C - 1
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CABO-FRIO

O
primeiro visconde de CABO-FRIO foi Luiz da Cunha Moreira que
nasceu na Baia em 01 de Outubro de 1777 e faleceu no RJ em 28 de Agosto de 1865.
Era almirante reformado e foi ajudante de Ordens do Major-General que acompanhou
a Família
Real para o Brasil.Concluiu o curso no Colégio dos Nobres de Lisboa em
1799.Comandou um navio de guerra que seguiu com a expedição do Para para a
conquista da Guiana Francesa e a forca que conquistou Proaqui, onde foi ferido na
cabeça. Assistiu a tomada de Cayenna, seguindo depois para a Franca como
parlamentário de Maldonado em 1816; assistiu também ao bloqueio de PE em
1817.Foi ministro da Marinha no segundo Gabinete de 1823, retirando-se do
Gabinete por negar-se a subscrever o decreto da dissolução da Constituinte;
Inspetor do Arsenal de Marinha por duas vezes; Diretor da Academia
da Marinha; Presidente da Província do Para em 1831, cargo que não aceitou.Era do Conselho de Guerra, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Grande do
Império, Gran-Cruz
da I.Ordem de S.Bento de Aviz, Grande Dignitário da I.Ordem da Rosa.Cavaleiro da
Ordem da Torre e Espada; tinha a medalha de ouro da Guerra Cisplatina e a da
conquista de Cayenna.
Adenda
Luiz da Cunha Moreira - agraciado com o título ( Dec 15.06.1858 ) de Visconde (1º) de Cabo Frio. Foi batizado a 10 de Outubro de 1777 na freguesia de Santo Antonio de Alem Carmo. Era filho de Luiz da Cunha Moreira e de Joaquina Maria de Sant´Anna. Em 05 de Junho de 1810, no Rio de Janeiro casou-se com Maria de Santa Rita, filha de José de Santa Rita, nascido cerca de 1721 e falecido a 05.09.1814 no Rio de Janeiro-RJ, Chefe de Divisão da Real Armada portuguesa, que passou a servir no Brasil, onde casou; e de Luiza Maria ( de Santa Rita ).
Colaboradores:
Francisco Antonio Doria- Fonte: AGB I, 1939, pág. 99 - Titulares do Império, 3ª parte.
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete : família Santa Rita.
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CABO-FRIO
O segundo barão e Visconde com grandeza de CABO-FRIO foi Joaquim Thomaz do Amaral que nasceu no RJ em 16 de Agosto de 1818 e faleceu nessa cidade em 1907.Era filho de Antonio Jose do Amaral e de sua mulher D.Maria Benedicta Carneiro da Silva Amaral.Entrando para a carreira diplomática,foi Secretario de Legação e Ministro Plenipotenciário em Londres, Paris,Bruxelas,Argentina,Uruguai e Paraguai.Foi em 1840,Comissário Arbitro da Comissão Mista Brasileira e Inglesa em Serra Leoa;mais do que benemérito diplomata,era o Arquivo animado da Secretaria das Relações Exteriores,que regeu por vários lustros (cinco anos) Fazia tempo que não lia esta palavra!).Era do Conselho de S.Magestade,Comendador da I.Ordem da Rosa,Cavaleiro da Legião de Honra,Gran-Cruz da Ordem de S.Leopoldo da Bélgica,de Isabel a Católica,da Espanha,da Coroa de Ferro da Imperial Ordem do Duplo Dragão da China,da Águia Vermelha da Prússia e sócio honorário do IHGB,etc.
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CABO-VERDE
O
primeiro barão de CABO-VERDE foi Antonio Belfort de
Arantes que faleceu em 19 de Julho de 1885.
CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 15 de junho de 1881
Adenda
1º Barão de CABO VERDE
Pesquisa de Anibal de Almeida Fernandes, sobrinho-tetraneto do 1o Barão de Cabo Verde.
Atualizado, Agosto, 2008.
Antonio Belfort de Arantes, 1o Barão de Cabo Verde, a 15/6/1881.
Antonio Belfort de Arantes, 1o Barão de Cabo Verde, nascido na fazenda “Pedras” em Aiuruoca, em 1804, falecido a 19/7/1885, em Andrelândia (antiga Vila Bela do Turvo, onde tem o seu solar, atual Fundação Guairá), MG. Era Vereador da Câmara Municipal de Aiuruoca, MG. Filho de Antonio Joaquim de Arantes, nascido em 1774; neto paterno do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques (1738-1801), fundador da fazenda “Conquista” no séc. XVIII, que é o Patriarca do Tronco Arantes de Aiuruoca e de sua mulher Ana da Cunha de Carvalho; bisneto-paterno de Domingos de Arantes e de sua mulher Josefa Marques, 9o neto-paterno de João de Arantes, (está registrado no Nobiliário “Coleção de Memórias Genealógicas”, (2º volume), manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga, de autoria do Padre Marcelino Pereira que viveu no século XVIII), é o 1º Arantes, Cavaleiro Fidalgo de sangue e espada, Morador da Casa Real, Senhor da Quinta de Romay, que foi nomeado a 2/1/11488, Condestável dos Espingardeiros d’El Rei D. João II (1481-1497), 13o Rei de Portugal; bisneto-materno do Coronel Antonio da Cunha Carvalho e de sua mulher Bernarda Dutra da Silveira, que descende de Baltasar de Moraes de Antas, que e tem Carta de Nobreza reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia, a 11/9/1579, e veio para o Brasil, cerca de 1556, e foi juiz em São Paulo em 1579
O 1º Barão era casado com Maria Custódia de Paula Ribeiro do Valle, minha tia-4ª avó, filha do Capitão Ignácio Ribeiro do Valle e de sua 1ª mulher Ana Custódia da Conceição (b. em 1788 e f. a 13/12/1839, filha de José Alves Lima e Ana Maria da Conceição); o Capitão Ignácio casou-se pela 2ª vez com Bárbara de Arantes (bat. a 11/1/1818), filha de Manoel Rufino de Arantes, meu 4º avô, que é 6º filho do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques, Patriarca do Tronco Arantes de Aiuruoca.
A 1ª Baronesa de Cabo Verde é irmã da 1a Baronesa de Cajurú, Ana Inácia c.c. João Gualberto de Carvalho, 1º Barão do Cajurú a 30/6/1860, meus 4os avós.
Os 1os Barões de Cabo Verde tiveram 7 filhos:
1o) Antonio, Visconde de Arantes (Decr. 1888), c.c. sua prima-irmã, Libânia Jesuína Carolina de Carvalho, filha do 1º Barão de Cajurú, pais de: Ambrosina e Maria.
2o) Major Alexandre (em 1912 comprou a belíssima fazenda Paraíso, a Jóia de Rio das Flores, RJ, que está nas mãos de Arantes até hoje), c.c. Olívia Belfort Campos, pais de: Regina, Cel. Galileu (que tomou conta da Paraíso), Maria Violeta, Guiomar e Alexandre.
3o) Theófilo, c.c. América Belfort, pais de: Victor (2 casamentos), Maria, Antonio e José.
4o) Henrique, casado 2 vezes:
1º c. (a 29/11/1855) com sua prima, Maria Inácia Ribeiro do Valle Arantes (filha do Capitão Inácio Ribeiro do Valle e sua 2ª mulher, Bárbara de Arantes que é filha de Manoel Rufino de Arantes, meu 4º avô), pais de: Antonio, Afonso e Henrique.
2º c.c. Margarida Martins, pais de: Adalgisa, Margarida e Godofredo.
5o) Carlos, a 25/1/1842, falecido solteiro.
6o) Maria Cândida, a 18/9/1853, c.c. seu primo, Militão Honório de Carvalho, nasc. 10/5/1823, 2º Barão de Cajurú, pais de 10 filhos: Maria Isabel, Ignácio, Eduardo, Adelaide, Josina, Guilhermina, Antonio, João, Ana, e Martiniano.
7o) Mathilde, c.c. seu primo, João Eustáquio de Arantes, pais de: Antonio, Maria Amélia, Benevuto, Lindolpho, Henrique, Guilherme, Urbana, Helena, Josefina.
Fontes usadas para estruturar esse trabalho:
Anuário Genealógico Brasileiro Ano: I, II, III, IV, VI, VII e IX.
A Família Arantes, Américo Arantes Pereira, pgs: 443 a 459, 2a Edição, 1993.
A Família Arantes, pgs. 96 a 100, Arnaldo Arantes, 1953.
Nantes ou D’Nantes, que hoje He Arantes, Eduardo de Arantes e Oliveira, Portugal, 1994.
José Guimarães, informação sobre Bernarda Dutra da Silveira, Ouro Fino, MG.
Titulares do Império, Carlos Rheingantz, 1960.
http://br.geocities.com/projetocompartilhar6/antoniodearantesmarques1816.htm
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CABO-VERDE
O
segundo barão de CABO-VERDE foi Luiz Antonio de Morais
Navarro, que era coronel da Guarda Nacional.
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Adendas de Regina Cascão e Eduardo Dias Roxo Nobre
Luiz Antonio de Morais Navarro - agraciado com o título ( Dec 03.08.1889 ) de Barão (2º) de Cabo Verde. Título de origem toponímica, tomado ao local onde sua família possuía engenho, em Minas Gerais. Nasceu no Bairro Anhumas do Rio Cabo Verde, atual município de Cabo-Verde,MG, onde seus pais tinham um engenho de açúcar. Foi batizado a 23 de Maio de 1831 ( no assento não consta a data de nascimento ) e faleceu a 05.12.1901 em Cabo Verde-MG. Comendador da Ordem da Rosa em 18 de Junho de 1881, Cavaleiro da Ordem da Rosa em 25 de Abril de 1886. Militou na política, sendo chefe de partido. No Império, exerceu vários cargos de nomeação do governo. Na República, foi agente executivo e presidente da Câmara Municipal de Cabo Verde. Casado com Josefa Amélia de Moraes Bueno, Baronesa de Cabo Verde, filha de Modesto Flávio dos Santos Bueno e de Joaquina Bueno, nascida em Uberaba em 1833 e falecida em Muzambinho-MG a 28.08.1908 - com a qual teve 8 filhos.
Adendas de Flavio Augusto de Oliveira Neto

