10.1828 -D. Pedro I ). Nascido a 14.07. 1764, em Salvador, Bahia; e batizado a 04.12 do mesmo ano. Falecido a 20.04.1840, no Rio de Janeiro, com testamento. Sepultado na Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Matriculou se no curso de Matemática da Universidade de Coimbra, a 03.11.1780; e no curso de Direito a 19.10.1781. Bacharelou se a 28.05.1785, com formatura realizada a 17.07.1786. Fez sua leitura a 20.10.1787. Juiz de Fora da Vila de Monforte do Rio Livre (1789), Portugal (onde conheceu sua esposa). Ouvidor do Pará (1794). Procurador de Defuntos, Ausentes, Capelas e Resíduos do Pará (1795). Ouvidor de Pernambuco (1798). Desembargador da Casa do Porto (1804). Desembargador da Casa de Suplicação, em Lisboa (1804). Ajudante de Provedor da Coroa (1805). Desembargador da Casa de Suplicação do Brasil (1809). Obteve Direito da sucesso no Cartório da Vila da Cachoeira, Bahia, que fora de seu pai (1812). Desembargador do Paço e da Consciência e Ordens (1814). Chanceler do Tribunal da Relação da Bahia (1814). Por Decreto de 18 de Janeiro de 1815 teve o foro de Fidalgo Cavaleiro da Casa Real. Por Decreto de 7 de Abril de 1818 teve mercê da Comenda da Ordem de Cristo. Eleito primeiro Senador do Pará, por nomeação do Imperador D. Pedro I, datada de 22.01.1826.  Deixou numerosa descendência do seu casamento, a 15.08.1791, na freguesia de São Pedro de Águas Frias de Monforte, Bispado de Bragança, Portugal ( casamento registrado somente no dia 14.05.1792 ) com Maria Esméria Ana de Barbuda Figueirôa, filha de Antônio Joaquim Pereira e de Rosa Teresa Joaquina Barbuda de Figuerôa; nascida em Póvoa, Portugal, e falecida a 28.09.1841, no Rio de Janeiro. Sepultada na Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Obteve licença para realizar sua viagem nupcial, no Brasil, a 14.11.1791, sendo-lhe permitido ficar ausente das suas funções, com vencimentos.
 
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapoã, 1º Barão e família Nabuco.

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ITAPOAN

O 2º barão de ITAPOAN foi Luiz Adriano Alves de Lima Gordilho que nasceu na Baia em 1830.Era filho do Tenente-Coronel João Pedro Alves de Lima Gordilho e de Adriana Sophia Alves de Lima Gordilho.Doutor formado pela Faculdade de Medicina da Baia em 1852,foi lente de Anatomia e de partos nessa Faculdade.Era do Conselho de S.Magestade.Escreveu v´árias obras sobre assuntos médicos.Era Comendador da imperial Ordem da Rosa.  

O nome correto deste titular é Adriano Alves de Lima Gordilho, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda

 

Adriano Alves de Lima Gordilho - agraciado com o título ( Dec 27.03.1872 )de Barão (2º) de Itapoã. Nasceu a 12.08.1830 , no Engenho Sant’Ana de Mapele, São Miguel de Cotegipe, BA e faleceu a 18.10.1892. Diplomado em medicina, pela Faculdade de Medicina da Bahia [1851]. Foi enviado por seus pais à França, para realizar estudos de aperfeiçoamento. Opositor da Cadeira de Anatomia Descritiva, em Salvador [1856]. Lente de Anatomia descritiva [1862]. Catedrático de Anatomia Descritiva [1862]. Transferido para a Cadeira de Partos [1876]. Aposentado, a seu pedido, a 13.10.1890. Comendador da Ordem da Rosa. Conselheiro do Império [1882]. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas.Com geração dos seus dois casamentos: o primeiro, com Marie Augustine Blenard Boucheni, nascida cerca de 1834, Departamento de Dauphine, França e falecida a 18.02.1879, no Engenho Olaria, Freg.ª de N.ª S.ª do Ó de Paripe, BA, primeira baronesa de Itapoã; o segundo, cerca de 1881, com Margarida Conceição Moreira Basto, falecida antes de 1892, segunda baronesa de Itapoã.

 

Colaboradora

 

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapoã, 2º Barão e família Gordilho.

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ITAPORANGA

O barão de ITAPORANGA foi Domingos Dias Coelho e Mello que faleceu no Sergipe em 11 de Abril de 1874 com 89 anos de idade.  