Josefa Amélia dos Santos Bueno Luiz Antonio de Morais Navarro
CARTAS DE OUTORGA

Com o intuito de contribuir com o seu trabalho e acertar alguns dados e datas com relação ao 2º Barão de Cabo Verde Luiz Antonio de Moraes Navarro:
a) Como "grau" Comendador é superior ao de Cavaleiro e se outorga primeiro, o "grau" inferior e posteriormente, o superior, as datas corretas para essas distinções são:
Imperial Ordem da Rosa
Cavaleiro em 25/04/1868 - Arquivo Nacional cx 789 A, pac 01, doc 45.
Comendador em 18/06/1881 - Arquivo Nacional cx 789 B, doc. 04.
b) Foi Presidente da Câmara Municipal de Cabo Verde em dois períodos:
De 15/01/1881 a 06/4/1881
De 07/03/1892 a 06/11/1894
c) Era Tenente Coronel da Guarda Nacional e não Coronel.
d) O nome da Baronesa, era Josefa Amélia dos Santos Bueno e não Moraes Bueno e o de sua mãe era Joaquina Teixeira, filha de Sebastião Silva Teixeira e Jervásia de Gouvêa, ramo pelo qual ela descendia do Bandeirante Antonio Raposo Tavares e Beatriz Furtado Mendonça.
O Barão de Cabo Verde era filho de Francisco Salles de Moraes Navarro e de Francisca de Paula São José, foi neto paterno do Capitão João de Moraes Navarro e de Maria da Conceição dos Santos Bueno.
O Tenente Coronel Luiz Antonio de Moraes Navarro, futuro Barão de Cabo Verde, então, Cavaleiro da Ordem da Rosa, teria seu destino intimamente ligado a futura cidade de Muzambinho, que na época chamava-se São José da Boa Vista de Cabo Verde e que pertencia a Cabo Verde, segundo o gráfico sobre o desdobramento de Vila Rica, datado de 1711.
O Barao de Cabo Verde casou-se com Josefa Amélia dos Santos Bueno, pais de:
Coronel Francisco Navarro de Moraes Salles que casou-se com Delminda America Pereira de Magalhães, pais de:
Eponina Magalhães Navarro, casou-se com Camilo de Lelis Paoliello(meus avós maternos) pais de:
Viggianina Paoliello, casou-se com Flavio de Queiroz, pais de
Flavio Augusto de Oliveira Queiroz Neto
Notas complementares fornecidas por Flavio Augusto de Oliveira Queiroz Neto: A intima ligação do futuro Barão de Cabo Verde com Muzambinho já começara a se delinear por volta de 1860, quando o Padre Prospero Paoliello (meu tio trisavô) e Cesário Cecílio de Assis Coimbra (meu tio bisavô, irmão de minha bisavó Camila Maria de Lelis Coimbra) cujo ancestral de Cesário, Pedro de Alcântara Magalhães, fora pioneiro da fundação, anteriormente a 1800; tornaram o Povoado de São José da Boa Vista de Cabo Verde em Distrito no dia 8/10/1860 e em 1861 o Padre Prospero Paoliello (tio de meu bisavô de mesmo nome, Prospero Paoliello), assumira o Vicariato da Paróquia local.
No dia 12/11/1878 o Distrito passou a categoria de Vila, formando Termo com as Freguesias de Dores de Guaxupé (atual Guaxupé) e Santa Barbara das Canoas (atual Guaranésia).
Aos 30/11/1880 a Vila passou a condição de Cidade e ao mesmo tempo de Comarca com o nome de Muzambinho e o seu primeiro Presidente da Câmara Municipal, Cesário Cecílio de Assis Coimbra, foi empossado em 09/01/1881, pelo então Presidente da Câmara Municipal de Cabo verde, Tenente Coronel Luiz Antonio de Moraes Navarro (meu trisavô pelo ramo materno).
A íntima ligação começara a se consubstanciar quando um de seus filhos, o Coronel Francisco Navarro de Moraes Salles que casara-se com Delminda America Pereira de Magalhães (filha do Professor, Cap. Joaquim Leonel Pereira de Magalhães e prima do Dr. Vital Brazil Mineiro da Campanha), pelo final do século XIX e primórdios do século XX, sendo político, tornou-se presidente da Câmara Municipal de Muzambinho por varias legislaturas e Deputado Provincial por largo tempo, e foi também, o responsável pela ligação ferroviária da Rede Sul Mineira com a Companhia Mogyana pela construção do ramal Gaxupé - Muzambinho - Tuyuty.
Oriunda do casamento do Coronel Francisco Navarro de Moraes Salles com Da. Delminda, uma de suas filhas, Eponina Magalhães Navarro, casou-se com Camilo de Lelis Paoliello (meus avós maternos), que era filho de Prospero Paoliello e de Camila Maria de Lelis Coimbra, irmã de Cesário, consolidou a íntima ligação do Barão de Cabo Verde com a Cidade de Muzambinho.
Famílias de profunda índole monárquica e patriótica os ramos Coimbra, Coimbra da Luz (Cesário C. de A. Coimbra, teve dois de seus filhos, Aristides e Camilo, casados na família do Visconde de Caldas e Rodolfo nas famílias do Barão de Arary e do Barão de Araras e a sua filha, Augusta Cesarina de Assis Coimbra, foi a mãe do Presidente do Brasil Dr. Carlos Coimbra da Luz), Paoliello, Pereira de Magalhães e Moraes Navarro, deixaram na historia pátria grandes feitos e marcos.
Colaboradores:
Eduardo Dias Roxo Nobre - pesquisador
Regina Cascão -
Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH
Cunha Bueno
Verbetes: Cabo Verde, 2º Barão; Cabo Verde , Baronesa.
Flavio Augusto de Oliveira Queiroz Neto Fontes: Setor do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural da Prefeitura Municipal de Muzambinho/MG
Arquivo Nacional
Arquivos e acervos de artes da família
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CACAPAVA

Foto do barão, publicada no AGB I, 1939, pág.100 - Titulares do Império, 3ª parte.
Colaboração de Francisco Antonio Dória
O barão com grandeza de CACAPAVA foi Francisco Jose de Souza Soares de Andrea que nasceu em Lisboa em 29 de Janeiro de 1781 e faleceu na Província do RS em 2 de Outubro de 1858.Sentou praça como voluntário em 1796 e foi reconhecido cadete em 1797.Fez o Curso de Engenharia e Navegação e depois de ter feito a campanha de 1801 em Portugal,veio ao Brasil com D.João VI em 1808.Declarando-se a Independência,prestou a sua pátria adotiva os mais relevantes serviços.Comandou a Brigada de Engenheiros em 1817,em PE. Acompanhou em 1822 o General Joaquim Xavier Curado ao Quartel General de S.Gonçalo,por ocasião da revolta do General português Jorge Avillez.Tomou parte na Campanha do RS e na campanha Cisplatina assistindo a batalha de Ituzaingo em 1827.Era encarregado do destacamento da Quinta da Boa-Vista e fez o levantamento da Cidade e de Copacabana.presidiu as Províncias do Para em 1832;de Minas Gerais,por ocasião da revolução de 1843;da Baia em 1844 e do RS em 1848,exercendo em todas elas o cargo de Comandante das Armas.Comandou o Corpo de Engenheiros em 1842 e presidiu a comissão de limites entre o Brasil e o Estado Oriental do Uruguai,em 1854.Presidiu a Província do Para em 1836 e representou a dita Província na 4 legislatura de 1838 a 1841 e a do RJ na 5 legislatura de 1843 a 1844.Era Grande do Império,Conselheiro de Guerra e de Estado em 1856,Marechal reformado do Exercito e Grâ Cruz da I.Ordem de S.Bento de Aviz,Comendador da I.Ordem da ROsa e Oficial da I.Ordem do Cruzeiro.
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CACEQUI

O barão de CACEQUI foi Francisco Antunes Maciel
O barão de CACEQUI foi Frederico Augusto de Mesquita, marechal-de-Campo, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
Adenda
Frederico Augusto de Mesquita, agraciado com o título ( Dec 23.05.1883) de Barão de Cacequi.Nascido em 1822 e falecido a 28.04.1884. Brigadeiro e marechal de campo. Casou-se em 1852, em Porto Alegre-RS com Maria Nicolacia da Conceição Bezerra, falecida em 06.04.1904 no Rio de Janeiro-RJ, Baronesa de Cacequi.
Colaboradora :
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbete: Cacequi, Barão de; Cacequi, Baronesa de
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CACHOEIRA

O primeiro visconde com grandeza de CACHOEIRA foi Luiz Jose de Carvalho e Mello que nasceu na BA em 08 de Maio de 1764 e faleceu em 06 de Julho de 1826.Era filho de Eusébio João de Carvalho e de sua mulher D.Antonia Maria de Mello.Casou-se com Ana Vidal Carneiro da Costa,terceira filha de Braz Carneiro Leão e de Ana Francisca Maciel da Costa,baronesa de S.Salvador de Campos,nascida no RJ em 28 de Abril de 1779 e falecida em 03 de Dezembro de 1851,no RJ.Era dama honorária de S.Magestade a Imperatriz.Formado em Direito pela Universidade de Coimbra,foi Magistrado no Rio de Janeiro,Juiz da Alfândega,Desembargador da Relação do Rio de Janeiro,Deputado a Assembléia Constituinte de 1823, pela Baia e nomeado Senador por essa Província em 1826.Ministro dos Estrangeiros no 3 gabinete de 1823,Conselheiro de Estado efetivo,foi um dos signatários da Constituição do Império.Era Grande do Império.Dignitário da I.Ordem do Cruzeiro.Comendador da I.Ordem de Cristo e de N.S. da Conceição de Vila Viçosa de Portugal.
Colaboradora
Regina Cascão - Imagem do visconde e da viscondessa - Óleo sobre a tela, autor anônimo, séc XIX. Acervo do Museu Histórico e Diplomático - Ministério das Relações Exteriores - Rio de Janeiro, RJ.
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CACHOEIRA
O segundo visconde com grandeza de CACHOEIRA foi Luiz Jose Carneiro de Carvalho e Mello.Nasceu em 1808 e faleceu em 1827 solteiro.Filho de Luiz Jose de Carvalho e Mello e de sua mulher Ana Vidal Carneiro da Costa,primeiros viscondes da Cachoeira.
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CACHOEIRA
O
terceiro visconde com grandeza da CACHOEIRA foi Pedro
Justiniano Carneiro de Carvalho e Mello que nasceu no RJ em 25 de
Dezembro de 1811.Filho de Luiz Jose de Carvalho e Mello e de sua mulher D.Ana
Vidal Carneiro da Costa,primeiros viscondes da Cachoeira, e irmão do segundo
visconde.Casou-se com sua prima Maria de Loreto,filha dos Condes de S. Simão,nascida
em 09 de Fevereiro de 1832.Era Oficial do Exercito,Grande do Império e Moço
Fidalgo com exercício da Casa Imperial,Oficial da Imperial Ordem de Cristo e
Comendador de Cristo de Portugal.
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CAETE

Barão de Caeté
Foto da residência do Barão de Caeté
O visconde de CAETE foi Jose Teixeira da Fonseca e Vasconcellos que nasceu na fazenda de seus pais em Sabará em 18 de Outubro de 1767 e faleceu em 10 de Fevereiro de 1838.Casou-se em 23 de Janeiro de 1822 com Teresa Maria de Jesus, falecida em Minas Gerais em 1855 de quem teve oito filhos.Formado em DIreito pela Universidade de Coimbra, seguiu carreira da Magistratura, nos cargos de Intendente do Ouro, Juiz de Fora e Ouvidos de Sabará, chegando a Desembargador, Foi o primeiro Presidente da Província de Minas Gerais, de 1824 a 1826 ,e Senador por essa Província em 1826.Foi Membro e Vice Presidente da primeira Junta do Governo Provisório da Província de Minas Gerais e Deputado a Assembléia Constituinte dissolvida violentamente em 1823.Compôs um dicionário da língua Tupi que infelizmente perdeu-se.
Conforme as fontes
citadas por Hugo Forain Júnior a data de
agraciamento do título do barão foi em 12.12.1826
Foi 1º visconde de Caeté, por decreto de D. Pedro I,
imperador do Brasil, datado de 12.10.1826.
Adenda
José Teixeira da Fonseca e Vasconcellos - agraciado com o título ( Dec
12.12.1826 ) de Visconde de Caeté. Foi batizado na Igreja da Boa
Viagem, do antigo Curral d'El Rei hoje Belo Horizonte ). Era filho de José
Teixeira de Carvalho e de Josefa Rodrigues da Fonseca, esta filha do português
Antonio Rodrigues da Fonseca e de Maria Ribeiro de Campos, e terceira neta de
Felipe de Campos Brandemburg, patriarca da família Campos, em São Paulo...
Sua esposa - Viscondessa de Caeté, Teresa Maria de Jesus , (no batismo de uma sobrinha aparece como Teresa Maria de Jesus da Motta Teixeira). Batizada em 20.09.1801 na ermida dos Barbosa (família de sua avó materna), filial de São João Batista do Morro Grande ( hoje Barão de Cocais ). Foram padrinhos o Sargento-mor (...) Vieira da Silva e D. Teresa Maria de Jesus ( cfe. Barão de Cocais, livro de batizados de 1801-1860,fls.3 - Arquivo da Cúria de Mariana). Nasceu em 27 de Agosto de 1802 em Bom Jesus do Amparo, MG . Filha do Coronel João da Motta Ribeiro, falecido em 1832, fundador da Fazenda do Rio de São João, grande proprietário de minas auríferas, agricultor adiantado e industrial em larga escala, nascido em Celorico de Basto; e de sua mulher D. Maria de Jesus Teixeira, natural de Itabira, MG. Neta paterna de José Joaquim Ribeiro, nascido em Mondim de Basto, e de D. Teresa Maria da Motta, nascida em S.Martinho do Vale de Bouro, Celorico de Basto; neta materna do Cap. João Teixeira Álvares, nasc. freg. de Sta. Senhorinha, Cabeceiras de Basto, Comarca de Guimarães, e de D. Teresa Maria Barbosa, batiz. capela de S. José do Brumadinho, filial de S.João Batista do Morro Grande. A Viscondessa era irmã do Coronel Manuel da Motta Teixeira.
Colaboradores:
Hugo Forain Júnior - Inúmeras fontes, ver: http://www.cbg.org.br/arquivos_genealogicos_o_02.html
- Dalmiro da Motta Buys de Barros - trineto do Coronel Manuel da Motta Teixeira, irmão da viscondessa.
- Francisco Antonio Doria - Fonte: AGB I, 1939, pág.103 - Titulares do Império, 3ª parte.
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete
família Teixeira da Fonseca Vasconcelos.
José Renato Pessôa Dantas - foto da residência do visconde
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CAETITÉ

foto:colaboração de Rodolfo Fujimori
O barão de CAETITÉ foi José Antonio Gomes Netto que nasceu na cidade de Caetité,Baia.Era bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais.Foi desembargador e era Oficial da I.Ordem da Rosa.
Adenda
José
Antonio Gomes Netto, agraciado com o título ( Dec 08.03.1880) de Barão de
Caetité. Título de origem geográfica, tomado do Município de Caetité, onde
o barão foi residente.Nascido
em 07.03.1822, Caetité, BA e falecido a 05.01.1890, também em Caetité,
Bahia. Desembargador. Bacharel em Direito, pela Faculdade de Direito de Olinda,
Pernambuco [1846]. Notável magistrado e jurisconsulto. Oficial da Ordem da
Rosa. Juiz de Direito - Comarca de Caetité, compreendendo os termos de
Caetité, Umburanas e Almas. Casou-se com Elvira Benedita de Albuquerque,
falecida em 13.05.1894, baronesa de Caetité. Caetité foi berço,
não só de grande número de imigrados de Minas Gerais, foragidos e perseguidos
em diversos movimentos revolucionários daquele Estado, como de outros
revoltosos que saíram do Ceará.Quando do falecimento do barão de Caetité, em
1890, segundo o recenseamento, tinha o Município 6.000 almas, 4 igrejas, 2
cemitérios, 3 escolas primárias e 4 praças. Foi elevada a Vila, em 1810 e a
categoria de Cidade em 12.10.1867.
Colaboradora:
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbetes: Caetité, Barão e Caetité, Baronesa.
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CAHY

O
barão de CAHY ou CAÍ foi Francisco Ferreira Porto
que nasceu no RS e faleceu em 12 de Fevereiro de 1884.Casou-se com Maria L.Meffredy
Porto.Era comendador da Ordem de N.S.da Conceição da Vila Viçosa.
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CAIARÁ
barão e baronesa de Caiará
O barão de CAIARÁ foi Augusto de Souza Leão que nasceu no Engenho Caraúna,município de Jaboatão,na Província de Pernambuco em 13 de Dezembro de 1830 e faleceu em Olinda nessa Província em 4 de Setembro de 1898.Filho do Tenente-coronel Domingos de Souza Leão e de sua mulher Teresa de Jesus Coelho de Souza Leão.Era irmão do barão de Vila Bela.Casou-se com sua sobrinha Idalina Carlota de Souza Leão, filha do Comendador Luiz Francisco de Barros Rego e de sua mulher Carlota Guilhermina de Barros Rego.Formado em Direito pela faculdade do Recife,dedicou-se a agricultura.Foi deputado provincial em sucessivas legislaturas, Presidente da Assembléia Provincial; governou a Província de PE na qualidade de Vice-Presidente,em 1885 e 1889.Foi Juiz de Paz e Senhor do Engenho de Capibaribe em São Lourenço da Matta, nessa Província.Era Cavaleiro da I.Ordem da Rosa.
Adenda
Augusto de Souza Leão - agraciado com o título ( Dec 25.07.1885 ) de Barão de Caiará.Nasceu no Engenho Caraúna, município de Jaboatão, na Província de Pernambuco em 1828* e faleceu em Olinda, nessa Província, em 4 de Setembro de 1898. Era Filho do Tenente-Coronel Domingos de Souza Leão e de sua mulher Teresa de Jesus Coelho ( 1790-1879 ). Sua sobrinha e esposa Idalina, Baronesa de Caiará, nasceu em 11.04.1838 e faleceu em 28.10.1921.
Colaboradores:
- Renato Pessôa Dantas - pesquisador
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Caiará, Barão; famílias Souza Leão e Barros Rego.
Regina Cascão: - Foto dos barões. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro e quarto, em campo de prata, as quinas de Portugal, postas em aspa; no segundo e terceiro, em campo de ouro, um leão de góles, rompente.TIMBRE:
o leão das armas.(Brasão passado em 30 de Agosto de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza, Liv.VI, fls.68).
CRIAÇÃO DO TÍTULO: barão por decreto de 25 de Julho de 1885.
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CAIRARI,

Fonte da imagem: http://marmiranda.blogspot.com/
O
barão de CAIRARI, foi Antonio Manuel Correia de Miranda
Adenda
Colaboradora: Regina Cascão
Antonio Manuel Corrêa/Correia de Miranda - agraciado com o título
( Dec 08.08.1888 ) de Barão de Cairari.Filho
de Manuel João Corrêa de Miranda e de Alexandrina Souza Miranda.
Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Cairari, Barão de; Corrêa de Miranda.
Filho do tenente-coronel das antigas milícias Manuel João Correia de Miranda e de Alexandrina Antonia Sousa Miranda, nasceu na rica e opulenta propriedade de seu pai, a Fazenda Santo Antônio, que ficava às margens do Rio Moju. Foi casado com Leopoldina Campos e tiveram quatro filhos, dos quais apenas sobreviveram dois: Antônio Miranda Filho e Eufrosina Miranda. Como era comum no contexto da era provincial um senhor de engenhos e escravos, detentor de patentes militares e cargos políticos ter muitos filhos extra-conjugais, é provável que tenha tido outros filhos nessas condições. Foi comerciante e proprietário de terras; deputado provincial; vereador da Câmara Municipal de Moju; Juiz de Paz; oficial da Guarda Nacional qualificado em 10/7/1851, promovido a tenente da 8ª Companhia do 11º Batalhão de Infantaria de Igarapé-Miry em 25/7/1854; a Capitão Comandante da 2ª Companhia avulsa em 24/5/1858; a Major comandante de uma seção de batalhão em 1/5/1863; a tenente coronel comandante do 21º Batalhão de Infantaria, por decreto de 20/10/1869; a Coronel comandante superior por decreto de 31/12/1870, posto este em que foi reformado por decreto de 22/6/1872.
Fonte: Blogo do Prof. Ademir Rocha, postagem sobre a família Correa de Miranda
- http://ademirhelenorocha.blogspot.com/2011/02/familia-correa-de-miranda-2.html
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CAJAIBA
barão de Cajaiba
fonte: AGB, vol.IX, 1947, pág.141
O
barão com grandeza de CAJAIBA foi Alexandre Gomes de
Argollo Ferrão que faleceu na Província da Baia em 10 de Maio de 1870
com 70 anos de idade.Era marechal de Campo e uma das glorias da Independência.Foi
Vice-Presidente da Província da Baia durante 20 anos.Era Veador
de S.Magestade a Imperatriz,Comendador da I.Ordem de S.Bento de Aviz (
parente do galo),da I.Ordem de Cristo e Oficial d I.Ordem da Rosa.Tinha a
medalha da Guerra da Independência da Baia.
Adenda
Alexandre Gomes de Argolo Ferrão - agraciado com os títulos de (Barão de
Cajaíba ( Dec 18.07.1841 ) e Barão com honras de grandeza de Cajaíba ( Dec
25.03.1849 ). Membro de importante e ilustre família de abastados
senhores de engenhos, da Bahia, que teve origem no sargento-Mor José
Joaquim de Argolo e Queirós [ nasc. 1757], Alferes da Guarnição da Bahia
[1779], sargento-mor do Reg. de Milícias da Vila de S. Francisco da Barra de
Sergipe do Conde, Tenente-Coronel [1818]. Vereador ao Senado da Câmara da
Bahia [1803], e construtor do sobrado e do Engenho da Ilha de Cajaíba e
senhor do Engenho Itatingui (Antenor Nascentes, 140, p.5). Deixou numerosa
descendência de seu casamento. com Maria Joaquina Gomes Ferrão Castelo
Branco, descendente de Antônio Gomes, patriarca desta família Gomes Ferrão
Castelo-Branco , da Bahia. Entre outros, foram pais de Alexandre Gomes de
Argolo Ferrão, nascido em 1802, freguesia da vila de São Francisco de
Sergipe do Conde, BA. Militar: praça de 1.º cadete [21.10.1807], na 8.ª
Companhia do 2.º Regimento de 1.ª Linha [com seis anos de idade]. Passou
para a 2.ª Companhia do 1.º Batalhão de Caçadores, na mesma praça de
cadete [01.04.1810]. Alferes do 2.º Batalhão de Caçadores [21.07.1818].
Tenente [13.05.1820]. Capitão [10.09.1824]. Sargento-Mor [Major] do 14.º
Batalhão de Caçadores. Tenente-Coronel graduado [30.01.1826],
Tenente-Coronel efetivo [20.08.1838]. Coronel [29.11.1838], em remuneração
dos serviços que prestou ao governo legal, por ocasião da revolta da «Sabinada».
Brigadeiro graduado [02.11.1842]. Reformado no posto de Marechal de Campo
[25.09.1852]. Deputado pela Bahia às cortes portuguesas [1821]. Em
20.02.1822, emigrou para o Recôncavo, onde fez a campanha da Independência.
Encarregado da polícia das Vilas de Santo Amaro e São Francisco
[19.04.1831]. Comandante das Armas da Bahia [13.09.1831 - exonerado, a pedido,
a 23.07.1835]. Comandante da brigada formada para combater os revoltosos, da
denominada «Sabinada» [27.11.1837]. Vice-Presidente da província da Bahia,
durante 20 anos [10.04.1838]. Presidente da Prov. da Bahia [1865]. MFCI
[11.04.1826], Veador de S.M. a Imperatriz [14.03.1860], Comendador da Ordem de
São Bento de Aviz, Comendador da Ordem de Cristo, Oficial da Ordem de Cristo.
Condecorado com a medalha criada por Dec. de 02.07.1825 e destinada ao exército
que expeliu da província da Bahia as tropas lusitanas. Foi elevado ao título
de barão com honras de grandeza em consideração aos seus serviços
e merecimentos (Revista Genealógica Brasileira, VII, 441). Deixou geração
do seu cas. com Eudóxia Cândida de Pina e Melo, falecida a 24.12.1858,
BA, baronesa de Cajaíba, sepultada na capela do engenho São José da Vila de
São Francisco.
O barão de Cajaíba, quando foi mandado estudar na Cidade de Salvador, ali, quando solteiro, teve um filho natural, havido com Felicidade Perpétua, falecida em 27.03.1866 na Bahia, que reconheceu e legitimou, que foi o marechal Alexandre Gomes de Argolo Ferrão Filho, nascido em 08.08.1821 e falecido em 28.06.1870, agraciado, por serviços na guerra do Paraguai, com o título [ Dec 26.12. 1868] de visconde com honras de grandeza de Itaparica. Não existiu a viscondessa de Itaparica. Faleceu solteiro sem deixar descendentes, que se saiba.
Colaboradora:
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbetes: Cajaíba, Barão de; família Argolo Ferrão
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saber mais,clique no título
O 1o Barão de CAJURÚ foi João
Gualberto de Carvalho, Faleceu em 21 de Fevereiro de 1869.
Criação do Título: Barão por decreto de 30 de junho de 1860.
Adenda