Adenda Obs.: O colaborador chama atenção para o fato de existir acento agudo na
edição do ANB, tornando o título Itaporangá, o que, em sua opinião, está
errado.

Domingos Dias Coelho e Mello - agraciado com o título ( Dec 14.03.1860 ) de Barão de Itaporanga.Título de origem toponímica, tomado á localidade ( hoje município ) em Sergipe onde se situava seu Engenho do Colégio, um antigo estabelecimento jesuíta do século XVII, cujas quase-ruínas ainda podem ser percorridas. Era filho do Sgto.-Mor Domingos Dias Coelho e Mello e de Maria Theresa de Jesus.  Nasceu em 1785, em Sergipe e lá também faleceu em 11.04.1874. Foi casado com Maria Michaella Dantas e Mello, falecida em 27.09.1842, em Itaporanga-SE , filha do Cel. José Rodrigues d'Antas e Mello e de Maria Rosa de Araújo e Mello. Dentre a prole, destacamos o Barão de Estância.

Colaborador

Antonio Dias Rollemberg - pesquisador em genealogia.

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ITAPORORÓCA

Barão de Itapororóca

O barão de ITAPORORÓCA foi José Joaquim Muniz Barreto de Aragão, filho do Sargento-Mór Antonio Moniz Barreto e de sua mulher filha do Mestre de Campo Luiz Coelho Ferreira, natural da Baia.Era pai da baronesa de MATOIM e da baronesa do RIO DAS CONTAS, D.Carlota Ratton Muniz de Aragão.  

Adenda
 
José Joaquim Moniz Barreto de Aragão - agraciado com o título ( Dec 12.10.1828 ) de Barão de Itapororoca. Título de origem toponímica. Nasceu em 1793, na Vila de S. Francisco-BA e faleceu em Salvador-BA a 02.04.1835. Prestou reais serviços à causa da Independência. Membro da Junta Governativa da Bahia. Casou-se com Josefa Joaquina Gomes Ferrão Castelo Branco, falecida a 26.03.1841, Baronesa de Itapororóca.
*Conforme o nosso colaborador abaixo Dr. Luiz Alberto Moniz Bandeira, descendente do barão de Itapororóca o verbete Muniz deve ser corrigido para Moniz e em vez de D. Carlota Ratton Muniz de Aragão, corrija-se para Maria Amália Moniz Barreto de Aragão (Aragonien).
 
Colaboradores:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itapororoca, Barão; e família Moniz Barreto de Aragão.
*Dr Luiz Alberto Moniz Bandeira, descendente do barão deste título. Enviou correção ortográfica de Muniz para Moniz, da foto e  a adenda: A baronesa de MATOIM era D. Carlota de Lírio Ratton, filha de Jacome Próspero Ratton e de Maria Luiza Lírio, que foi a segunda esposa do 3ª barão do Rio de Contas Pedro Moniz Barreto de Aragão (Aragonien)

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ITAPURA  

 

    Foto colaboração

     Marcelo Teodoro de Oliveira

O barão de ITAPURA foi Joaquim Policarpo de Souza Aranha,natural de SP.Faleceu em Janeiro de 1902 em Campinas,SP em idade avançada.Casou com sua prima Libania de Souza Aranha,filha do Coronel Francisco Egydio de Souza Aranha,natural de Curitiba,que casou em 1817 na vila de São Carlos,hoje cidade de Campinas,com sua prima irmã Maria Luiz Aranha,a qual depois de viúva teve o título de baronesa e de viscondessa de Campinas.

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ITAQUATIÁ

O barão de ITAQUATIÁ foi Boaventura José Gomes que era agricultor.  

Brasão de Armas: Escudo partido em contrabanda: na primeira,de goles uma colméia com abelhas entre um arado,um machado,uma enxada,uma pá,de ouro e outros utensílios agrários; na segunda de azul uma paisagem com montanhas,de sua cor,onde pasta gado vaccum. DIVISA: Patriotismo.

Adenda

 Boaventura José Gomes, agraciado com o título ( Dec 12.05.1888) de Barão de Itaquatiá. Fazendeiro em Sanatana do Livramento, Rio Grande do Sul, falecido a 18.01.1902, lá mesmo no RS.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Itaquatiá, Barão de

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ITAQUARI

O barão de ITAQUARI foi Francisco da Cunha Bueno.(Ver notas no título visconde da Cunha Bueno).  