1º Barão de CAJURÚ, a 30/6/1860, João Gualberto de Carvalho
Decreto Registrado no Livro VIII, Pag. 54, Seção Histórica do Arquivo Nacional.
e Flávio Mário de Carvalho Junior: 3º neto do 1º Barão de Cajurú.
O 1º Barão de Cajurú é pai da Viscondessa de Arantes, do 2º Barão de Cajurú
e da Baronesa de São João d’El Rei.
Comendador da Real Ordem de Cristo e, em 1849, da Imperial Ordem da Rosa, Tenente Coronel da Guarda Nacional e era Juiz de Paz. O 1º Barão de Cajurú, João Gualberto de Carvalho, nasceu em 1797 e foi batizado neste mesmo ano, na Paróquia de São João d’El Rei, MG, tendo por padrinhos o Reverendo Gonçalo Corrêa de Carvalho e sua tia-paterna, Ana Maria Duarte (Também conhecida como Ana Maria de Carvalho ou Ana do Angaí, nascida e batizada na Freguesia dos Prados, termo da Vila de São José, filha legítima de Caetano de Carvalho Duarte e de Catarina de São José. Casou a 6/5/1762 na Capela de São Miguel do Cajurú com José Garcia Duarte, então com 21/22 anos, filho de João Garcia Duarte e Antonia Maria da Boa Nova).
João Gualberto era filho de Caetano de Carvalho Duarte Filho e de Ana Maria Joaquina, filha de Estácio da Costa e Felícia Tereza de Jesus, (ver o Inventário do casal no fim do texto). Neto paterno de Caetano de Carvalho Duarte, natural de São Miguel de Silvares, Arcebispado de Braga que é o Patriarca do Tronco Carvalho Duarte-Cajurú casado, a 3/11/1737, com Catarina de São José que é filha de Manoel Gonçalves da Fonseca e de Antonia da Graça, (uma das 3 Ilhoas de Minas Gerais), radicados em São João d’El Rei, em 1723, e naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha Faial, Açores.
João Gualberto, ainda moço, transferiu-se para a região de Aiuruoca, onde em 1821, foi eleito Mesário da Irmandade do Santíssimo Sacramento.
João Gualberto em 1819 casou-se com Ana Inácia da Conceição Ribeiro do Vale, nascida a 24/8/1804 e batizada a 2/9/1804 na Capela de Madre de Deus.
Ana Inácia é filha de Inácio Ribeiro do Valle (1783-1853) e de Ana Custódia da Conceição (b. em 1788 e f. a 13/12/1839, filha de José Alves Lima e Ana Maria da Conceição), neta de Felisberto Ribeiro do Valle radicado em Andrelândia c.c. Ana Custódia de Paula, f. em Andrelândia (filha de Domingos da Costa Guimarães, c.c. Rita de Souza), bisneta de Antonio Ribeiro do Valle, radicado em Andrelândia, trineta de André do Valle Ribeiro, nasceu a 24/5/1675, na Freguesia de Valongo, Bispado do Porto, Portugal, (filho de Domingos Francisco e de sua mulher Maria do Valle) e falecido em São João d’El Rei, em 1721, onde foi membro da Câmara em 1719, é o Patriarca da Família Ribeiro do Valle no Brasil e foi casado com Tereza de Moraes nascida em São Paulo.
Conforme registra o testamento da 1ª Baronesa de Cajurú em 1880 o casal tinha nove filhos vivos que são os seguintes:
1º) Ana Elisa da Conceição, 3ª avó de Aníbal, (tem o mesmo nome Ana, que a mãe Ana Ribeiro do Valle, a avó paterna Ana Maria Joaquina, a tia paterna Ana do Angaí, a avó materna Ana Custódia da Conceição, e as bisavós maternas Ana Custódia de Paula e Ana Maria da Conceição), não aparece no censo de 1831 do Curato do Turvo, 18º Quarteirão, em 1ªs núpcias c.c. Joaquim Carvalho de Arantes, bat. em Aiuruoca, 1816, MG, (6o filho de Manoel Rufino de Arantes c.c. Ana Joaquina de Carvalho, que é irmã do 1º Barão de Cajurú), pais de Ana Margarida; em 2ªs núpcias c.c. Joaquim Alves.
*Flávio Mário de Carvalho Jr. 3º neto do 1º Barão de Cajurú, forneceu dados sobre a descendência da 3ª avó de Anibal, Ana Elisa da Conceição, obtidos em suas extensas pesquisas in situ, em especial no Livro de Batismos de 1855, da Paróquia de Sto. Antonio do Rio Bonito de Conservatória, RJ, 2011 e fotos de Ana Elisa da Conceição, 2º Barão Cajurú, Baronesa São João d’El Rei obtidas em Andrelandia, MG.
Foto Ana Elisa da Conceição
Descendência de Ana Elisa da Conceição de Carvalho em seus 2 casamentos:
1º c.c. Joaquim Carvalho de Arantes, (*cerca 1816), pais de: Ana Margarida (2ª avó de Aníbal).
2º c.c. Joaquim Alves Gomes, (ou Gomes Alves, como registram alguns historiadores) era filho de Manoel Alves Gomes, dono da sesmaria de São Manoel, que houve por compra de Custódio Ferreira Leite, o Barão de Aiuruoca, irmão do Comendador Anastácio (4º avô de Flávio Mário de Carvalho Jr.). Nessa sesmaria foi fundada a Fazenda Mato Dentro, contígua à Fazenda Santa Bárbara. Pais de 7 filhos:
2.1-Adolfo de Carvalho Gomes, casou 3 vezes, com geração nos 3 casamentos:
1º c.c. Leopoldina Rubião, pais de 6 filhos:
1)Georgina Gomes, 2)Marieta Gomes, 3)Livia Gomes, 4)Jucelina Gomes, 5)Joaquim Gomes Alves Neto, 6)Adolpho Carvalho Gomes Junior.
2º c.c. Bárbara David, pais de: Palmira Gomes
3º c.c. Emília David, pais de 11 filhos:
1)Rodolfo David Gomes, 2)Judith Gomes, 3)Pedro Carvalho Gomes, 4)Anna David Gomes, 5)Olga Gomes, 6)Lúcia Gomes, 7)João Gualberto David Gomes, 8)Esther Gomes, 9)Ivo Batista David Gomes, 10)Bento David Gomes, 11)Rui Pio David Gomes.
2.2-Maria Eugenia Gomes c.c. Joaquim Cândido Guimarães Junior, pais de 3 filhos:
1)Aida Guimarães, 2)Alcides Guimarães, 3)Raul Gomes Guimarães.
2.3-Ursulina Gomes de Carvalho, (*16/10/1855) c.c. Joaquim Alfredo de Siqueira, pais de 4 filhos:
1)Evangelina de Siqueira, 2)Alfredo Joaquim de Siqueira, 3)Maria Gomes de Siqueira, 4)Leonor de Siqueira.
2.4-Carmelina Gomes de Carvalho c.c. Francisco Leite Ribeiro, pais de 7 filhos:
1)Carlos Leite Ribeiro, 2)Pedro Leite Ribeiro, 3)Francisco Leite Ribeiro, 4)Maria Leite Ribeiro, (Lili), 5)Ana Leite Ribeiro, 6)Cândida Leite Ribeiro, (Doquinha), 7)Paulo Leite Ribeiro.
2.5-Alfredo de Carvalho Gomes c.c. Virginia Ramos, pais de 7 filhos:
1)Lila Gomes, 2)Ari de Carvalho Gomes, 3)Pedro de Carvalho Gomes, 4)José de Carvalho Gomes, 5)Ana Elisa de Carvalho Gomes, 6)Marcos de Carvalho Gomes, 7)Adolfo de Carvalho Gomes.
2.6-Estela c.c. José Augusto Godoi e Vasconcelos.
2.7-Getulio, (*23/7/1854).
Nota: Adolfo e Alfredo foram os fazendeiros mais abastados de Conservatória, RJ, no início do sec. XX.
2o) Militão Honório de Carvalho, 2o Barão de Cajurú (Dec. 1889), bat. a 10/5/1823, (está enterrado em Andrelândia, MG) não aparece no censo de 1831 do Curato do Turvo, 18º Quarteirão, (foram seus padrinhos Antonio Belfort d’Arantes e sua mulher Maria de Paula), herdou a fazenda das Bicas, casado em 1853 com sua prima-irmã, Maria Cândida, filha do 1o Barão de Cabo Verde (Dec. 1881);
3º) Maria Brazilina da Conceição, bat. 29/8/1826, (enterrada em Andrelândia, MG), c.c. Capitão Manoel Teodoro Pereira, pais, entre outros, do Cel. Ignácio Pereira de Carvalho c.c. Emerenciana Diniz Junqueira Monteiro de Barros;
4o) Libânia Jesuína Carolina, Viscondessa de Arantes, (enterrada em Andrelandia, MG), c.c. seu primo-irmão, Antonio Belfort de Arantes, Barão de Arantes (Dec. 1879) e Visconde de Arantes (Dec. 1888), filho do 1o Barão de Cabo Verde (Dec. 1881);
5o) Inácio Caetano de Carvalho, n. 1829, (enterrado em Amparo de Barra Mansa, RJ), natural do Turvo, casou a 30/10/1850 em Amparo, Barra Mansa, RJ com Ana Teresa de Vargas, aí batizada a 16/4/1837 (pesquisa de Teresinha de Jesus Nunes Furtado), filha legítima de João Chrisostomo de Vargas e Dona Ângela Maria de Mattos, neta paterna de João Ribeiro do Valle e Teresa Francisca de Jesus de Vargas Leal (SL. 3º, 35, 5-2), neta materna de Manuel José de Mattos e Anna da Costa Manso. Foram dispensados em terceiro e quarto graus de consangüinidade em linha transversal desigual. Inácio e Ana Teresa tiveram grande descendência, foram donos da fazenda Santa Tereza em Volta Redonda, RJ;
6o) João Pedro de Carvalho (*6/10/1836 +26/Ago/1889), c.c. Maria Isabel Marques Ribeiro (fal. 1903), estão enterrados na fazenda Sant’Anna, em Quatis, RJ, (herdada do Comendador Manoel Marques Ribeiro, pai de Maria Isabel);
7o) Guilhermina, Baronesa de São João d’El Rei nascida a 16/6/1838, falecida a 5/2/1911, (enterrada em São João d’El Rei, MG), c.c. Eduardo Pereira da Silva (1824-1881), Barão de São João d’El Rei (Dec. 1871), pais de 8 filhos:
Maria, João Gualberto Pereira da Silva, nascido a 9/7/1861, Francisco, Eduardo, Guilhermina, José, Maria José e Esther;
Foto Baronesa de São João d’El Rei

Solar em São João d’El Rei do Barão de São João d’El Rei
A Baronesa de São João d’El Rei foi sepultada no Cemitério da Ordem Terceira de São Francisco, em São João d’El Rei, em belo túmulo de mármore. Nesse cemitério estão enterrados o Dr. Tancredo Neves e esposa.
8o) Custódio Ribeiro de Carvalho (*1839 +6/Jun/1921), (enterrado em Amparo de Barra Mansa, RJ), foi casado duas vezes.
Em 1ªs núpcias com Francisca Theobaldina de Carvalho Rezende, (falecida em Amparo aos 27/5/1886) pais de: 1) Raul e 2) Getúlio.
Em 2ªs núpcias a 9/12/1902 em Amparo, RJ, com Maria Ribeiro da Fonseca, filha do Major Antonio Ribeiro da Fonseca, natural de Porto Alegre, RS, falecido no Amparo a 16/5/1918 e Maria Leitão da Fonseca, tambem falecida no Amparo a 4/11/1921; neta materna de Domingos da Silva Leitão e Maria Cândida Leitão. Custódio e Maria Ribeiro da Fonseca pais de:
3) Custódio Ribeiro de Carvalho Jr. (médico), c.c. Olga Vieira Braga, pais de Paulo c.c.Vilma Tonanni (*1933 +1992), pais de Paulo Ribeiro de Carvalho Jr.
4) Esthephania, c.c. Mário Vieira Braga.
9o) José Ribeiro de Carvalho (*21/5/1848 +6/7/1896), (enterrado em Conservatória, RJ), c.c. Luísa Leite Ribeiro (*26/10/1856 +19/2/1932) na Igreja Matriz de Conservatória a 7/2/1874, pais de 5 filhos: Hortência, Ana, Márcia, Luísa, e:
Mário Leite de Carvalho (*5/5/1881 +16/6/1921), pai de:
Flávio Mário de Carvalho, pai de:
Flávio Mário de Carvalho Junior.
Foto José Ribeiro de Carvalho

Atenção: João Gualberto e Ana Inácia tiveram 10 filhos, porém o 1º filho do casal, Manoel Ribeiro de Carvalho, bat. em Setembro de 1820, fal. em 1859, (enterrado em Ribeirão de São Joaquim, Quatis, MG), não aparece no testamento citado, pois já falecera e sua viúva, Maria Isabel, já se casara, a 21/9/1860, com João Pedro o outro filho dos 1ºs Barões do Cajurú.
Por volta de 1830, o 1º Barão de Cajurú adquiriu a Fazenda das Bicas, no município do Turvo, (Em 1864, com território desmembrado de Aiuruoca, foi criada a Vila Bela do Turvo, elevada, quatro anos mais tarde, a categoria de cidade. A comarca foi criada por lei imperial do ano de 1878), onde passou a residir e pertence até hoje (2010) a herdeiros do 1º Barão de Cajurú. Na Vila Bela do Turvo (desde 21/10/1866, atual Andrelândia, MG), construiu um imponente sobrado onde funcionou, mais tarde, o Grupo Escolar Raul Soares, posteriormente o sobrado foi demolido. Foi Tenente Coronel da Guarda Nacional do Turvo, teve destacada atuação na Revolução Liberal de 1842. Em maio de 1849 recebeu a mercê honorífica da Imperial Ordem da Rosa, prestando solene juramento como Comendador.
No ano de 1860 foi enviado ao Imperador Pedro II o seguinte atestado (sic):
“Nós, abaixo assinados, atestamos que o Comendador João Gualberto de Carvalho, natural da Província de Minas Gerais e residente no município de Aiuruoca, é um cidadão prestante, distinto por seu patriotismo e probidade, respeitável pai de numerosa família, rico negociante e capitalista, proprietário de muitos bens de raiz entre os quais, se inclui a importante Fazenda de cultura denominada São Lourenço, (cultura de café) sita na Província do Rio de Janeiro, que há pouco comprou e que, por estas razões, o consideramos muito merecedor de um Título, ou qualquer mercê honorífica que S.M. o Imperador se digne conferir-lhe.
Rio de Janeiro, 09 de junho de 1860. (a.a.): Herculano Ferreira Penna, Visconde de Ipanema, Visconde do Bonfim e Jerônimo José de Mesquita".
A 30 de Junho do mesmo ano, (1860), ele foi agraciado com o título de Barão de Cajurú, Livro VIII, pg. 54, do Arquivo Nacional, RJ.
Consta, ainda, que o 1º Barão de Cajurú foi herói da Guerra do Paraguai, poderoso criador de animais e valoroso companheiro de armas do eclético escritor, político, militar e jornalista o Visconde Alfredo D’Escragnolle Taunay, (1843-1899), ao participar com ele das agruras da Retirada da Laguna. Era respeitado como o maior criador de muares/mulas em sua fazenda das Bicas e tinha nessa atividade muito lucrativa, posição tão privilegiada que a grande feira de Sorocaba, o mais importante centro de vendas e leilões de animais de então, não era oficialmente aberta enquanto o sisudo Barão de Cajurú não chegasse com sua enorme tropa.
1o Barão de Cajurú faleceu a 21/2/1869 em São Miguel de Cajurú (Arcângelo, de 1943 a 2000), em São João d’El Rei, MG. Seus ossos repousam no cemitério da fazenda Sant’Anna em Quatis, RJ, que era do Comendador Manoel Marques Ribeiro, sogro de seu filho João Pedro de Carvalho que enterrou seu pai, o 1o Barão de Cajurú, em túmulo que era ornado com um belo anjo de mármore de Carrara com 300 kg. de peso, que agora está na igreja de São Joaquim em Quatis. Na lápide do túmulo há a seguinte inscrição:
(sic) Aqui repousa os ossos do Barão de Cajurú. Grande dignitário do Império.
Fallecido a 21 de fevereiro de 1869.
João Pedro de Carvalho.
João Pedro (6/10/1836-26/8/1889) e sua mulher Maria Isabel fal. 1903, (viúva de Manoel, fal. em 1859, 1º filho dos 1ºs Barões do Cajurú) que era filha do Comendador Manoel Marques Ribeiro, todos os 3 estão enterrados no piso da Capela em ruínas do cemitério, desta fazenda Sant’Anna herdada do Comendador que é circundado por casas de uma comunidade de ex-escravos da fazenda que receberam pedaços de terra, antes da morte de Maria Isabel já viúva e falecida sem herdeiros.
A 1ª Baronesa de Cajurú, Ana Inácia da Conceição Ribeiro do Vale de Carvalho, faleceu a 11/1/1889, e está enterrada em um jazigo no cemitério da cidade de Andrelândia, MG. O Testamento da 1ª Baronesa, feito na cidade do Turvo a 2/9/1880, está registrado no Livro 2º, fls. 42v/45 do Registro de Testamentos do Cartório do 1º Ofício da Comarca de Andrelândia, e tem bens arrolados no valor de 145:597$742 (cento e quarenta e cinco contos, quinhentos e noventa e sete mil e setecentos e quarenta e dois reis) correspondentes à sua terça parte, o que nos permite avaliar a fortuna do 1º Barão de Cajurú, considerando a terça parte da Baronesa mais os 2/3=legítima do Barão, temos um patrimônio total de 436:793$221. Em 1869 quando 1:000$000 (1 conto de réis) comprava 1 kg de ouro temos 436,793 kg. e, hoje em dia, considerando a gr. de ouro a R$ 90,00, teríamos um patrimônio de R$ 39,31 milhões em 2011.
Flávio Mário Jr., meu primo, 3º neto, por varonia do 1º Barão de Cajurú, submeteu-se no Laboratório de Genética Dr. Sérgio Danilo Junho Pena, MG, ao exame do cromossomo Y de ancestralidade paterna (Carvalho) tendo como resultado que pertence ao haplogrupo R1b, que são os mais antigos europeus, tendo chegado na Europa há 40.000 anos atrás.
Fontes pesquisadas para estruturar este trabalho:
*O texto acima do Testamento, foi retirado do livro Terra de André do autor Marcos Paulo Souza Miranda e Flávio de Carvalho O Comedor de Emoções de J. Toledo e foi complementado, atualizando os dados sobre os filhos.
*Nota: Flávio Rezende de Carvalho, famoso modernista, n. a 10/8/1899 em Barra Mansa, era filho de Raul de Rezende de Carvalho e de Ophélia Crissiuma, neto de Custódio Ribeiro de Carvalho, bisneto do 1º Barão de Cajurú.
*Arquivo Público Mineiro: MP caixa 13, doc. 16 > Censo de 5/12/1831, Juiz de Paz Antonio Francisco de Azevedo, do Curato do Turvo, Freguesia de Aiuruoca, Termo de Baependi: informa que: no 18º quarteirão de moradias cujo Oficial era Joaquim José da Fonseca, está registrado João Gualberto Carvalho (branco, 34 anos=1797): Ana (branca, 27 anos=1804) e 5 filhos: 1) Manoel (11 anos=*1820), 2) Maria (5 anos=*1826), Nicolau (3 anos=*1828), Ignácio (2 anos=*1829) e Martiniano (1 ano=*1830). Atenção: Nicolau e Martiniano não aparecem em nenhum outro registro, o que indica provável morte na infância, e é longo o espaço entre 1820 e 1826 sem nenhum filho. Nota: em outros registros este espaço é preenchido por Militão bat. 1823 (herdeiro da fazenda das Bicas e futuro 2º Barão de Cajurú) e minha 3ª avó, Ana, nasc. 1821, que não aparecem no Censo do Turvo de 1831.
http://br.geocities.com/projetocompartilhar1/censo1831turvo
*Anuários Genealógicos Brasileiros Ano: I, II, III (fl. 397: data da morte do Barão de São João d’El Rei), IV, VI, VII, e IX, do Instituto Genealógico Brasileiro, São Paulo, SP.
*Efemérides de São João d’El Rei, de Sebastião Oliveira Cintra, 2a Edição; informa a morte do 1o Barão de Cajurú em São Miguel de Cajurú, São João d’El Rei, MG.
*As Ilhoas, de José Guimarães, Revista Genealógica Latina, Vol XII, 1960.
*Os Morais de São Paulo, de José de Avellar Fernandes, Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1953.
*Texto gravado no Mausoléu do 1º Barão de Cajurú na fazenda Sant’Anna em Quatis (RJ), que pertencia a Manoel Marques Ribeiro, sogro do filho do Barão (João Pedro), foi fornecido por Roberto Guião de Souza Lima, pesquisador de Volta Redonda, RJ.
*Lúcio Corbolan, atual proprietário da Fazenda Sant’Anna: forneceu datas de nascimento e falecimento de João Pedro de Carvalho e sua mulher Maria Isabel Marques Ribeiro, retiradas dos túmulos existentes na fazenda.
*Flávio Mário de Carvalho Jr.: trineto do 1º Barão que forneceu importantes dados de pesquisas feitas in situ, inclusive os locais onde estão enterrados os filhos do 1º Barão de Cajurú.
*Francisco Tadeu Fernandes, forneceu fotos da Tese de Custodio Ribeiro de Carvalho Jr., 2010.
*Família Carvalho Duarte Dicionário das Famílias Brasileiras, Cunha Bueno/Carlos Barata, Brasília, 2000.
*Paulo Ribeiro de Carvalho Jr. 3º neto do 1º Barão de Cajurú, forneceu dados sobre Custodio Ribeiro de Carvalho Jr. 2011.
*Flávio Mário de Carvalho Jr. 3º neto do 1º Barão de Cajurú, forneceu dados sobre minha 3ª avó, Ana Elisa da Conceição, obtidos em sua pesquisa no Livro de Batismos de 1855, da Paróquia de Sto. Antonio do Rio Bonito de Conservatória, RJ.
2o BARÃO DE CAJURÚ
Decreto Registrado no Livro XII, Pag. 110, Seção Histórica do Arquivo Nacional.
Autor: Anibal de Almeida Fernandes, sobrinho-trineto do 2o Barão de Cajurú,
Agosto, 2011.
Militão Honório de Carvalho, 2o Barão de Cajurú a 26/07/1889, bat. a 10/5/1823, foram seus padrinhos Antonio Belfort d’Arantes e sua mulher Maria de Paula.
O 2o Barão de Cajurú era Comendador da Imperial Ordem da Rosa.
O 2o Barão de Cajurú é filho de João Gualberto de Carvalho, 1o Barão de Cajurú a 30/6/1860, (4º avô de Aníbal), c.c. Ana Inácia da Conceição Ribeiro do Valle, filha de Inácio Ribeiro do Valle. Neto paterno de Caetano de Carvalho Duarte Filho, bisneto paterno de Caetano de Carvalho Duarte (Patriarca da família Carvalho-Duarte de Cajurú) e sua mulher Catarina de São José que é filha de Manoel Gonçalves da Fonseca e sua mulher Antonia da Graça (3 Ilhoas) de Minas Gerais, radicados em São João d’El Rei em 1723.
O 2º Barão de Cajurú foi o principal herdeiro no Testamento de sua mãe, a 1ª Baronesa de Cajurú, falecida a 11/1/1889, ele herdou a Fazenda das Bicas no município de Andrelândia, MG (antiga, Vila Bela do Turvo).
O 2o Barão de Cajurú, a 18/9/1853, c.c. com sua prima-irmã, Maria Cândida Belfort Ribeiro de Arantes, 2ª Baronesa de Cajurú, que é a 6a filha do 1o Barão de Cabo Verde, Antonio Belfort de Arantes e sua mulher Maria Custódia Ribeiro do Valle (irmã da 1a Baronesa de Cajurú, que é 4ª avó de Anibal). A 2ª Baronesa de Cajurú é 10ª neta-paterna de João de Arantes, (13º avô de Aníbal) que está registrado no trabalho Nantes ou Arantes ou D’anantes, que hoje He Arantes de autoria do Padre Marcelino Pereira que viveu no século XVIII e que faz parte do Nobiliário “Coleção de Memórias Genealógicas”, (2º volume), manuscrito nº 876 do Arquivo Distrital de Braga, é o 1º Arantes que aparece na história de Portugal, Cavaleiro Fidalgo de sangue e espada, Morador da Casa Real, Senhor da Quinta de Romay, que foi nomeado a 2/1/1488, Condestável dos Espingardeiros d’El Rei D. João II, (13o Rei de Portugal 1481-1497).
Os 2ºs Barões de Cajurú tiveram 10 filhos:
1) Maria Isabel, c.c. Prudente de Andrade Reis, herdou a fazenda das Bicas,
pais de 4 filhas:
1ª: Josefina c.c. Joaquim Tibúrcio de Carvalho, herdou a fazenda das Bicas, pais de:
Raul de Andrade Carvalho c.c. Carlina Salgado Azevedo, herdou a fazenda das Bicas, pais de:
José Bonifácio de Azevedo Carvalho comprou a sede da fazenda das Bicas, c.c. Sonia Arantes Junqueira, pais de:
Suely Junqueira Carvalho que herdou a fazenda das Bicas, c.c. Antonio Márcio Silveira Carvalho, são os atuais proprietários (2009), pais de:
Danielle (*1991) e Henrique (*1999).
2ª: Mariana, 3ª) Maria Izabel, 4ª) Ana Isabel.
2) Ignácio, f.s. e 3) Eduardo, f.s.
4) Adelaide, c.c. Franklin Camilo de Campos, pais de 7 filhos:
Corina, Carmelita, Maria, Armantina, Aníbal, Alexandre, Franklin.
5) Josina, c.c. Augusto Campos, pais de 3 filhos:
Orlando, Maria Cândida, Libânia.
6) Guilhermina, c.c. Quirino de Andrade Reis, pais de 6 filhos:
Maria, Severino, Iria, Virgílio, Horácio, Antonieta.
7) Antonio, c.c. Mari, (filha de Ambrosina Arantes), pais de 6 filhos:
José, Maria, Ambrosina, Sebastiana, Geraldo, Maria Aparecida.
8) João Gualberto, c.c. Anália Campos.
9) Ana, c.c. Adolfo Santos, s.g.
10) Martiniano, c.c. Cecília Camila de Campos, com 10 filhos:
1) Olegário, c.c. Hortênsia Gomes de Carvalho pais de Maria Cecília, c.c. seu primo-irmão, Afrânio Salgado Carvalho, (filho de Militão Honório c.c. Odete Salgado, ver abaixo na fonte a identificação deste Militão Honório).
2) Nestor, c.c. Ana Elzy filha de Emerenciana Diniz Junqueira Monteiro de Barros c.c. Ignácio Pereira de Carvalho, que é filho de Maria Brasilina, (tia trisavó de Anibal) filha do 1o Barão de Cajurú, 4º avô de Aníbal.
3) Olga, 4) Cecília, 5) Cristiano.
6) Militão Honório c.c. Odete Salgado, (item 6.6, pg. 479, livro A Família Arantes ver, abaixo na fonte a identificação deste Militão Honório).
7) Maria, 8) Hercília, 9) Jovelina,
10) Maria da Conceição (conhecida pelo apelido de Nenê).
Um primo, 3º neto do 1º Barão de Cajurú, submeteu-se no Laboratório de Genética Dr. Sérgio Danilo Junho Pena, MG, ao exame do cromossomo Y de ancestralidade paterna (Carvalho) tendo como resultado que pertence ao haplogrupo R1b, que são os mais antigos europeus, tendo chegado na Europa há 40.000 anos atrás.
O 2º Barão de Cajurú é irmão da Viscondessa de Arantes e da Baronesa de São João d’El Rei e é sobrinho do 1o Barão de Cabo Verde.
O 2o Barão de Cajurú é primo-2º do Barão de São Tomé, primo-3º do Barão de Conceição da Barra (neto do Marquês de Valença) e primo-3º da Baronesa de Ponte Nova (neta do Marquês de Valença e irmã do Barão de Conceição da Barra), primo-3º do 1º Barão de Entre Rios, primo-4º do Visconde de Entre Rios, primo-4º da Condessa do Rio Novo, todos esses titulares são descendentes de Caetano de Carvalho Duarte o Patriarca do Tronco Carvalho Duarte-Cajurú do Sul de Minas.
Fontes pesquisadas para estruturar este trabalho:
#Anuário Genealógico Brasileiro (AGB): Ano, I, II, III (fl. 397), IV, VI, VII e IX.
#A Família Arantes, Américo Arantes Pereira, pgs: 464 a 479, 2a Edição, 1993. Atenção: há erro na pg. 471 (item 7.1) e pg. 473 (item 7.7), pois o citado Militão Honório, c.c. Odete Salgado, item 6.6, pg. 479 é o neto do 2º Barão de Cajurú, ele não é o 2º Barão de Cajurú, como está erroneamente descrito nesses 2 itens: 7.1 pg 471, e item 7.7 pg 473.
#As Ilhoas, José Guimarães, Revista Genealógica Latina, Vol. XII, pg. 65, IGB, SP, 1960.
#Flávio de Carvalho o Comedor de Emoções, J. Toledo.
#Terra de André, Marcos Paulo de Souza Miranda.
#Efemérides da São João d’El Rei, Sebastião de Oliveira Cintra, 2a Edição.
#Testamento da 1a Baronesa de Cajurú, registrado no Livro 2o, fls. 42v/45, Cartório do 1o Ofício de Andrelândia.
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=205649
http:// geocities.yahoo.com.br/projetocompartilhar = CaetanodeCarvalhoDuarte.
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CALDAS