O nome correto deste título é ITAQUERI, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda
 
Francisco da Cunha Bueno - agraciado com o título ( Dec 07.05.1887 ) de Barão de Itaquari. Modificado pelo Dec 06.06.1887 ) para Barão de Cunha Bueno. Elevado pelo Dec 02.01.1889 a Visconde de Cunha Bueno, título de origem antroponímica, tomado do sobrenome da família. Filho dos patriarcas da família Cunha Bueno, nasceu na cidade de São Paulo-SP a 28.12.1829, e faleceu a 28.04.1903 na mesma cidade. Abastado fazendeiro de café em Rio Claro-SP, chefe político de prestígio.  Seu primeiro casamento deu-se a 23.06.1851, na Igreja de Santa Ifigênia ( Livro 2, fl. 62v ) em São Paulo-SP, com Eudóxia Henriqueta de Oliveira, batizada a 24.06.1836 em Campinas-SP  ( Livro 5, fl 13v) e falecida a 05.02.1874, também em Campinas- SP ( Livro 7 de óbitos, fls 161 ), antes que seu marido recebesse aqueles títulos nobiliárquicos. Seu segundo casamento, por volta de 1875, deu-se com Teresa Campos de Aguirre, que se tornou Viscondessa da Cunha Bueno. Não deixou geração de seu segundo casamento.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Cunha Bueno, Visconde; família Cunha Bueno.

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ITAQUI  

O barão de ITAQUI foi João Nunes da SIlva Tavares natural da Província do RS.Era filho dos viscondes de SERRO ALEGRE  e irmão do barão de SANTA TECLA.Era brigadeiro honorário do Exército e prestou relevantes serviços durante a guerra do Paraguai.Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro.Tinha a medalha da Campanha do Paraguai,com passador de ouro.  

Adenda
 
João Nunes da Silva Tavares - agraciado com o título ( Dec 18.05.1870 ) de Barão de Itaqui.Título de origem toponímica, tomado de uma cidade do Rio Grande do Sul. Membro de importante família estabelecida na Colônia do Sacramento, que teve princípio com João da Silva Tavares e sua mulher Natália de Jesus, casados em 1725. É descendente desse casal patriarca , o pai do titular, Barão de Serro Alegre, João da Silva Tavares, casado com Umbelina Bernarda da Assunção, a mãe do titular. Nasceu  a 24.05.1818 em Herval-RS e faleceu em Bagé-RS a 09.01.1906 . Casou-se com Flora Nunes, filha de Bonifácio José Nunes.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itaqui, Barão; e família Silva Tavares.

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ITATIAIA

O barão e visconde de ITATIAIA foi José Caetano Rodrigues Horta,natural de Matias Barbosa em MG.Era Coronel da Guarda Nacional e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.  

Adenda

José Caetano Rodrigues Horta - agraciado com o título ( Dec 19.07.1879) de Barão de Itatiaia; elevado ao título ( Dec 03.08.1889 ) de Visconde de Itatiaia.Título de origem toponímica: pico e município no estado do Rio de Janeiro. Integrante de antiga e importante família de abastados proprietários de fazendas de café, de S. Paulo, com ramificações em Minas Gerais. Quarto do mesmo nome - bisneto. Nascido em 1825 em Matias Barbosa-MG e falecido em 1900. Em Juiz de Fora-MG foi vereador, Coronel Comandante da Guarda Nacional da Comarca, Delegado e Coletor de Rendas.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Itatiaia, Visconde de; família Rodrigues Horta
.

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ITATIBA  

                      

Barão e baronesa de Itatiba

Foto colaboração da imagem do barão:

Marcelo Teodoro de Oliveira

O barão de ITATIBA foi Joaquim Ferreira Penteado que era filho de capitão Ignácio Ferreira de Sá, natural da Província de MG e de Delphina de Camargo Penteado, filha do capitão Joaquim de Camargo Penteado e de Maria Luzia de Almeida Pinto. Casou com sua parente Ana Francisca de Paula Camargo, filho do Capitão-Mór Floriano de Camargo e de Paula Joaquina de Andrade. Eram pais do barão de IBITINGA.  