Viscondessa de Caldas
O
barão e visconde de CALDAS foi Luiz Antonio de Oliveira
que nasceu em Minas Gerais.
Adendas
Luís Antônio de Oliveira - agraciado com o título ( Dec 19.07.1879) de Barão de Caldas; elevado ao título ( Dec 10.08.1889 ) de Visconde de Caldas. Título de origem toponímica, tomado à cidade onde nasceu o titular.
Filho de Joaquim José de Oliveira e Francisca Cândida da Paixão, neto paterno de Joaquim José de Oliveira e Rita Maria da SIlva, neto materno do Padre Francisco Antônio Junqueira e Antônia Maria da Paixão.
Nasceu em Caldas -MG em 30.08.1831 e faleceu em Luminárias -MG, na Fazenda do Jardim , às 8 horas do dia 05.03.1910.
Foi sepultado no adro da Igreja Matriz de São Tomé das Letras - MG.
Casou-se a primeira vez com sua prima Francisca Cândida Junqueira da Costa, no dia 24.11.1852 em São Tomé das Letras e foram pais de:
1- Maria Luiza de Oliveira c.c. Joaquim Junqueira ; 2- Francisca Cândida de Oliveira; 3- Clotilde Hortênsia de Oliveira c.c. Carlos Ribeiro Gomes da Luz.
Casou a segunda vez, em Baependi - MG , com Felicidade Ribeiro Gomes da Luz, Viscondessa de Caldas, filha de Antônio Máximo Ribeiro da Luz e Mariana Gomes Ribeiro e foram pais de :
1- Elvira Augusta de Oliveira c.c. Aristides Cecílio de Assis Coimbra; 2- Antonieta Augusta de Oliveira c.c. Camilo de Assis Coimbra;
3- Mercedes Augusta de Oliveira c.c. Antônio Benedito Valadares Ribeiro 4- Luís Antônio de Oliveira c.c. Maria Rita de Andrade.
Envio da foto da viscondessa e correção
Conforme nosso colaborador Flavio Augusto de Oliveira Queiroz Neto o nome correto da Viscondessa de Caldas é Felicidade Gomes Ribeiro da Luz e não Felicidade Ribeiro Gomes da Luz.
e refere existir, de certa forma, vinculo entre o ramo materno da sua família e os Titulados, já que dois filhos de Cesário Cecílio de Assis Coimbra ( irmão de minha bisavó
Camila Maria de Lelis Coimbra que foi casada com Prospero Paoliello), Aristides e Camilo, foram casados com duas filhas da Viscondessa, respectivamente, Elvira Augusta e Antonieta Augusta.
Colaboradores:
Rogério Evandro Farah - pesquisador no Rio de Janeiro
Flavio Augusto de Oliveira Queiroz Neto
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CALERA
O
barão de CALERA foi Thomaz Garcia de Zuniga que
nasceu em Montevidéu em 1783.
Serviu no Exercito Brasileiro,tendo chegado ao posto de Coronel de Milícias em
18 de Maio de 1818;Brigadeiro Graduado de Comando e Comandante de todas as Milícias
da Província Cisplatina em 12 de Janeiro de 1823,confirmado neste posto e
comando por decreto de 11 de Marco de 1825.Era Sindico Geral do Estado
Cisplatino em 1822.Fez as campanhas de Província Cisplatina desde 1819 ate
1822, de 1823 a 1824 e de 1825 a 1828.Prestou relevantes serviços durante a época
da Independência e tendo sido demitido ao posto de Brigadeiro,alegou que era
nascido na então Província Cisplatina e ter prestado bons serviços a causa da
Independência do Império,tomando parte em todas as campanhas dessa Província
e não ser estrangeiro como o julgava o decreto de 6 de Maio de 1831 que o
demitira e como natural de uma Província Brasileira,embora presentemente
separada do Império,pedia a conservação do seu posto e revogação do decreto
de 6 de Maio,o que conseguiu,sendo reformado nesse posto.Era Dignitário da
I.Ordem do Cruzeiro e tinha a medalha de ouro de Distinção por serviços
prestados a Nação,na Província de Montevidéu de 1819 a 1822.
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CAMAÇARI
Barão e baronesa de Camaçari
Fonte: AGB IV, 1942, pág.43
O
barão de CAMAÇARI foi Antonio Calmon de Araújo Goes,que
nasceu na Província da Baia.
Casou-se com Caetana Augusta de Vasconcellos Gordilho de Barbuda que
faleceu no RJ em 02 de Agosto de 1860.Eram pais do segundo visconde de
Camamu.Sentou praça de cadete no Corpo de Artilharia com 12 anos de idade sendo
promovido a segundo tenente;embarcou para o Brasil onde foi tenente da Legião
de Caçadores da Baia e Ajudante de Ordens do Governo dessa Capitania.Brigadeiro
em 1824;foi Comandante das Armas e Presidente do RS em 1824;da Província da
Baia em 1827,cargo que exercia quando foi assassinado por vários tiros de
bacamarte disparados por um grupo de indivíduos.Era Veador de S.Magestade,Guarda
-Roupa da I.Câmara,Grande do Império,Gra-Cruz da I.Ordem do
Cruzeiro,Comendador da I.Ordem de Cristo e tinha a medalha da independência da
Baia.
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CAMAMU
O 1º visconde com grandeza de CAMAMU foi José Egydio Gordilho Velloso de Barbuda que nasceu na vila de Chamusca,na província do RS. em 1 de Agosto de 1787 e faleceu na província da Baia em 28 de Fevereiro de 1830 quando presidia essa província.Era filho do desembargador José Júlio Henrique Gordilho Cabral e de sua mulher Maria Barbosa Cabral Velloso de Barbuda.Casou com Caetana Augusta de Vasconcellos Gordilho de Barbuda,que faleceu no RJ em 2 de Agosto de 1860.Eram pais do 2º visconde de CAMAMU.Sentou praça de cadete no Corpo de Artilharia,com 12 anos de idade,sendo promovido a 2º tenente;embarcou para o Brasil onde foi Tenente da Legião de Caçadores da Baia e Ajudante de Ordens do Governo dessa Capitania.Brigadeiro em 1834,foi comandante das Armas e presidente do RS em 1824;da Província da Baia em 1827,cargo que exercia quando foi assassinado por vários tiros de bacamarte disparados por um grupo de indivíduos.Era Veador de S.Magestade,Guarda-Roupas da I.Câmara,Grande do império,Gra-Cruz da I.Ordem do Cruzeiro,Comendador da I.Ordem de Cristo e tinha a medalha da Independência da Baia.
O visconde de José Egídio Gordilho de Barbuda, não tem Veloso no nome,no decreto.conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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CAMAMU
O
segundo visconde com grandeza de CAMAMU foi Jose Egydio
Gordilho de Barbuda que nasceu na Ilha da Madeira onde seu pai estava de
guarnição, em 25 de Fevereiro de 1808?Faleceu ele no Rio de Janeiro em 11 de
Marco de 1867 e era filho dos primeiros viscondes com grandeza de CAMAMU.
Sentou praça em 2 de Novembro de 1818,chegando ao posto de Tenente General do
Exercito em 1866.Tomou parte na revolução do RS em 1835,ao lado da
legalidade.Foi ministro da Guerra em 1865,Diretor da Diretoria do Material do
Exercito e exerceu varias comissões técnicas.Era Grande do Império do
Conselho de S. Magestade,Comendador da I.Ordem de Cristo,Oficial da I.Ordem da
Rosa e Gra-Cruz da I.Ordem de S. Bento de Aviz.
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CAMANDUCAIA
O barão de CAMANDUCAIA foi Joaquim da Motta Paes que nasceu na Província de Minas Gerais. É irmão do barão de MOTTA PAES,José Ribeiro da Motta Paes
Adenda
Joaquim da Mota Pais - agraciado com o título ( Dec 15.06.1881 ) de Barão de Camanducaia. Filho do Major Felix da Motta Paes e Lucinda Angelica Ribeiro, que tambem assinava Lucinda Maria de Jesus).Nasceu em 1821,em Santana do Capivari, Pouso Alto-MG.Faleceu em março de 1889 em Piranguinho-MG em consequência de um raio, quando voltava de Itajubá para sua Fazenda Chapada em Conceição dos Ouros. Foi chefe do Partido Liberal.Teve dez filhos.
Colaborador: José de Campos Salles Neto
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CAMAQUAN ou CAMACUAM

O
barão com grandeza de CAMAQUAN ou CAMACUAM) foi Salustiano
Jeronymo dos Reis que faleceu na cidade de Porto Alegre RS em 04 de Julho
de 1893.
Era marechal reformado do Exercito,foi Comandante das Armas no RS,fez as
campanhas dos Farrapos na mesma Província,ate a sua pacificação em 1844 e a
do Uruguai contra o ditador Rosas e parte da do Paraguai.
Era Comendador da I.Ordem de S.Bento de Aviz,da I.Ordem de Cristo da Imperial
Ordem da Rosa,Oficial da do Cruzeiro;tinha medalha da primeira Divisão que
assistiu a batalha do dia 03 de Fevereiro de 1852,em Monte Caseros,a do Paysandu,a
de Mato Grosso e Corumbá e a Campanha do Paraguai com passador de ouro.
Adenda
Salustiano Jerônimo dos Reis - agraciado com o título (Dec. 02.03.1889) de Barão de Camaquã. Filho do português Salustiano Severino dos Reis e de Isabel Tomásia Thompson, nasceu na Província Cisplatina (Uruguai), a 25 de janeiro de 1822, quando seu pai lá se achava em serviço do Brasil. Casou em Caçapava-SP em 1844 com Plácida Elvira Teixeira Fernandes. Sentou praça em 10 de janeiro de 1837. Participou da Revolução Farroupilha, Guerra contra Rosas e Guerra do Paraguai. No dia 20 de maio de 1866, fez a perigosa passagem do Estero Bellaco e, assistiu quatro dias depois, a batalha de Tuiuti, onde perdeu o cavalo que montava. Nesta memorável ação viu cair, a seu lado, seu filho Salustio que era seu ajudante de ordens, atingido por um projetil de artilharia. Mesmo assim, continuou no seu posto de honra, à frente da sua divisão até a conclusão da guerra. Só voltou à terra natal, quando não havia mais inimigos a combater. Foi várias vezes comandante das armas do Rio Grande do Sul. Também comandante do 6°distrito militar.Terminou a carreira militar como marechal. Era comendador da Imperial Ordem de São Bento de Avis, da Imperial Ordem de Cristo da Imperial Ordem da Rosa e Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro
Colaboradora - Regina Cascão - Fonte-base: Guia Histórico de Porto Alegre, 4a edição, Editora da Universidade UFRGS, Porto Alegre, 2006. Autor: FRANCO, Sérgio da Costa. In Wikipédia.
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CAMARAGIBE