Adenda
 
Joaquim Ferreira Penteado - agraciado com o título ( Dec 18.03.1882 ) de Barão de Itatiba. F ilho de Inácio Ferreira de Sá , nascido em Minas Gerais e falecido a 05.02.1811, em Campinas, SP, que foi inventariado na vila de São Carlos -SP; e de sua mulher (casamento, em 1807, em São Roque [SP]) Delfina de Camargo Penteado, neta paterna de José de Camargo Paes, patriarca de um dos ramos da família Camargo Penteado , de São Paulo. Nasceu 1808, São Roque-SP e faleceu a 06.06.1884, Campinas, SP.  Abastado fazendeiro e benemérito paulista. Construiu e manteve a escola Ferreira Penteado, para o ensino e educação de crianças pobres de Campinas. Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Deixou geração do seu casamento, a 15.05.1830, em Campinas- SP, com sua prima, Francisca de Paula Camargo, batizada a  22.04.1809, Campinas, SP e lá também falecida a 16.08.1889, baronesa de Itatiba, filha do Capitão-Mor agregado de Campinas, Floriano de Camargo Penteado, e quinta neta de Giusepe de Camargo, patriarca da família Camargo , de São Paulo. 
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itatiba, Barão;  família Ferreira Penteado.
 
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ITAÚNA  

        

Barão e visconde com grarndeza de ITAUNA e filhas

O barão e visconde com grandeza de ITAÚNA foi o Dr.Candido Borges Monteiro que nasceu na cidade do RJ em 12 de Outubro de 1812 e faleceu na mesma cidade em 25 de Agosto de 1872.Era filho do capitão de Milícias José Borges Monteiro e de sua mulher Gertrudes Maria da Conceição.Ilustre cirurgião e homem político.Doutor em medicina pela antiga Escola Medico-Cirúrgica em 1832.Professor da Faculdade do RJ em 1861Em 1868 foi vereador da Câmara Municipal da Corte pela mesma Província na 9ª legislatura de 1853 a 1856.Senador pela mesma Província em 1857.Foi Ministro da pasta da Agricultura,Comércio e Obras Públicas no 25º Gabinete de 1871,cargo em que faleceu.Era medico da imperial Câmara,Oficial-Mór da Casa Imperial do Conselho de S.Magestade,Grande do Império,Sócio do IHGB.Era Dignitário da I,Ordem da Rosa,Comendador da I,Ordem de Cristo e da de Vila Viçosa de Portugal,da Ordem Ducal Ernestina da Saxônia,da Coroa de Ferro da Áustria.  

Adenda
 
Cândido Borges Monteiro - agraciado com o título ( Dec 07.10.1867 ) de Barão de Itaúna; elevado ao título ( Dec Dec 18.07.1872 ) de Visconde com honras de grandeza de Itaúna. Título de origem toponímica, tomado a uma povoação do Rio de Janeiro. Deixou geração de seu casamento , a 23.03.1833, no Rio de Janeiro, com Joana Borges do Nascimento, carioca, falecida no Rio-RJ a 16.06.1896, Viscondessa com honras de grandeza de Itaúna, filha de Francisco José Vicente e Ana Maria do Espírito Santo.
 
Colaboradores
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Itaúna, Visconde e família Borges Monteiro
José Renato Pessôa Dantas - Envio daa fotos

Brasão de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro as armas dos Borges. – de goles,um leão de ouro batalalhante,armado de preto e uma bordadura de azul semeada de dez flores de Liz de ouro;no segundo as armas dos Monteiros,de prata com três buzinas de preto em roquete,com bocais de ouro e cordões vermelhos;e assim os contrários.

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ITIÚBA

O barão de ITIUBA foi o Dr.César Persiani.

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ITU  

      

 

O 1º barão de ITU foi Bento Pais de Barros que faleceu em Itu,SP em 1858.Era filho do capitão Antonio de Barros Penteado,natural de Parnaíba e de Maria de Paula Machado,casados em 1778.Casou com Leonarda de Aguiar em Sorocaba,SP em 1819 e era filha do Coronel Antonio Francisco de Aguiar e de Gertrudes Euphrosina Ayres.Eram pais dos marquês de ITÚ.Capitão-Mór,foi um dos exploradores do sertão paulista.Era irmão do 1º barão de PIRACICABA.  

Brasão de Armas: Em campo vermelho três bandas de prata e sobre o campo nove estrelas de ouro,uma no primeiro alto,três em cada um dos do meio e duas no fundo do escudo.TIMBRE: uma aspa vermelha e azul,uma perna de cada cor e carregadas nela cinco estrelas das armas.(Brasão passado em 16 de Fevereiro de 1795.Reg.no Cartório da Nobreza,em Portugal,Liv.5,fls.36).