Visconde de Camaragibe
O
barão e visconde com grandeza de CAMARAGIBE foi Pedro
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque que nasceu no município de
Jaboatão,em Pernambuco a 19 de Abril de 1806 e faleceu em Camaragibe,PE a 02 de
Dezembro de 1875.
Filho do capitão-mor Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque e de
Maria Rita de Albuquerque Mello,que eram também pais dos viscondes de Suassuna,do
visconde de Albuquerque e do barão de Muribeca.
Fez o curso de humanidades em PE,estudou dois anos na Universidade de Coimbra e
seguiu o curso da Universidade de Gottingen na Alemanha,onde doutorou-se em
1827,Voltando ao Brasil foi nomeado lente da Academia de SP em 1829 e depois da
Academia de Olinda em 1830,onde regeu a cadeira de Direito Civil,Diretor da
Faculdade de Direito do Recife,jubilou-se em 1875,resignando a percepção dos
honorários a que tinha direito.Presidiu a Província de PE em 1859,tendo sido
seu Vice-Presidente em 1844.Deputado Provincial diversas vezes,sempre eleito
Presidente da Câmara;foi Deputado a Assembléia Geral em seis legislaturas
tendo presidido a Câmara diversas vezes.Senador por sua Província,nomeado em
1869,era do Conselho de S.Magestade,Grande do Império,Fidalgo Cavaleiro da Casa
Imperial,Gra-Cruz da I.Ordem de Cristo,Comendador da Ordem de N.S. da Conceição
de Vila Viçosa de Portugal.
Regina Cascão: - Foto do barão. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
BRASÃO DE ARMAS: Escudo em partido em pala; na primeira, as armas dos Albuquerques, - escudo esquartelado, tendo no primeiro quartel as armas inteiras de Portugal -; no segundo, de góles, cinco flores de liz de ouro, postas em santor, e assim os contrários -; na segunda pala, as armas dos Cavalcantis, - de vermelho e de prata divididos estes esmaltes por uma asna de azul, coticada de sable; sendo a parte de baixo de prata e a de cima de góles semeada de flores de prata de quatro folhas.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão com grandeza por decreto de 2 de Dezembro de 1854.Visconde com grandeza por decreto de 14 de Março de 1860.
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CAMARGOS
Foto do barão:Colaboração de José Renato Pessoa Dantas
Casou-se com Maria Leonor Teixeira de Magalhães que mais tarde foi viscondessa
de Camargos.Inspetor da Tesouraria Geral e Secretario de Presidência da Província
de MG em 1849.Foi Vice-Presidente dessa Província,Deputado a Assembléia
Provincial na 3 legislatura de 1840 e na 7 de 1848 e a Assembléia Geral na 8 e
9 legislaturas de 1849 a 1856,Era senador pela Província de MG,nomeado em 1860
e foi Diretor do Banco do Brasil em Ouro Preto.Dignitário da I.Ordem da Rosa e
Cavaleiro da I.Ordem de Cristo.
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CAMARGOS

A baronesa e viscondessa de CAMARGOS foi Maria Leonor Teixeira de Magalhães.Casou-se ela com o primeiro barão de Camargos acima citado ,Manuel Teixeira de Souza ,e depois de viúva foi agraciada com o titulo de Viscondessa de Camargos.
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CAMARGOS
O segundo barão de CAMARGOS foi o Dr. Antonio Teixeira de Souza Magalhães,que nasceu em Ouro Preto na província.de MG.
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CAMBAHY
O barão de CAMBAHY foi Antonio Martins da Cruz Jobin que faleceu no RS em 17 de Junho de 1869.Era proprietário na Província do RS.
BRASÃO DE ARMAS: Em campo azul, um cavaleiro armado de prata, e e um chefe de ouro carregado de uma cruz florida de góles, vazia do campo.(Brasão passado em 2 de Abril de 1862.Reg. no Cartório da Nobreza,Liv.VI, fls.50).
CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 11 de Abril de 1859.
Adendas
Colaboradora: Regina Cascão
Antonio Martins da Cruz Jobim, agraciado com o título ( Dec 11.04.1859) de Barão de Cambaí. Filho do segundo casamento do Te. José Martins da Cruz ( nascido cerca. de 1775 no Porto, Portugal e falecido em 1819 em Rio Pardo-RS, sendo filho de Domingos João e de Teresa Martins ) com Ana Pereira Viana, nascida em 1785 em Porto Alegre-RS, filha de Francisco Pereira Viana. Obs: o ten. José Martins da Cruz acrescentou "Jobin" a seu sobrenome de família por ter nascido na freguesia de Santa Cruz de Jobim, bispado do Porto, Portugal. O barão nasceu em 1809 e faleceu em 1869. Casou-se com Ana de Souza Brasil, falecida em 11.12.1881.
Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Cambaí, Baronesa de; Jobim
Título de origem toponímica, referência ao nome de sua fazenda. Antonio Martins da Cruz Jobim Nasceu aos 20 de novembro de 1809, em Rio Pardo. (...) Foi um homem muito rico, filantropo, fazendeiro, protetor de diversas sociedades de caridade e contribuiu de seu bolso para a Guerra do Paraguai. Proprietário das fazendas de “Cambaí” e “Santa Teresa” (município de S. Gabriel - RS. Tendo apresentado vocação para o comércio desde muito cedo, foi enviado ao Rio de Janeiro para praticar em importante casa comercial. Desenvolveu-se no ramo, tornando-se depois sócio de importante casa no Rio Grande do Sul, atingindo um alto grau de fortuna. Mesmo assim, manteve até o fim da vida uma linha de simplicidade proletária, amando o trabalho como fonte fecunda de preciosos bens e pondo a sua fortuna ao serviço das grandes causas nacionais. Foi assim que prestou serviços relevantes à legalidade, durante a revolução de 1835, tendo sido por isso agraciado com o hábito da imperial Ordem da Rosa, com a comenda da Ordem de Cristo e afinal com o título de Barão, em 1859. Também, por ocasião da Guerra do Paraguai, fez duas avultadas ofertas para as despesas da guerra. Em S. Gabriel-RS, onde residiu muitos anos, foi um dos maiores benfeitores da Santa Casa de Misericórdia.
Fonte: "Gaúchos Ilustres" - Peixoto Mello, Maragato Assessoramento - in http://maragatoassessoramento.blogspot.com
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CAMBUHY

O barão de CAMBUHY foi João Cândido de Mello e Souza.Era coronel da Guarda Nacional.
CAMBUÍ, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
João Candido de Melo e Souza, agraciado com o título ( Dec 19.08.1888 ) de Barão de Cambuí. Nasceu a 24.06.1820 em Lavras do Funil-MG e faleceu em 19.06.1899. Capitalista, fazendeiro e proprietário em Santa Rita de Cássia-MG, onde foi juiz de paz e delegado da instrução pública e particular. Casou-se com Matilde de Abreu Melo, baronesa de Cambuí, filha de João Pimenta de Abreu e de Silvéria de Toledo, nascida cerca de 1827 em Passos-MG e falecida a 18.07.1889.
Colaboradora:
Regina
Cascão- Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Cambuí, Barão
e Cambuí, Baronesa.
Regina Cascão - Fonte da imagem: Anuário Genealógico Brasileiro
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CAMETÁ
A 1ª baronesa de CAMETÁ foi Ana Rufina de Souza Franco Correia que faleceu em 20 de Junho de 1864,em Cametá na província do Pará.
Adenda
Ana Rufina de Souza Franco Corrêa - agraciada com o título ( Dec 02.12.1858 ) de Baronesa de Cametá. Título de origem toponímica, tomado à localidade de Cametá, no Pará. Falecida a 20.06.1864 em Cametá-PA. Casou-se com Angelo Custódio Corrêa, falecido em junho de 1856, político filiado ao Partido Conservador, Deputado à Assembléia Geral Legislativa em três legislaturas, pelo Pará. Como 1º Vice-Presidente da Província do Pará, assumiu o seu governo por 4 vezes. Ana Rufina foi agraciada com o título em questão em atenção aos relevantes serviços prestados por seu marido, quando Presidente da Província do Pará, por ocasião da epidemia do cólera-morbos, ocorrida entre 1855/56.
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Cametá, Viscondessa.
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CAMETÁ
O 2º barão de CAMETÁ foi Antonio Bento Dias de Mello que nasceu na Província do Pará
Adenda
Antônio Bento Dias de Melo - agraciado com o título ( Dec 02.05.1889 ) de Barão de Cametá. Título de origem toponímica, tomado à localidade de Cametá, no Pará. Nascido cerca de 1843 em Portugal e falecido a 11.04.1903 em Lisboa, filho de outro Antonio Bento de Melo e de Ana de Souza Laje.
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete : Cametá, Barão de.
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CAMPINAS
Foto colaboração
Marcelo Teodoro de Oliveira
O
primeiro barão de CAMPINAS foi Bento Manuel de Barros que
nasceu em SP e faleceu em Limeira em 06 de Dezembro de 1873.
Era filho de Francisco Xavier de Barros e de sua mulher Ana Joaquina de Morais.Casou em Itu,SP em 1810 com Escolástica Francisca Bueno, filha do
Cap. Bernardo de Quadros Aranha e de Agostinha Rodrigues Bueno.Era fazendeiro na província de SP
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CAMPINAS
Foto colaboração
Marcelo Teodoro de Oliveira
A segunda baronesa de CAMPINAS, era Maria Luiza de Souza Aranha, filha do ten. Joaquim Aranha de Camargo e de sua mulher Eufrosina Matilde da Silva Botelho, casados em 1796. Casou-se ela em 1817 com o cel. Francisco Egydio de Souza Aranha, seu primo irmão, natural de Curitiba,na província do PR. Foi o cel. Aranha com seu irmão Pedro Aranha o iniciador do plantio de café em SP, na então vila de S. Carlos hoje cidade de Campinas. Eram pais do marques de Três Rios e da baronesa de Itapura, Libânia de Souza Aranha.
Maria Luzia de Souza Aranha, também viscondessa a 19 de Julho de 1879, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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CAMPINAS
Foto colaboração
Marcelo Teodoro de Oliveira
O segundo barão de CAMPINAS foi Joaquim Pinto de
Araújo Cintra que nasceu em Atibaia na província.de SP em 05 de Agosto de 1824 e faleceu em SP em 13 de
janeiro de 1894.Era filho de Joaquim Desidério Pinto e de Antonia Bernardina de Araújo Cintra.Casou-se ele com Ana Francisca da Silveira Cintra,filha de Joaquim
Cintra da Silveira e de Helena de Morais Cintra,deixando grande
descendência.Foi Juiz de Paz,Vereador na Província.de Minas Gerais,era
cel.Comandante da Guarda Nacional do Amparo e Bragança em 1879 e fundador do
Hospital Ana Cintra.Comendador da I. Ordem da Rosa.
Adenda
Joaquim Pinto de Araújo Cintra (*5/8/1824 em Atibaia +13/1/1894 em Amparo), 3º Barão de Campinas a 13/8/1889, conforme registro no Livro XI, pg. 135, da Seção Histórica do Arquivo Nacional. Foi Juiz de Paz, Vereador na Província de Minas Gerais, era Cel. Comandante da Guarda Nacional do Amparo e Bragança em 1879 e foi fundador do Hospital Ana Cintra. Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Joaquim Pinto de Araújo Cintra era filho do Alferes João Desidério Pinto, fal. 1850 e de Antonia Bernardina fal. 1869. Antonia Bernardina é filha do Alferes Jacinto José de Araújo Cintra fal. 1850, neta do Cap. Francisco Lourenço Cintra, fal. 1781 (português), c.c. Helena de Moraes fal. 1799, bisneta, por parte da avó Helena de Moraes, de Antonio Ferraz de Araújo que por sua vez é filho de Miguel de Faria Sodré e de Verônica Dias Leite.
O 3º Barão de Campinas, Joaquim Pinto de Araújo Cintra, em 1851, c.c. sua prima-irmã Ana Francisca de Araújo Cintra, pais de 7 filhos:
1) José Pinto do Carmo Cintra, c.c. Genoveva de Toledo, pais de: Gumercindo, 2) Maria, 3) Joaquim Pinto da Silveira Cintra, médico, deputado, c.c. Eleonora Schmidt, pais de 2 filhos: Andréas e Felício.
4) Antonia da Silveira Cintra c.c. Francisco de Salles Camargo, (*29/1/1859 +14/2/1921), pais de 5 filhos: 1)Joaquim Pinto de Camargo, c.c. Brasília Machado Monteiro 2)Laura, 3)Octavio Pinto de Camargo, c.c. Alice Lisboa da Silva, 4)Paulo Pinto de Camargo, c.c. sua prima, Olga de Araújo Cintra, filha de Jacintho José de Araújo Cintra e Leonina da Silveira, 5)Renato Pinto de Camargo, c.c. Elza Vasconcelos da Silveira, filha de Gustavo Vasconcelos e Ana da Silveira Pupo.
5) Cherubim de Alencar Cintra c.c. Francisca Xavier da Silveira, pais de 6 filhos: 1) Ruy, 2) Hugo, 3) Elza, 4) Ivo, 5) Vera, 6) Agar.
6) Julia Pinto de Araújo Cintra, c.c. Alfredo Patrício do Prado, pais de 5 filhos: Amador Cintra do Prado, Luiz Cintra do Prado (avô do Gustavo Cintra do Prado), Felício Cintra do Prado, Ana, Nair.
7) Luiz Pinto de Alencar Cintra, c.c. Marieta de Araújo Cintra, pais de 3 filhos: Joaquim, Luiz, Plínio.
Joaquim Pinto de Araújo Cintra, 3º Barão de Campinas, tem um irmão, José Manoel Cintra c.c. Constança Miquelina pais de: João Batista de Campos Cintra e avós de Constancio Cintra de Amparo, SP.
Nota: Como o Imperador podia conceder o título a quem quisesse, pois a nobreza brasileira não era hereditária, houve 3 titulares de famílias diferentes e sem parentesco direto entre si que receberam o título de Barão de Campinas:
1º Barão de Campinas: Bento Manoel de Barros a 21/9/1870.
2ª Baronesa de Campinas a 9/1/1875 (depois Viscondessa de Campinas a 19/7/1879): Maria Luiza de Souza Aranha.
3º Barão de Campinas: Joaquim Pinto de Araújo Cintra a 13/8/1889 no apagar das luzes do Império.
Bibliografia pesquisada para estruturar esse trabalho:
Titulares do Império, Carlos Rheingantz, 1960.
Anuário Genealógico Brasileiro, Instituto Genealógico Brasileiro, 1º Anno, pg 114 e 115 e Árvore nº 82.
# site: www.sfreinobreza.com/nobaz.htm
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CAMPO ALEGRE

barão e baronesa de Campo Alegre
O barão e visconde de CAMPO ALEGRE foi Joaquim de Souza Leão que nasceu na província de PE. Era filho do ten.-cel.Filipe de Souza Leão e de Rita de Cássia Pessoa de Mello.Era irmão do barão de MORENOS.Casou-se com sua prima Francisca de Souza Leão,filha do comendador Antonio de Paula de Souza Leão e de Teresa Victorina Bezerra da Silva Cavalcanti,Era pai da condessa de Ulysses Vianna que faleceu no RJ.Foi senhor dos engenhos de Boa Vista,Ilha das Cobras,Jurissaca,Serraria,Algodoais,Tiriri e Santa Fé,na província de PE. Major comandante de uma seccão de guerra da Guarda Nacional.Era comendador da I.Ordem da Rosa e da R.Ordem de Cristo e de N.S.da Conceicão de Vila Viçosa de Portugal.
Adenda
Joaquim de Souza Leão - agraciado com o título ( Dec 10.04.1867 ) de Barão de Campo Alegre; elevado ao título ( Dec 09.08.1884 ) de Visconde de Campo Alegre. Nasceu na província de Pernambuco a 02.11.1818 e faleceu em 15.03.1900 .
BRASÃO DE ARMAS: As do seu irmão, o barão de MORENOS.Escudo esquartelado: no primeiro quartel, em campo de prata, as quinas de Portugal, postas em aspa; no segundo, em campo de ouro, um leão rompente, de góles; e assim os contrários. (Brasão passado em 30 de Agosto de 1871.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI, fls.89).
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 12 de Abril de 1867.Visconde por decreto de 9 de Agosto de 1884.
Colaboradores
Renato Pessôa Dantas
Regina Cascão - Fotos dos barões. Fonte: Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
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CAMPO ALEGRE
Outro barão de CAMPO ALEGRE foi Antonio Jose Correia.
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CAMPO BELO
O barão de CAMPO BELO foi Lauriano Correia de
Castro que faleceu em 1862.Casou-se com Ana Josefina Pereira Pinto,que faleceu na Baia em 09 de
Julho de 1873.Era Cavaleiro da I.Ordem de Cristo e Comendador da I.Ordem da Rosa.
O nome correto do título acima é Laureano Corrêa e Castro.
LAUREANO ( prenome correto ) Corrêa e Castro - agraciado com o título ( 02.12.1854 ) de Barão de Campo Belo. Filho de Pedro Corrêa e Castro e de Mariana das Neves Corrêa. Nasceu em 25.02.1790, em Paraíba do Sul-RJ e faleceu em 08.01.1861 em Vassouras-RJ, onde foi sepultado no Cemitério de Irmandade de Nossa Senhora da Conceição. Rico fazendeiro, Comandante Superior da Guarda Nacional de Vassouras. Despendeu avultadas quantias organizando uma banda de música e mantendo em sua Fazenda do Secretário uma oficina de alfaiate para o serviço gratuito dos soldados e subalternos. Casou com sua sobrinha Eufrásia Joaquina * , Baronesa de Campo belo, irmã do Barão do Piabanha, nascida em Paraíba do Sul em 1799 e falecida em 1873, em Vassouras, onde foi sepultada. Era filha do capitão-mor Christovam Rodrigues de Andrade e de Ana Esméria de Pontes França.
* há divergência no nome da baronesa: o colaborador José Roberto Vasconcellos a apresenta como Eufrasia Joaquina do Sacramento Andrade. Já o Dicionário das Famílias Brasileiras a traz como Eufrasia Joaquina Pontes de Andrade.
Colaboradores:
- José Roberto de Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Campo Belo, Barão; e família Corrêa e Castro.
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CAMPO FORMOSO
O barão de CAMPO FORMOSO,foi João Evangelista de Carvalho que nasceu na província de MG.
Adendas
João
Evangelista de Carvalho - agraciado com o título ( Dec 04.07.1858 ) de Barão
de Campo Formoso.Título de origem toponímica, tomado à localidade de Campo
Formoso, distrito de Uberaba, Minas Gerais.Filho de Manuel Tomaz de
Carvalho e de Ana de Andrade, naturais de Casa Branca.Nascido
em S. João d’El Rei-MG e falecido em 08.10.1887, Uberaba, MG. Revoltoso
em 1842. Político prestigioso do partido liberal no regime monárquico. Deixou
geração do seu casamento com Maria Leopoldina de Andrade, filha de Antônio
Joaquim de Andrade.
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Carvalho de Andrade
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CAMPO GRANDE

barão de Campo Grande
O barão com grandeza de CAMPO GRANDE,foi Francisco Gomes de Campos que nasceu em 19 de Fevereiro de 1788 e faleceu no RJ em 17 de Janeiro de 1865.Era bacharel no RJ,Juiz Procurador da coroa,do Conselho de S.Magestade e Deputado Geral na 4 legislatura de 1838 a 1841.Era Cavaleiro da I.Ordem de Cristo.
Adenda
Francisco Gomes de Campos - agraciado com o título ( Dec 16.01.1861 ) de Barão com honras de grandeza de Campo Grande. Título de origem toponímica, tomado à localidade de Campo Grande ( hoje bairro), Freguesia do Rio de Janeiro. Membro de importante família de origem portuguesa estabelecida no Rio de Janeiro. O patriarca foi João Gomes de Campos, Familiar do Santo Ofício por provisão do Cardeal da Cunha, Inquisidor Geral, que passa ao Brasil e se estabelece no Rio de Janeiro, onde se casa a 12.02.1738 com Teodósia do Nascimento Martins de Souza, filha de Manuel Martins e Maria do Rosário de Souza. Um dos filhos do casal é o titular em apreço, portanto neto dos patriarcas da família no Brasil. Matriculado no curso de Direito da Universidade de Coimbra [ 11.10.1814 ]. Oficial do Registro Geral das Mercês. Juiz de Fora da Cidade do Rio de Janeiro. Bacharel em Leis [ 1819 ]. Oficial da secretaria de Estado dos Negócios do Reino. Encarregado da Constituição do Império. Oficial-maior, interino, da Secretaria da Câmara dos Deputados [ 26.04.1826 ]. Juiz de Fora da Cidade do Rio de Janeiro [ 19.09.1828 ]. Provedor da fazenda dos defuntos e ausentes, resíduos e capelas [ 03.10.1828 ]. Juiz de Fora da Cidade do Rio de Janeiro. Ouvidor da Comarca do Rio de Janeiro [ 18.10.1829 ]. Teve predicamento do primeiro banco [ 14.05.1830 ]. Provedor dos Defuntos e Ausentes [ 17.05.1830 ]. Vereador à Câmara Municipal da Corte [ 1835-1837 e 1838-1841 ]. Presidente eleito da mesma Câmara. Deputado à Assembléia Geral pelo Rio de Janeiro [ 1838-1841 ]. Desembargador da Relação do Rio de Janeiro [ 24.01.1843 ]. Procurador da Coroa, Fazenda e Soberania Nacional, interinamente, por duas vezes [ 1843 e 1844 ], e efetivamente uma vez [ 06.02.1847 ]. Ministro do Supremo Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro [ 11.04.1864 ]. Teve mercê do título de senhoria [ 29.11.1841 ]. Conselheiro de Estado [ 24.10.1855 ]. Conselheiro de Sua Majestade Imperial [ 15.11.1846 ]. Comendador da Ordem de Cristo [ 18.07.1841 ]. Foi casado, a 20.09.1820, no Rio - RJ, com sua sobrinha Luiza Maria de Campos Suzano, nascida em 1802, Rio, RJ e falecida também no Rio-RJ em 07.11.1853 , filha de Manuel Antunes Suzano e de [sua irmã] Maria Januária Galvez Palença. Não houve a Baronesa de Campo Grande porque a sobrinha-esposa faleceu antes da concessão do título ao seu marido.
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Campo Grande, Barão; e família Gomes de Campos.
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CAMPO LARGO,
O barão de CAMPO LARGO,foi Antonio Mariani Primo.
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CAMPO MAIOR
O barão de CAMPO MAIOR foi Augusto da Cunha
Castelo Branco que nasceu em Teresina,PI
Adendas
Augusto
da Cunha Castelo Branco, agraciado com o título ( Dec 16.01.1875 ) de Barão de
Campo Maior. Nascido em 25.03.1839, Campo Maior, PI e falecido a
26.11.1898, São Luiz, MA. Abastado proprietário de terras. Coronel da Guarda
Nacional. Deputado Provincial, nas legislaturas 1862/63 e 1872/3. Na qualidade
de Vice-Presidente da Província do Piauí, administrou esta província de
21.11.1877 a 09.01.1878.
Casou-se quatro vezes:
1-
em 1861, com Maria Elvas, filha do Coronel João Rodrigues Elvas, com geração;
2. em 1873, com sua cunhada, Antônia Elvas, 1.ª baronesa de Campo Maior, com
geração; 3- em 1876, com sua outra cunhada Francisca Elvas, 2.ª baronesa de
Campo Maior; 4 - em 1895, com Filomena Sampaio, falecida em 1897, antes de seu
marido, que foi a 3.ª baronesa de Campo Maior.
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Campo Largo, Barão de; família Castelo Branco
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CAMPO MISTICO
O barão de CAMPO MISTICO foi Antonio Teixeira Diniz que nasceu na província de MG.Era coronel da Guarda Nacional.
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CAMPOS GERAIS

barões de Campos Gerais (David dos Santos Pacheco e Ana Francisca Pacheco de Carvalho)
O barão de CAMPO GERAIS foi David dos Santos
Pacheco que nasceu a 21 de Julho de 1809,no município da Lapa,PR e faleceu em
01 de
Novembro de 1893.Era filho de Manuel dos Santos Pacheco e de Maria Colleta da
Silva.Casou com Ana Pacheco de Carvalho,filha de Sebastião José Vaz de
Carvalho e de Inácia Maria dos Santos.Era Oficial da Imperial Ordem da Rosa.Foi
um dos mais prestigiosos chefes locais do velho partido liberal da Província,da
qual foi muitas vezes um dos Vice-Presidentes.Exerceu vários cargos de
nomeação e eletiva, entre os quais o de Presidente da Câmara Municipal da Lapa
e deputado Provincial.Era chefe respeitado da família Pacheco,uma das mais
antigas e ilustres do PR.
Era coronel comandante Superior da Guarda Nacional de Curitiba,capital da Província do PR e prestou relevantes serviços durante a guerra do
Paraguai,apresentando 150 voluntários fardados e equipados a sua custa.Era chefe do partido liberal da Província e foi dela Vice-Presidente.
Adenda
Barão dos Campos Gerais - David dos Santos Pacheco. Recebeu o título em 31.08.1880. Tropeiro e grande proprietário rural. Hospedou o Imperador em sua visita de 1880, quando libertou os seus escravos. Sogro de Manoel Alves de Araújo.
Colaborador
Giancarlo Marques Zeni - OLIVEIRA, Ricardo Costa de. O Silêncio dos Vencedores : genealogia, classe dominante e estado no Paraná. Curitiba, Moinho do Verbo, 2001.
Regina Cascão - envio da foto - Óleo sobre tela - Coleção Ayres da Fonseca Costa In "Iconografia e Bibliografia dos Titulares do Império" de Victorino Chermont de Miranda
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