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ITU    

         

Marquês e marquesa de Itú

O visconde,conde e marquês de ITU foi Antonio de Aguiar Barros que nasceu na cidade de Itu,SP em 25 de Dezembro de 1823 e faleceu em SP em 30 de Janeiro de 1889.Era filho do barão de Itu,Capitão-Mór Bento Pais de Barros e de Leonarda de Aguiar,filha do Coronel Antonio Francisco de Aguiar e de Gertrudes Euphrosina Ayres.Casou com sua prima Antonia de Aguiar Barros,que faleceu em SP a 18 de Julho de 1917,filha de Antonio Pais de Barros,1º barão de PIRACICABA e de Gertrudes Euphrosina de Aguiar.Era fazendeiro e capitalista importante na província de SP e Comendador da Imperial Ordem da Rosa.  

Brasão de Armas: O mesmo do 1º barão de ITU acima

Colaborador:

José Renato Pessoa Dantas - Envio da foto

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IVAÍ  

O barão de IVAÍ foi Antonio Rodrigues de Azevedo que faleceu no RJ em 19 de Novembro de 1876.Casou com Maria Amélia Barcellos de Azevedo.Era importante fazendeiro em ITAGUAI.Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.  

Adenda
 
Antonio Rodrigues de Azevedo - agraciado com o título ( Dec 18.04.1859) de Barão de Ivaí. Título de origem toponímica .Nasceu em 1807, em Vila Nova do Gaia, Portugal, filho de Manuel Rodrigues Monteiro e de Maria Joaquina de Azevedo, naturais da freguesia de Santa Marinha de Vila Nova do Gaia, Portugal. Deixou geração de seu casamento com Maria Amélia Barcelos, Baronesa de Ivaí, falecida em 13.08.1881 em Petrópolis-RJ , onde tinha sua casa de veraneio.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Ivaí, Barão e Ivaí, Baronesa.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro quartel em campo de púrpura,uma torre de prata,lavrada de preto;no segundo de azul,uma estrela de prata de cinco pontas;no terceiro de vermelho,um leão de ouro,rompente; e no quarto,em campo de prata,duas mãos de sua cor enlaçadas e postas em faxa.

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IVINHEIMA  

O barão de IVINHEIMA foi Francisco Pereira Pinto que nasceu no RJ em 23 de Maio de 1817 e faleceu nessa cidade em 7 de Maio de 1911.Era filho de José Pereira Pinto e de Maria Genoveva Souto Maior Pereira Pinto.Casou com Francisca Eulália Gavião Pereira Pinto,filha do Brigadeiro Bernardo José Pinto Gavião Peixoto e de Ana Policena de Vasconcellos.Sentou praça de Guarda Marinha em 26 de Abril de 1826,partindo para a Inglatrerra onde aperfeiçoou seus estudos.Regressando em 1831 matriculou-se na Academia de Marinha e concluiu o respectivo curso em 1834.Como Segundo Tenente fez a campanha do Rio Grande do Sul comandando o Patacho Dois Irmãos ,em 1839 foi a Santa Catarina comandando a força naval contra os rebeldes que invadiram a Vila de Laguna.Em 1842 foi a Nápoles na Embaixada que transportou ao Brasil S.M. a Imperatriz.Comandante do Corpo de Imperiais Marinheiros em 1956 e da Estação Naval do RJ em 1859.Chefe do Estado Maior General da Esquadra que acompanhou S.Magestade às Províncias do Norte.Fez a campanha do Paraguai tomando parte no assedio de Paissandu.Foi diretor da Escola de Marinha em 1865,Comandante em Chefe das Forças Navais no Paraguai em 1870,Diretor do Arsenal de Marinha da Corte,Ministro Efetivo do Conselho Naval,Chefe de Esquadra em 1876,Vice-Almirante em 1883,Inspetor do Arsenal de Marinha e Ministro do Supremo Tribunal Militar.Era do Conselho de S.Magestade,Conselheiro de Guerra,Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial,Veador de S.M. o Imperador D.Pedro II,Grã-Cruz da Imperial Ordem de S.Bento de Aviz,Comendador da Imperial Ordem de Cristo,Grã-Cruz da Real e Militar Ordem de S.Bento de Aviz de Portugal,da Coroa de Itália e Comendador da Imperial Ordem de Francisco José da Áustria,etc.Tinha a medalha Geral da Campanha do Paraguai,com passador de ouro e a do Estado Oriental.  

Brasão de Armas: Escudo partido em pala: na primeira as armas dos Pereiras, - em campo vermelho uma cruz florida de prata e aberta do campo;na segunda,as armas dos Pintos, - em campo de prata cinco crescentes de lua vermelhos em santor;e por diferença uma brica de ouro com uma contrabanda azul. TIMBRE: os dos Pereiras,uma cruz vermelha florida,entre duas asas de ouro abertas.

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